sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

UM CONTO DE ANO NOVO!!


“Ver-te de pertinho mais uma vez... Ao alcance de minhas mãos” .



Fez seu pedido de Ano Novo.

Evocou Santos e Entidades com os pés cobertos pela espuma do mar e de champagne.

Seu pensamento gritava e repetia: ‘Mais uma vez’ e seu coração explodia no peito mais forte e mais alto que os estouros dos fogos de artifício que coloriam o céu.

E com as cores e os brilhos de pólvora cintilante, projetou sobre o céu, como em uma tela de cinema, a cena que viveria em algum canto de 2011.

"Cruzar o olhar... Prender a respiração e passar por ti e por teus olhos, sentindo que o mundo inteiro pára enquanto isso acontece e sabendo que nem uma folha deixou sua árvore porque te amei nesses segundos.

Quem sabe esbarrar-te: Nossos ombros... Nossas mãos...

Desejando mais: Meus lábios nos teus a depositar a pouca paz que ainda resta depois que a minha vida tropeçou na tua e caiu.. Estatelada no asfalto.

Doeu mais levantar-me que a própria queda.

A saudade rega meus pensamentos com a acidez da tua lembrança e com a doçura da memória de mim mesma enquanto envolvida na magia perfeita que só é possível quando o juízo é imperfeito

Pensar em ti sem mim é devastador".


Sentiu um forte tranco... Corpos bêbados encontrando-se sem querer.
Sentia-se tão só que não enxergavam ninguém.

- Desculpe... Você sabe, não vi você. - Voz masculina, lábios grossos e desconhecidos, barba feita.

- Não. - Ela respondeu sem entusiasmo.

- Como?

- Não, não desculpo. Não tenho que desculpar tudo... Não há desculpas onde não há culpa... E não, você não me viu, simplesmente porque não estou aqui.

- Ei... O que é isso? Muito champagne ou pouco?

- Sim... Estou bêbada, mas já estive apaixonada.

E o homem, sorriu: - É quase a mesma coisa.


Sua visão e o álcool revelavam um homem alto, pele bronzeada, cabelos alvoroçados, bermudas brancas, como tinha que ser, camisa desabotoada e mangas arregaçadas. Em uma mão, uma garrafa de champagne aberta e na outra apenas dedos grossos e penugem escura sobre a pele dourada...

- Sua mão... É linda – Disse ela sem pensar.

- Qual delas? Aposto que esta aqui... Com a champagne. – Brincou.

- Seu eu te dissesse que não me interessa a champagne... Como você entenderia a mensagem?

- Perfeitamente.

Ficaram se olhando em um silêncio quase tímido.

Os pensamentos dela: Subitamente suspensos.
As dores e desejos: Anestesiados.

Diante dela um homem que ela não pediu que viesse...
Diante dela um homem pelo qual ela não derrubou uma lágrima...
Diante dela um homem pelo qual ela não perdeu uma só noite de sonho...
Diante dela um homem pelo qual ela nunca pensou em morrer...
Diante dela um homem com mãos enorme...
Diante dela e não em outro lugar qualquer.

Relaxou os ombros, pensou e disse:

- Sabe do que mais... Feliz Ano Novo.

- Ele pode ser sim... Bebe comigo?

Ela tomou a garrafa da mão do homem e derramou sobre ela.

- Bebo... E você, bebe comigo? – Mordeu os lábios. (Lugar comum, e daí? As vezes é melhor ser explícita... Não era hora para jogar, subentender, insinuar... Era hora pra dizer EU QUERO... Ou gritar para que não houvesse dúvida).

Correu em direção ao deck atrás das pedras que avistou logo ali...

Ele a alcançou e a alçou com seus braços.
Ela abaixou as alças de seu vestido.
Ele usou suas mãos para levantá-la e encaixá-la pouco abaixo de sua cintura; ela cruzou suas pernas ao redor dele...
Ele usou suas mãos para levar o seio dela a boca; ela lambeu seu pescoço, mordeu seus ombros, arranhou suas costas...
Ele levou sua mão à boca lhe arrancando batom e lhe manchando a face; ela lhe chupou os dedos e eles... A levaram ao êxtase.

Amanheceram na praia, fazendo promessas de “Ano Novo” que nenhum dos dois pretendia cumprir.

O sol começava exigir que se ainda houvesse alguma vergonha, ela vestisse as alças de seu vestido e cobrisse os seios... Desenrolasse os babados da saia.

Procurou rapidamente sua calcinha. Desistiu de encontrá-la... Lembrou-se vagamente de tê-la oferecido a Iemanjá... Entre um orgasmo e outro.

Riu.

A despeito de seu pedido... E de suas promessas... 2011 aconteceria.

Lembrou-se de uma frase de John Lennon: 

"A vida é o que acontece enquanto você está ocupado fazendo outros planos"

Olhou para o estranho que parecia não saber ao certo o que fazer: Dizer adeus, pedir telefone ou dizer qualquer uma dessas frases que evita o desconforto de não poder simplesmente não dizer nada.

Beijou-o apaixonadamente, pegou suas sandálias e foi embora.

- A gente se encontra! - Disse aliviado e até incomodado.

Ela respondeu sem olhar para traz:

- Provavelmente... Se eu não quiser.

Seguiu em frente... 2011 acabava de nascer!















Escrito por Daniela
Postado por Ayesk@

FAÇA A DIFERENÇA EM 2011!!!


Desejo a todos um 2011 cheio de realizações e que consigamos atingir nossos objetivos, porém sabendo que tudo isso só terá valor se tivemos as coisas mais importantes para ser realmente feliz no ano novo: Deus, saúde, paz, alegria e coragem para se modificar a cada dia.
No balanço sentimental que fazemos, mentalmente, em cada fim de ano a amizade por vocês continua sendo um dos pontos mais lucrativos e significantes.
Que neste novo ano, possamos compartilhar muitas alegrias, e inúmeras esperanças....

"Para sonhar um ano novo que mereça este nome, você, meu caro ( minha cara) , tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre
- Carlos Drummond de Andrade"

E para finalizar:

Que tal pensar sobre o que fizemos no ano que está terminando e planejar o que faremos no próximo:

O que nós fazemos de excelente e devemos continuar fazendo?
O que fazemos de ruim e devemos deixar de fazer?
O que não fazemos e deveríamos fazer?


FELIZ 2011 PARA TODOS E TODAS !!!
BJS DOCES REPLETOS DE FÉ E ESPERANÇA!









Um vídeo bem diferente do bla blá ... que estão acostumados, espero que gostem!


http://www.youtube.com/watch?v=-fS6lMWpHic&feature=related


Escrito por Ayesk@

Mikaela: minha namorada, minha escrava




 
Em se tratando de mulheres, eu sempre gostei de diversificar. Em 19 anos de vida levei ao pé da letra a filosofia “enquanto não acho a certa, me divirto com as erradas”. Porém, depois de experimentar muito esse “aperitivo” que todas as meninas a minha volta eram, eu comecei a encarar a sensação de que o prato principal não chegaria nunca. Era meu último ano no Sênior High School, o equivalente ao terceiro colegial nos Estados Unidos. Meus dias de estudante de intercâmbio estavam chegando ao fim, em breve eu iria voltar para o Brasil com meu diploma, alguns troféus e algumas boas histórias das noitadas em que eu ficava com uma, duas ou mais meninas nas festas que meus amigos do time de hockey faziam em suas casas nas noites em que seus pais saiam. Era praticamente a nossa única diversão, sendo que nos EUA não era permitido que menores de 21 anos entrassem nas boates, mas mesmo assim era ótimo, e eu só guardo boas recordações desta época.

Escolhi a cidade de Anaheim – Califórnia pela oportunidade de jogar hockey, esporte que eu sempre gostei. Graças a isso me tornei um cara popular na escola, e durante um ano minha vida se resumiu a: jogos, festas e mulheres. As meninas da cidade eram bonitas, uma ótima distração entre um jogo e outro, mas eu esperava ansiosamente uma bolsa de estudos na Universidade de Los Angeles, a qual eu julguei ser certa para mim, pelo sucesso que tive como jogador. Mas os dias passavam e a carta de admissão não chegava. Eu percebi então como a minha vida nesse ano havia sido vazia, e comecei a ficar cansado disso tudo.
Tudo mudou quando vi pela primeira vez Mikaela, uma garota que destoava das outras não apenas pela beleza, mas por todo o mistério que carregava com ela. Sempre a via caminhando com os livros a tiracolo, longos cabelos castanho claros, quase loiros, e pele bem branca que contrastava com o azul dos olhos que podia ser notado de longe, um tom de azul mais bonito e nítido que o mar de uma praia caribenha. Ela sempre passava ao lado da arena em que treinávamos, e o máximo que troquei com ela foram alguns olhares, ela não era de conversar muito.

Pelo pouco que eu sabia dela, era a filha do diretor de uma grande empresa que fornecia equipamento militar para o contingente do exército no Iraque. A família havia se mudado a pouco para a Califórnia, e mesmo no fim do ano seu pai fez questão que ela continuasse os estudos sendo transferida para a nossa escola. Devia ser um daqueles republicanos conservadores que acham que estudantes de intercambio igual eu não passam de latinos querendo aproveitar de seu belo e intocável país, imaginei.

Já eu, sempre soube que aquele ar de indiferença dela nada mais era do que uma armadura social criada por uma menina que apesar de bela, era extremamente insegura. E modéstia a parte, eu sempre gostei de quebrar essa armadura, ela não seria a primeira em quem eu faria isso. É como escalar uma montanha: as vezes o resultado final nem é tão interessante quando você observa o mundo aos seus pés lá de cima, mas o processo sempre é bem divertido.

E foi com esse pensamento que eu comecei a me aproximar de Miakela quando ela foi aceita na equipe de cheerleaders do time de hockey. Os ensaios eram ao lado do nosso treino. Comecei a conversar com ela sobre os jogos e sobre coisas da vida, deixado-a a vontade para se adaptar à nova cidade e à nova vida dela.

Na festa após um jogo em que nós vencemos o time de uma escola de Sacramento, pela primeira vez senti o gelo do coração de Mikaela derreter. Ofereci um pouco de whisque a ela, que bebeu lenta e sofridamente, ela não devia estar acostumada a beber. Ponto pra mim.
Ofereci para ela então um drink que eu inventei, misturando Black label, red Bull e schwepes citrus. As bebidas doces camuflavam o gosto do whisque, deixando o sabor mais aceitável para as garotas. Ela bebia como se fosse refresco. E então me perguntou, num inglês carregado de sotaque do Texas, estado de onde ela tinha vindo:
- Além de jogar hockey e inventar bebidas, o que vai fazer quando terminar a escola?
Respondi olhando-a nos olhos e já acariciando as costas da sua mão:
- São tantas possibilidades, vou deixar o universo ser generoso e me trazer alguma coisa legal.
- Então o universo está dizendo que hoje é o seu dia de sorte – Ela respondeu já aproximando a boca da minha.  





Coloquei a mão em sua nuca e a trouxe para mim, e coloquei minha língua na boca dela vorazmente. Experimentei o sabor daquela língua, agora embebida em whisque e citrus, esperando que aquele momento não acabasse. Como eu havia ansiado por aquilo. Com a outra mão em sua cintura, colava o corpo dela no meu, senti as coxas e os seios perfeitos dela me tocarem, passando meu pau já duríssimo no meio das pernas dela. Ao notar isso, ela me beijava mais intensamente.

Conforme a festa avançava madrugada adentro, sobramos nós dois sozinhos naquela sala enorme. Levei Mikaela até o sofá e continuei a beijá-la, explorando seu corpo todo com a minha mão direita. Abri o botão da calça jeans dela, que delineava seu corpo maravilhoso e avancei meus dedos por ali. Apertei com força cada parte da bunda dela, durinha, perfeita. Depois fui para a parte da frente e passei a ponta do dedo médio no clitóris e na entrada da vagina dela, muito molhada pelo tesão. Fiquei brincando lá sem penetrá-la, só para ver a reação dela, que gemia e mordia os lábios, sinal claro de uma garota que já está entregue.
Eu estava alucinado com aquilo, e convidei-a para subir a um dos quartos da casa, ou mesmo ir embora comigo, que morava na época sozinho em um apartamento pequeno, mas bem aconchegante. Nesse momento sua postura mudou, como que se ela caísse de volta à realidade e acordasse com o tombo do transe em que estava.
Na hora saquei que ela era uma daquelas típicas garotas sulistas americanas que foram a vida toda reprimidas pelo pai conservador; gostam de uma brincadeira bem safada, mas nada além. Sexo para elas é algo bem sério, e eu não queria forçar a barra com Mikaela, pela primeira vez eu havia encontrado uma garota que era diferente das outras.
Ofereci então uma carona para ela, que elogiou meu carro, tentando ser gentil sabendo da minha sensação de frustração no momento. Era um Pontiac Firebird vermelho comprado em segunda mão com o dinheiro que eu ganhei nos tempos em que trabalhei em uma oficina logo que cheguei nos EUA. Apesar de antigo, tinha bancos de couro e motor de 312 hp, um clássico americano, e com certeza algo de que eu me orgulhava.
Deixei-a na porta de sua casa. Uma bonita e grande casa em estilo vitoriano com um extenso jardim na frente. Ao som de “Why don’t you and I” na voz do Rob Thomas nos despedimos com mais um beijo longo, molhado e demorado. Enquanto ela caminhava pelo jardim em direção à porta, eu observava aqueles quadris rebolarem num andar sensual e hipnótico. Murmurei para mim mesmo, pensando em voz alta: “Você ainda vai ser minha, Mikaela.”
Assim os dias passaram. Nos treinos eu via Mikaela cochichando com as amigas e olhando de relance para mim com um sorriso bem sacana no rosto. Eu sempre correspondia com outro sorriso. Dia após dia, festa após festa, nós sempre nos beijávamos e nos curtíamos loucamente, mas nada dela deixar eu avançar. Isso me incomodava muito, afinal eu só tinha olhos para ela. Esqueci as outras garotas e me concentrei só nela, e a falta de sexo que isso acarretava era quase desesperadora.
A melhor oportunidade apareceu quando a professora de literatura americana passou um trabalho para fazermos em duplas. Automaticamente eu e Mikaela nos escolhemos. De início ela queria que fizéssemos na casa dela, mas eu não deixaria essa chance passar assim.
Convidei-a para fazermos a sós no meu apartamento. Ela relutou no começo, mas eu a convenci, dizendo que eu tinha dois convites para uma festa onde menores de 21 não poderiam entrar, mas como o segurança na entrada da boate era meu amigo, estava liberado para nós. Na sexta a noite faríamos esse trabalho, depois íamos para a tal festa. Quando ela quisesse, eu a levava para casa, e seus pais nem desconfiariam. Ela aceitou. Mal sabia a doce Mikaela dos planos que eu tinha para ela naquela noite.
Ela apareceu em minha casa no horário combinado. Usava calça jeans e uma camiseta que deixava seu decote a vista. Trazia na mochila o vestido que ela usaria na festa, deixando para se trocar depois que terminássemos o trabalho.
Escolhi como tema o poema “O Corvo” de Edgar Allan Poe. Expliquei para ela que era um poema que mostrava de forma sombria a espera de um homem por sua amada, e no final brinquei que se tratava de uma metáfora sobre a espera que ela me impunha, e assim como o inesperado final do poema, eu também havia planejado um interessante desfecho para o nosso impasse. Ela, sem entender o que eu planejava, apenas riu docemente.
Terminado o trabalho, ela me pediu para tomar um banho. Dei-lhe uma toalha e perguntei se ela precisaria de ajuda, com um sorriso no canto da boca.
- Já sou bem grandinha, sei tomar banho sozinha – ela respondeu.
Quando escutei o barulho da água começar a cair, comecei os preparativos para a noite.
Mikaela saiu do banheiro enrolada na toalha, e enquanto procurava em sua mochila o secador de cabelo, abracei-a por trás, prendi seu corpo em mim, beijei e mordi sua nuca, passando a ponta da língua pela orelha, arrancando um leve gemido dela.
Puxei a toalha e pela primeira vez deixei-a despida na minha frente. Ela fez uma expressão de indignação enquanto eu apenas sorria sarcasticamente, vendo-a tentar esconder suas partes intimas com as mãos.
Antes dela falar qualquer coisa agarrei-a mais uma vez e dei um longo beijo de língua nela, que fez menção de ficar brava, mas eu fiz questão de segurar seus braços e admirar seu corpo, elogiando-a, mostrando como ela é linda.
Peguei a garrafa de whisque, citrus e red Bull e ofereci mais uma dose, um “esquenta” para a festa. A mesma bebida que eu havia inventado e que a fez ficar molinha para mim na noite do nosso primeiro beijo. Aos poucos quebrei sua resistência, fazendo-a se sentir a vontade nua na minha frente. Até hoje não imagino cena mais linda do que uma mulher despida bebendo whisque com aquela carinha dela.
Ela me perguntou se eu já havia escolhido um nome para essa bebida. Disse que assim como o coquetel “vodka-martini, shaken not stirred” era a marca registrada de James Bond, eu também deveria dar um nome para o meu drink. Respondi que ainda não, mas prometi pensar em um nome legal, e ela seria a primeira a saber.
A medida que ela foi ficando mais animada com a bebida, fui vendo seu corpo amolecer até ela cair repentinamente na cama, em um sono profundo. A primeira fase do plano estava concluída.
Acordei Mikaela colocando o copo de whisque perto de seu nariz, e o cheiro do álcool a fez despertar. Ela então percebeu que estava de bruços na grande cama de casal, amarrada firmemente à cabeceira. Sua primeira reação foi tentar entender o que estava acontecendo, enquanto abria os olhos e tentava enxergar o quarto à meia luz. Ela tentou gritar comigo, mas eu beijei seu rosto e pedi que ela confiasse em mim. Obviamente não adiantou.
Ela gritava, nervosa, pedindo para eu soltá-la. Peguei então a calcinha que ela usava antes de entrar no banho e coloquei em sua boca, passando uma fita em volta, abafando seus gritos. Deu um pouco de trabalho fazê-la se acalmar, mas agora não tinha mais volta.
Vi as lagrimas escorrerem daqueles belos olhos azuis quando ela parou de se debater, a expressão dela agora era de quem pedia piedade. Por um momento quase fraquejei, vendo aquela garota tão linda, a minha Mikaela, naquela situação. Mas vê-la subjugada assim também aumentou meu tesão.
Me deitei sobre ela, fazendo-a sentir o peso do meu corpo a amparando. Aproximei a boca do ouvido dela e disse:
- Se acalme meu amor, no final você vai acabar gostando dessa brincadeira. Você me fez esperar tanto tempo, hoje quem vai experimentar a espera é você.
Peguei uma coleira que eu havia mandado fazer especialmente para ela, de couro com o meu nome escrito em pequenos diamantes, fiz questão que ela visse o presente antes que eu colocasse no pescoço dela. Ela pareceu se acalmar, até levantou o pescoço facilitando o meu trabalho. Nessa hora realmente tive certeza que os diamantes são os melhores amigos de uma garota.
Observei-a então naquela posição, a vista era simplesmente maravilhosa. As costas nuas terminavam com aquela bela bunda sobre a cama. Coloquei um travesseiro abaixo dos quadris de Mikaela, ela me olhava apreensiva. Afastei suas pernas, ela tentou murmurar algo, mas a mordaça funcionava a contento. Dei-lhe uns tapinhas nas nádegas e disse que a noite estava apenas começando para ela.
Coloquei meu rosto entre as pernas dela e com toda a extensão da minha língua saboreei sua vagina, que com um leve toque se umedeceu. Ela começava a gostar da situação. Abri as ancas dela, passei a língua ao redor do ânus, ela se contorcia e rebolava. Me deitei sobre ela, cravei os dentes na sua nuca e nas suas costas, esfregando meu pau ereto entre as nádegas dela e encostando a cabeça na entrada da vagina, que parecia implorar para recebê-lo. Fui descendo beijando-lhe as costas ate chegar à bunda, onde mordi de leve.
Fiquei em pé ao lado da cama, tirei minha cueca e revelei meu pênis, explodindo de tão duro. Realmente estava difícil equilibrar o tesão com a frieza para seguir em frente com o plano. Passei-o de leve no rosto de Mikaela, perguntei se ela queria que eu tirasse a mordaça para ela me chupar. Ela acenou afirmativamente com a cabeça, estava louca para que finalmente eu fizesse amor com ela. Eu apenas ri e respondi:
- Nada de chupar essa noite, Mikaela.
Me vesti, bebi mais um gole do whisque olhando para ela. Então me levantei, peguei os convites para a festa, apaguei a luz do quarto e a deixei lá amarrada. Você, lendo isso, não pense que não me doeu no coração deixá-la ali daquele jeito, mas determinação é uma das minhas virtudes, e se eu decido que assim vai ser, que seja feita a minha vontade.
Eram mais ou menos onze horas da noite, saí para a festa pensando em Mikaela, e mesmo durante, com diversas mulheres e muita bebida, não tirava da cabeça que assim que eu voltasse para casa aquela linda mulher estaria me esperando, amarrada e à minha disposição. A surpresa só me excitava mais: saber como eu a encontraria, qual seria a reação dela... enfim, essa parte do plano eu teria que contornar com improviso e criatividade.
* * *
Voltei para casa as três da manhã, já com a surpresa que eu preparara para minha amada Mikaela. A festa ainda rolava, mas nem eu mesmo resisti à angustia de esperar para completar a minha missão.
Quando entrei no quarto, acendi a luz e acordei Mikaela, que abriu os olhos com dificuldade para se acostumar com a claridade. Ela estava como eu a deixei, e a expressão no rosto típica de uma leoa enjaulada por um longo período me excitava muito.
Beijei-a na boca e disse:
- Você foi uma boa menina essa noite, será bem recompensada por isso.
Ao dizer isso, mando que entre no quarto Megan, a garota mais assediada da escola antes que Mikaela aparecesse, e que por isso, digamos, nutria um certo ressentimento com a nova concorrente.
Megan olha surpresa para o que vê, com um sorriso incontido no rosto.
- Então era verdade? Não acreditei quando você me contou.
- Você me conhece, Megan, sabe que eu não dou ponto sem nó – respondo.
Megan era uma antiga namorada minha, e eu um dos poucos a saber que ela é bissexual.
Mikaela me olhava fixamente, querendo saber o que eu iria aprontar agora.
Ofereci uma bebida para Megan, e contei-lhe no ouvido o que eu esperava dela essa noite. Sem hesitar, ela concordou.
Caminhou até Mikaela e tirou a mordaça de sua boca.
- Quero que vocês duas se beijem, agora!
Mikaela nunca havia manifestado comigo qualquer desejo de ter uma experiência com outra mulher, mas naquela noite já estava física e psicologicamente dominada para resistir a qualquer coisa.
Megan então se ajoelha e beija a boca dela carinhosamente, as duas se olham nos olhos por um longo momento. Levanto Megan e sob o olhar de Mikaela beijo sua boca. Tiro as roupas da nossa nova amiga, peça por peça.
Coloco Megan deitada por cima de Mikaela, ainda de bruços na cama, e começo a penetrá-la com força, fazendo Mikaela sentir cada estocada em seu próprio corpo. Ela, amarrada, tenta virar a cabeça para trás e assistir eu comendo Megan. Enquanto isso, passo os dedos pela vagina de Mikaela: ela está tão molhada que seus sucos escorrem pelas coxas e mancham os lençóis.
Decido então que é hora de desamarrar Mikaela, que totalmente resignada está pronta para fazer o que eu mandar. Ela me olha misteriosa, com um olhar que até hoje não decifrei se era de raiva ou agradecimento.
Coloco Megan deitada de barriga para cima e mando que Mikaela sente-se no rosto dela. Volto a penetrar Megan enquanto esta faz sexo oral em Mikaela, que de olhos fechados esfrega seu sexo no rosto da amiga apalpando seus seios com as mãos. Acelero as estocadas e Megan começa a sentir chegar seu primeiro orgasmo, isso a estimula a chupar mais vorazmente Mikaela. As duas gozam juntas. É a deixa para eu finalmente transar com meu amor, Mikaela.
Vou para trás de minha namorada, sentada no rosto de Megan, e faço com que ela abaixe seu dorso, ficando de quatro com a amiga por baixo, as duas na posição meia-nove. Começo a chupar Mikaela junto com Megan. Nossas línguas se encontram e se tocam juntas na vagina e no ânus de Mikaela.
Posiciono meu pênis na entrada da vagina de Mikaela enquanto Megan ainda a chupa. Vou penetrando-a milímetro a milímetro, como que celebrando junto com ela esse momento que tanto esperamos. A língua de Megan percorre toda a extensão do meu pênis entrando aos poucos em Mikaela, até o clitóris de minha namorada. Começo a comê-la cada vez mais rápido, mais forte, impulsionado com o tesão de ver aquelas duas garotas naquela posição. Penetro Mikaela assim, segurando-a pelos cabelos, por quase uma hora, quando não resisto mais e despejo meu sêmen na vagina de Mikaela e no rosto de Megan.


Deito-me entre as duas na cama, Mikaela me beija enquanto Megan acaricia meu peito enquanto planejo a continuação da noite. A medida que vamos nos refazendo, esvaziamos a garrafa de Black Label com citrus e Red Bull, definitivamente esta é a minha ‘bebida da sorte”, penso.
Decido então que o gran finale, perfeito e inusitado para esta noite, será quando as duas experimentarem meu pênis por trás, de uma maneira que nem Mikaela nem Megan nunca haviam feito. Mando as duas ficarem de quatro sobre a cama, uma ao lado da outra. Com o liquido que escorre das duas vaginas, lubrifico meus dedos e penetro o ânus das duas, simultaneamente com o dedo médio de cada mão, ambas gemem, rebolam, não resistem e se beijam naquela posição, fazendo meu pau latejar de tesão.




Encosto a cabeça primeiro na entrada de trás de Mikaela, e segurando-a pelos quadris vou colocando devagar. Digo que se ela sentir dor eu posso parar. Ela diz que não, dominada pelo tesão ela pede que eu a arrombe toda, pede para eu colocar mais. Começo então a penetrá-la com força, acariciando seu clitóris com os dedos, até ela gozar. Revezo entre ela e Megan, as duas têm orgasmos alucinantes.
Mando então as duas ficarem de joelhos no chão e gozo no rosto de ambas, pegando-as pelos cabelos e aproximando seus rostos, fazendo com que as duas dividam meu sêmen num longo e delicado beijo.
Deitamos para nos recompor até Megan decidir ir embora.
Eu e Mikaela nos olhamos e nos beijamos, sem nada a dizer. Fica perceptível pela expressão de nós dois como a noite foi prazerosa e reveladora, ela descobrindo como gosta de ser submissa, e eu, pela primeira vez, abandonando velhos hábitos e sentindo talvez, uma fagulha do que é estar apaixonado por uma mulher, aquela por quem eu sempre procurei.
* * *
Hoje, anos após isso tudo, eu procuro relatar aqui o mais fielmente possível tudo que vivi nestes tempos dos quais eu lembro com nostalgia. Talvez o mais próximo que eu já cheguei em toda a minha vida de amar uma garota. Quanto à bebida que mistura whisque, citrus e Red Bull, finalmente consegui escolher um nome: Good night, Mikaela.




Escrito por Knight.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

ENFEITIÇADA!


 
 
Como posso me entender? O que quero afinal?

O que desejo?

Após gozos explosivos, fluidos escorrendo pelas minhas coxas, gemidos, gritos, ofegos, respiração cortante e o corpo mole, largado, pós-coito...horas depois me vejo deitada...nua...sozinha...e contemplando a chuva que cai, o céu cinzento...e um aperto em meu coração me diz que busco algo e não sei o que é...

Voce...é algo que não esperava...entrou sorrateiramente em minha vida...de forma inexplicável...e com suas palavras enigmáticas, foi atraindo a atenção dessa que hoje lhe deseja, lhe quer, de corpo e alma...

Pensamentos libidinosos, pecaminosos, só de lembrar a nossa última noite ou tarde juntos...e meu coração dispara, minhas mãos ficam trêmulas, minha umidade desliza pelas minhas dobras vaginais e meu clitóris incha implorando novamente sua boca, sua língua....aaaaaaaahhhhhhhhh

Que feitiço usou...serás um Bruxo? Um Lúcifer transvestido de Anjo?

Quem é voce que me tira os pés do chão...que mexe com o meu corpo, a minha libido de forma tão intensa que só penso em voce, dia e noite, noite e dia!

Tirando meus pés do chão!!!

Não quero me entregar, não quero confiar....

Não quero me despedaçar...me quebrar...me dilacerar, por mais que voce vire minha vida do avesso e me faça feliz...!!!

Leia com atenção é para voce! Veja o que faz comigo, meu... Amor...meu ...Homem...Meu...Macho...Meu...Tesão...

Sou sua...Mulher...Sua...Fêmea no Cio...Sua... Mulher-menina...Seu Anjo...

Sinto o fluido do seu amor na pele

Num abraço sedento, quase desfalecido

Delírios, calafrios, ardência,

Sussurrando delicias no teu ouvido

No teu corpo sou fada, meretriz

Sedutora, seduzida, provocada, provocante

Prazer que transborda e emana ...

Do seu falo latejante...pulsante

Boca que te procura: ávida, louca

Entorpecida e dominante

Um gozo profundo prenuncia

Num vai e vem ofegante

Gemidos testemunhando

Toda loucura presente

Todo gozo que molha

Nosso encaixe indecente

Minhas entranhas atrevidas

De desejo e tesão escaldante

Provocam seu membro em riste

Sou fêmea no cio: provocante

Como flor se abrindo, me entrego

Insana, no seu corpo desfaleço

Em aventuras de louco encanto

Por voce, me viro do avesso

Quero seu calor, seu cheiro

Abro os olhos, voce presente

Felicidade de lado, solidão a dois

Seu coração ausente

O barco navega a deriva

E a solidão deita ao nosso lado

Tão perto, tão dentro, tão forte

Estamos tão sobrios e ao mesmo tempo tão distantes

Amo-te e tanto te desconheço

Aprisiono-me no passado

O que foi, sem nunca ter vivido

No êxtase do encantamento

O inesperado vindo do nada

E o barco antes sem vela

Sem porto, sem rumo

Sem andar ao sabor do vento

Corre a voce em aguas mansas

Sua respiração ofegante,

Eu ouço distante..

Porque sua invasão no meu corpo

Transporta-me para além da loucura.

Amante do meu corpo

Faz morada do seu prazer

Banha-me com seu amor

Magia... emoção!

A linguagem lasciva desnorteia.

Sem rumo, sem direção

Desliza-me em sua boca

Arroubos, arrepios...Tesão!

Conheces meu ritmo

E de tudo que sou capaz!







Escrito por Ayesk@

sábado, 25 de dezembro de 2010

SONHANDO COM LEDA


 
 
(Poema erótico)

 
 
 
 
Vieste pela madrugada,

sob o luar, com o olhar incendiado,

vestida de bruma e de desejo...

Trouxeste uma flor na boca

e outra sob o ventre

e me entregaste ambas

como um régio presente.

Fitaste-me em silêncio

e leste em meu olhar

as mil perguntas

do meu corpo em transe...

Depois, ergueste os véus,

ofereceste-me a rosa de teus lábios

e a outra, a rosa rubra e quente,

o limiar das delícias.

Meus dedos tocaram-lhe suavemente

as pétalas macias, abriram-nas

e exploraram sequiosos o seu interior.

E o teu ventre, em cíclicos espasmos,

fazia-te gemer, enquanto a tua boca,

úmida e quente, punha-me

o cetro em brasa. E depois

deixaste que minha boca

e minha língua te levassem

ao apogeu do orgasmo...

Ergui-me em seguida e tu, vencida,

ofertaste-me sob o púbis veludoso

a desejada rosa esplendorosa e pura...

E a tua mão suave conduziu-me

o cetro ereto, impávido e sedento

para o âmago da tua flor,

gruta do amor a dentro.

E, durante o vai-e-vem frenético do cetro

que premias com sofreguidão,

eu te beijava os seios e em teu delírio

improvisavas loucuras...

Calmada nossa febre,

deixaste em minha mão

uma flor orvalhada,

Flor-de-lis da madrugada,

e disseste-me a sorrir:

-Não quero mais que tu sejas

nem solidão nem tristezas,

mas preciso partir!

E novamente te fizeste bruma...

E logo após... Saudade!













Escrito por Spartacus







Me sinto só
Em meio a tantos que amo e que sei que me amam
Minha cabeça vagueia entre um passado que se foi
e o desejo do novo ... intangível ... você...
alegrias vividas e que não voltam mais
desejos reprimidos
loucura
paixão
Me sinto só
por que o que se foi não volta mais
e não vejo graça no que se apresenta
a graça esta no passado e esta em você
mas onde você esta?
Meu corpo é vivo ... é chama ...
mas meu coração esta cansado.
Urgência ... tesão ...
solidão!
Meio morta
toda viva
lasciva ... ardente ...sedenta
te espero !
Para aplacar minha sede
saciar o meu corpo
Me fazer outra vez viva
Mais uma vez mulher
Sexo ... união de dois corpos
mas meu corpo pede o seu
meu coração quer você
onde você esta?
Me queima ...
Me devora
me sacia
aqueça meu corpo febril
por que só fogo é capaz de acender meu corpo e queimar
me queimar
só você é lenha .... é combustível para as labaredas do meu desejo
te quero
necessito
vem pra mim e me mate
me mate de amor
para que eu possa de novo viver.
Me sinto só
Onde você esta?
  

























Escrito por AlicinhaBH

Minha Princesa Jana

   É ela minha princesa Jana; minha Deusa insana que me alimenta,me sustenta com seus beijos e caricias, é ELA que me desorienta que me atormenta me alucina;
É ela minha, minha morte e minha sorte, é ela Jana, minha princesa Jana que me acalma, me deleita.
É ela minha Jana com olhar de Menina postura de Mulher;
É sob suas caricias que me encontro em seus beijos, me torno Homem;
É ELA, minha Jana princesa insana, que me dobra os joelhos só com um olhar;
É ela minha Jana que mesmo ausente se faz presente, e nessa tua ausência tão presente, me arrebata o sentimento e meu pensamento da mais pura emoçao, é voce minha Jana querida que a presença em minha Vida traz a imagem do mais delicado prazer; é voce minha Jana querida, o melhor de minha vida ;
É VOCE MINHA JANA, princesa insana que eu AMO.... que amo sem pensar e sem pesar;
Eu te amo de um modo simples, sem rimas, verdadeiro, EU TE AMO como Princesa insana; como Menina, como Mulher;
Te amo como Rainha; como um ser qualquer...Simplesmente amo ; sem ambiçao; pouco pedindo e muito a dar...
A mim basta teu carinho e te peço baixinho, a permissão de te amar!!
Minha Jana, princesa insana, minha linda, e amada namorada
TE AMO!
Pequena e singela homenagem a JANAINA minha Amada Namorada!!













Escrito por Elle
Postado por Ayesk@

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL A TODOS AUTORES(AS) E LEITORES(AS)
















 
Obrigada pelo carinho, pela companhia e visita de todos voces! Desejo a voces e seus Familiares, um Natal repleto de Paz, Amor, Saúde, Felicidades !!! E que a Fé e Esperança em nossos corações, ilumine nossos caminhos todos os dias!!


Bjs doces Natalinos!

Escrito por Ayesk@



quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Para você-Feliz Aniversario




Eu como nunca havia experimentado algo tão intenso me apaixonei, cheguei achando que ia encontrar alguém tão sem graça quanto eu,mas aí que me enganei, encontrei a melhor pessoa possível, que me satisfaz em tudo, em tudo mesmo.Nossos encontros, todos em moteis, são cada vez mais promissores...rs
Ele tem uma carinha de quem não sabe nada, mas só cara ,sabe me fazer sentir dominada...excitada, fêmea pois sabe o que eu adoro, desvenda todo o meu corpo. Quando me beija com aquele tesão todo me sinto a última mulher da terra, sinto meus pés saírem do chão ,quando sua lingua percorre o meu corpo,ardo de tesão e desejo meu grelo vibra e me arrepio inteira. Devolvo com volúpia os seus beijos … sacanagens ao pé do ouvido fazem meu tesão ficar a flor da pele, ele me vira de costas e passa sua lingua poderosa nas minhas costas e vai descendo ate meu bumbum, que até então nunca havia sentido uma lingua como a sua, gemo baixinho e rebolo quando ele a passa pelo meu cuzinho meio que querendo fude- lo.
Viro meu corpo sentindo sua lingua e seus dedos procurando a minha xaninha ja molhadinha de tanto tesão , se minha xaninha falasse ia te pedir pra comer ela bem gostoso, sua língua a explora me fazendo gozar e gemer enquanto suas mãos apertam os meus seios depois vem como uma criança faminta e começa a mamar bem gostoso neles do jeito que eu adoro as vezes com um pouco mais de força eu te ohando e escutando você me chamar de sua putinha e ali toda aberta esperando por você que coloca a cabeça de seu pau na minha xaninha me fazendo perder toda a noção pedindo baixinho entre gemidos pra me foder com força querendo te sentir todo dentro de mim ate o meu útero, rebolando te chamando de cachorro … meu cachorro ….
depois gozar muitas vezes,me viro e deixo meu cuzinho que você adora a sua vontade arrebitando bem minha bundinha, logo sinto sua lingua e seus dedos ja começam a me bolinar, me faço de dificil, faço charminho , mais logo me acostumo com seu pau delicioso na minha bundinha , quando percebe que ja estou relaxada mete de uma só vez me fazendo gritar de dor e tesão combinação perfeita para o sexo, ele segue num vai vem cadenciado me levando a loucura sentindo seu pau arrombar minhas preguinhas e seus dedos explorando minha buceta, gemo .. . grito ele tapa minha boca e me pergunta onde quero que meu macho goze, gozo tremendo todo o meu corpo ele me vira rapidamente e logo sinto a primeira esporrada em minha cara abocanho seu pau e faço questão de engolir tudo, seu pau nem amolece sigo chupando enquanto ele fode minha boca urrando como um louco novamente me empurra na cama e enfia de uma vez em meu cuzinho me segurando firme os seios beliscando os biquinhos , beija minha nuca e me masturba girando o dedo sobre meu grelinho gozo aos berros deixando o corpo cair sobre a cama mais algumas arremetidas com ele segurando firme meu quadril e logo goza, amo de paixao ouvir ele gemer ao gozar é musica pros meus ouvidos, nisso ja estou acabada mas totalmente saciada da minha sede de Renato srsrsrs e sempre eh assim , sempre fico acabada por no minimo dois dias, mas adoro essa dor no corpo essa sensação de ter dado prazer e amor e também ter recebido prazer e amor. Desculpe o jeito que foi escrito, não tenho muito jeito não, mas foi de coração...te amo




                               
                                     FELIZ ANIVERSARIO....sua Niina



Escrito por NIINA.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Sujos de areia, limpos de alma, repletos de prazer


Sabe, quando você fica com esse vestido florido,leve,no meio das coxas, e caminha assim displicente no fim de tarde pela praça, com essa brisa morna ameaçando erguê-lo, mas jamais concretizando meu sonho, fica ainda mais deliciosa!
Seu olhar clarinho, brilhante, parece distante, mas de um jeito tranquilo. Sabe que quando vejo seus seios arfando naturalmente sob o tecido, sem soutien, me tira toda a concentração? 
Ajeito meus óculos escuros automaticamente, sentado naquele banco afastado, perto do escorregador, do balanço e da caixa de areia, de chinelos e bermuda, colocando a mão no bolso para disfarçar a excitação que me veio ao observá-la vindo em minha direção,lentamente, olhando além de mim. Não vejo nenhum dos passantes; são vultos, a garota de bicicleta, os garotos jogando bola, o casal abraçado...
Sabia que você assim, de frente, o vento empurrando o vestido e destacando os peitinhos durinhos, delineando a xoxota macia,possivelmente raspadinha, gordinha e gostosa, me deixa louco, a pica pulsando, massacrando a sunga , doida pra rasgar a bermuda e entrar em você?
Com uma das mãos afasta os cabelos que caem sobre os olhos e com a outra tenta deter o vestido louco pra subir, que nem meu pau! 
Sorriso tesudo,esse seu!
Será que percebeu o quanto quero te foder aqui mesmo no parque? 
Por falar nisso, é impressão minha ou a tarde está acabando e as pessoas estão indo embora?
Você se aproxima e sorri, olhando pra mim, agora. 
O que faço, me levanto?
Sorrio de volta?
Se levanto, com certeza você verá a barraca armada, e o que fará?
Tarde demais! Já estou de pé, só agora percebo, pelo seu olhar dirigido ao meu cacete completamente duro, sua boca se entreabrindo, surpresa, seu olhar indo do meu pau para os meus olhos, dos meus olhos pro meu pau, os olhos sorrindo, as duas mãos cobrindo a boca e o vestindo subindo! Delícia!
Tanguinha preta, transparente, xoxota grande, raspadinha e rosada! Deve estar enfiada na bunda gostosa, mas não vejo,apenas imagino. 
Você sem saber se abaixa o vestido, se olha minha vara... 
Corro pra tentar ajudar, mais cavalheiro do que safado, as mãos se dirigindo ao vestido, errando, pegando as coxas grossas, brancas,macias...
Você se encolhendo, instintivamente esticando o braço, roçando-me a pica, sorrindo, minha mão se afastando, tocando-lhe a xota, ambos escorregando, caindo na areia, você por cima, minhas mãos na sua bunda...
Agarro com firmeza, você sobre mim, olhos nos olhos.
Lábios molhados, os seus. Óculos no chão, os meus. 
Fitando sua boca, acariciando sua bunda. 
Não parece surpresa, quando se curva e me beija gostoso, duelo de línguas. 
Gostoso chupar sua língua, mastigar seus lábios, afastar sua tanga, com os dedos roçando seu cuzinho apertado... 
Acariciando-lhe as pregas, suavemente, enfiando devagar, enquanto a língua explorava cada canto de sua boca.
E então, você de joelhos na areia, se apoiando no banco da praça, vestido no pescoço, corpo parcialmente escondido pelo escorregador dos olhares alheios. 
Eu ajoelhado por trás, abrindo o zíper, libertando o caralho, baixando sua calcinha de um golpe, até os joelhos. 
Vou penetrá-la gostoso, de uma só vez, mas a boceta melada me atrai loucamente! 
Caio de boca, agarrando sua bunda com força, entreabrindo a xoxota e mordendo, sugando, metendo a língua...
Enfiando os dedos e a língua, me lambuzo todo em você. esfrego o queixo, a barba por fazer, beijo e meto a língua, você abraça ao banco de cimento. Enfio os dedos em seu cuzinho quente, soco, entram e saem, escurece no parque. 
Apoio as mãos no banco, esfrego a rola, buscando uma entrada, você empinando e rebolando a bundinha, eu beijando suas costas, amassando-lhe os seios, até encostar o pau na boceta , untada pra mim. Uma estocada com força e estou metade dentro. 
Você força o rabo pra trás e recebe-o todo. 
Soco, soco, soco forte! 
Aperto,amasso seus peitinhos deliciosos, mordo seu pescoço, enterro a vara e paro, dentro. 
Sinto você remexendo com vitalidade, rebolando alucinadamente, não controlo mais, você comanda a foda, guia nossos corpos a caminho do prazer absoluto. 
Não aguento mais o tesão! Agarro você pelos cabelos, com força. Você acelera, não para, e eu forço pra dentro, sem bombar. 
Urro em seu ouvido, despejando jatos fortes dentro de você, que estremece e morde os nós dos dedos.
Você escorrega do banco de cimento, enterra o rosto na areia, as mãos em garra mergulhadas , e eu dentro de você, por trás, por cima...
Uns dez minutos assim pareceram uma eternidade. 
Quando dei por mim e tirei o cacete de sua xota, vi suas coxas meladas de porra, sua boceta gostosa e raspada rosadinha e molhada...
Vi seu cuzinho gostoso exposto pra mim. Não tive um segundo sequer de hesitação: ajeitei sua bunda, erguendo-a na altura perfeita pra mim. Encostei o caralho no cuzinho e forcei pra dentro. 
Você enterrou os dedos na areia, apertando um punhado com força. 
O rabão arrebitado foi retesando e eu montando em você, o pau penetrando, rasgando gostoso. 
Parei na metade. 
Sentí latejando,apertado. 
Você empinou mais alto e passou a rebolar, ajudando-o a entrar... 
Uma estocada e quase coloquei até as bolas.
Seu cuzinho apertou meu caralho, gemi gostoso, misturado ao seu choramingo. 
Gozei. Gozou. Gozamos.
Era noite,no parque, quando, de mãos dadas fomos embora pra casa. Sujos de areia, limpos de alma, repletos de prazer.













Escrito por Caique.