domingo, 20 de dezembro de 2009

Trepada no Trem


Viagens realmente são uma surpresa. Estou falando isso porque o conto que narrarei hoje aconteceu quando fiz uma.
Nessa última semana fiquei sem aula na faculdade, pra relaxar a cabeça decidi viajar pra um lugar diferente. Como gosto muito do frio decidi ir pra um lugar alto (não vou dizer o nome de onde eu fui porque esse conto envolve outra pessoa). Arrumei minha mala e fui. Eu queria que essa viagem fosse diferente das outras. Larguei o carro de lado e decidi ir de trem. Para a cidade onde fui eles gostam de usam trem como um objeto histórico para fazer uma excursão pela redondeza.
Decidido o lugar e o jeito de ir eu fui me preparar. Arrumei minha mala bem simples, não queria saber de balada. Vesti uma roupa simples também, calça jeans, tênis e camisa de malha.
Chegando à estaca comprei meu bilhete, esperei a hora do embarque e fui. Comprei para a classe B, queria viajar e não gastar muito. A única diferença entre classe A e classe B era que na classe A você poderia escolher uma cabine só pra você. Minha cabine era a número 9, eu nem me importei em dividir afinal o movimento estava muito pequeno. A mulher que me vendeu o bilhete disse que a chance de eu ir sozinho era grande, mas ela se enganou. Chegando à porta da minha cabine vi que tinha alguém lá. Olhei e vi uma mulher. Cabelo castanho claro pele bem clara, usava uma camisa de botão branca aberta até na linha dos seios fazendo um decote, uma saia jeans bem solta que realçava suas pernas grossas e uma bota decano bem curto que deixa a amostra suas panturílha bem definida.
Na hora em que entrei ela estava lendo um livro sentada bem perto da janela. A cabine não era muito grande, devia caber umas seis pessoas, três em cada banco que ficava nas paredes. Quando abri a porta ela ouviu o barulho, levantou a cabeça e disse um suave “oi”.
-Oi, boa tarde. Cabine número nove também?
-Boa tarde, nove também.
Durante um tempo ela continuou lendo, motivo pelo qual não puxei assunto com ela. Eu estava distraído olhando para a janela quando ouvi:
-Está indo a passeio ou mora lá?
-A passeio. Ouço falar bem de lá, quero conhecer. E você?
-A passeio também. Já conheço lá, acho um lugar muito bonito. Terminei com meu namorado e quero esvaziar minha cabeça.
Ainda não tinha notado, mas depois que ela olhou pra mim eu vi. Ela tinha olhos castanho claro muito bonitos e uma boca bem fina, mas muito bem cuidada.
-Que pena. Mas relaxa, esse passeio vai ser bom. Como é seu nome?
-Eduarda, mas todos me chamam de Duda. E o seu?
-Diego. E aqui, já que você conhece lá poderia ser minha guia hein?! Rsrs
-Claro! Eu estou sozinha também.
A viagem foi passando até que chegamos.
A tarde foi muito boa. Conversamos muito, nos distraímos e nos divertimos. Quando dei conta já era 18h, o trem voltaria às 20h.
-Ei, quer beber alguma coisa? –perguntei-
-Vamos sim. O que quer?
-Você escolhe.
-Vem cá então.
Pegando-me pelo braço ela me levou a um pub que parecia ser muito bom. Olhamos o cardápio decidimos tomar uma cuba-libre, já que estava esfriando. A primeira desceu bem, a segunda também. Na terceira vi que ela começou a ficar bem feliz, mas fomos bebendo. Ela me contou que terminou com o namorado porque ela é doida por sexo e o namorado não dava conta do recado. Cada vez que bebíamos falávamos mais bobagens e quando o álcool realmente fez efeito nós nos perdemos em um grande beijo! Depois daquele beijo o frio sumiu. Rsrs
Já eram 19h30min. Fomos para o trem. Chegando lá mal tinha fechado a porta da cabine e já estávamos em mais amassos. Mãos pelo corpo todo. Eu arranquei cada botão de sua camisa com a boca. Tirei seu sutiã e mamei seus pequenos peitos. Cabia um seio inteiro dentro da minha boca. Enquanto eu chupava aquelas tetinhas tirei minha roupa. Deixei minha rola dura pra fora! Depois de mamar bastante e ficar enfiando os dedos na sua buceta coloquei ela sentada no banco e me abaixei na frente dela, ficando de cara com aquela bucetinha deliciosa. Uma buceta bem carnuda e bem molhada. Cada vez que passava a língua ali ela gemia. Depois de um tempo desse jeito era a vez dela. Ela chegou ao meu ouvido e disse que me faria gozar só com a boca e a língua. Começou um boquete delicioso. Chupava igual uma louca. Eu sentado no sofá e vendo aquela vagabunda me chupar foi o suficiente, enchi a garganta dela de porra! Ela engoliu tudo. Mas não parou por ai, ela queria mais! Assim que meu pau ficou duro de novo ela sentou no meu colo e começou a cavalgar. Que delícia! A vadia pula igual uma cachorra no cio. Ela subia e depois descia até minhas bolas encostarem-se à bunda dela. Dava para sentir o vagão do trem balançando. Eu peguei ela com força coloquei de 4 e soquei tudo dentro dela. Uma metida melhor que a outra. Ela contraia os músculos da buceta fazendo um aperto gostoso. Foi nosso ápice, gozamos juntos ali.
Depois disso ficamos juntos até o trem chegar a estação. Trocamos números de telefone. Parece que não acabaria por ali...

Escrito por Diegojfp
Postado por Ayesk@

Um comentário:

Amor A Base De tudo disse...

Ai que delícia de texto!
É de arrepiar a alma!!
bjsss