domingo, 13 de dezembro de 2009

Te VEJO mais TARDE,,,



Adoro churrasco.

E naquele domingo fui ao churrasco no recanto DELE.

Vestida com um short bem curto preto, regata roxa com um top preto por baixo, botinhas de cano curto,cheguei timidamente.

Ayeska tímida?

Sim tímida por que não? Rsrs

ELE me deixa assim, como uma garotinha deslumbrada.

Quando ELE me viu, veio em minha direção com um sorriso lindo estampado no rosto.

Estava a vontade, nada de calça de linho, paletó...ele estava simples.

Com uma camiseta e um calção.

Senti um arrepio em vê-lo.

Sempre era assim, as palmas das minhas mãos suavam, minha xoxotinha umedecia, meu coração disparava.

Uma mistura interessante de Amor, Carinho, Tesão e Paixão.

Ele havia convidado alguns dos seus colegas de Trabalho e sua irmã postiça.

Uma pessoa maravilhosa com quem eu gostava de conversar sempre que dava.

O tempo que parecia perfeito, com o céu azul sem nuvens e sol, mais tarde, após a partida dos convidados foi escurecendo e o prenúncio de uma chuva se formava.

Ficamos apenas EU e ELE.

- Ayeska, antes de você ir embora, gostaria de mostrar-lhe o pequeno riacho que tem aqui...é um lugar muito bonito.

Pegando a minha mão entre a sua, levou-me em direção a algumas arvores.

A propriedade não era tão grande, mas tinha um terreno considerável.

Fui com ele de mãos dadas e fomos conversando sobre coisas corriqueiras.

Me soltei de sua mão, assim que avistei aquele local tão bonito e calmo.

Respirei fundo aquele ar do campo, e fiquei olhando extasiada a água límpida do riacho.

Senti sua aproximação e seus braços me envolveram.

Senti seu cheiro e um arrepio de tesão e uma ternura me envolveu.

Encostei minha cabeça em seu corpo forte e grande.

- Ayeska...

- Sim...

- Deixe-me abraça-la com todo respeito.

- Sim...deixo... –

“ Na realidade queria era um beijo bem gostoso e demorado, um abraço forte , enfim, senti-lo em volta de mim, dentro de mim."

Senti sua boca mordiscar o lóbulo da minha orelha, e minha excitação aumentou.

- Fica comigo... – ele sussurrou no meu ouvido.

Virei-me em sua direção e na pontas dos pés o abracei,enquanto sua boca e língua provocavam a minha.

Ele me abraçou e senti suas mãos me apertarem com volúpia.

Minhas mãos entraram pelos seus cabelos, puxando-o para mais beijos.

Nossas línguas se buscavam e se tocavam.

Sensações brotavam por todo meu corpo , alimentadas por um desejo intenso e voraz.

ELE começou a me desnudar, enquanto eu vibrava em seus braços.

Com sensualidade e sofreguidão, ele beijou-me as faces, pescoço, ombros, enquanto suas mãos já massageavam com volúpia meus seios agora nus.

Por momentos, entregamo-nos a tarefa de nos desnudarmos completamente.

Com as respirações ofegantes, nos observamos, excitados e trêmulos.

ELE ofegou excitado, nu e atirou-se com a redobrada volúpia a tarefa de me alucinar.

Suas mãos me acariciaram intimamente, me provocando um prazer extremo e indescritível. Eu me agarrava freneticamente a ele, oferecendo meus lábios, meus seios, meu corpo todo.

Suas mãos e lábios devassaram meu corpo, dos meus ombros nus até o ventre em chamas, das minhas coxas inquietas aos meus seios com os mamilos túrgidos.

A chuva começou a cair fininha sobre nós, mas estávamos tão afogueados e tão hipnotizados por aquele momento que nem percebemos.

ELE deitou-se na relva enquanto eu acomodei meu corpo entre as pernas dele, ajoelhando-me.

Descobrindo sua glande, abaixei a cabeça e lenta e provocantemente, o masturbei.

- Oh....Ayeska....

Incentivada pelos seus gemidos, estendi minha língua e enquanto o masturbava, eu lambia a glande do seu pênis.

Minha língua rodeava a glande , lambendo-a, acariciando-a, mantendo-a sempre úmida.

Apesar de toda a minha excitação, eu não tinha pressa.

Meus lábios se abriram e suguei a ponta do seu pênis, quase num beijo.

Soltei enquanto ele estremecia.

- Ahh quer que te chupe de verdade agora?

- Sim! Bem gostoso...

Abrindo minha boca, deixei seu pênis se enterrar nela lentamente, apertando meus lábios na pele retesada.

O abocanhei e girei a língua ao redor dele, sugando-o , mamando-o com um prazer imenso.

EU queria lhe dar PRAZER!

ELE gemeu e retesou seu corpo.

Meus lábios apertavam firme, indo e vindo, numa cadencia provocante, mas sem pressa.

A chuva nos molhava, mas o calor dos nossos corpos era tudo naquele momento.

Continuei debruçada sobre seu pênis , chupando-o.

De repente, ele ergueu seu corpo, sentando-se, beijando meus ombros e meu pescoço, enquanto suas mãos dominavam meus seios.

Apertou-os, beliscando os mamilos vermelhinhos e eriçados.

Ofeguei e suguei mais e mais seu pênis.

Minhas mãos subiram pelo corpo dele.

Belisquei também seus mamilos levemente.

Ele enlaçou-me pela cintura, suas mãos foram apertar minhas nádegas.

Seus lábios desceram, buscando meu ponto mais úmido.

Trêmula de prazer, senti sua língua lambendo toda a minha vulva e meu clitóris ereto.

Meu corpo estremecia.

Minhas mãos se enterraram nos cabelos dele, apertando-o contra o meu corpo.

Ele me fez deitar e postando-se de joelhos diante de mim, abriu o máximo minhas pernas, inclinou-se e aspirou, para logo em seguida enfiar sua língua com prazer, revirando, lambendo, sugando , beijando e me deixando completamente mercê aos meus desejos mais ocultos por ele.

Girei o corpo na relva, pois queria também ter seu pênis ao alcance de minha boca novamente.

Chupei-o,enquanto nossas respirações ofegantes misturavam-se aos ruídos dos gemidos e suspiros de prazer que escapavam de nossas gargantas.

Sua língua roçava meu clitóris, deixando-me tonta de tesão.

Eu respondia com sucções e lambidas no pênis dele, pressionando meus lábios na glande, girando a língua.

Comecei a gozar sem parar , meu corpo se contraindo todo, tremores me fazendo apertar as coxas contra a cabeça dele.

ELE esfregou-se em mim, movendo-se sobre meu corpo, beijando meus mamilos, depois meu pescoço e ombros.

Minhas mãos agora masturbavam seu pênis.

EU me remexia inquieta.

De repente ele girou pondo-me de bruços naquela relva

Deitou-se sobre mim, beijando minha nuca, mordiscando meus ombros, enquanto seu pênis se enfiava entre as minhas coxas, roçando em minha vulva e ânus.

Arrebitei minhas nádegas provocando-o.

- Ohhh....tudo....tão..gostosooooooo....

- Ahhh.... Ayeska....que deliciaaaa.... – gemeu ele erguendo ainda mais meus quadris e se posicionando.

- Ohh...põe...enfia...quero você dentro de mim...por...favor...preciso...senti-lo...ahhhhh

- Tudo!...tudo... que...tenho...

ELE pincelou seu pênis na minha fenda orvalhada, até encontrar o caminho.

Empurrou apenas a ponta.

Gemi e ofeguei, sentindo a potência e a grossura do seu pênis que roçava as bordas da minha vagininha.

- Ahhhh...vem...quero..tudo...ahhhhh vemmmmmm...

- Ahhh Ayeska... – ele foi empurrando lentamente, enquanto me puxava pelos quadris ao seu encontro.

Seu pênis enterrou-se numa estocada me tirando o fôlego.

Minhas nádegas ficaram coladas em seu corpo, enquanto nós suspirávamos, ofegantes, trêmulos e completamente molhados de tesão, prazer e chuva.

Gemi sentindo aquele pênis preencher-me toda, distendendo-me totalmente, numa sensação gostosa de plenitude.

ELE se debruçou sobre mim , colando seus quadris, entrando e saindo, indo e vindo, numa cadência perfeita, com estocadas firmes e fortes.

- Diga...que é minha...diga...

- Sim...ohhhhhh...sim...só sua...ahhhh ...maissssssssss

Num espasmo de prazer gozei novamente, a principio em ondas menores, que foram crescendo até provocarem um furor em todo meu corpo.

- Com forçaaaaaaaa!!...Tudo!...Enfia!...Enterra!..Quero maissss... Quero gozar... Ohhh muito bom....Meu amorrrrr...não pareeee....- eu dizia fora de mim, rebolando e gozando intensamente.

Ele continuava golpeando com uma estocada firme e duas leves.

Minha vagininha apertada e lubrificada comprimia seu pênis, gostosamente.

Nossos movimentos, logo ganharam um ritmo alucinante.

- Vou gozarrrr.... – gemeu ele estremecendo.

- Goze...vem...me enche com sua porra.....ahhhhhh

- Então goze mais...Ayeska..minha gostosa....goze que estou chegando...goze comigo minha LOBA....minha fêmea no cio.... – ele retesou o corpo e gemendo profundamente enquanto seu corpo todo se abalava.

Senti sua porra quente e generosa inundar-me, enquanto meus sentidos se embotavam, superados por aquela sensação deliciosa e prolongada de êxtase.

ELE ainda estremecia de gozo, quando eu agarrei seu pênis, lambuzado de esperma.

- O que vai fazer? –ele me perguntou enquanto eu o masturbava.

Não respondi, minha mão formando um pequeno canudo, deslizando deliciosamente e apertadamente pelo seu pênis.

Antes que ele entendesse, eu me ergui e sentei em seu ventre.

Olhando-o nos olhos , fui encaixando seu pênis em minha vagininha ainda com sua porra e meu gozo.

Trêmula de tesão, gemi soltando meu corpo, girando os quadris, rebolando,forçando.

A cabeça do pênis entrou, eu suspirei, ofeguei, imobilizando-me por uns instantes.

Depois forcei novamente e seu pênis foi se enterrando gostosamente em minhas entranhas.

- Ohhhhhhh....- comecei a mover os quadris, ganhando cadência.

Seu pênis novamente todinho dentro de mim.

Com as coxas em volta do seu corpo, comprimi sentindo-o até as bolas.

Seu pênis latejava dentro da minha vagininha.

Meus olhos fechavam, enquanto eu mordiscava meus lábios.

ELE coordenou seus movimentos, suas estocadas com os meus meneios.

Suas mãos bolinavam meus seios, enquanto eu gemia e me movia sobre ele.

Meu ventre contraia em espasmos de pura Paixão e Tesão.

EU gozava seguidamente, esfregava meu clitóris, enquanto ele estocava firme e forte dentro de mim.

- Vou gozar...minha fêmea...no CIO....vouuuuuuuu...gozar..... – ele anunciou e acelerei ainda mais meus movimentos.

ELE gozou convulsamente, ejaculando dentro de mim, enquanto eu continuava me movendo sem parar, meu gozo misturado com o dele.

Até meus gemidos serem sufocados por um beijo avassalador e eu tombar desfalecida, sobre ele.

Ficamos abraçados, beijando-nos furiosamente e voluptuosamente.

A chuva caindo.

Quando nossas respirações se acalmaram, ele se levantou e pegando-me no colo, levou-me para dentro da casa.

Tomamos um banho entre beijos e risos.

E depois dele fazer um delicioso chocolate quente, ficamos abraçadinhos, aconchegados em sua enorme cama.

Com o barulho da chuva sem cessar, dormimos abraçadinhos.

Pela manhã, bem cedinho...quase amanhecendo o dia, me soltei bem devagarinho do seu abraço carinhoso e aconchegante. Coloquei minhas roupas que ele havia lavado e secado na máquina.

Vestida e calçada, dei-lhe um selinho.

ELE acordou ainda sonolento.

- Ayeska...aonde você vai?

- Preciso ir, querido....preciso ir trabalhar... – com um sorriso e jogando-lhe um beijo:

- Te vejo mais tarde...


Escrito por Ayeska@

Um comentário:

Amor A Base De tudo disse...

Dessa vez vc foi fundo, com essa conversa entre os textos. lindo mesmo... adoro ler-te!!
Desculpa não te comentar mais vezes mas...o tempo foge e a internet por vezes também não ajuda!!
Parabéns!


Bjsss