domingo, 13 de dezembro de 2009

Nota MIL para o Filho da Minha Vizinha


Quem leu o “ O Filho adolescente da minha vizinha” , sabe que tive uma tarde prazerosa em companhia do Ricardo, meu vizinho adolescente de 17 anos.

Agora com 18 anos, continuava lindo, com seus cabelos pretos e olhos castanhos.

Seu corpo forte a atlético por jogar basquete, me deixava derretida toda vez que eu o via e me lembrava daquela tarde.

Qual não foi a minha surpresa ao encontra-lo um dia na seção que eu trabalhava.

Ele havia completado 18 anos e era um dos estagiários da seção.

O mais interessante de tudo que tinha contato direto comigo.

E sempre fazia pequenas coisas para mim, como pagar uma conta, buscar um lanche, ou algo de que eu precisasse.

E naquele dia eu teria um trabalho em casa, montar minha árvore de Natal.

Esquecendo que meço 1,65 , comprei uma árvore alta; estava sem escadas em casa e precisaria de uma ajudazinha...rsrs

Liguei para Lívia minha vizinha e mãe de Ricardo e perguntei se ele poderia me ajudar a montar minha Árvore de Natal.

Sua mãe concordou já que passariam a noite fora e garanti que Ricardo poderia dormir no quarto de hóspedes.

Estava frio e quando a campainha tocou fui atender com um roupão de veludo vinho.

- Oi Ayeska... – com dois beijinhos no meu rosto ele entrou e ficou olhando a árvore que teríamos que montar.

Trajava um abrigo preto e tênis.

- Oi Ri...viu que alta? rsrs ...Não consigo alcançar.

Em duas horas entre risos , brincadeiras, insinuações, montamos a árvore de Natal que ficou linda com seus enfeites na sala de visitas.

- Ayeska...

- Sim...

- Preciso lhe dizer uma coisa.

- Diga Ri...

- Todas as vezes que olho para você no trabalho, sentindo seu perfume, seu calor, me recordo daquela tarde aqui em sua casa. – revelou ele com a voz rouca.

- E você me deseja nessas horas?

- E como!

- Hummm .... aproveite então Ric...estou muito receptiva e carente hoje. Não quer se aproveitar de mim, dessa vez?

Ele se aproximou e puxou para os lados a abertura do meu roupão, desnudando meus seios brancos, os bicos já eretos.

Sua mão apertou meus seios, enquanto nossas bocas se abriam e nossas línguas se encontravam, num beijo prolongado e excitante.

Suas mãos tocaram minha pele com posse.

Não havia apenas desejo e sexo por parte dele.

Ele chegava a ser terno e isso de certa forma me preocupou.

Mas o tesão e a carência eram grande e me derreti em seus braços.

Não sabia como lidar com o carinho, com a ternura demonstrada por ele, mas ao mesmo tempo me agradava.

Seus lábios desceram até o meu pescoço e voltaram para os meus lábios.

- Hummm o que vai fazer comigo...Ricardo...- perguntei lânguida e entregue àquela sedução.

- Quero ama-la Ayeska...quero te foder com carinho, penetrar em cada orificio

do seu corpo... – murmurou ele no meu ouvido, me arrepiando todinha.

Empurrou meu roupão para baixo , me deixando nua.

Ele beijou e mordiscou meus lábios, lambendo-os com sua língua.

- Ohhh Ri..nunca ...imaginei...

- Não, não fale! – pediu-me pondo um dedo sobre meus lábios. – Apenas sinta!

Aquele rapaz de apenas de 18 anos, ajoelhou-se ao lado do meu corpo.

- Vou ama-la...como você nunca foi amada antes... – garantiu ele, enquanto suas mãos lentamente roçavam meu corpo, dos meus seios ao ventre, dali até as coxas.

Lambeu rapidamente minha xana.

Depois me beijou e senti o gosto da minha própria buceta em meus lábios.

Ele me soltou e voltou a lamber minha xana,depois começou a beijar a partir da minha virilha, subindo até os meus seios.

Lambia, beijava, mordiscava, enquanto eu suspirava de tesão.

Ele parou alguns segundos e rapidamente se livrou do abrigo e do tênis.

Senti seu cacete roçar minhas coxas e estremeci com o calor e a rigidez dele.

- Ric...quero brincar com ele...

Ele pegou-me no colo, perguntou onde era o meu quarto e me carregou ate lá.

Deitou-me com delicadeza na cama, seu pênis ereto.

Sentei-me na cama e o chamei.

- Venha...quero brincar com ele...

Ele deitou-se de costas, com o cacete levantado, firme como um mastro.

Segurei-o e apertei-o, esfreguei meus dedos na glande intumescida, provocando tremores em seu corpo.

Um calor enorme invadiu meu corpo, entrando pela bucetinha e subindo pelo meu ventre, deixando-me sem fôlego.

Minha boca secou com tanto tesão.

Estava molhada e excitada, o bastante para receber logo aquele cacete em minha buceta.

Mas, quanto mais pudesse demorar,mais prazer eu teria, por isso brinquei a vontade com o cacete do Ricardo.

Provoquei-o ao extremo.

Masturbei-o lentamente, deixando minha mão pequena e delicada, escorregar gostosamente pelo cacete dele.

Ele gemia e estremecia.

- Ayeska...assimmm....voce me mata.... venha....venha ...quero chupa-la....

Eu girei meu corpo rapidamente num sessenta e nove (69) e esfreguei minha xana nos lábios dele.

Senti sua língua avançar para dentro dela.

Suas mãos fortes alisaram minha bunda. Um dedo maroto foi brincar com as preguinhas do meu cuzinho.

Eu gemi de prazer e rebolei minhas nádegas.

A língua dele entrava e saía. O dedo se afundara no meu cuzinho.

Eu chupei seu cacete com voracidade, lambendo, sugando, deixando-o avançar apertadamente entre meus lábios úmidos e famintos.

Os biquinhos vermelhinhos dos meus seios estavam tão duros que ameaçavam arrebentar-se.

Percebi que Ricardo estava para gozar.

- Não goze ainda...ainda não querido...

- Pode apostar nisso...Ayeska...delicia....voce é uma delicia....

Continuei brincando com seu pênis, lambendo-o, beijando-o , esfregando-o no meu rosto. Lambi seus testículos, chupei suas bolas,enfiando-as em minha boca.

Ricardo se torcia todo.

Em seguida enrolei a língua em seu cacete e fui subindo, lambendo a glande , depois fechando os meus lábios sobre a ponta e o fiz penetrar, esfregando-se no céu de minha boca.

Ele gemeu, e prendeu meu clitóris entre seus lábios e ficou alisando-o, numa fricção que me levou ao gozo. Gozei , arqueando meu corpo e gemendo com o cacete dele dentro da minha boca,

Eu rebolava e ele acompanhava meus movimentos com a boca e com a lingua, lambendo, entrando e saindo.

- Ayeska....

- Ohhhhh Ri...estou gozando....ohhhhh – gemi enquanto girava a língua no seu cacete.

Ricardo coordenou seus movimentos de sua língua com os do dedo.

Fodeu meu cuzinho e minha buceta ao mesmo tempo, indo e vindo, alucinando-me, apertando meus seios com a mão livre.

Eu apertei as coxas contra a cabeça dele , tremendo e gozando, gemendo e gozando, suspirando e gozando sem parar.

- Você é cheia de tesão....quero faze-la se arrebentar de tanto gozar...Ayeska ....quero você para mim.... – murmurou ele girando-me na cama e ajoelhando-se entre minhas coxas brancas de pelinhos loirinhos.

Ele pôs uma camisinha em seu cacete, depois ergueu minhas pernas, pondo-as em seus ombros. Depois inclinou-se. Minha xoxota se escancarou à investida daquele cacete duro.

- Vou fazê-la gozar de verdade...se viciar no meu pau.... – disse ele , o pau roçando a minha vulva.

- Pôe...devagar..Quero senti-lo entrando, Ricardo...até...o ... fim..

Ele me atendeu. Sua glande alargou a entrada da minha vagina,

Eu a senti se contrair, depois afundar-se gostosamente, avançando sem pressa, pouco a pouco, devagarinho, enterrando-se na minha vagina.

Perdi o fôlego, enquanto meu mel escorria.

- Não se mova! Fique assim! – pedi, contraindo meus músculos vaginais, apertando seu cacete como se quisesse espreme-lo dentro de mim e tirar-lhe seu precioso sumo.

Ele ficou sobre mim, naquela posição, totalmente enterrado em minha bucetinha, sem se mover.

Eu fiquei contraindo os músculos, fazendo-o suar e seu tesão aumentar.

- Você é demaisssssssssss....Ayeskaaaaaaaaaaaaaa...

- Pode gozar assim?

- Claro! Sua bucetinha ta fazendo todo o trabalho.

- Então...gostosinho...goze!

Eu perdi novamente o fôlego e a noção de tudo, quando ele começou a mover seu cacete dentro de mim, indo e vindo, beijando-me e fodendo-me sem dó.

Meu ventre pegou fogo.

Fechei os olhos.

- Ahhhhhhhh...bucetinha....gostosaaaaaaaaaaaaaaaaaa – ele gemeu, enquanto me golpeava, me fudia.

Eu sentia seu cacete tocar lá no fundo, depois se retrair, até quase escapar da minah vagina e depois retornar.

Ao fazer isso, eu sentia roçar-me por dentro e por fora, forçando a pele contra meu clitóris, fazendo-me subir pelas paredes.

Meu vizinho de apenas 18 anos e tão experiente na arte de fuder.

De repente, ele gemeu alto e se imobilizou.

Eu senti as contrações do seu cacete e do seu corpo, enquanto ele ejaculava, inundando a camisinha de porra.

Ele tombou finalmente para o lado.

Eu estendi minhas pernas trêmulas e preguiçosas sobre o corpo dele e fechei meus olhos.

- Ayeska...

- Huhmmm...

- Que nota voce me daria? – indagou ele com a voz preguiçosa e saciada.

Eu pensei por uns instantes.

- Mil! – respondi rindo.


Escrito por Ayeska@

Um comentário:

Amor A Base De tudo disse...

Sensações muitíssimo bem explicadas.
eu quero ser igual à você quando crescer.
Seus textos são excelentes...Prometi e cumpri, mas ainda não consegui parar para ler todos os textos, me perdoe, mas assim que possível farei isso. Gostei dos , assuntos e vejo que tem o dom pra coisa mesmo, é uma multi-mulher,rsrsrsrsr.

bjsss