terça-feira, 24 de novembro de 2009

Meia-Noite e 1/2 Inusitada

O calor era intenso e apesar de estar no 10° andar dormindo no quarto de hóspedes do apartamento da Luciana com a janela aberta, a brisa não contribuía para diminuir o calor que eu sentia pelo meu corpo todo. O relógio marcava 00:30hs de domingo.

No dia anterior, sábado, havia tido um dia cansativo, havia feito esfoliação no corpo todo e minha pele já macia , estava suave como pêssego.

Minha libido em alta após aquele encontro na Chopperia Lual, no qual aquele homem havia me enfeitiçado completamente e isso desde o primeiro encontro onde as palavras quase não foram ditas e apenas gestos em um encontro repleto de tesão e quem sabe de algo mais, além da minha compreensão.

Apenas de camisola branca , com botões de madrepérolas; do decote quadrado até a barra que chegava no meio das coxas, com mangas curtas e fitinhas , descalça e com uma lingerie branca, desci para o playground do prédio com a intenção de nadar solitariamente na piscina.

A maioria dos residentes estavam viajando devido o feriado prolongado daquela semana.

Ao descer os degraus da escada que dava para a piscina, senti-me observada, olhando para cima, vi rapidamente um vulto.

Esperei um pouco e não vi mais nada.

Chegando na beira da piscina, tirei a camisola, a calcinha de cetim branca e sentando na beiradinha fui deslizando até ter todo meu corpo envolvido pela água fria e gostosa da piscina.

Gosto da água...ela me acalma...me relaxa...me excita...ela é pura....transparente, adoro senti-la sob a minha pele, me envolvendo, me tocando como um amante carinhoso.

Estava no meio da piscina com a cabeça para trás, meus cabelos ondulando na água, quando de repente, escutei algo caindo dentro da piscina, por trás de mim...senti um arrepio e fiquei em pé apenas movendo as pernas na água ..não tive coragem de olhar para atrás para ver o que havia provocado aquele barulho...respirei fundo e aguardei...senti uma respiração quente na minha nuca, uma mordida suave entre o ombro e o pescoço.

Senti meu corpo arrepiar-se não de frio, nem de medo, mas de tesão.

Minha xoxota lasciva, misturando o meu mel com a água da piscina.

Senti sua boca e língua chupar minha orelha enquanto encostava seu corpo forte e quente nas minhas costas.

- Ayeska... – sua voz mostrava que estava se excitando ao pressionar seu corpo ao meu.

Era ELE.

Reconheceria sua voz em qualquer lugar. Fechei os olhos saboreando aquele contato.

Senti sua ereção no meu bumbum.

- Você...- senti um misto de raiva e tesão; raiva por ter me deixado no provador daquela loja no Shopping e tesão porque o queria como nunca quisera alguém.

- Sim, eu...não diga nada, apenas sinta...através dos meus gestos...através deles... você terá mais que palavras... – ele envolveu minha cintura e senti sua respiração no meu pescoço.

- Hummm que cheirinho gostosoooo.... – virou-me em sua direção e sua boca desceu sobre a minha, mordiscou meu lábio inferior, enquanto suas mãos colhiam meus seios, os polegares dedilhando os bicos durinhos e molhadinhos.

Sua língua sugou a minha e depois invadiu minha boca com estocadinhas que lembravam um ato sexual.

Completamente embriagada e tomada de volúpia, por aquele homem que tomara conta dos meus pensamentos mais eróticos e devassos, o puxei em direção ao meu corpo, na qual uma folha fina; sequer passaria entre nossos corpos molhados e moldados.

Rodeei seu pescoço com as minhas mãos,enquanto ele me erguia e sua boca devorava a minha.

Instintivamente ao sentir seu pênis me cutucando, entreabri as pernas e senti sua mão insinuar-se lentamente em minha xoxota.

Sem dizer nada absolutamente e com a respiração entrecortada, ele desceu sua cabeça e lambeu meus seios e bicos.

Mordiscava os biquinhos enquanto seu dedo percorria minha bucetinha.

De repente ele parou e pegando na minha mão fez um gesto para segui-lo.

Saímos da piscina e sem nos enxugarmos ele pegou uma imensa toalha e a colocou em cima do estofado de uma espreguiçadeira que se encontrava no chão.

Seus lábios desceram pelo meu corpo molhado, enquanto eu me contorcia de tesão, apertando as pernas e coxas num movimento instintivo.

- Abre...abre as perninhas...assim...ahhh...seu perfume, seu cheiro ....ah é demais...Sua bucetinha é linda....Como eu gosto dela... – sua voz rouca denunciando seu estado de excitação.

Minhas pernas se afastaram, empurradas pelo hálito quente e apaixonado.

Ele roçou a língua na minha vagina, lambendo gotinhas de agua e do meu mel que escorria.

Eu gemi e suspirei, passando minhas mãos em suas costas o apertando e arranhando suas costas másculas, meu corpo todo abalado com a intensidade do momento.

- Ahhh... você é gostoso demais....me deixa louca... no cio.... – seus lábios escorregaram pela parte interna das minhas coxas, mordiscando e indo até os joelhos, depois retornaram se concentrando na minha xoxota.

Arrepios incontroláveis percorreram meu corpo, que se contorcia, deliciada, contagiada pelo tesão.

Uma química sexual nunca sentida antes.

Suas mãos se estenderam até os meus seios rijos, massageando-os, enquanto sua cabeça encontrava-se entre as minhas coxas.

Gemi, arfei, ao sentir sua língua avançar e lamber com luxúria, tocando meu clitóris, massageando-o e pressionando-o, levando-me ao delírio.

Lambeu-me de baixo para cima, de cima para baixo, de um lado para outro, de fora para dentro, enquanto meu mel destilava.

- Quero você... não agüento mais...todos esses encontros, telefonema, me deixando louca...fazendo-me deseja-lo como nunca desejei alguém...

Ele girou seu corpo deitando-se de costas, seu pênis em pé, diante dos meus olhos me deslumbrando e enchendo minha boca de água.

Ereto e orgulhoso, seu pênis se exibia como um instrumento e uma promessa de prazeres sem fim

Levantei-me e ficando de pé, com as pernas uma de cada lado do corpo dele.

Suspirando, apertei meus próprios seios, exibindo minha xoxota aos seus olhos extasiados.

Eu comecei a abaixar os quadris, flexionando os joelhos até esfregar minha xoxota no rosto dele , baixando mais, até que ela encontrasse a língua dele estendida.

Ele lambeu e enfiou a língua na minha xoxota gotejante,enquanto eu estremecia e gemia de prazer , meus cabelos caindo no meu rosto, que se contraia de tesão.

Eu tocava meus próprios seios, beliscava meus mamilos, eriçados e salientes.

Minhas mãos desciam pelo meu ventre e pelas minhas coxas grossas, depois subiam, apertavam meus seios, subiam pelo meu pescoço e jogavam meus cabelos para o alto.

Eu gemia e gozava, com as minhas coxas estremecendo continuamente enquanto eu me esfregava nele.

- Ahhhhh estou gozando tanto...quero todo ele na minha vagininha.

Endireitei o corpo, recuei um pouco e depois fui me abaixando , encostando minha vagininha na ponta intumescida do pênis dele.

- Ahhhhh....que gostosooooooooooooo......ahhhhhhhhhh...maissssss......- eu gemia enquanto eu soltava o corpo sobre ele, sentindo seu pênis enterrar na minha bucetinha, me movendo, subindo e descendo meu corpo.

Ás vezes deixando apenas a ponta do seu pênis na minha vagina, quase escapando, enquanto eu rebolava, movendo meus quadris e o enterrava até as bolas em minha xoxota gulosa.

Aquilo me proporcionava um gozo enorme, mas eu não ia até o fim.

Quando começava a gozar, eu interrompia e estremecia, saboreando todas a as sensações imensas e deliciosas que aquele macho viril e gostoso me proporcionava.

Ele alisava minhas coxas.

- Ahhh...estou ...doida....doida...de ....tesão...quero...que...me...possua...Sou...sua...só..sua...foda-me...demore bastante....ahhhhh....quero...sentir..voce...sou sua LOBA...sua... devassa...vemmm...ahhhh..... – murmurei a voz rouca, enquanto eu lambia a sua orelha, arranhava levemente seus mamilos.

Eu queria devora-lo, ele era gostoso demais e me deixa completamente alucinada de tanto tesão e tara.

De repente ele me deitou e deitou-se sobre mim, beijando e mordiscando meus lábios .

Beijou-me longamente, com seu pênis encaixado entre as minhas coxas, sentindo o calor úmido intenso da minha xoxota orvalhada e lubrificada.

Ele ergueu a cabeça e sem falar nada, apenas com a respiração alterada olhou-me como se quisesse perpetuar aquele momento.

Inclinou-se e lambeu os bicos dos meu seios, roçou seus lábios pela minha barriga, ventre, enquanto eu contraia e me remexia inquieta.

Uma das suas mãos deslizou pelo meu corpo lascivo, febril , até o meio das minhas coxas , enfiando-se ali.

Eu ofeguei e arqueei o corpo num gemido de puro prazer.

- Ahhhhh...é..gostoso...assim....ohhh...forte...me faça sua..... – gemi sentindo-o acariciar meu grelinho intumescido, esfregando-o com movimentos de vai vém.

Seu hálito subiu do meu ventre , voltando aos meus seios, lambendo ao redor dos biquinhos, mordiscando-os,prendendo-os entre seus dentes, puxando-os e soltando-os, saltando de um para outro.

Lambendo meu pescoço e descendo novamente ate as minhas coxas.

Fui à loucura, não aguentava mais; querendo sentir toda sua potente masculinidade dentro de mim...queria agasalha-lo, te-lo dentro de mim em toda a sua plenitude.

Num frenesi ele enfiou sua língua na minha bucetinha, eu sufocava agora os gritos de prazer...

A medida que ele me chupava, me lambia, eu estremecia abrindo mais e mais minhas pernas, quando ele enterrou de vez sua língua, nao consegui mais resistir e segurar o gozo fulminante que se avolumava dentro de mim.

Eu o fiz deitar-se e sentei em seu pênis, enterrando-o todo dentro de mim.

Enquanto eu saltava alucinada sobre ele, ele estocava para cima com movimentos fortes e fundo dentro da minha xotinha, me fazendo senti-lo no colo do meu útero.

EU gemia, ofegava, contorcia-me e enquanto eu apertava os músculos do seu peito, ele apertava, bolinava meu seios.

- Goze....comigo...não fale nada...se não quiser...mas goze comigo...em sintonia...-pedi sentindo meu rosto e corpo afogueados. E cada vez mais ofegante até que não resistindo mais, estremeci convulsamente e cobrindo a minha boca com as mãos para não gritar todo o prazer, tesão e algo mais que tomava meu corpo de assalto.

Eu senti finalmente meu gozo explodir no mesmo momento em que seu pênis explodia finalmente em jatos intermináveis e abundantes de esperma que inundaram toda a minha vagininha.

A explosão foi tão intensa que exausta desfaleci sobre seu corpo.

Senti suas mãos me envolverem, enquanto minha cabeça caia em seu peito.

Suas mãos acarinharam meus cabelos e o único som ouvido além dos da natureza, naquela selva de pedra; eram dos nossos corações acelerados.

Aos poucos nossas respirações foram se normalizando.

Completamente saciada e lânguida sussurrei:

- Sou sua até quando me quiser...só sua...

- Minha...


A única pessoa que eu não posso estar junto é aquela que eu mais queria entregar meu coração.

Escrito por Ayeska

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