domingo, 29 de novembro de 2009

Apenas Amigos


Após tantas lágrimas e sofrimento, fiz o que uma amiga me aconselhou, ocultei meus sentimentos mais profundos e os tranquei a 7 chaves!

Como dizia o poeta, foi bom enquanto durou... E como uma Fênix que renasce das cinzas, RENASCI!

Naquela sexta-feira resovi sair com minhas amigas, dançar um pouco, conversar e rir!

Não esperava encontra-lo lá, sentado, rindo e bebendo com seus colegas de trabalho.

Ao vê-lo meu coração pulou forte e senti um arrepio , ele sempre mexia com as minhas emoções, sempre me arrebatava e eu adorava "Ficar com Ele", tinhamos uma sintonia perfeita, mas nem tudo foi um mar de rosas e nos separamos.

Eu estava com um vestido de alças e decotado; azul-cobalto, sandálias de salto de plataforma e delicadas enfeitavam meus pés pintados delicadamente em um tom de rosa.

Os cabelos ruivos soltos e repicados até os ombros, com a moda dos vampiros, meu os olhos pareciam misteriosos com o delineador.

Fui para a pista de dança onde uma música techno tocava e juntamente com as minhas amigas eu dançava.

Gosto de dançar, fechar os olhos e acompanhando a música movimentar meu corpo de forma sensual.

De repente após alguns minutos ou horas não sei dizer, o DJ trocou o ritmo dançante, por uma música lenta, a minha música , aquela que me tocava com sua letra: " Everything".

Estava deixando a pista de dança , quando ELE se aproximou.

- Vamos dançar? - perguntou-me oferecendo sua mão.

Sem nada a dizer, aceitei sua mão e algo como uma corrente elétrica envolveu todo o meu corpo.

Abraçando-me , ELE passou as mãos em minhas costas e agarrados começamos a dançar lentamente, sensualmente.

Apoiei minha cabeça no seu peito e senti ele beijar meu pescoço.

Arrepiei-me com seu hálito morno.

Minha vagininha destilava mel só de te-lo em meus braços.

- Ayeska...

- Por favor, não diga nada...Sem palavras...

ELE desceu suas mãos, apalpando meus quadris, a luz no local diminuindo sua intensidade.

Poucos casais dançavam proximos a nós.

E como nós alheios a tudo, a não ser em nós mesmo.

ELE abaixou mais suas mãos acariciando minhas coxas e depois subindo vagarosamente, a barra do meu vestido que chegava ao meio das coxas.

Me aproximei mais do seu corpo, sentindo um arrepio percorrer-me toda.

As mãos DELE apertavam minhas nádegas, ELE engachou os dedos na minha calcinha, puxando-a carinhosamente.

Não chegou a desce-la, abandonando-a embaixo da curva e ficou alisando as colinas macias.

Suspirei de satisfação, de tesão e desejo.

Ao sentir sua carne rija tocar meu corpo, quase perdi o passo da dança, ajeitando-me para sentir seu pênis roçar gostosamente em mim.

Continuamos dançando e ele se esfregava gostosamente em mim, seu DESEJO transmitindo-me o calor de uma fogueira.

Suas mãos voltaram a subir , uma delas mexendo nos meus seios por cima do tecido vaporoso.

ELE encheu suas mãos com a minha carne macia.

Remexendo-me, experimentei novamente um gostoso estremecimento.

Não era justo ele me arrebatar assim...

Sua boca procurou a minha, de olhos semicerrados, me entreguei ao seu beijo ardente.

Em fúria e como dois amantes famintos, nossas línguas travaram um duelo prolongado.

Ele me apertava em seus braços, fincando os dedos nos meus braços macios e eu sabia que ficaria marcada como SUA.

De repente ele me olhou e com a voz entrecortada me disse:

- Vamos?

Meu corpo já não respondia pelos meus atos, eu queria te-lo dentro de mim, era sempre assim entre NÓS.

- Quando quiser...sempre... - respondi em voz baixa.

Arqueando-se ele me pegou nos braços e saiu da pista de dança comigo, diante de seus colegas de trabalho e diante das minhas amigas.

Aquela pista de dança ficava em um hotel e logo ele arrumou um quarto.

Ao entrarmos, carinhosamente ele me colocou na cama.

Eu fiquei deitada de costas, a sua espera.

Ele pisou nos calcanhares, livrando-se dos sapatos, retirou o paletó, a camisa e depois a calça e a sunga.

Inteiramente nu e como um DEUS grego, ajoelhou-se na cama.

Estendeu suas mãos por baixo do meu vestido, puxou minha calcinha.

Contorcendo-me o ajudei.

ELE beijou-me o joelho, acariciando-o demoradamente.

Beijou-me as coxas e ergueu completamente meu vestido.

Levantei meus joelhos, cravando os dedos crispados nos cabelos dele.

Cada beijo em minha intimidade era como um toque de um fio eletrico de milhões de volts, fazendo-me estremecer e soluçar de tesão.

Todo meu corpo hipersensível, vibrando a cada encontro dos lábios e da língua dele na minha bucetinha.

Esvaindo-se num rio de prazer enquanto sua lingua devastava meus lábios vaginais e clitóris, choraminguei baixinho.

- Chega... - atendendo-me ele fez uma pausa e permanecendo de joelhos, alisou minhas coxas e depois deitou-se por cima de mim.

Tensos, agarrados nos agitamos freneticamente.

Em seguida, os movimentos adquiriram o ritmo das idas e vindas, fortes e rápidas.

Espicaçada, apertei as coxas contra os quadris DELE, retesando meus músculos até o limite de minhas forças.

- Ahhh...- ele mordeu levemente a minha orelha, aumentando o meu êxtase e transportando-me para um Mundo de delicias e prazeres sem fim.

ELE estava ali e eu o sentia dentro de mim morno e palpitante.

Meu corpo unido ao dele.

E ele invertendo as posições, me colocando para cavalga-lo.

Joguei o vestido por cima da cabeça, deixando meu seios brancos e redondos a sua mercê.

Senti-o estremecer dentro de mim.

Ele estendeu as mãos para os meu seios, apertou os biquinhos, encheu as mãos com eles.

Encolhendo-me e fazendo que ia me levantar, voltei de imediato propocionando-lhe um roçar delicioso. Repeti o movimento com lentidão, acelerando-o depois.

Ofegante, com o olhar vidrado e o rosto contraido de prazer , ELE era tudo o que eu mais queria naquele momento.

Eu subia e descia, meus cabelos se agitando em volta do meu pescoço, meus seios trêmulos com os biquinhos eriçados.

De repente em uníssono explodimos num prazer gutural.

Olhos nos olhos, nos demos conta de nossas mãos apertando-se como se nunca fossemos nos separar.

- Apenas amigos...- ele disse soltando lentamente minhas mãos.

- Apenas amigos...nada mais... - respondi como se fosse uma promessa.

Escrito por Ayeska

Nenhum comentário: