domingo, 29 de novembro de 2009

Banho Inusitado...Apenas Amigos


Ao amenizar nossas respirações, ele pegou-me no colo e levou-me para o banheiro , naquela suite do hotel.

ELE encheu a banheira que caberia facilmente 03 (tres) pessoas.

- Seu banho está pronto - e com carinho ajudou-me a entrar na banheira e acomodar-me na água morna. Todos sabem que adoro água e adoro senti-la envolvendo todo o meu corpo.

Com uma esponja , ficou do lado de fora, esfregando suavemente meu corpo.

De olhos fechados, senti seus movimentos carinhosos percorrendo meu corpo.

A esponja deslizou pelo meu rosto, suavemente.

Percorreu a curva do meu pescoço, massageou os meus ombros por um longo tempo, depois desceu para os meus seios, contornando-os, escalando-os de baixo para cima, esfregando os biquinhos intumescidos.

Eu suspirei, a esponja afundou-se na água, esfregando meu ventre.

Abri as pernas.

A esponja acariciou meu clitóris, depois avançou pelas minhas coxas, foi até os pés, passando por entre os dedos, pela sola, voltando, subindo de novo pelas coxas.Foi até a minha xoxota.

Onde deteve-se e ficou esfregando.

Tremores de tesão me percorriam enquanto EU extasiada o olhava.

- Voce é especial...sempre foi... - murmurei fechando meus olhos e minha boca entreaberta e ofegante.

ELE me beijou, lambendo meu lábios, sugando minha língua.

- Vem comigo! - convidei enlaçando-o pelo pescoço.

O puxei para dentro.

ELE sentou-se entre minhas pernas, apoiando as costas em meus seios.

Tomei-lhe a esponja e esfreguei-lhe o peito, depois o ventre.

Soltei a esponja ao sentir o seu pênis ereto.

Segurei-o entre meus dedos carinhosos e apertei-o possessivamente.

Era a minha vez agora! De mostrar-lhe que EU era fogosa.

ELE estremeceu, eu o beijei nos ombros e na nuca.

De olhos fechados, ele sentia meus movimentos suaves mas firmes e voluptuosos em seu pênis, a minha mão pequena subindo e descendo, procurando dar-lhe um prazer todo especial.

- Está gostoso? - perguntei sem parar os movimentos.

- Sim...muito...principalmente sendo feito por sua mão tão carinhosa...

- Tão gostoso quando minha vagininha subir e descer nele?

- As vezes até melhor!

- Sério?

- Sim...é gostoso as vezes apenas sentir seu corpo junto ao meu, sua mão se movendo assim, seus beijos em minha nuca...

- Então...apenas sinta!

ELE se soltou na banheira, entregando-se aos meus carinhos, continuei movendo a mão, roçando a glande e beijando-o no pescoço e mordiscando sua orelha, seu ombro.

- Hummm é tão...gostoso...aperta-lo!

Aquilo me excitava.

- Estou me excitando... - sussurrei no seu ouvido e passando a lingua, sem parar de mover meu pulso.

Seu pênis rijo, pulsava, enquanto eu o alisava continuamente, percebendo os tremores excitados que percorriam o corpo DELE.

As vezes eu acelerava os movimentos e os tremores no corpo dele aumentavam.

EU queria lhe dar todo o prazer e gozo do MUNDO.

Reduzia, então observando-o; ele suspirava e eu voltava aos movimentos suaves, provocando-o.

Depois apressava num jogo excitante e inusitado.

- Quero que goze na minha mão...- pedi , continuando meus movimentos, entre rápidos e suaves.

ELE respirava fundo, estremecia, EU acelerava, ELE vibrava, EU diminuia, ELE suspirava.

ELE girou a cabeça e procurou meus lábios com voracidade, EU percebi a reação mais forte que chegava no corpo dele.

Acelerei os movimentos.

- Oh...Ayeska! - murmurou e seu corpo se contorceu.

ELE gemeu, suspirou, com sua lingua enfiada na minha boca, lambendo minha saliva e gosto.

- Oh... é deliciosooooo....! - ofegou ele , o corpo retesando-se, o pênis pulsando e ejaculando.

Continuei fazendo enquanto seu pênis estremecia sem parar e gozava.

Seu pênis amoleceu extenuado entre meu dedos.

Terminamos o banho e depois pegando-me novamente no colo e molhada ele levou-me para a cama.

- Agora é minha vez de agradá-la...Fica comigo essa noite...

- Sim...fico...

Agarrou-me pelas coxas, abrindo-as e beijando a pele acetinada e coberta por uma penugem dourada.

Aspirou a minha xoxota, onde chegou com sua lingua, enfiando-a pela abertura estreita, indo fundo buscando meu ponto mais sensível.

Não resisti, gozei imediatamente na sua boca e lingua.

ELE continuou suas caricias redobrando-as.

EU agarrei sua cabeça, apertando-o contra o meu corpo, olhando para ele, ofegando e gemendo, excitando-me e gozando sem parar.

Sua lingua lambeu toda a minha vulva,de baixo para cima, de cima para baixo, depois voltou a penetrar minha vagininha.

Gozei de novo, estremecendo-me toda.

ELE continuou lambendo com gosto a minha vagininha molhada, enquanto eu lambia meus próprios lábios e revirava meus olhos, numa imagem de volúpia e sensualidade.

EU me contorcia e gozava.

- Ahhh...o que...voce..faz...comigo...ahhhhhhhhh que deliciaaaaaaa...ahhhhhh

ELE contiunou me chupando sem parar, meus olhos esgazeados, meu corpo estremecendo.

Todo meu mel fluia para sua lingua, enquanto ele enterrava o mais fundo que podia na minha xoxota, apertando a boca contra a minha vulva molhada.

Seu pênis enrijecido me atiçou. EU o queria dentro de mim.

- Venha... - pedi fazendo-o sentar na cama.

Eu me sentei de frente para ele, pondo minhas coxas sobre as coxas dele, abrindo minhas pernas e expondo aos seus olhos minha vagininha rosada e molhada.

- Voce me surpreende!...-disse ele, enquanto eu me oferecia, esperando por ele.

Suas mãos subiram pelo meu ventre, subindo e tocando meus seios, os biquinhos vermelhinhos e eriçados de tesão e paixão.

ELE posicionou seu pênis na minha vagina. Abraçamo-nos

E lentamente seu pênis foi deslizando para dentro de mim, até que nossos púbis se juntassem.

Cheia de tesão e carinho, o beijei, enfiando minha lingua na sua boca, enquanto ELE começou a movimentar seus quadris, entrando e saindo de dentro de mim.

Fui ao delírio, sentindo seu cheiro, seu corpo, seu pênis, me fazendo perder toda a noção.

Comecei a gemer cada vez mais alto, enquanto ele golpeava minha vagininha com vigor e potência, com estocadas firmes e fundas, pondo seu pênis profundamente dentro de mim.

- Ahhhhhhhh me... abraça...me beijaaaaaa...vou...gozar....ahhhhhhhhhh...

Eu gritava cada vez mais alto, agarrando-o com frenesi, coordenando meus movimentos com as estocadas firmes dele.

A cama daquele hotel rangia, enquanto sobre ela, nós dois, dois amigos apenas, ex-namorados, ex-amantes, se acabavam de tanto prazer, tanto gozo, sobre ela.

Escrito por Ayeska

Apenas Amigos


Após tantas lágrimas e sofrimento, fiz o que uma amiga me aconselhou, ocultei meus sentimentos mais profundos e os tranquei a 7 chaves!

Como dizia o poeta, foi bom enquanto durou... E como uma Fênix que renasce das cinzas, RENASCI!

Naquela sexta-feira resovi sair com minhas amigas, dançar um pouco, conversar e rir!

Não esperava encontra-lo lá, sentado, rindo e bebendo com seus colegas de trabalho.

Ao vê-lo meu coração pulou forte e senti um arrepio , ele sempre mexia com as minhas emoções, sempre me arrebatava e eu adorava "Ficar com Ele", tinhamos uma sintonia perfeita, mas nem tudo foi um mar de rosas e nos separamos.

Eu estava com um vestido de alças e decotado; azul-cobalto, sandálias de salto de plataforma e delicadas enfeitavam meus pés pintados delicadamente em um tom de rosa.

Os cabelos ruivos soltos e repicados até os ombros, com a moda dos vampiros, meu os olhos pareciam misteriosos com o delineador.

Fui para a pista de dança onde uma música techno tocava e juntamente com as minhas amigas eu dançava.

Gosto de dançar, fechar os olhos e acompanhando a música movimentar meu corpo de forma sensual.

De repente após alguns minutos ou horas não sei dizer, o DJ trocou o ritmo dançante, por uma música lenta, a minha música , aquela que me tocava com sua letra: " Everything".

Estava deixando a pista de dança , quando ELE se aproximou.

- Vamos dançar? - perguntou-me oferecendo sua mão.

Sem nada a dizer, aceitei sua mão e algo como uma corrente elétrica envolveu todo o meu corpo.

Abraçando-me , ELE passou as mãos em minhas costas e agarrados começamos a dançar lentamente, sensualmente.

Apoiei minha cabeça no seu peito e senti ele beijar meu pescoço.

Arrepiei-me com seu hálito morno.

Minha vagininha destilava mel só de te-lo em meus braços.

- Ayeska...

- Por favor, não diga nada...Sem palavras...

ELE desceu suas mãos, apalpando meus quadris, a luz no local diminuindo sua intensidade.

Poucos casais dançavam proximos a nós.

E como nós alheios a tudo, a não ser em nós mesmo.

ELE abaixou mais suas mãos acariciando minhas coxas e depois subindo vagarosamente, a barra do meu vestido que chegava ao meio das coxas.

Me aproximei mais do seu corpo, sentindo um arrepio percorrer-me toda.

As mãos DELE apertavam minhas nádegas, ELE engachou os dedos na minha calcinha, puxando-a carinhosamente.

Não chegou a desce-la, abandonando-a embaixo da curva e ficou alisando as colinas macias.

Suspirei de satisfação, de tesão e desejo.

Ao sentir sua carne rija tocar meu corpo, quase perdi o passo da dança, ajeitando-me para sentir seu pênis roçar gostosamente em mim.

Continuamos dançando e ele se esfregava gostosamente em mim, seu DESEJO transmitindo-me o calor de uma fogueira.

Suas mãos voltaram a subir , uma delas mexendo nos meus seios por cima do tecido vaporoso.

ELE encheu suas mãos com a minha carne macia.

Remexendo-me, experimentei novamente um gostoso estremecimento.

Não era justo ele me arrebatar assim...

Sua boca procurou a minha, de olhos semicerrados, me entreguei ao seu beijo ardente.

Em fúria e como dois amantes famintos, nossas línguas travaram um duelo prolongado.

Ele me apertava em seus braços, fincando os dedos nos meus braços macios e eu sabia que ficaria marcada como SUA.

De repente ele me olhou e com a voz entrecortada me disse:

- Vamos?

Meu corpo já não respondia pelos meus atos, eu queria te-lo dentro de mim, era sempre assim entre NÓS.

- Quando quiser...sempre... - respondi em voz baixa.

Arqueando-se ele me pegou nos braços e saiu da pista de dança comigo, diante de seus colegas de trabalho e diante das minhas amigas.

Aquela pista de dança ficava em um hotel e logo ele arrumou um quarto.

Ao entrarmos, carinhosamente ele me colocou na cama.

Eu fiquei deitada de costas, a sua espera.

Ele pisou nos calcanhares, livrando-se dos sapatos, retirou o paletó, a camisa e depois a calça e a sunga.

Inteiramente nu e como um DEUS grego, ajoelhou-se na cama.

Estendeu suas mãos por baixo do meu vestido, puxou minha calcinha.

Contorcendo-me o ajudei.

ELE beijou-me o joelho, acariciando-o demoradamente.

Beijou-me as coxas e ergueu completamente meu vestido.

Levantei meus joelhos, cravando os dedos crispados nos cabelos dele.

Cada beijo em minha intimidade era como um toque de um fio eletrico de milhões de volts, fazendo-me estremecer e soluçar de tesão.

Todo meu corpo hipersensível, vibrando a cada encontro dos lábios e da língua dele na minha bucetinha.

Esvaindo-se num rio de prazer enquanto sua lingua devastava meus lábios vaginais e clitóris, choraminguei baixinho.

- Chega... - atendendo-me ele fez uma pausa e permanecendo de joelhos, alisou minhas coxas e depois deitou-se por cima de mim.

Tensos, agarrados nos agitamos freneticamente.

Em seguida, os movimentos adquiriram o ritmo das idas e vindas, fortes e rápidas.

Espicaçada, apertei as coxas contra os quadris DELE, retesando meus músculos até o limite de minhas forças.

- Ahhh...- ele mordeu levemente a minha orelha, aumentando o meu êxtase e transportando-me para um Mundo de delicias e prazeres sem fim.

ELE estava ali e eu o sentia dentro de mim morno e palpitante.

Meu corpo unido ao dele.

E ele invertendo as posições, me colocando para cavalga-lo.

Joguei o vestido por cima da cabeça, deixando meu seios brancos e redondos a sua mercê.

Senti-o estremecer dentro de mim.

Ele estendeu as mãos para os meu seios, apertou os biquinhos, encheu as mãos com eles.

Encolhendo-me e fazendo que ia me levantar, voltei de imediato propocionando-lhe um roçar delicioso. Repeti o movimento com lentidão, acelerando-o depois.

Ofegante, com o olhar vidrado e o rosto contraido de prazer , ELE era tudo o que eu mais queria naquele momento.

Eu subia e descia, meus cabelos se agitando em volta do meu pescoço, meus seios trêmulos com os biquinhos eriçados.

De repente em uníssono explodimos num prazer gutural.

Olhos nos olhos, nos demos conta de nossas mãos apertando-se como se nunca fossemos nos separar.

- Apenas amigos...- ele disse soltando lentamente minhas mãos.

- Apenas amigos...nada mais... - respondi como se fosse uma promessa.

Escrito por Ayeska

Boas-Vindas


Há dois dias descansando na praia com minhas amigas e mesmo assim eu andava inquieta.
Eu e minhas amigas havíamos saído para um passeio naquela noite, jantar fora, jogar conversa fora e falar de sexo.
E essa palavra me levava a ter devaneios, onde os meus pensamentos iam até ele.
A noite era sempre mais difícil, pois minha imaginação criava asas e corpos pecaminosamente unidos vinham em minha mente e o tesão aflorava em toda minha pele.
Após o jantar minhas amigas queriam dar uma esticadinha em uma boate para dançar.
O calor da noite e o tesão que abrigava o meu corpo, fez-me despedir-se delas e ir em direção à praia.
A iluminação fraca dos postes no calçadão não diminuiu minha vontade de andar sozinha, sentir a areia nos meus pés descalços, havia tirado as sandálias e as levava nas mãos.
A brisa suave agitava levemente meus cabelos, a regata preta e o short preto completavam a minha figura solitária.
A boate estaria lotada aquela noite e eu poderia ficar imersa em meus pensamentos.
Eu nunca havia gostado tanto de alguém assim...
Meus olhos fitavam as ondas do mar com a melancolia de alguém carente, sofrendo por amor...
Eu estava como rosto banhado de lágrimas, quando ele se aproximou, as mãos nos bolsos da calça, a camisa larga esvoaçando com a brisa,seu olhos escuros e sérios.
Eu havía sentado na areia e olhava o mar, meu coração apesar de triste, esperançoso, pois como diz o ditado: “ Esperança é a última que morre...”
- O que faz aqui? – perguntei.

- Estou a sua procura...

- Por que? – idaguei soluçando.


- Não consigo ficar longe...- respondeu ele tirando um lenço e enxugando minhas lágrimas que teimavam em escorrer do meu rosto.


- Você não me perdoou...


- Estou aqui, isso não prova nada?


- Esqueça tudo por favor,o que passou, passou, começamos de novo!

Pedi baixinho, esquecendo tudo que aconteceu, pois agora o tinha junto de mim.

Ele nada respondeu, começando a beijar meus olhos, minhas faces e depois esmagando seus lábios nos meus, num beijo possessivo e arrebatador.

Nossos corpos se uniram com o beijo e um calor maior que que o próprio deserto nos envolveu.

- Vamos nadar um pouco...- pedi ofegante.


- Ótima idéia... – concordou ele.


Despimo-nos rapidamente, expondo nossos corpos ao luar.

A praia deserta era a única testemunha.
Ele foi o primeiro a terminar e atirar-se na água.
De lá ficou me observando tirar até a última peça, minha calcinha; e nua, caminhei até as ondas.
Ele abriu os braços me chamando.
Corri e fui ao seu encontro juntar-me com ele na água e juntar a minha nudez com a dele.
Beijamo-nos novamente, nossos corpos enroscados no frescor da água do mar, peles se tocando, nos contagiando no mesmo calor e na mesma vibração.
Passei as pernas pela sua cintura, apoiando minha vulva sobre seu pênis endurecido.
Fiquei movendo os quadris lentamente, esfregando-o na minha parte mais íntima, saboreando as sensações gostosas que invadiam meu corpo.
Ele beijou-me o pescoço, os ombros, depois meus seios úmidos, lambendo-os, mordiscando-os , sugando-os enquanto suas mãos passavam pelo meu corpo.
Eu me mantinha enlaçada nele, os braços ao redor do seu pescoço, o tronco jogado para trás permitindo que os lábios dele dominassem meus seios, brindando-os com carícias.
Suas mãos desceram até minhas coxas, dali escorregaram para minhas nádegas, apertando as carnes rijas, alisando meu ânus apertado e tentador.
Eu completamente lasciva, faminta por ele roçava sem parar a minha vulva no seu pênis.
Afastando um pouco mais os quadris, eu acomodei seu pênis com uma das mãos, à entrada da minha vagina.
E com estocadas curtas, deixei-o escorregar para dentro de mim, completando-me, encaixando-se perfeitamente e inteiramente dentro de mim.
Fiquei movendo-me lentamente, indo e vindo, sentindo-o roçando tudo por dentro, aumentando ainda mais aquela tensão deliciosa.
Havíamos brigado e ficamos semanas sem nos falar e depois meses como mero conhecidos, pois ele não confiava em mim.
Ele continuava acariciando meus seios, meu corpo, me mordiscava, provocando-me espasmos deliciosos e contrações rítmicas em meu ventre.
Fechei os olhos, agradeci aquela nova oportunidade, minha boca entreaberta, respirando forte, gozando um orgasmo, que não se desfez,mas que continuou crescendo, como numa escalada, cada vez mais forte, cada vez, mais intenso, fazendo-me mover os quadris mais rápido e com mais ritmo.
Ele percebendo que eu gozava, coordenou seus movimentos aos meus , golpeando-me profundamente, com força, mais e mais, com estocadas fundas que tiram o ar dos meus pulmões e uma sensação forte e gostosa espalhava-se pelo meu corpo.
O prazer foi demorado e intenso, fazendo-o ejacular copiosamente dentro de mim, que desfalecia extenuada em seus braços. Nadamos até a margem e saímos da água.
Me carregando no colo, me deitou na areia ao seu lado.
Com um sorriso caloroso de boas-vindas, pegou minha mão entre as suas e a beijou.

- EU TE AMO...


Escrito por Ayeska

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Meia-Noite e 1/2 Inusitada

O calor era intenso e apesar de estar no 10° andar dormindo no quarto de hóspedes do apartamento da Luciana com a janela aberta, a brisa não contribuía para diminuir o calor que eu sentia pelo meu corpo todo. O relógio marcava 00:30hs de domingo.

No dia anterior, sábado, havia tido um dia cansativo, havia feito esfoliação no corpo todo e minha pele já macia , estava suave como pêssego.

Minha libido em alta após aquele encontro na Chopperia Lual, no qual aquele homem havia me enfeitiçado completamente e isso desde o primeiro encontro onde as palavras quase não foram ditas e apenas gestos em um encontro repleto de tesão e quem sabe de algo mais, além da minha compreensão.

Apenas de camisola branca , com botões de madrepérolas; do decote quadrado até a barra que chegava no meio das coxas, com mangas curtas e fitinhas , descalça e com uma lingerie branca, desci para o playground do prédio com a intenção de nadar solitariamente na piscina.

A maioria dos residentes estavam viajando devido o feriado prolongado daquela semana.

Ao descer os degraus da escada que dava para a piscina, senti-me observada, olhando para cima, vi rapidamente um vulto.

Esperei um pouco e não vi mais nada.

Chegando na beira da piscina, tirei a camisola, a calcinha de cetim branca e sentando na beiradinha fui deslizando até ter todo meu corpo envolvido pela água fria e gostosa da piscina.

Gosto da água...ela me acalma...me relaxa...me excita...ela é pura....transparente, adoro senti-la sob a minha pele, me envolvendo, me tocando como um amante carinhoso.

Estava no meio da piscina com a cabeça para trás, meus cabelos ondulando na água, quando de repente, escutei algo caindo dentro da piscina, por trás de mim...senti um arrepio e fiquei em pé apenas movendo as pernas na água ..não tive coragem de olhar para atrás para ver o que havia provocado aquele barulho...respirei fundo e aguardei...senti uma respiração quente na minha nuca, uma mordida suave entre o ombro e o pescoço.

Senti meu corpo arrepiar-se não de frio, nem de medo, mas de tesão.

Minha xoxota lasciva, misturando o meu mel com a água da piscina.

Senti sua boca e língua chupar minha orelha enquanto encostava seu corpo forte e quente nas minhas costas.

- Ayeska... – sua voz mostrava que estava se excitando ao pressionar seu corpo ao meu.

Era ELE.

Reconheceria sua voz em qualquer lugar. Fechei os olhos saboreando aquele contato.

Senti sua ereção no meu bumbum.

- Você...- senti um misto de raiva e tesão; raiva por ter me deixado no provador daquela loja no Shopping e tesão porque o queria como nunca quisera alguém.

- Sim, eu...não diga nada, apenas sinta...através dos meus gestos...através deles... você terá mais que palavras... – ele envolveu minha cintura e senti sua respiração no meu pescoço.

- Hummm que cheirinho gostosoooo.... – virou-me em sua direção e sua boca desceu sobre a minha, mordiscou meu lábio inferior, enquanto suas mãos colhiam meus seios, os polegares dedilhando os bicos durinhos e molhadinhos.

Sua língua sugou a minha e depois invadiu minha boca com estocadinhas que lembravam um ato sexual.

Completamente embriagada e tomada de volúpia, por aquele homem que tomara conta dos meus pensamentos mais eróticos e devassos, o puxei em direção ao meu corpo, na qual uma folha fina; sequer passaria entre nossos corpos molhados e moldados.

Rodeei seu pescoço com as minhas mãos,enquanto ele me erguia e sua boca devorava a minha.

Instintivamente ao sentir seu pênis me cutucando, entreabri as pernas e senti sua mão insinuar-se lentamente em minha xoxota.

Sem dizer nada absolutamente e com a respiração entrecortada, ele desceu sua cabeça e lambeu meus seios e bicos.

Mordiscava os biquinhos enquanto seu dedo percorria minha bucetinha.

De repente ele parou e pegando na minha mão fez um gesto para segui-lo.

Saímos da piscina e sem nos enxugarmos ele pegou uma imensa toalha e a colocou em cima do estofado de uma espreguiçadeira que se encontrava no chão.

Seus lábios desceram pelo meu corpo molhado, enquanto eu me contorcia de tesão, apertando as pernas e coxas num movimento instintivo.

- Abre...abre as perninhas...assim...ahhh...seu perfume, seu cheiro ....ah é demais...Sua bucetinha é linda....Como eu gosto dela... – sua voz rouca denunciando seu estado de excitação.

Minhas pernas se afastaram, empurradas pelo hálito quente e apaixonado.

Ele roçou a língua na minha vagina, lambendo gotinhas de agua e do meu mel que escorria.

Eu gemi e suspirei, passando minhas mãos em suas costas o apertando e arranhando suas costas másculas, meu corpo todo abalado com a intensidade do momento.

- Ahhh... você é gostoso demais....me deixa louca... no cio.... – seus lábios escorregaram pela parte interna das minhas coxas, mordiscando e indo até os joelhos, depois retornaram se concentrando na minha xoxota.

Arrepios incontroláveis percorreram meu corpo, que se contorcia, deliciada, contagiada pelo tesão.

Uma química sexual nunca sentida antes.

Suas mãos se estenderam até os meus seios rijos, massageando-os, enquanto sua cabeça encontrava-se entre as minhas coxas.

Gemi, arfei, ao sentir sua língua avançar e lamber com luxúria, tocando meu clitóris, massageando-o e pressionando-o, levando-me ao delírio.

Lambeu-me de baixo para cima, de cima para baixo, de um lado para outro, de fora para dentro, enquanto meu mel destilava.

- Quero você... não agüento mais...todos esses encontros, telefonema, me deixando louca...fazendo-me deseja-lo como nunca desejei alguém...

Ele girou seu corpo deitando-se de costas, seu pênis em pé, diante dos meus olhos me deslumbrando e enchendo minha boca de água.

Ereto e orgulhoso, seu pênis se exibia como um instrumento e uma promessa de prazeres sem fim

Levantei-me e ficando de pé, com as pernas uma de cada lado do corpo dele.

Suspirando, apertei meus próprios seios, exibindo minha xoxota aos seus olhos extasiados.

Eu comecei a abaixar os quadris, flexionando os joelhos até esfregar minha xoxota no rosto dele , baixando mais, até que ela encontrasse a língua dele estendida.

Ele lambeu e enfiou a língua na minha xoxota gotejante,enquanto eu estremecia e gemia de prazer , meus cabelos caindo no meu rosto, que se contraia de tesão.

Eu tocava meus próprios seios, beliscava meus mamilos, eriçados e salientes.

Minhas mãos desciam pelo meu ventre e pelas minhas coxas grossas, depois subiam, apertavam meus seios, subiam pelo meu pescoço e jogavam meus cabelos para o alto.

Eu gemia e gozava, com as minhas coxas estremecendo continuamente enquanto eu me esfregava nele.

- Ahhhhh estou gozando tanto...quero todo ele na minha vagininha.

Endireitei o corpo, recuei um pouco e depois fui me abaixando , encostando minha vagininha na ponta intumescida do pênis dele.

- Ahhhhh....que gostosooooooooooooo......ahhhhhhhhhh...maissssss......- eu gemia enquanto eu soltava o corpo sobre ele, sentindo seu pênis enterrar na minha bucetinha, me movendo, subindo e descendo meu corpo.

Ás vezes deixando apenas a ponta do seu pênis na minha vagina, quase escapando, enquanto eu rebolava, movendo meus quadris e o enterrava até as bolas em minha xoxota gulosa.

Aquilo me proporcionava um gozo enorme, mas eu não ia até o fim.

Quando começava a gozar, eu interrompia e estremecia, saboreando todas a as sensações imensas e deliciosas que aquele macho viril e gostoso me proporcionava.

Ele alisava minhas coxas.

- Ahhh...estou ...doida....doida...de ....tesão...quero...que...me...possua...Sou...sua...só..sua...foda-me...demore bastante....ahhhhh....quero...sentir..voce...sou sua LOBA...sua... devassa...vemmm...ahhhh..... – murmurei a voz rouca, enquanto eu lambia a sua orelha, arranhava levemente seus mamilos.

Eu queria devora-lo, ele era gostoso demais e me deixa completamente alucinada de tanto tesão e tara.

De repente ele me deitou e deitou-se sobre mim, beijando e mordiscando meus lábios .

Beijou-me longamente, com seu pênis encaixado entre as minhas coxas, sentindo o calor úmido intenso da minha xoxota orvalhada e lubrificada.

Ele ergueu a cabeça e sem falar nada, apenas com a respiração alterada olhou-me como se quisesse perpetuar aquele momento.

Inclinou-se e lambeu os bicos dos meu seios, roçou seus lábios pela minha barriga, ventre, enquanto eu contraia e me remexia inquieta.

Uma das suas mãos deslizou pelo meu corpo lascivo, febril , até o meio das minhas coxas , enfiando-se ali.

Eu ofeguei e arqueei o corpo num gemido de puro prazer.

- Ahhhhh...é..gostoso...assim....ohhh...forte...me faça sua..... – gemi sentindo-o acariciar meu grelinho intumescido, esfregando-o com movimentos de vai vém.

Seu hálito subiu do meu ventre , voltando aos meus seios, lambendo ao redor dos biquinhos, mordiscando-os,prendendo-os entre seus dentes, puxando-os e soltando-os, saltando de um para outro.

Lambendo meu pescoço e descendo novamente ate as minhas coxas.

Fui à loucura, não aguentava mais; querendo sentir toda sua potente masculinidade dentro de mim...queria agasalha-lo, te-lo dentro de mim em toda a sua plenitude.

Num frenesi ele enfiou sua língua na minha bucetinha, eu sufocava agora os gritos de prazer...

A medida que ele me chupava, me lambia, eu estremecia abrindo mais e mais minhas pernas, quando ele enterrou de vez sua língua, nao consegui mais resistir e segurar o gozo fulminante que se avolumava dentro de mim.

Eu o fiz deitar-se e sentei em seu pênis, enterrando-o todo dentro de mim.

Enquanto eu saltava alucinada sobre ele, ele estocava para cima com movimentos fortes e fundo dentro da minha xotinha, me fazendo senti-lo no colo do meu útero.

EU gemia, ofegava, contorcia-me e enquanto eu apertava os músculos do seu peito, ele apertava, bolinava meu seios.

- Goze....comigo...não fale nada...se não quiser...mas goze comigo...em sintonia...-pedi sentindo meu rosto e corpo afogueados. E cada vez mais ofegante até que não resistindo mais, estremeci convulsamente e cobrindo a minha boca com as mãos para não gritar todo o prazer, tesão e algo mais que tomava meu corpo de assalto.

Eu senti finalmente meu gozo explodir no mesmo momento em que seu pênis explodia finalmente em jatos intermináveis e abundantes de esperma que inundaram toda a minha vagininha.

A explosão foi tão intensa que exausta desfaleci sobre seu corpo.

Senti suas mãos me envolverem, enquanto minha cabeça caia em seu peito.

Suas mãos acarinharam meus cabelos e o único som ouvido além dos da natureza, naquela selva de pedra; eram dos nossos corações acelerados.

Aos poucos nossas respirações foram se normalizando.

Completamente saciada e lânguida sussurrei:

- Sou sua até quando me quiser...só sua...

- Minha...


A única pessoa que eu não posso estar junto é aquela que eu mais queria entregar meu coração.

Escrito por Ayeska

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Sintonia


Hoje experimentei algo incrível.
Eu o desejava, sempre fui louca por ele.
Meus sentidos aguçavam quando ele se aproximava.
Minha respiração ficava dificultosa e ofegante, minha pele transpirava desejo.
Meus seios intumescidos e meu ventre tomado por calafrios deliciosos de tesão.
Meu corpo tremia apenas com a presença dele, meu homem delicioso, meu macho viril.
Hoje sei que o corpo de uma fêmea pertence ao seu macho, nossos corpos só estão completos quando estamos nos braços de nossos amores, sendo agraciadas pelos seus carinhos, pelo toque forte de suas mãos, pela força de seus abraços e pelo volume de seu corpo gostoso a nos envolver.
Entregamo-nos por completo, adoro quando ele suga meus seios... meu corpo feminino sedento pela pessoa a quem pertenço, ser desejada, ver nos olhos dele a fome de querer me possuir, de me ter, de me morder, de me cheirar e me beijar.
As vezes sem condições de falar e apenas balbuciar gemidos inexprimíveis são apenas as reações possíveis nos laços do amor, tamanha a intensidade do envolvimento.
Quando o vejo, eu tremo toda, minhas pernas ficam bambas.
Ele se aproxima e a única coisa que me vem a cabeça é te-lo nos meus braços.
Quero sua boca.
Quero seu cheiro.
Quero seu calor me envolvendo.
Quero ser envolvida e conduzida pelo fervor de seus toques e afagos.
Não importa o tempo, não importa o dia, nem o Sol e nem a chuva, nada importa.
Adoro quando ele me agarra e me conduz até nosso ninho de amor.
Fico tentando adivinhar com seus movimentos o seu próximo passo.
Conto os segundos até ele me envolver e me penetrar forte com seu membro que tanto desejo dentro de mim, e sentir suas fortes estocadas, seus braços fortes a me agarrar e me pressionar me arrancando suspiros, gemidos e urros celebrando o ato sublime de ser possuída pelo meu amado.
Nossos corpos envolvidos um no outro, nosso suor incandescente se mistura, sua pele toda recostada na minha, atritando-se, múltiplos espasmos irrompem por todo o meu corpo, e só consigo dizer em meio a isso tudo com muito esforço pra talvez gritar, junto com os espasmos de prazer...
-- Me possua... meu corpo esculpido pra ser “Seu” e lhe dar prazer, totalmente sua.
E ao sentir seus movimentos fortes, invadindo meu corpo febril, e o volume do seu membro a me preencher e os espasmos vaginais embriagar meus sentidos de tanto prazer, dizer...
-- Eu te AMO.
Quando desabas por cima de mim, logo após seu orgasmo e me inundar com seu leite seminal, desejo por tudo conceber por este ato sublime de amor e paixão, lhe peço, não se ausentes de dentro de mim enquanto ainda estou sob os efeitos prazerosos da embriaguês que seu corpo masculino me provoca e que tanto me atrai e que tanto desejo, meu orgasmo é intenso devido à sua atuação, você me leva ao ápice do prazer.
Assim... se puderes.. me beije.
Me abrace e me dê carinho, por que sou sua, completamente sua, quero que se delicie com esse corpo feminino que és totalmente seu, quero sentir suas mãos a percorrer meu corpo, deslizando pela minha pele quente e lasciva, cada parte do meu corpo deseja o seu toque, minhas vistas embaçadas só conseguem enxergar seu rosto, meus pulmões sorvendo seu cheiro, seu suor a molhar minha pele me arrebatam, me atraem.
E depois de tudo, quero assim se me deixares, dormir em teus braços sentindo o gostoso sentimento de proteção e me sentir assim tão amada.
E acordar depois no outro dia vendo o seu semblante, e com um beijo você me despertar, me fazendo descobrir que tudo aquilo que passei não foi um sonho... e sim um momento que estás prestes a se repetir... por que sempre te desejo.
Meu Amor!!


Dedico esse conto a uma PESSOA MUITO ESPECIAL: SNOWFLAKE (FLOQUINHO DE NEVE).

Mandala

Postado por Ayesk@

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Rebola Safada!


Para aqueles que não me conhecem, meu nome é Deusa.

Uma pessoa simples de tudo, mas sempre tive um bom coração.

Sou alta, nem gorda, nem magra, tenho um corpo bem servido e cheio de curvas, uma bunda carnuda, e seios cheios, gosto de gafieira e de cair no samba, só ando de salto e adoro rebolar, tanto na calçada quanto no colo de marmanjos.Sou muito fogosa e apaixonada, e adoro me entregar de verdade...Fazer o que? A Natureza me fez assim...

Um tempo atrás, inventei de ter aulas de direção. Fui até a auto-escola do meu bairro, muito conhecida por ter um precinho camarada. Já até conhecia a maioria dos instrutores. A auto-escola era do amigo de infância do meu falecido tio Neco.

Fui lá toda animada.

- Oi, posso falar com seu Chicão? Fala que é a Deusa, sobrinha do Neco... _ pedi á recepcionista mirradinha.

Ela ficou me olhando meio sem graça, pois sou meio vistosa com minha altura, e meus peitos quase pulando do decote, sem falar do meu vestido justo...

Tadinha, se eu resolvesse "lanchar" essa menina, ela não ia dar nem pro buraco do dente, pensei divertida.

- Pode ir, seu Francisco, aguarda na sala ao lado. - apontou pra saleta no corredor.

Passei por ela batendo meus saltos e balançando meus longos e fartos cabelos negros.

Entrei na sala e deparei com um baita coroão de bigodes muito grandes e ligeiramente grisalhos.

- Entre e fique a vontade, Deusa não? Pois então! Nem parece mais aquela menina magrela, do saião comprido e banguela hein?! - e deu uma gargalhada sonora, de balançar as paredes.

Bateu na perna com gosto da própria piada. Não que eu tenha gostado da comparação xumbrega, mas fitava impressionada aquele peitoral exposto na camisa entreaberta, todo cabeludo, umas mãos gigantes, o homem era um primata, um tremendo de um cabra macho.

Acho que minha bucetinha tremeu bem naquele intante, um grito de fêmea no cio, se apresentava bem em meio as minhas coxas, que me dava uma vontade louca de esfregar as pernas uma na outra pra ver se passava aquele fogo de mulher safada. Só de imaginar aquele mãozão me dando uma palmada bem ardida na bunda, já fazia meu cuzinho piscar...Ai que tesão de macho!...Como será a piroca desse homem?!

Pensando essas coisas, nem me dei conta que o Seu Chicão já tinha explicado todo o funcionamento da escola e as aulas, formas de pagamento e etc e lá vai não sei das quantas...

Fiquei olhando apalermada, e sem idéia do que dizer saí com essa:

- Mas Seu Chicão! É muito pra mim, pensei que era mais em conta!...Acho que vou voltar outra hora com mais acerto monetário...Entende? - desesperada já fui me levantando, com medo de ser leviana.Pior coisa ainda é levar bronca de gente que me conheceu na infância.

- Olha aqui menina, meu preço é bom...Mas ninguém vai dizer que fui injusto com sobrinha de cumpadre meu...- falou grave me olhando no olho.

- Imagine, o senhor é ótimo, eu que tomei seu tempo, desculpe, viu?

- Mas faz seu preço que eu escuto, menina... Quanto você pode? Quem sabe a gente entra num acordo... Se quiser dou um jeito e você paga depois...- o vozeirão suave, parecia que queria me consolar.

- Eu... não sei... - claro que eu podia pagar, estava fazendo fita, pra ver se ele se insinuava. Mas estava difícil.O homem parecia mesmo do tipo direito.Alisei meu vestido curto com uma mão e passei os dedos no decote com a outra mão.

Só se fosse cego, pra não ver minhas coxas e meus peitos arfantes...

Já não me importava mais em ser leviana, nem tava nem aí pro preço, tudo que eu conseguia pensar era naquele bigodão entre as minhas pernas massageando meu grelinho.

Levei um susto quando aquele baita homão deu a volta a mesa com tudo e prendeu meus braços pra trás.

- Menina, menina... você não sabe com quem está lidando, espevitada...- esfregava a virilha na minha enquanto me mantinha as mão presas pra trás. Que pintão saltava na calça daquele homem, mesmo com as mão presas, me esfreguei toda oferecida com as pernas abertas, excitada senti que ele me beijava louco de tesão.

Seu bigode me fazia cócegas e a língua era áspera, mordeu meu lábio faminto.

Eu gemi me sentindo fêmea, mesmo me vendo entregue, ele manteve minhas mãos presas e com a outra mão livre, baixou meu decote fazendo meus peitos saltarem do decote, ficou apalpando e puxando os bicos, não tardou a mamar igual um bezerro. Estremeci de tão gostoso que era a chupada que ele dava.

- Ai que gostoso, chupa seu Chicão...Aiii...- um dedo entrou na minha buceta, ele subiu meu vestido todo, e ficou ali siriricando meu grelo, quando virei os olhos gozando, ele pegou na minha cintura e me virou de costas.

Manteve minhas mãos presas e fiquei com a cara no tampo da mesa. Ele baixou minha calcinha e deu umas palmadas na minha bunda.

- Menina safada, merece umas palmadas, toma! Vadia, putinha sem-vergonha! - e desceu o braço.

Aí eu endoidei!

- Me fode seu Chicão! Põe esse bigode na minha xota agora! Ai! Seu safado, crava o pau na minha buceta....Seu ordinário fode tudo!

- É pica que você queria o tempo todo não é sua tarada?! Toma. - a pica entrou com tudo na minha bucetinha, ele meteu com tanta força, que eu via estrelas, tanto no fundo da xota, como nas nádegas doloridas pelas palmadas ardidas. Tudo pegava fogo. Gozei loucamente.

Ele tirou o pau e se ajoelhou largando finalmente meus pulsos, que estavam até formigando. É impossível descrever a sensação daqueles lábios grossos, daqueles bigodões de general, roçando minha buceta bem aberta pela posição, eu rebolei desesperada, querendo ser engolida, esfregada, chupada, por aqueles lábios, por aqueles bigodes. Ele chupou tudo, até lambeu meu cuzinho e ficou brincando com meu anelzinho, me chamando de potranquinha.

- Eu quero chupar seu pau! - ele levanta rapidinho me dando de mamar.

Eu chupei e lambi e tentei ao máximo enterrar aquele pintão na goela mas não deu, mas chupei com gosto mesmo! Ah! Que piroca gostosa! Cheio de pelo em volta, majestosa a pica brilhava comprida e cheia de saliva minha...

- Chega que eu quero enfiar no teu cu! Anda, putinha empina essa bunda gostasa anda! - me pegou pelos cabelos e logo me pôs na posição.

Fiquei logo excitada de ser tratada assim, adoro um macho dominador!

Segurou a pica e foi apertando bem devagar no meu cuzinho cheio de saliva que ele mesmo colocou.

Relaxei o máximo pois queria sentir rola no cu bem gostoso!

Quando a pica começou a entrar eu gemi de dor e desconforto.

- Calma, minha putinha...Eu vou bem devagarinho, que eu quero comer esse cu bem de mansinho. Hum, potranca?... - e foi falando um monte de sacanagem me distraindo, enquanto massageava meu grelinho, ah esse sabia comer um cuzinho.

Quando estava todo dentro ainda ficou parado um tempo e me soprou umas safadezas no ouvido e enfiou dois dedos na buceta, eu fiquei tão excitada que relaxei de vez rebolando.

Começamos então um anal tão gostoso. que eu até hoje me molho toda só de lembrar.

Ele metia, tirava quase tudo, dava uns tapas na minha bunda, depois enfiava bem fundo, puxava meus cabelos e me chamava de vadia várias vezes. Aquele pintão entrava e saía do meu cu tantas vezes que eu me sentia seu brinquedinho do sexo, que servia pra ser fodida no cu somente.

Gemi e gozei várias vezes, sentindo um enorme prazer. Dei o quanto ele quis, até que caí exausta sobre a mesa, enquanto ele continuava a enfiar e bombar no meu cuzinho. Finalmente tirou a pica e gozou em mim todinha.

Passou aquela porra toda no meu corpo e disse:

- Agora você vai pra casa toda molhadinha de porra, bem fodida. Descanse bastante, pois quem vai te dar as aulas sou eu, e todas as aulas você aprender como dirigir sentadinha na minha pica...Em todas você vai me dar o cu bem gostoso! Quero ver essa bunda rebolando no pau! - me beijou e deu um tapa na minha bunda me mandando me vestir.

Quando estava me vestindo, exausta e dolorida, reparei num vulto e assustada é que percebi que a porta estava entreaberta, podia jurar que era a moça da recepção! Que vaquinha voyer! Safada!

- Tchau, seu Chicão! Espero nossa próxima aula! - soprei um beijo bem sacana e fui.

Passei pela recepção e a moça estava com a cara enfiada no livro.

- Querida!... - parei ao lado dela.

- Que- que foi...- a moça estava da cor do lençol.

Inclinei-me sobre ela e passei a mão suavemente em seu rostinho, ela tremia, desci um dedo bem devagar entre seus seios e tracei um circulo em volta do mamilo e apertei até ficar durinho. Ela gemeu e pediu:

- Por favor...

- Está bem minha pequena, por hoje é só...Mas da próxima você vai aprender a ser curiosa...- pisquei pra ela e a deixei tremendo mais que vara verde.

É...Acho que ela daria um bom lanchinho. Pena que estou tão exausta!

Fica pra próxima!

Escrito por Deusa

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Noites Quentes com Meu Primo: EDUARDO

Era fim de semana, estávamos todos na Chácara do Meu Tio, pai do meu primo EDUARDO.

Ah meu primo Eduardo, o tesão que sinto por ele...

E como adoro todas as estrepulias que fazemos longe de tudo e de todos.

Todos dormiam , menos eu, que me encontrava na varanda da casa olhando a lua enorme que despontava no céu.

Tentava me refrescar inutilmente, o calor era demais e a brisa nem se sentia.

Eu vestia um short minúsculo, que deixava a mostra parte de minhas nádegas redondas.Uma blusa solta, caia pelos meus ombros e expunha parte dos meus seios, meus cabelos longos presos num rabo-de-cavalo.

Eu suava , o suor descendo pelo meu rosto e escorrendo pelo meu corpo, colando a blusa à minha pele.

Não conseguia dormir e imaginava onde meu primo EDUARDO estaria aquela hora com sua moto.

O suor deixando minha pele pegajosa. Naquela noite o calor estava abrasador.

Uma idéia então me ocorreu, descer até o riacho, onde um banho poderia me refrescar e um pouco de exercício na água, me cansaria o bastante para que eu tivesse uma boa noite de sono.

Sai silenciosamente e fui descendo em direção de um pequeno bosque e ao se aproximar ouvi o barulho refrescante de água correndo.

Ah , adoro água, ela me excita, me relaxa, me acalma, me refresca...

O riacho fazia uma volta e havia um poço um pouco mais profundo, onde eu poderia me banhar.

Ao me aproximar ouvi barulho na água. Alguém nadava lá.

A lua linda num céu repleto de estrelas derramava raios prateados sobre o riacho, permitindo-me ver quem estava na propriedade do meu Tio.

Um homem nadava. Apenas quando ele saiu da água, o corpo nu gotejando, eu pude identifica-lo e um suspiro saiu por entre meus lábios entreabertos.

Era EDUARDO, meu primo.

Ele era lindo, 1,78, atlético,moreno-claro, olhos verdes e cabelos pretos e lisos até os ombros. Após um acidente de moto, ficou com uma pequena cicatriz no canto do seu lábio superior direito e quando sorria parecia diabólico.

Ele pegou uma toalha em cima da sua moto preta, enxugou-se, depois sentou-se na relva.

De repente deitou-se e a Lua se refletia sobre seu corpo, dando-lhe um fascinio e fazendo meu sangue borbulhar e minha xotinha melar.

Por algum tempo fiquei ali, escondida atrás de uma arvore o observando.

O calor no meu corpo aumentava, substituído agora por uma estranha inquietação:Tesão.

Decidi surpreende-lo e como se não o visse , caminhei até a beira do riacho.

- Prima...acordada ainda? – e diante dos seus olhos, comecei a tirar lentamente a blusa.

De costas para ele, inclinei-me, para tirar o short e a minúscula calcinha, exibindo minhas nádegas roliças.

Atirei-me na água e nadei precariamente.Sabia que ele estava lá trás me observando.

Flutuei , e meus seios rijos destacavam-se agressivamente.

Virei-me então para olha-lo no local onde se encontrava.

Eduardo estava sentado a beira da água, ainda nu, o pau endurecido apontando para o alto, comprido , grosso e pulsante.

Ele sorria.

- Hum... prima ...voce está deliciosa nessa água... – disse ele deixando seu corpo deslizar para dentro da água e vir em minha direção.

Nadou rapidamente e logo ficamos ambos, frente a frente.

- E então priminha, o que propõe nessa noite quente?

- Sobre o que?

- O que faremos?

- Agora primo, eu prefiro nadar... – respondi e lançando o corpo para o lado fui me distanciando dele.

Ele nadou atrás de mim, ao se aproximar, mergulhou, ficando sob mim.

Quando subiu suas mãos tocaram minhas coxas e fingi afasta-lo.

Ele puxou-me para baixo,e , quando subimos novamente ele me abraçava forte e me beijava com sofreguidão. Seu pênis pressionava meu ventre, me fazendo sentir toda sua ereção e volume.

Passada a sofreguidão inicial, meu primo mais velho que eu: beijou-me delicadamente, com provocação, sua língua acariciando minha boca, suas mãos deslizando pelo meu corpo em toques gentis e provocantes, deixando-me molhada de tesão.

Enquanto me beijava e me acariciava, Eduardo introduziu sua perna entre as minhas, até que seu joelho tocasse minha vulva,

Ficou esfregando-o ali, esquentando minha pele, apesar da água fresca que nos envolvia.

Excitada, minhas mãos passearam pelo seu corpo, apertando, sentindo, roçando...

- Por que não vamos lá para a margem, prima...? – me convidou enquanto seus quadris moviam-se em curtas estocadas fazendo seu pênis deslizar pelo meu ventre.

-Por que a pressa? – ofeguei

- Tem razão, por que a pressa?- respondeu ele, suas mãos descendo pelas minhas costas, indo até minhas nádegas e firmando-se ali.

Soltei o peso do meu corpo nas mãos dele, minhas pernas flutuaram e envolveram a cintura dele.

Eduardo esfregou, seu pau contra a minha vulva, provocando-me arrepios.

Eu sentia espasmos quando ele tocava meu clitóris, iniciando a penetração e retraindo, numa brincadeira excitante e gostosa.

Sua boca percorria meus ombros, ele mordiscava suavemente, lambia, sugava.

Meus seios espremiam-se contra ele.

Suas mãos avançaram para as minhas coxas, alisando-as.

Uma de suas mãos introduziu-se por entre nossos corpos e foi tocar-me intimamente.

Habilmente ele massageou meu clitóris, esfregando seu dedo contra ele, lentamente, fazendo-me sentir aquele calor aumentar ainda mais, espalhando-se por toda a minha pele, fazendo-me arfar.

- Bom...prima...? – me perguntou, sua voz enrouquecida junto ao meu ouvido.

- Ahh...primo..uma delicia...não pare...- murmurei, minha voz entrecortada

pelos espasmos que contraiam ritmadamente meu ventre, enquanto ele continuava aquela massagem lenta e prazerosa.

Busquei com uma das minhas mãos seu pau e o envolvi lentamente entre meus dedos, masturbando-o, sentindo seu volume, sua rigidez.

Imaginando-o entrando na minha vagina.

Eduardo me apertou contra si, enquanto seus lábios desciam pelo meu pescoço, seus dentes arranhando-o levemente e depois descendo até os meus seios, indo beija-los vagarosamente, um depois o outro.

Fosse beijando e lambendo meus seios ou massageando meu clitóris, acabei entregue aos seus braços.

Eduardo pegou-me no colo e carregou-me até deitar-me na relva.

Debruçando sobre mim, continuou beijando meu ventre e avançando a cabeça por entre minhas pernas, fazendo-me jogar os joelhos para os lados.

Finalmente senti sua língua estender-se , percorrendo toda a minha vulva, pressionando meu clitóris e penetrando minha vagininha.

Quando sua língua penetrou-me respirei fundo e arqueei meu corpo, sentindo um prazer intenso, gostoso, tirando-me os sentidos e nublando meu pensamentos.

E um gozo intenso explodiu totalmente na boca do meu primo Eduardo.

- Ahh Du...que gostoso... – exclamei abraçando-o ,sentindo minha xoxota queimar e meu ventre diluir-se em fogo. Ele ergueu a cabeça e notei seus lábios molhados do meu gozo.

Buscando seu corpo sobre o meu, senti seu pau na minha vagina úmida e palpitante.

Beijando-me carinhosamente e afastando os fios dos meus cabelos do meu rosto, ele girou seu corpo na relva, deixando-me sobre ele e no comando.

Ajoelhada sobre ele, ergui o quadril até que a glande intumescida se acomodasse à entrada da minha xotinha.

Lentamente baixei o corpo, sentindo-o avançar pouco a pouco.

Com um suspiro deliciado deixei seu caralho me penetrar profundamente, indo até o fim.

Ele estendeu suas mãos e ficou massageando meus seios, enquanto eu erguia lentamente os quadris e sentindo-o deslizar para fora da minha xoxota .

Inclinei a cabeça e observei aquele mastro orgulhoso surgir de dentro de mim, pouco a pouco,até que apenas sua cabeça permanecesse enterrada.

Depois com um suspiro prolongado, deixei ele escorregar de novo para dentro, forte, firme, volumoso, preenchendo-me internamente, distendendo minahs dobras vaginais, roçando firmemente meu clitóris.

- Ahhhh Du....que tesão.... – exclamei em movimentos de vai vem, e circulatórios.

Fui aumentando os movimentos, até quase saltar sobre o corpo dele, misturando suor, e empolgação.

Meus gemidos e suspiros eram abafados pelo barulho da água.

Eu vibrava totalmente possuida, vendo-o entrar e sair de dentro de mim num ritmo alucinante.

Eduardo coordenou seus movimentos aos meus e me fez explodir num orgasmo demorado e avassalador, me deixando trêmula, de olhos fechados, a boca aberta e seca.

Tombei sobre ele, beijando-o, enquanto seu esperma me inundava.

Ele ainda ficou jogando seus quadris contra os meus, até que nos abraçamos.

Suas mãos acariciavam minhas costas, enquanto seu pau amolecia dentro de mim.

Tombei o corpo para o lado e continuei ofegando.

Movendo o corpo vagarosamente, pousei minha cabeça sobre o seu ventre.

Fiquei olhando seu pênis, que momentos antes, tanto prazer me proporcionou.

Estendi a mão e gentilmente o toquei, estava quente e úmido, lubrificado pela porra e pelos fluidos do meu gozo.

- Foi maravilhoso...respondi.

Escrito por Ayeska