terça-feira, 20 de outubro de 2009

Assuntos Inacabados : Jogo das Intenções



Conto feito e dedicado a uma PESSOA ESPECIAL, seu nome é Ayeska, meu Amor. Minha Vida. Meu Tudo. Não parei de pensar em você nem um minuto, mesmo longe, meus pensamentos estão com você sempre. I Love You so much!!
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Estava eu no meu escritório sozinho pensando e formulando uma maneira de reencontrá-la novamente, pena que no ultimo encontro eu não tive muito tempo e acredito que poderíamos ter tido bons momentos juntos e quem sabe nos conhecido melhor. Pelo menos eu tive a certeza que era ela, os cabelos, seu olhar, tudo era como eu descrevi nos meus sonhos... aquela fotografia perdida na calçada depois da festa, era pra ser uma simples fotografia tirada ocasionalmente, mas o destino quis que ela passasse ali no momento certo, na hora certa do flash, como a luz do destino que une dois caminhos. Eu estava excitado, sentindo ainda na boca, o sabor de sua vagina e o cheiro de seu perfume, no Notebook a foto dela estampada na tela, de perfil, apressada talvez correndo pro seu próximo paradeiro incerto.
Torcia muito pra ela não ter desconfiado da minha atitude e nem da maneira que eu falei, e o recadinho secreto que eu deixei no site sem pretensões valeu a pena, ela não desconfiou de nada, eu esperava que ela o lesse e descobrisse o segredo e assim me encontraria por conta própria mas, por esse lado não seria bom já que o jogo acabaria rápido e não teria graça. Já fazem 15 dias que eu estou à sua procura, cada passo, cada encontro inusitado, cada movimento, ela tinha varias amigas e isso facilitou, eu tenho observado ela de longe discretamente e sem levantar suspeitas me aproximei bem devagar, cauteloso, sem pressa aguardando o momento certo a hora certa. Eu tinha que ter certeza que eu teria ela pra mim, mesmo que isso demorasse um pouco mais eu não desistiria até tê-la em meus braços, hoje ela saiu bem cedo de vestido bem sensual e elegante, talvez algum compromisso importante e pelo visto o dia será chuvoso, qndo ela pegou o taxi na portaria do prédio era por volta das 14:00 e se dirigiu ao centro, fui seguindo de longe com meu carro virando logo atrás rua por rua, esquina por esquina ate que ela pediu pra parar o carro em frente a um prédio publico, descendo apressada já que começava a chover.
Desci do carro e entrei logo em seguida seguindo de longe os seus passos, no saguão do prédio ela parou pra pedir talvez informações, fiquei ali parado entre meio as pessoas que passavam e fui até o balcão e pedi uma caneta e um pedaço de papel e comecei a escrever um recado cheio de intenções e mistérios... – Ola Ayeska, esse é apenas um recadinho de uma Amizade Especial, pra alguém especial e quero te encontrar num lugar “Só seu que compartilha” com quem mais gosta, estarei te esperando lá, tão perto como um clique, Ass.: alguém. – depois de escrever bem rápido, esperei pelo momento certo e quando ela começou a andar em direção à sala de atendimento ao publico fiquei ansioso e escolhendo o momento certo de me aproximar dela discretamente, e quando ela parou de frente a um auxiliar da defensoria publica aproveitei o grande volume de pessoas passando e me aproximei dela como se não fosse ninguém, parei de costas pra ela e por um instante ouvi sua voz, e sutilmente deixei o pedacinho de papel cair dentro de sua bolsa, me virei só um pouquinho e senti o cheiro de seus cabelos mas percebi que ela iria se virar, sentindo minha presença, então, sai sorrateiramente ficando do lado de um senhor de idade que passava fazendo de seu lado oposto meu esconderijo, seguindo ao seu lado me afastando dela, sorte que muitas pessoas tbm passaram na mesma hora me encobrindo, ela então se virou e ficou olhando, gesticulando pra pessoa do lado se talvez ele tinha visto algo... Nossa! passou bem perto essa.
Depois disso eu fiquei observando ela de longe, e vez ou outra, ela olhava pra trás, como se procurasse algo, ou alguém, realmente ela tinha sentido minha presença, ou pelo menos pensava ter tido. Fiquei mais cauteloso e quando percebi que ela iria embora, sai primeiro e fiquei esperando ela do lado de fora, coloquei meu óculos escuro e vesti meu paletó preto passando um cachecol branco no pescoço, e tirei meu guarda chuvas e esperei ela pedir um taxi, estava chovendo, ela esboçou entrar na chuva e correr até o carro, mas eu me ofereci pra levá-la ate lá... – Senhorita, eu posso? – abrindo um sorriso e oferecendo caminho seguro na chuva, ELA aceitou com um sorriso e seguimos juntos até o carro, ela entrou e me despedi desejando uma boa viagem, eu queria protegê-la, mesmo distante eu queria cuidar dela, eu torci pra ela não me reconhecer, mas eu tinha tomado cuidado de não ter mostrado meu rosto naquela festa, naquela varanda a noite onde ficamos no escuro nos tocando e curtindo alguns momentos de prazer, mas nada mais, não ouve um contato visual concreto, eu estava seguro disso, mas eu estava nervoso temendo que ela me reconhecesse.
Depois que ela se foi, fiquei ali, na chuva com o guarda-chuva abaixado me molhando todo, não me importava, só mesmo a imagem de sua face meiga na lembrança me fez muito feliz naquele momento, sua imagem me confortava e me aquecia o peito, e agora era só aguardar ela encontrar o pedaço de papel na bolsa e vasculhar o site, onde eu tinha deixado em inglês o seguinte recadinho... – Como o Pôr do Sol se despede do dia esperando encontrar a Lua e ver sua face pelo menos durante um segundo e querer alcançar sua face, seu sorriso, mas esse momento nunca chega: Chopperia Lual mesa 2, 18:15. – eu tinha esperanças de vê-la novamente, mas agora por decisão dela, então durante os dias seguintes eu fiquei esperando ela, ali sentado naquela cadeira, naquele endereço dia após dia, sempre ficando até as 18:30, mas nada, uma semana se passou e logo a segunda também mas me restava ainda um pouquinho de esperança de revela, então numa sexta-feira era mais ou menos 18:20 quando um garçom me entregou um pedaço de papel me dizendo que uma mulher pediu pra me entregar e logo depois foi embora, ao ver do que se tratava vi que era o mesmo pedaço de papel que eu tinha escrito e deixado dentro de sua bolsa, e no verso estava escrito, – Se for você mesa 69, 18:20, amanhã. – puxa vida, ela havia me encontrado, mas por que ela não chegou a mim? se ela tinha me visto, será que ela gostou das minhas Intenções? Ou queria ver apenas até onde o jogo iria... nossa! eu estava muito excitado. Chamei o garçom novamente, combinei algo especial com ele caso ela chegasse a se sentar na minha mesa no dia seguinte, e deixei uma ótima gorjeta ele aceitou o trato.
No dia seguinte por volta das 18:00, eu cheguei e entreguei algo pro garçom com um bilhete escrito, e disse...
– Caso ela apareça, entregue isso pra ela quando ela sentar-se a mesa ok? E seja bem discreto.
– Sim senhor, mais alguma coisa?
– Eu também quero que logo depois coloque esta musica pra rodar, som ambiente bem suave – entregando pra ele o CD e uma gorjeta agradável.
– Sim senhor, pode deixar.
Eu estava de óculos escuros vestindo uma camisa branca e uma gravata azul, paletó preto estendido por sobre a cadeira, calças e sapatos pretos impecáveis, meu estilo sofisticado e meu semblante confiante apenas deixava no ar as minhas intenções de causar uma boa impressão, sou perfeccionista e NÃO gosto de perder ou cometer erros, tudo tem que ser estudado e arquitetado como num jogo de apostas altas, no jogo do Amor, eu aposto todas as fichas por aquela que eu acho ser uma pessoa especial, e Ayeska era essa pessoa, uma caçadora seletiva, sagaz e invulnerável, desejada por todos mas ao mesmo tempo impossível de se ter.
Por volta de 18:20 eu olhei o relógio e dei uma espiadela ao redor e nada, pensei comigo... – Será que ela vem realmente? – continuei na espera, e ali do lado olhei uma mulher se aproximando e comecei a observá-la torcendo pra que fosse ela, mas era magra e de cabelos curtos longe de ser ela, todas as mulheres que passavam me chamavam a atenção, desejando que fosse ela chegando a qualquer momento mas nada, eu estava impaciente e resolvi então ir embora ela não viria ou estava apenas me testando, e quando eu esbocei me levantar desviando o meu olhar, uma mulher se aproximou. Olhei pra ela e vi uma mulher linda, vestida com um belo top preto bem decotado valorizando os seios fartos e suas costas descobertas, saia preta bem justa na altura dos joelhos que valorizavam ainda mais seu quadril e destacavam suas lindas pernas e suas curvas insinuantes, ela estava com os seus longos cabelos soltos deitados sobre os ombros e óculos escuros bem discretos, sua elegância me surpreendeu, ela estava linda, imponente e provocante.
-- Posso me sentar?
-- Sim. Claro! – respondendo sua pergunta bem calmo abrindo um sorriso, observando ela se sentando e fixando seu olhar em mim, me estudando e com certeza ela esperava que eu dissesse algo, mas fiquei calado observando sua beleza. O garçom vendo ela sentada se aproximou por trás bem discretamente e interrompeu...
-- Senhorita!
-- Sim?
-- Ele pediu pra que lhe entregasse isso. – entregando duas ramas de rosas brancas enlaçadas com um bilhete amarrado com a seguinte frase escrita...
“Se você abriu esse bilhete é por que esta curiosa sobre mim, quero ver o seu lindo sorriso afinal... um gesto vale mais do que mil palavras.”
Ela então tirou os óculos e me olhou diretamente, pegou as rosas e acariciou seu pescoço com suas pétalas e sentindo o fragrância das rosas sorriu com um olhar sedento, percebi que ela esfregava suas pernas uma na outra sutilmente, provavelmente sentindo sua vulva ficando molhada, eu tinha certeza que eu mexia com suas fantasias, mas o que ela ainda não sabia é que ELA mexia ainda mais com as minhas, ela sempre foi a minha inspiração.
-- Quem é você?
-- Você esta linda!! – abrindo um sorriso.
-- Não respondeu minha pergunta. – falando de forma sucinta e direta.
-- Um admirador.
-- Por que esta fazendo isso comigo?
-- A sim, aquela ocasião na festa na casa da Luciana, e depois os telefonemas? Ora, eu queria te deixar confusa, fazer você ficar fragilizada e descobrir seus pontos fracos.
-- Você só pode estar brincando.
-- Não! Não estou, e me desculpe por tudo aquilo. Não era minha intenção te deixar assim.
-- Não vai me dizer seu nome?
-- Não agora... queria te ver, queria que você olhasse pra mim sem obstáculos, sentir você ficar lasciva na minha presença, deixando cair suas muralhas sendo tomada por pensamentos devassos.
-- Por que fala assim tão confiante, como se eu fosse ficar dessa forma?
-- Por que eu sei ler seus movimentos, sua linguagem corporal, seu olhar, sua respiração... não preciso de palavras pra entender o que uma fêmea quer de mim.
Ela por um instante ficou calada, enigmática, talvez se perguntando como eu poderia falar dessa forma e ao mesmo tempo insinuar coisas que ela realmente poderia estar sentindo e imaginando.
-- Bem, digamos que você esteja errado, o que quer de mim?
-- Eu? Não percebeu?
-- Não... e por favor responda.
-- Eu quero VOCÊ Ayeska. Sempre quis ter você. E você sabe que estou certo, só não quer admitir.
-- Como assim?
-- Não como os outros, quero você de uma forma especial, plena, completa, quero a verdadeira mulher por trás dessa muralha que você construiu.
-- Aquela história de romance, mistério e magia? O você quis dizer com aquelas palavras.
-- Simples, é tudo que eu tenho pra te oferecer, se você deixar é claro. – ela abriu um sorriso acanhado, e o seu olhar me devorava cada pedacinho do meu corpo e isso me excitava cada vez mais, eu desejava sentir seu corpo quente, o sabor de sua vagininha meladinha na minha boca e logo depois penetrá-la forte e fazê-la minha mulher, mas ainda não estava na hora, ainda me faltava quebrar algumas de suas defesas antes de fazer isso, e eu tinha certeza que não iria demorar muito, eu queria deixá-la “Louca” de tanto tesão e desejos.
Ficamos trocando olhares por um breve instante, e de repente a música que eu pedi pro garçom tocar no ambiente começou a ecoar no recinto aberto.
-- Humm, que musica linda, adoro escutar essa música, me trás recordações.
-- Eu sei, foi escolhida por mim, e sabia que você gostava muito dela, o nome dessa música é Everything, e representa realmente o que você é pra mim... meu TUDO.
-- Como você sabia, eu não entendo como pode saber tanto assim de mim, isso me confunde.
-- Pois não deveria, você vai entender aos poucos quais são as minhas intenções.
-- Então me fale, o que você pretende?
-- Quero te ensinar um novo jeito de Amar alguém, seja na cama, ou no sentido conjugal, você escolhe.
-- Sério? Então o que poderia me ensinar na cama? E se eu souber mais coisas que você?
-- Não sabe! Garanto que você não sabe nada, o posso te ensinar tudo, como ter orgasmos múltiplos e contínuos... irrefreáveis e avassaladores.
-- Isso é patético! Você é muito prepotente sabia?
-- Sabe, você se pergunta como posso ser assim, e fica imaginando se tudo o que eu falo é verdade, não é mesmo? Só que tem um porem, eu posso provar, quer vir comigo?
-- Onde? Diga-me onde você quer me levar?
-- Calma, uma pergunta de cada vez, e vamos no meu carro, quero te levar pra um lugar especial.
-- Esta certo, vamos ver até onde você vai com essa historia.
-- Me diz que você também não está curiosa? – ela olhou pra mim com um olhar cheio de curiosidade e ela ficava desviando seu olhar evitando olhar diretamente nos meus olhos, tentando encobrir pelo menos um pouco o seu interesse e sua atração por mim.
-- Você é mesmo muito convencido sabia?
Eu abri um sorriso e me levantei, pegando meu paletó e deixando uma gorjeta pro garçom a ajudei a se levantar, eu segurei sua mão e a conduzi até meu carro estacionado a alguns metros dali perto da calçada.
-- Pronto é aquele ali.
-- Qual? O civic branco?
-- Não, o C4 Pallas preto logo atrás.
-- Nossa! alem de gostoso ainda anda de carrão, você está me deixando curiosa sabia.
-- Espere até ver o que vou fazer com você! – nesse momento eu a puxo de lado de encontro ao meu corpo e a pressiono de contra as portas do carro tirando meus óculos e aproximando meu rosto junto ao dela, fixando meu olhar bem fundo em seus olhos, e num movimento ávido envolvo seus lábios num beijo molhado sugando literalmente seu fôlego e sua respiração fazendo ela envolver seus braços em meu pescoço e em resposta ela mordia meus lábios com força me fazendo subir um tesão enorme pelo corpo. Rapidamente sentindo aquele calor todo eu seguro suas cochas grossas e volumosas apertando forte e subindo e pressionando até sua bundinha voluptuosa e macia, apertando com as mãos e sentindo o cheiro de seu pescoço e arranhando com meus dentes seu pescoço perto da sua orelha sussurrando palavras obscenas mas com muito tesão.
Ela soltou alguns gemidos espremidos e grunhiu baixinho...
-- Ahhhh... você está me deixando LOUCA!!!
-- Era essa a minha INTENÇÂO desde o inicio.
-- Você não existe sabia... até parece personagem de romance fictício.
-- Então deixe-me apimentar suas fantasias, venha entre, aqui não é um lugar apropriado para essas cenas fortes, alguém pode nos interpretar mal.
Quando entramos no carro, pensei em levá-la pra algum lugar afastado e mostrar pra ela como se da um trato completo em uma mulher, eu pretendia deixá-la toda molinha de tesão depois de uma transa cheia de loucuras e fetiches, mas eu queria prolongar sua curiosidade em torno de mim, então resolvi testar sua capacidade e se envolver e deixar ser envolvida, seguimos para um chopping Center, um lugar bem agitado e cheio de pessoas e é claro um enorme estacionamento. Quando chegamos no Shopping entramos no estacionamento, parei o carro em uma das vagas e subi os vidros das portas e abri o teto solar. Olhei pra ela fixando meu olhar em seus olhos e sutilmente segurei seu queixinho e beijei sua boquinha linda.
Ela sentindo o teor do nosso envolvimento se deixou levar pelo tesão e correu suas mãos por sobre meu corpo até chegar na minha cintura abriu o fecho do meu cinto e massageou meu pênis rijo agredido dentro da calça tentando libertá-lo, mas pela posição à medida que eu me deitava por cima dela dificultava muito, abaixei o recosto do banco do carro e segurei suas mãos e logo ela me abraçou sentindo o volume do meu corpo por sobre o dela, suas pernas volumosas e quentes se esfregavam em mim loucamente e suas mãos tentavam arrancar minhas roupas até quase rasgá-las, comecei a sugar-lhe os seios depois de libertá-los de seu Top apertadinho e arrancar com os dentes o fecho de seu soutien. Ela começava a ficar louca de desejos nos meus braços, ela estava quase ficando da forma que eu queria, ela estava quase no ponto certo, mas ainda faltava mais um toque especial, ainda faltava uma marquinha pessoal que iria deixar ela maluquinha ao ponto de implorar pelo meu corpo, de implorar pra ser penetrada plenamente pelo seu amante.
Depois de mais alguns amassos descobri que ela não estava usando calcinha e por sobre ela corri minhas mãos até sua vulva e com os dedos vasculhei cada dobrinha de sua xaninha até sentir sua vagina molhada e seus lábios vaginais dilatados e lascivos depois de ter deixado sua saia justinha tão esgarçada na altura de sua cintura, ela estava ofegante ao ponto de quase suplicar pra ser penetrada, quando eu subitamente me ajoelho no açoalho de frente do banco onde ela estava ficando entre suas pernas, eu desci bem devagar minha lingüinha percorrendo de seu seios até seu umbiguinho, mordendo suavemente sua barriguinha até abocanhar sua bucetinha já bastante castigada pelos meus dedos, e com o toque dos meus lábios e a minha lingüinha adentrando suavemente sua grutinha, ela se contorceu todinha no banco e gozou freneticamente na minha boca, ela estava trêmula, parecia que estava segurando este orgasmo a horas, ela grunhia e gemia enquanto seu corpo dava espasmos repentinos ao sabor de minhas chupadas, eu ia a loucura escutando ela cerrando os dentes e falando coisas obscenas e segurando meus cabelos apertando minha cabeça de contra sua bucetinha e suas pernas cruzadas por sobre minhas costas me forçavam contra o seu corpo.
-- Arghhhhhhh, como pode fazer isso comigo!! Acaba comigo.... ahhhhhhhh... não para, suga gostoso, chupa ela todinha.... NÃO PARA...
-- Eu quero você todinha... você é minha... fala que você é minha... FALAAAA!!!
-- Eu sou SUA!!!!!!... Acaba comigo...VAI ME DEVORA... asim EU SOU SUAAAAAAAAA.... ahhhhhhh
-- Grita, sua DEVASSA... GRITA MAIS ALTO... e Goza na minha boca... quero sentir você GOZANDO!!!
-- Arghhhhhh.... estou quase GOZANDO DE NOVO... mais FORTE... MAIS FORTE... ahhhhh, NÃO PARA... NÃO PARAAAAAA!!!!
Ayeska se contorcia no banco do carro, e consegui sentir ela tendo orgasmos sucessivos inundando minha boca com seu gozo desenfreado, nunca havia sentido uma fêmea tão entregue desta forma e eu nem havia lhe penetrado ainda, eu estava sentindo um tesão indescritível e estava LOUCO pra possuir seu corpo e invadir sua bucetinha quente, mas eu pensei em manter o fetiche, e deixar ela ainda mais LOUCA por mim.
Depois de gozar como nunca ela ficou ali totalmente languida e mole estirada no banco do carro, eu lhe dei um beijo e lhe disse...
-- Agora eu quero comer você todinha, sentir você envolver com sua vagininha o meu Pênis que está duro de tanto tesão...
-- Nossa! que delicia, estava doida de vontade de gozar assim, estou molinha de tanto gozar, QUERO VOCE DENTRO DE MIM.. EU TE QUERO AQUI MESMO...AGORA, EU TE SUPLICO...VEM!!!
-- Mas não será aqui neste estacionamento calma, será na sua casa, mas antes quero que você venha comigo, quero comprar pra você uma roupa que quero que use, venha comigo vamos entrar no shopping.
-- Sim está bem.
Entramos no Shopping e seguimos até uma loja de roupas femininas, deixei ela super entusiasmada e disse que queria ela bem sexy pra mim, mostrando todos os estilos de roupa que ela poderia escolher e disse que queria que ela experimentasse algumas.
-- Experimente essa aki... fico imaginando você assim, usando só isso. NOSSA deve ficar linda.
-- Claro... quer que eu use qual delas?
-- Quero que experimente todas, deixarei ao seu critério de escolha... “Me Surpreenda”.
-- Ta bom, espera aki enquanto eu experimento no trocador.
-- Sim claro, mas da vontade de entrar com você la dentro e ajudar você a vesti-la e te morder todinha!
-- Nossa, assim não vale, desse jeito não vou esperar chegar em casa viu?
-- Ta bom... vai lá. LINDA!!!
Enquanto Ayeska trocava a roupa e experimentava as peças, deixei uma quantia alta pra atendente que estava atendendo agente e que pudesse pagar todas as roupas que estavam no balcão e mais algumas que ela ainda quisesse levar, e disse que eu iria no banheiro e logo voltaria. Sai em direção ao estacionamento depois de um tempo eu ligo no celular “Dela” que eu deixei desligado, e falando deixei a seguinte mensagem gravada...
-- Estou indo embora por agora Ayeska, desculpe por não dizer meu nome, e desculpe por sair dessa forma,
Mas tenho que ir agora e como prometido, quero comer você todinha usando a roupa que você escolheu, todinha só pra mim... espere um contato meu. Até a próxima.


Continua.....

Ao meu Amor com muito tesão, Ayeska você é tudo Pra mim. Te vejo em breve meu amor. EU TE AMO.
Horse-Lover


 
Escrito por Horse_Lover

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