quinta-feira, 29 de outubro de 2009

FICA COMIGO


Sempre ouvi essa frase: NADA É IMPOSSÍVEL NESSE MUNDO!!!

E dizem que a força do pensamento atrai aquilo que você mais deseja e quer na sua vida!

Ele estava impecável em seu terno, bonito, másculo, tomando sua cervejinha gelada.

Eu fui até o garçon que sempre o atendia e entreguei-lhe um bilhete.

Dei-lhe uma gorjeta e fui para o Hotel onde estava hospedada.

No quarto, fui para o banheiro, enchi a banheira com sais perfumados e com uma taça de vinto tinto que deixei na beirada, entrei dentro dela.

Sabe...adoro água...ela é transparente, envolve meu corpo de maneira sensual, me acalma, me relaxa, me seduz....adoro sentir ela no meu corpo, me acariciando como um amante que conhece todos os segredos do meu corpo feminino de mulher.

Saí da banheira e me sequei numa enorme toalha felpuda.

Peguei meu óleo aromático que adoro sentir em minha pele, deixando-a suave, macia e cheirosa.Aguçando sentidos, dando tesão. Me deixando pecaminosamente lascívia.

Fui até minha bagagem e peguei o corpete preto todo trabalhado, deixando meu seios mais empinados, os bicos endurecendo contra a seda, a calcinha, a cinta-liga e as meias 7/8 envolvendo minhas pernas e coxas grossas e alvas.

Coloquei um quimono e fiquei ansiosa andando em círculos pelo quarto esperando ELE.

Coloquei uma música lenta e sensual e fiquei olhando a vista pela janela.

Anoitecia e o céu estava repleto de estrelas . Uma noite própria para uma loucura selvagem a dois.

No quarto apenas com um abajour aceso.

De repente, ouvi o barulho inconfundível da porta se abrindo devagarinho e logo em seguida sendo fechada.

- Recebi seu recado, é isso mesmo que você quer?

- Sim...quero você! – respondi de costas.

Continuei imóvel por alguns instantes, depois me voltei em sua direção.

"Nossa! Ele me tirou o fôlego! Alto, forte, seus cabelos pretos, como era lindo! "


Olhei-o com paixão e tesão acumulados, mordisquei meu lábio inferior, deixando-o escorregar entre os dentes, avermelhando-o, umedecendo-o.

- Estou aqui...prove o quanto me quer!

Me aproximei, na ponta dos pés mordisquei seu queixo, depois suas orelhas, minha respiração começando a se alterar e o senti estremecer.

Ele olhou-me nos olhos e enlaçando-me com força, sua boca desceu sobre a minha com voracidade, colou seus lábios aos meus, sugando-os com tesão e paixão.

Eu retribui o abraço, colando meu corpo no seu.

Senti suas mãos afastando o quimono que caiu suavemente no chão, seus dedos abaixaram as alças do corpete desnudando meu seios brancos e empinados, os bicos avermelhados. Tenho as aureolas e os bicos dos mamilos num tom rosa claro quando não excitados, mas quando excitados e durinhos ficam vermelhinhos da cor de cerejinhas. Foi tirando o que restava, cinta-liga, meias.

Enquanto me desnudava, seus lábios espalhavam beijos pelo meu rosto , depois pelo meu corpo.

Minhas pequenas mãos, tiravam o paletó, a gravata, a camisa, o cinto, ia desabotoando sua calça social de maneira afoita, meus dedinhos inquietos.

Eu suspirava e me roçava toda nele, retribuindo beijos e carícias.

Ele beijou-me os ombros, pescoço, deslizou seus lábios sobre a minha pele sedosa e macia, até o vale perfumado dos meus seios.

Suspirei mais alto.

Minha bucetinha escorrendo, intensamente lubrificada.

Sua mãos escorregaram pelas minhas coxas , até as nádegas roliças e firmes.

Sua boca, seus lábios, cobriram um dos meus seios, beijando-o, acariciando-o, sugando-o.

Meus braços enlaçaram seu pescoço, minha boca mordia seu ombro, o tesão se avolumando cada vez mais.

Sentia-me uma LOBA no cio. Querendo ser fudida com tara, com tesão.

Seus lábios deixaram meus seios, enquanto minhas mãos apertavam seus músculos, minhas unhas arranhavam suas costas como uma gata no cio e lasciva eu ronronava, gemia.


Por alguns instantes ELE levantou a cabeça e me fitou , uma expressão selvagem no rosto crispado pelo tesão, pelo desejo, pela saudade.

Ele com maestria, coordenou seus lábios e mãos, esmerando-se em carícias apaixonadas que me fizeram contorcer, arquear o corpo, tentando abraça-lo , arranha-lo, morde-lo, mais e mais.

Seus lábios quentes e famintos desceram até minha bucetinha escorrendo mel, enfiou sua língua dardejante nela, buscando meu ponto G.

Mordiscou e sugou o grelinho, já intumescido e sensível em sua boca.

Pegando-me pelas nádegas, levantou-me e levou-me em direção da cama, enquanto beijava meus lábios, fazendo-me sentir em seus lábios o gosto da minha bucetinha.

Na cama, ele continuou sua caricia íntima, agora em um 69, dedicando-se no grelinho intumescido, fazendo-me suspirar mais forte. Eu o chupava com tesão, fazendo-o delirar com as manobras inesperadas da minha língua e boca na sua glande.

Suas mãos buscaram minhas nádegas, apertando-as. Ele me segurava pela bunda enterrando sua língua com vontade em minha vulva, alisando sem parar meu clitóris.

Eu lambia e chupava seu pênis em mamadas alucinantes.

- Acho que sei o que você quer... – falou com a voz rouca, a respiração entrecortada.

- Você...quero você...quero ser fudida por você, quero ser arrebatada por você, quero ter um filho com voce... – respondi sem medir as conseqüências.

Sem Meio Termo.

Ele girou o corpo, ficando por cima de mim, depois abriu-me as coxas o máximo que pôde. Encostou seu pênis, a glande na minha bucetinha extremamente lubrificada de sua boca, língua e do meu tesão.

Eu delirei, contorcendo-me por baixo do seu corpo, querendo ser penetrada profundamente. Como se fossemos um só corpo.

Ele se enterrou em mim com uma estocada profunda, tirando-me o fôlego ao sentir seu pênis me preenchendo e estufando toda a minha vagininha.

Abraçando-me e apertando meu corpo contra o seu, comprimi minha vagina em seu pau com toda força. Fiquei contraindo, pulsando em volta dele.

- Vem! – supliquei gingando os quadris, movendo-os.

- Meu tesão...voce me arrebata assim com essa volúpia, esse CIO, essa tara...- grunhiu começando a entrar e sair de dentro de mim, com estocadas intercaladas , devagar e forte.

- Forte! Mais forte!....Com força! Mais!...– eu gemia arranhando suas costas, mordendo seu ombro.

Eu estava com fome de sexo e com fome DELE.

Rebolei, suspirei, chorei, gritei, uivei de prazer.

- Ah Amor Meu, assim...mais...Quero mais! Quero Tudo!

- Minha Fêmea no Cio...isso...assim...diga..diga que é Minha...diga!

- Sou sua...sua sempre...sua Fêmea de cabelos vermelhos, sua Mulher...

Ele se esmerava em seus golpes, suas estocadas, enquanto eu me contorcia e o acompanhava. Ele me segurava na cama, mantendo-me firme e golpeando sem cessar, não permitindo que seu pau escapasse da minha buceta nem que nossos corpos perdessem o ritmo frenético. Seus dentes arranhavam meu pescoço, depois descia até meus ombros e mordiscava marcando-me como sua.

Eu gozei continuamente, estava quase desfalecendo de prazer, mas pedia mais e mais.

Nossos corpos frenéticos, desenfreados, alucinantes.

Quando ele gozou dentro de mim, minha vagina apertava seu pênis, eu o sentia pulsar dentro de mim, liberando seus jatos de esperma quente.

Gemendo ele me beijou com sofreguidão.

Meu coração dava pinotes dentro do meu peito, nossos corpos suados e quentes.

Ficamos imóveis e ofegantes durante algum tempo.

Ele se ergueu então, deixando seu pênis sair da minha vagina.

Tombando para o lado, com ele ainda em riste.

Meu corpo lascivo e suado se ergueu e montei nele sentindo seu pênis deslizar firme.

Segurando meus quadris e grunhindo como um ANIMAL, ele dava estocadas profundas, enquanto eu gingava, oscilava o tronco.

Seu pênis estocava fundo, enquanto eu o cavalgava, suas mãos apertavam meus seios, seus polegares dedilhavam os bicos.

- Que loucura! Mais forte, mais....me arrebata ....vamos...juntos...- eu movia os quadris, minhas coxas pressionando-o, fazendo-o ir mais fundo, rebolando, subindo e descendo.

Eu o galopava, uma Fêmea no Cio, arrebatada e apaixonada!

Ele correspondia, estocando com força.

Eu gozando mais e mais, com seu pênis enterrado dentro de mim, seu pênis inflando ainda mais e seu corpo másculo, forte se agitando em convulsão.

Ele gemeu alto junto comigo, enquanto apertava meu seios com possessividade .

E estremecendo e gozando sem parar ficamos unidos em um abraço frenetico.

Nossas bocas duelando, saboreando e um som gutural saiu da minha boca no final:

- FICA COMIGO....


" Aonde voce estiver, Meus Pensamentos estarão com Voce! Always..."


Escrito por Ayeska

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Paixão Selvagem X Sonho Bom


O lugar era o paraíso terrestre, as ninfas dos bosques se existissem ficariam apaixonadas pela beleza do local. E lá estava ele, completamente nu e tomando banho no riacho.

Meus olhos não se despregavam daquele homem alto, forte sem ser atlético, cabelos pretos, no auge de sua virilidade.

Meu sangue ferveu com aquela visão, minha vagininha umedeceu a calcinha e tive que esfregar uma coxa na outra. Meu seios se avolumaram, meus batimentos cardíacos aceleraram, os bicos dos meus seios fizeram uma pressão dolorosa na bata fina e transparente que ia até as minhas coxas.

De repente ele sentiu-se observado e olhou em minha direção.

Um espécime masculino com olhar predador.

Os pelinhos louros do meu braço se arrepiaram com o olhar penetrante.

Aquele olhar de macho que sabe o que quer: E ele me queria.

Ele estendeu sua mão e não foram necessárias palavras.

Me aproximei sentindo-me pequena com meu 1,65m diante daquele homem másculo.

Trajando apenas a bata fina , transparente e a calcinha fiquei diante dele, minha mão desapareceu na sua.

Com a outra ele colocou uma mecha do meu cabelo vermelho atrás da orelha.

Sua mão puxou-me em sua direção e sem uma palavra sua boca desceu sobre a minha.

Com um beijo voraz ele enfiou sua língua dentro da minha boca e senti como se o ar fosse puxado dos meus pulmões.

Apesar de pequena perto dele me esfreguei em seu corpo e minha mão procurou seu pênis duro.

Comecei alisa-lo pra cima e pra baixo, sentindo sua textura, sua rigidez.

Suas mãos agora me apertavam mais e mais de encontro ao seu corpo quente e molhado. Quente de tesão e molhado pelo banho do riacho.

Sua boca afastou-se da minha e senti seus dentes arranhando meu pescoço.

Minha bata agora úmida colava em meu corpo quente.

Com suavidade ele a tirou sem palavras, apenas fitando meus olhos.


Depois com ternura tirou minha calcinha, seu fundo úmido.

Ele a pegou e cheirou.

Logo em seguida puxou-me novamente para os seus braços, seus dentes cravando-se não muito forte em meus ombros.

O abraçei sentindo seu cheiro, sua pele.

Tudo nele me embriagava, me deixava tonta.

Sua boca traçava todo o meu corpo, ele me lambia, me sorvia.

Seus dedos esfregavam os bicos dos meus seios deixando-os sensíveis.

Eu gemia.

Ele agarrou minhas nádegas e me fez sentir seu pênis roçando minha vagininha.

“ Nossa fui a loucura,adoro sentir a glande roçando minha bucetinha, esfregando o grelinho.”

Me pegando no colo me levou até a margem do riacho e me deitou.

Seus olhos pareciam ter fogo neles e sua cabeça abaixou-se em direção da minha bucetinha.

Ele não falava absolutamente nada e a única coisa que se ouvia eram os meus gemidos de fêmea excitada.

O toque da mão dele,roçando minha vagininha, era possessivo e provocador.

Ele subiu seu corpo em minha direção e sua boca lambeu os biquinhos duros e vermelhinhos, depois lambeu ao redor deles.

Beijou meu pescoço, enquanto sua mão entre minhas coxas avançava um pouco mais.

Um dos seus dedos penetrou minha vagininha umedecida e lubrificada, provocando-me.

- Ohhh....que tesão...- gemi movendo meus quadris para que a mão dele roçasse minha vulva com mais força.

A ponta do seu dedo tocou meu clitóris ereto, estremecendo, apertei-me mais e mais nele.

Ergui a cabeça oferecendo meus lábios, meu rosto vermelho como se estivesse febril.

Ele roçou meus lábios com sua língua e prendi-a entre os dentes, depois suguei sensualmente.

Ele deitou-se sobre mim, beijando-me demoradamente, apertando-me em seus braços fortes, fazendo-me sentir feminina e pequena em seus braços.

Uma fêmea no cio.

Lasciva.

Seu pênis encaixou entre minhas coxas brancas e grossas e ficou provocando-me com movimentos sutis de quadris sentindo minha vagina melada de tesão.

Lentamente, seus lábios iniciaram uma caminhada sobre meu corpo inquieto.

Descendo do pescoço até os seios, onde ali se deteu por alguns instantes para lambe-los, mordisca-los, suga-los.

Eu gemia como uma gata no cio, lançando minhas mãos sobre o corpo dele, apertando os músculos sólidos e bem definidos.

A boca ardente dele desceu pelo meu ventre , sugando e mordiscando.

Eu arfei deliciada, contorcendo-me, quando seu hálito ardente passou por sobre minha vagina.

Ele mordiscou a parte interna das minhas coxas, antes de subir lentamente, até que o calor de sua respiração me provocava arrepios.

- Ohhh que delicia...ohhh mais .... - gemendo abri ainda mais as pernas, flexionando os joelhos e erguendo os quadris, para que sua língua tivesse ampla liberdade de movimentos na minha vagina.

As mãos dele subiram pelo meu corpo, massageando meus seios e beliscando os mamilos endurecidos.

Senti sua respiração na minha vagina até que ele esticou a ponta da língua e provou meu sabor.

Gemi alto e lançei meu quadril de encontro à ele.

Sua língua estendeu-se novamente tocando meu clitóris, rodeando-o,apertando-o, brincando com ele. Depois decidido e provocando, deslizou por entre os lábios da minha vulva, percorrendo-a para baixo, para cima, buscando o orificio da entrada da minha vagina estreita.

Eu vibrava, gozando, maravilhada com aquele homem meio instintivo, meio racional.

Nada falava, só fazia.

Meus joelhos tremiam , meu ventre ardia em fogo.

- Enfia...enfia..-supliquei quase sem fôlego.

Ele atendeu,enfiando sua lingua na minha vagininha que se comprimiu ao redor dela. Apertei sua cabeça entre minhas coxas, estremecendo-me toda.

- Assim..sim..delicioso..mais.. com força...- gemi alucinada.

Ele insistiu na caricia, fudendo com a lingua a minha vaginia apertada, enquanto eu gozava sucessivamente.

Gemendo baixinho, sentindo incapaz de conter a paixão selvagem que misturava à dele, eu o agarrei e o apertei contra mim, sentindo sua pele contra a minha, sua boca, nossos sexos se tocando, roçando-se fortemente.

Ele me beijou longamente, sugando e mordiscando meus lábios, enroscando sua língua na minha.

Depois sua boca inquieta desceu para os meus seios, sugando-os,mordiscando-os, lambuzando-os com sua saliva e paixão.

Eu tremia, suava, apertando-o contra mim.

Seus lábios deslizaram movendo-se de um seio para o outro.

O cheiro de xoxota orvalhada impregnava o ar.

Como que atraído pelo cheiro , ele desceu sua boca indo se concentrar ali.

Um arrepio fez com que eu arqueasse o corpo.

Novamente sua língua ávida e experiente penetrou profundamente na minha vagina.

- Ohhh...enfia...estou adorando seu tesão...quero gozar mais e mais...forte...deixe-me te-lo dentro de mim...-gemi

Ele então deitou-se de costas, ereto imponente, seu penis se exibiu aos meus olhos extasiados, suspirei de tesão.

Ajoelhei-me ao lado dele, segurei-o entre minhas mãos pequenas e macias e masturbei-o lentamente. Ele suspirava e se contorcia.

Lentamente inclinei a cabeça e meus lábios roçaram a glande avermelhada, lambendo-a em seguida com a língua úmida. Deixei então que escorregasse para dentro de minha boca,sugando-o com força.

Então ele me puxou novamente para cima de si, sua cabeça ficando entre minhas coxas.

Enquanto eu o chupava, saboreando seu penis como um néctar dos Deuses, ele voltou a penetrar sua língua em minha vagina, subindo e descendo, girando sobre o clitóris e levando-me ao delirio.

Com um grunhido. o único som saido da sua garganta, ele interrompeu aquele 69 para deitar-me e abraçar-me com força.

Nossas línguas se tocaram, trocando salivas.

- Foda-me...por favor...quero voce dentro de mim...com força...mais e mais...enfia por favor..Fica.. Comigo...- gemi abrindo as pernas, ansiosa para senti-lo profundamente dentro do meu corpo.

Ele deitou-se de costas e me trouxe para cima dele, me ajoelhei sobre ele e acomodei sua glande enorme à entrada da minha grutinha.

Depois lentamente, enquanto ele apertava meu seios, deixei aquela carne rija e quente deslizar para dentro de mim, enterrando-se até os testículos, inundando-me com uma sensação de calor e prazer. Rebolei os quadris, girando-os, fazendo ele somente gemer. Provocantemente iniciei movimentos de vai vem, subindo e descendo o corpo, enterrando e desenterrando aquele pênis de minhas entranhas. O prazer crescendo, selvagem, agigantando-se. Gemendo e suspirando,fazendo pressão no seu pênis, inclinei-me em sua direção, mordisquei seu pescoço, minhas unhas arranhando seu peito com selvageria, enquanto eu acelerava os movimentos, contraindo minha vagina com espasmos de prazer.

Sem falar nada ele agarrou minha cintura e coordenou seus movimentos aos meus, golpeando com força, profunda e potentemente.

O orgasmo foi intenso, selvagem, arrebatador. Tombei sobre ele, beijando e sugando seu lábios, enquanto ainda movia os quadris, fazendo seu pênis deslizar por entre minhas carnes, agora duplamente lubrificadas.

Ele beijou-me longa e ardentemente e a única palavra que ouvi foi.

- Meu sonho bom...


Dedico esse conto a uma pessoa Muito Especial e que me Arrebata!

Seu nome: Rafael...fica comigo!


Escrito por Ayeska

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Assuntos Inacabados : Jogo das Intenções



Conto feito e dedicado a uma PESSOA ESPECIAL, seu nome é Ayeska, meu Amor. Minha Vida. Meu Tudo. Não parei de pensar em você nem um minuto, mesmo longe, meus pensamentos estão com você sempre. I Love You so much!!
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Estava eu no meu escritório sozinho pensando e formulando uma maneira de reencontrá-la novamente, pena que no ultimo encontro eu não tive muito tempo e acredito que poderíamos ter tido bons momentos juntos e quem sabe nos conhecido melhor. Pelo menos eu tive a certeza que era ela, os cabelos, seu olhar, tudo era como eu descrevi nos meus sonhos... aquela fotografia perdida na calçada depois da festa, era pra ser uma simples fotografia tirada ocasionalmente, mas o destino quis que ela passasse ali no momento certo, na hora certa do flash, como a luz do destino que une dois caminhos. Eu estava excitado, sentindo ainda na boca, o sabor de sua vagina e o cheiro de seu perfume, no Notebook a foto dela estampada na tela, de perfil, apressada talvez correndo pro seu próximo paradeiro incerto.
Torcia muito pra ela não ter desconfiado da minha atitude e nem da maneira que eu falei, e o recadinho secreto que eu deixei no site sem pretensões valeu a pena, ela não desconfiou de nada, eu esperava que ela o lesse e descobrisse o segredo e assim me encontraria por conta própria mas, por esse lado não seria bom já que o jogo acabaria rápido e não teria graça. Já fazem 15 dias que eu estou à sua procura, cada passo, cada encontro inusitado, cada movimento, ela tinha varias amigas e isso facilitou, eu tenho observado ela de longe discretamente e sem levantar suspeitas me aproximei bem devagar, cauteloso, sem pressa aguardando o momento certo a hora certa. Eu tinha que ter certeza que eu teria ela pra mim, mesmo que isso demorasse um pouco mais eu não desistiria até tê-la em meus braços, hoje ela saiu bem cedo de vestido bem sensual e elegante, talvez algum compromisso importante e pelo visto o dia será chuvoso, qndo ela pegou o taxi na portaria do prédio era por volta das 14:00 e se dirigiu ao centro, fui seguindo de longe com meu carro virando logo atrás rua por rua, esquina por esquina ate que ela pediu pra parar o carro em frente a um prédio publico, descendo apressada já que começava a chover.
Desci do carro e entrei logo em seguida seguindo de longe os seus passos, no saguão do prédio ela parou pra pedir talvez informações, fiquei ali parado entre meio as pessoas que passavam e fui até o balcão e pedi uma caneta e um pedaço de papel e comecei a escrever um recado cheio de intenções e mistérios... – Ola Ayeska, esse é apenas um recadinho de uma Amizade Especial, pra alguém especial e quero te encontrar num lugar “Só seu que compartilha” com quem mais gosta, estarei te esperando lá, tão perto como um clique, Ass.: alguém. – depois de escrever bem rápido, esperei pelo momento certo e quando ela começou a andar em direção à sala de atendimento ao publico fiquei ansioso e escolhendo o momento certo de me aproximar dela discretamente, e quando ela parou de frente a um auxiliar da defensoria publica aproveitei o grande volume de pessoas passando e me aproximei dela como se não fosse ninguém, parei de costas pra ela e por um instante ouvi sua voz, e sutilmente deixei o pedacinho de papel cair dentro de sua bolsa, me virei só um pouquinho e senti o cheiro de seus cabelos mas percebi que ela iria se virar, sentindo minha presença, então, sai sorrateiramente ficando do lado de um senhor de idade que passava fazendo de seu lado oposto meu esconderijo, seguindo ao seu lado me afastando dela, sorte que muitas pessoas tbm passaram na mesma hora me encobrindo, ela então se virou e ficou olhando, gesticulando pra pessoa do lado se talvez ele tinha visto algo... Nossa! passou bem perto essa.
Depois disso eu fiquei observando ela de longe, e vez ou outra, ela olhava pra trás, como se procurasse algo, ou alguém, realmente ela tinha sentido minha presença, ou pelo menos pensava ter tido. Fiquei mais cauteloso e quando percebi que ela iria embora, sai primeiro e fiquei esperando ela do lado de fora, coloquei meu óculos escuro e vesti meu paletó preto passando um cachecol branco no pescoço, e tirei meu guarda chuvas e esperei ela pedir um taxi, estava chovendo, ela esboçou entrar na chuva e correr até o carro, mas eu me ofereci pra levá-la ate lá... – Senhorita, eu posso? – abrindo um sorriso e oferecendo caminho seguro na chuva, ELA aceitou com um sorriso e seguimos juntos até o carro, ela entrou e me despedi desejando uma boa viagem, eu queria protegê-la, mesmo distante eu queria cuidar dela, eu torci pra ela não me reconhecer, mas eu tinha tomado cuidado de não ter mostrado meu rosto naquela festa, naquela varanda a noite onde ficamos no escuro nos tocando e curtindo alguns momentos de prazer, mas nada mais, não ouve um contato visual concreto, eu estava seguro disso, mas eu estava nervoso temendo que ela me reconhecesse.
Depois que ela se foi, fiquei ali, na chuva com o guarda-chuva abaixado me molhando todo, não me importava, só mesmo a imagem de sua face meiga na lembrança me fez muito feliz naquele momento, sua imagem me confortava e me aquecia o peito, e agora era só aguardar ela encontrar o pedaço de papel na bolsa e vasculhar o site, onde eu tinha deixado em inglês o seguinte recadinho... – Como o Pôr do Sol se despede do dia esperando encontrar a Lua e ver sua face pelo menos durante um segundo e querer alcançar sua face, seu sorriso, mas esse momento nunca chega: Chopperia Lual mesa 2, 18:15. – eu tinha esperanças de vê-la novamente, mas agora por decisão dela, então durante os dias seguintes eu fiquei esperando ela, ali sentado naquela cadeira, naquele endereço dia após dia, sempre ficando até as 18:30, mas nada, uma semana se passou e logo a segunda também mas me restava ainda um pouquinho de esperança de revela, então numa sexta-feira era mais ou menos 18:20 quando um garçom me entregou um pedaço de papel me dizendo que uma mulher pediu pra me entregar e logo depois foi embora, ao ver do que se tratava vi que era o mesmo pedaço de papel que eu tinha escrito e deixado dentro de sua bolsa, e no verso estava escrito, – Se for você mesa 69, 18:20, amanhã. – puxa vida, ela havia me encontrado, mas por que ela não chegou a mim? se ela tinha me visto, será que ela gostou das minhas Intenções? Ou queria ver apenas até onde o jogo iria... nossa! eu estava muito excitado. Chamei o garçom novamente, combinei algo especial com ele caso ela chegasse a se sentar na minha mesa no dia seguinte, e deixei uma ótima gorjeta ele aceitou o trato.
No dia seguinte por volta das 18:00, eu cheguei e entreguei algo pro garçom com um bilhete escrito, e disse...
– Caso ela apareça, entregue isso pra ela quando ela sentar-se a mesa ok? E seja bem discreto.
– Sim senhor, mais alguma coisa?
– Eu também quero que logo depois coloque esta musica pra rodar, som ambiente bem suave – entregando pra ele o CD e uma gorjeta agradável.
– Sim senhor, pode deixar.
Eu estava de óculos escuros vestindo uma camisa branca e uma gravata azul, paletó preto estendido por sobre a cadeira, calças e sapatos pretos impecáveis, meu estilo sofisticado e meu semblante confiante apenas deixava no ar as minhas intenções de causar uma boa impressão, sou perfeccionista e NÃO gosto de perder ou cometer erros, tudo tem que ser estudado e arquitetado como num jogo de apostas altas, no jogo do Amor, eu aposto todas as fichas por aquela que eu acho ser uma pessoa especial, e Ayeska era essa pessoa, uma caçadora seletiva, sagaz e invulnerável, desejada por todos mas ao mesmo tempo impossível de se ter.
Por volta de 18:20 eu olhei o relógio e dei uma espiadela ao redor e nada, pensei comigo... – Será que ela vem realmente? – continuei na espera, e ali do lado olhei uma mulher se aproximando e comecei a observá-la torcendo pra que fosse ela, mas era magra e de cabelos curtos longe de ser ela, todas as mulheres que passavam me chamavam a atenção, desejando que fosse ela chegando a qualquer momento mas nada, eu estava impaciente e resolvi então ir embora ela não viria ou estava apenas me testando, e quando eu esbocei me levantar desviando o meu olhar, uma mulher se aproximou. Olhei pra ela e vi uma mulher linda, vestida com um belo top preto bem decotado valorizando os seios fartos e suas costas descobertas, saia preta bem justa na altura dos joelhos que valorizavam ainda mais seu quadril e destacavam suas lindas pernas e suas curvas insinuantes, ela estava com os seus longos cabelos soltos deitados sobre os ombros e óculos escuros bem discretos, sua elegância me surpreendeu, ela estava linda, imponente e provocante.
-- Posso me sentar?
-- Sim. Claro! – respondendo sua pergunta bem calmo abrindo um sorriso, observando ela se sentando e fixando seu olhar em mim, me estudando e com certeza ela esperava que eu dissesse algo, mas fiquei calado observando sua beleza. O garçom vendo ela sentada se aproximou por trás bem discretamente e interrompeu...
-- Senhorita!
-- Sim?
-- Ele pediu pra que lhe entregasse isso. – entregando duas ramas de rosas brancas enlaçadas com um bilhete amarrado com a seguinte frase escrita...
“Se você abriu esse bilhete é por que esta curiosa sobre mim, quero ver o seu lindo sorriso afinal... um gesto vale mais do que mil palavras.”
Ela então tirou os óculos e me olhou diretamente, pegou as rosas e acariciou seu pescoço com suas pétalas e sentindo o fragrância das rosas sorriu com um olhar sedento, percebi que ela esfregava suas pernas uma na outra sutilmente, provavelmente sentindo sua vulva ficando molhada, eu tinha certeza que eu mexia com suas fantasias, mas o que ela ainda não sabia é que ELA mexia ainda mais com as minhas, ela sempre foi a minha inspiração.
-- Quem é você?
-- Você esta linda!! – abrindo um sorriso.
-- Não respondeu minha pergunta. – falando de forma sucinta e direta.
-- Um admirador.
-- Por que esta fazendo isso comigo?
-- A sim, aquela ocasião na festa na casa da Luciana, e depois os telefonemas? Ora, eu queria te deixar confusa, fazer você ficar fragilizada e descobrir seus pontos fracos.
-- Você só pode estar brincando.
-- Não! Não estou, e me desculpe por tudo aquilo. Não era minha intenção te deixar assim.
-- Não vai me dizer seu nome?
-- Não agora... queria te ver, queria que você olhasse pra mim sem obstáculos, sentir você ficar lasciva na minha presença, deixando cair suas muralhas sendo tomada por pensamentos devassos.
-- Por que fala assim tão confiante, como se eu fosse ficar dessa forma?
-- Por que eu sei ler seus movimentos, sua linguagem corporal, seu olhar, sua respiração... não preciso de palavras pra entender o que uma fêmea quer de mim.
Ela por um instante ficou calada, enigmática, talvez se perguntando como eu poderia falar dessa forma e ao mesmo tempo insinuar coisas que ela realmente poderia estar sentindo e imaginando.
-- Bem, digamos que você esteja errado, o que quer de mim?
-- Eu? Não percebeu?
-- Não... e por favor responda.
-- Eu quero VOCÊ Ayeska. Sempre quis ter você. E você sabe que estou certo, só não quer admitir.
-- Como assim?
-- Não como os outros, quero você de uma forma especial, plena, completa, quero a verdadeira mulher por trás dessa muralha que você construiu.
-- Aquela história de romance, mistério e magia? O você quis dizer com aquelas palavras.
-- Simples, é tudo que eu tenho pra te oferecer, se você deixar é claro. – ela abriu um sorriso acanhado, e o seu olhar me devorava cada pedacinho do meu corpo e isso me excitava cada vez mais, eu desejava sentir seu corpo quente, o sabor de sua vagininha meladinha na minha boca e logo depois penetrá-la forte e fazê-la minha mulher, mas ainda não estava na hora, ainda me faltava quebrar algumas de suas defesas antes de fazer isso, e eu tinha certeza que não iria demorar muito, eu queria deixá-la “Louca” de tanto tesão e desejos.
Ficamos trocando olhares por um breve instante, e de repente a música que eu pedi pro garçom tocar no ambiente começou a ecoar no recinto aberto.
-- Humm, que musica linda, adoro escutar essa música, me trás recordações.
-- Eu sei, foi escolhida por mim, e sabia que você gostava muito dela, o nome dessa música é Everything, e representa realmente o que você é pra mim... meu TUDO.
-- Como você sabia, eu não entendo como pode saber tanto assim de mim, isso me confunde.
-- Pois não deveria, você vai entender aos poucos quais são as minhas intenções.
-- Então me fale, o que você pretende?
-- Quero te ensinar um novo jeito de Amar alguém, seja na cama, ou no sentido conjugal, você escolhe.
-- Sério? Então o que poderia me ensinar na cama? E se eu souber mais coisas que você?
-- Não sabe! Garanto que você não sabe nada, o posso te ensinar tudo, como ter orgasmos múltiplos e contínuos... irrefreáveis e avassaladores.
-- Isso é patético! Você é muito prepotente sabia?
-- Sabe, você se pergunta como posso ser assim, e fica imaginando se tudo o que eu falo é verdade, não é mesmo? Só que tem um porem, eu posso provar, quer vir comigo?
-- Onde? Diga-me onde você quer me levar?
-- Calma, uma pergunta de cada vez, e vamos no meu carro, quero te levar pra um lugar especial.
-- Esta certo, vamos ver até onde você vai com essa historia.
-- Me diz que você também não está curiosa? – ela olhou pra mim com um olhar cheio de curiosidade e ela ficava desviando seu olhar evitando olhar diretamente nos meus olhos, tentando encobrir pelo menos um pouco o seu interesse e sua atração por mim.
-- Você é mesmo muito convencido sabia?
Eu abri um sorriso e me levantei, pegando meu paletó e deixando uma gorjeta pro garçom a ajudei a se levantar, eu segurei sua mão e a conduzi até meu carro estacionado a alguns metros dali perto da calçada.
-- Pronto é aquele ali.
-- Qual? O civic branco?
-- Não, o C4 Pallas preto logo atrás.
-- Nossa! alem de gostoso ainda anda de carrão, você está me deixando curiosa sabia.
-- Espere até ver o que vou fazer com você! – nesse momento eu a puxo de lado de encontro ao meu corpo e a pressiono de contra as portas do carro tirando meus óculos e aproximando meu rosto junto ao dela, fixando meu olhar bem fundo em seus olhos, e num movimento ávido envolvo seus lábios num beijo molhado sugando literalmente seu fôlego e sua respiração fazendo ela envolver seus braços em meu pescoço e em resposta ela mordia meus lábios com força me fazendo subir um tesão enorme pelo corpo. Rapidamente sentindo aquele calor todo eu seguro suas cochas grossas e volumosas apertando forte e subindo e pressionando até sua bundinha voluptuosa e macia, apertando com as mãos e sentindo o cheiro de seu pescoço e arranhando com meus dentes seu pescoço perto da sua orelha sussurrando palavras obscenas mas com muito tesão.
Ela soltou alguns gemidos espremidos e grunhiu baixinho...
-- Ahhhh... você está me deixando LOUCA!!!
-- Era essa a minha INTENÇÂO desde o inicio.
-- Você não existe sabia... até parece personagem de romance fictício.
-- Então deixe-me apimentar suas fantasias, venha entre, aqui não é um lugar apropriado para essas cenas fortes, alguém pode nos interpretar mal.
Quando entramos no carro, pensei em levá-la pra algum lugar afastado e mostrar pra ela como se da um trato completo em uma mulher, eu pretendia deixá-la toda molinha de tesão depois de uma transa cheia de loucuras e fetiches, mas eu queria prolongar sua curiosidade em torno de mim, então resolvi testar sua capacidade e se envolver e deixar ser envolvida, seguimos para um chopping Center, um lugar bem agitado e cheio de pessoas e é claro um enorme estacionamento. Quando chegamos no Shopping entramos no estacionamento, parei o carro em uma das vagas e subi os vidros das portas e abri o teto solar. Olhei pra ela fixando meu olhar em seus olhos e sutilmente segurei seu queixinho e beijei sua boquinha linda.
Ela sentindo o teor do nosso envolvimento se deixou levar pelo tesão e correu suas mãos por sobre meu corpo até chegar na minha cintura abriu o fecho do meu cinto e massageou meu pênis rijo agredido dentro da calça tentando libertá-lo, mas pela posição à medida que eu me deitava por cima dela dificultava muito, abaixei o recosto do banco do carro e segurei suas mãos e logo ela me abraçou sentindo o volume do meu corpo por sobre o dela, suas pernas volumosas e quentes se esfregavam em mim loucamente e suas mãos tentavam arrancar minhas roupas até quase rasgá-las, comecei a sugar-lhe os seios depois de libertá-los de seu Top apertadinho e arrancar com os dentes o fecho de seu soutien. Ela começava a ficar louca de desejos nos meus braços, ela estava quase ficando da forma que eu queria, ela estava quase no ponto certo, mas ainda faltava mais um toque especial, ainda faltava uma marquinha pessoal que iria deixar ela maluquinha ao ponto de implorar pelo meu corpo, de implorar pra ser penetrada plenamente pelo seu amante.
Depois de mais alguns amassos descobri que ela não estava usando calcinha e por sobre ela corri minhas mãos até sua vulva e com os dedos vasculhei cada dobrinha de sua xaninha até sentir sua vagina molhada e seus lábios vaginais dilatados e lascivos depois de ter deixado sua saia justinha tão esgarçada na altura de sua cintura, ela estava ofegante ao ponto de quase suplicar pra ser penetrada, quando eu subitamente me ajoelho no açoalho de frente do banco onde ela estava ficando entre suas pernas, eu desci bem devagar minha lingüinha percorrendo de seu seios até seu umbiguinho, mordendo suavemente sua barriguinha até abocanhar sua bucetinha já bastante castigada pelos meus dedos, e com o toque dos meus lábios e a minha lingüinha adentrando suavemente sua grutinha, ela se contorceu todinha no banco e gozou freneticamente na minha boca, ela estava trêmula, parecia que estava segurando este orgasmo a horas, ela grunhia e gemia enquanto seu corpo dava espasmos repentinos ao sabor de minhas chupadas, eu ia a loucura escutando ela cerrando os dentes e falando coisas obscenas e segurando meus cabelos apertando minha cabeça de contra sua bucetinha e suas pernas cruzadas por sobre minhas costas me forçavam contra o seu corpo.
-- Arghhhhhhh, como pode fazer isso comigo!! Acaba comigo.... ahhhhhhhh... não para, suga gostoso, chupa ela todinha.... NÃO PARA...
-- Eu quero você todinha... você é minha... fala que você é minha... FALAAAA!!!
-- Eu sou SUA!!!!!!... Acaba comigo...VAI ME DEVORA... asim EU SOU SUAAAAAAAAA.... ahhhhhhh
-- Grita, sua DEVASSA... GRITA MAIS ALTO... e Goza na minha boca... quero sentir você GOZANDO!!!
-- Arghhhhhh.... estou quase GOZANDO DE NOVO... mais FORTE... MAIS FORTE... ahhhhh, NÃO PARA... NÃO PARAAAAAA!!!!
Ayeska se contorcia no banco do carro, e consegui sentir ela tendo orgasmos sucessivos inundando minha boca com seu gozo desenfreado, nunca havia sentido uma fêmea tão entregue desta forma e eu nem havia lhe penetrado ainda, eu estava sentindo um tesão indescritível e estava LOUCO pra possuir seu corpo e invadir sua bucetinha quente, mas eu pensei em manter o fetiche, e deixar ela ainda mais LOUCA por mim.
Depois de gozar como nunca ela ficou ali totalmente languida e mole estirada no banco do carro, eu lhe dei um beijo e lhe disse...
-- Agora eu quero comer você todinha, sentir você envolver com sua vagininha o meu Pênis que está duro de tanto tesão...
-- Nossa! que delicia, estava doida de vontade de gozar assim, estou molinha de tanto gozar, QUERO VOCE DENTRO DE MIM.. EU TE QUERO AQUI MESMO...AGORA, EU TE SUPLICO...VEM!!!
-- Mas não será aqui neste estacionamento calma, será na sua casa, mas antes quero que você venha comigo, quero comprar pra você uma roupa que quero que use, venha comigo vamos entrar no shopping.
-- Sim está bem.
Entramos no Shopping e seguimos até uma loja de roupas femininas, deixei ela super entusiasmada e disse que queria ela bem sexy pra mim, mostrando todos os estilos de roupa que ela poderia escolher e disse que queria que ela experimentasse algumas.
-- Experimente essa aki... fico imaginando você assim, usando só isso. NOSSA deve ficar linda.
-- Claro... quer que eu use qual delas?
-- Quero que experimente todas, deixarei ao seu critério de escolha... “Me Surpreenda”.
-- Ta bom, espera aki enquanto eu experimento no trocador.
-- Sim claro, mas da vontade de entrar com você la dentro e ajudar você a vesti-la e te morder todinha!
-- Nossa, assim não vale, desse jeito não vou esperar chegar em casa viu?
-- Ta bom... vai lá. LINDA!!!
Enquanto Ayeska trocava a roupa e experimentava as peças, deixei uma quantia alta pra atendente que estava atendendo agente e que pudesse pagar todas as roupas que estavam no balcão e mais algumas que ela ainda quisesse levar, e disse que eu iria no banheiro e logo voltaria. Sai em direção ao estacionamento depois de um tempo eu ligo no celular “Dela” que eu deixei desligado, e falando deixei a seguinte mensagem gravada...
-- Estou indo embora por agora Ayeska, desculpe por não dizer meu nome, e desculpe por sair dessa forma,
Mas tenho que ir agora e como prometido, quero comer você todinha usando a roupa que você escolheu, todinha só pra mim... espere um contato meu. Até a próxima.


Continua.....

Ao meu Amor com muito tesão, Ayeska você é tudo Pra mim. Te vejo em breve meu amor. EU TE AMO.
Horse-Lover


 
Escrito por Horse_Lover

Telefonema inusitado - Assunto Inacabado


Uma semana após a festa na casa da Luciana e meus hormônios continuavam em ebulição.

Não conseguia me esquecer daquela voz, das mãos, do cheiro, do tesão que aquele desconhecido havia me provocado.

Enquanto passava um óleo exótico hidratante do Boticário em meu corpo, meus pensamentos voltavam aquela noite.

Sai do banheiro e fui em direção do meu quarto.

Já era tarde e no dia seguinte teria que me levantar cedo para o trabalho.

Apesar de estarmos na Primavera, o calor era intenso.

Liguei o ventilador do teto e deitei-me apenas com uma fina camiseta e calcinha.

Na escuridão do quarto, apenas a claridade da Lua contra o céu repleto de estrelas, através da janela aberta, eu pensava.

O barulho estridente do telefone, pos fim as minhas lembranças daquela festa.

- Alô

- Ayeska! – murmurou a voz que até então assombrava meus pensamentos.

- Você! Como me descobriu?

- Não foi difícil, uma pergunta ali, outra aqui...

- O que quer? Droga, quem é você?

Ouvi seu riso do outro lado da linha.

- Do que está rindo?

- Eu a perturbo, não?

Fiquei muda, enquanto apertava o telefone, minha xoxota úmida ao ouvir aquela voz.

“ Droga de hormônios” - pensei

- Ayeska...o que estava fazendo?

- Estava dormindo.

- Dormindo? Que delicioso...hum o que está vestindo? – perguntou-me, sua voz demonstrando sua excitação.

Sua excitação me contagiou , e senti minha xoxota piscar.

Larguei-me languidamente na cama.

- Nada de mais, apenas uma camiseta e uma calcinha...

- Que cor é a calcinha?

- Branca.

- O branco não lhe fica bem. Preto é o mais adequado na sua pele branquinha, macia e cheirosa...Estava sonhando?

- Talvez...

- Hum com quem? Tenho certeza que sonhava comigo!

- Convencido.

- Diga que é mentira, então.

- É mentira.

- Mentirosa! Sua voz a trai. Você não consegue me enganar....o que estava sonhando? Eu a comia?

- rsrs ...Não eu o comia...

Ele riu, um sorriso excitado, contagiante, gostoso.

- E como você me comia?

- Eu o chupei...até não restar uma gota sequer...

- Puxa! Senti um arrepio só de imaginar...

- Hum... se é assim, por que não vem até aqui e acabamos de uma vez com isso?

Ouvi um suspiro profundo.

- Infelizmente não posso.

- Por que não?

- Não quero parecer fácil... –zombou ele me deixando p... da vida.

- Seu tolo...bobo...pretencioso..

- Que mais...

- Hum gostoso também...sabe você tem uma boca mágica! E uma língua que me deixou louca.

- rsrs... Você não viu nada, ainda, querida. Tenho outros atributos especiais.

- Hum... continua se julgando especial?

- Sou especial. Sou tão especial que você já me quer...me deseja...sonha comigo e aposto como se masturbou todos esses dias, pensando em mim.

- Sem comentários...não responderei a isso.

- E nem precisa, eu sei que sim...deve ter sido uma siririca e tanto...Me conte como você fez? Esfregou essa xoxota deliciosa? Enfiou o dedo? Me conta como gosta e o que te dá tesão...

- Eu já disse que não vou responder.

- Não importa, eu sei como você gosta.

- Não vai me dizer seu nome?

- Não, prefiro assim. Sei o seu e já me basta. Tem alguma coisa para fazer nesse minuto?

- Não , nada especial, apenas dormir.

- Não quer fazer sexo comigo?

- Sabe que sim...

- Então tire a camiseta...estou me despindo também. Acabo de tirar minha cueca boxer e estou de pau duro. Meu cacete é longo e grosso. Tenho certeza que você vai gostar dele.

Estou descobrindo ele. A cabeça está vermelha...lateja um pouco... é tesão sabia?..Vou me masturbar...imaginar que suas mãos o seguram...que o movem suavemente, pra cima e pra baixo...

A imagem começou a aparecer em minha mente, voando solta. Totalmente nua, com o corpo roçando no lençol da cama. a excitação crescia mais e mais.

Meus seios encheram-se de tesão, os bicos tesos, vermelhinhos, a bucetinha melada.

- Que você quer que eu faça, Ayeska? – perguntou ele com a voz rouca. - Vou morder seus biquinhos...bem devagarinho...como se fossem duas cerejinhas vermelhinhas...tenras...sensíveis...Minhas mãos vão descer pelo seu corpo...

Hum Ayeska sinto seu cheiro...seu perfume... sua xoxota...hum está molhada...tão molhada...toco-a...voce estremece...enfio um dedo...voce quer mais...ponho dois dedos...acaricio-a por dentro...voce suspira...

- Por favor...espere... – pedi com um tesão enorme. Parecia real demais.

- Não...deixe-me acaricia-la...beija-la...

- Não...murmurei – Se quer fazer isso, será aqui, ao vivo. – e num esforço difícil , desliguei o telefone. Meu corpo pegando fogo de tão quente, a buceta melada e as coxas se esfregando uma contra a outra.

Mal consegui respirar fundo e o telefone tocava novamente.

Por um minuto , pensei em não atender.

- Porra, Ayeska! Me cortou o tesão...mas você tem razão...vou come-la, vou fude-la pessoalmente...

- Quando?

- Não hoje...

- Quando então?

- Quando você menos esperar...- e desligou o telefone.

Fiquei tensa, segurando o fone. Meu corpo tremia de tesão não satisfeito.

Deslizei o fone, pelo meu pescoço, sobre os seios, até o ventre.

Depois introduziu-o entre minhas coxas quentes.

O plástico polido ficou esfregando-se a minha vulva lubrificada, roçando o clitóris, provocando-me.

- Safado, sacana...me deixando assim... – murmurei enquanto esfregava com a mais força, freneticamente.

O tesão era tanto que meu orgasmo explodiu rapidamente em meu corpo, deixando-me sem fôlego, aliviada, mas não satisfeita.


Horse_Lover, you're my inspiration...


Escrito por Ayeska

sábado, 17 de outubro de 2009

Encontro Inusitado - Assunto Inacabado


O apartamento da Luciana estava lotado, pessoas entravam e saiam.

Homens e mulheres discretos, esportivos, meio desligados, atentos, sensuais de todos os tipos circulavam. Eu não estava legal , uma melancolia dentro do meu coração.

Alguns homens se aproximavam tentando uma conversa e algo mais. Mas minha noite era melancólica. Usava um vestido preto até as coxas, solto, sensual, as costas nuas.

Sai do tumulto discretamente com uma garrafinha de keep cooler bem gelada. A brisa refrescou meu corpo. Levantei os cabelos que caiam pelos meus ombros no alto da cabeça para me refrescar. Passei a garrafinha gelada em volta do pescoço, no rosto, sentindo a frieza da garrafinha em contraste com o meu corpo quente.

Depois soltei-os e senti a brisa agita-los suavemente.

Respirei fundo. “ O que estava errado, afinal?”

Naquela varanda a claridade da Lua disputava um brilho com a da cidade.

Ergui a cabeça e respirando fundo novamente , olhei o céu. As estrelas se ofuscavam com a Lua.

- Observe as estrelas... – disse uma voz suave e bonita. Muito bonita, me sobressaltando.

Virei-me rapidamente e num canto da varanda havia um homem sentado em uma cadeira encostada à parede.

Não dava para vê-lo direito. Apenas um vulto no escuro. Percebia-se mesmo sentado que era alto, afinal tenho 1,65cm e estava com sandálias de salto e mesmo assim percebia que se ele se levantasse seria maior que eu.

- O que disse?

- Olhe as estrelas...

Olhei para o céu. O brilho da lua que se erguia ofuscando as estrelas.

- O que há com elas? – perguntei sem entender.

- A medida que a Lua surge, elas se ofuscam.

- Sim , eu sei.

- Só que as estrelas continuam lá, a medida que a Lua passa.

Tentei ver-lhe rosto mais era impossível. De dentro do apartamento se ouvia, vozes, risadas, música.

- Você está tentando me dizer algo, mas não estou entendendo.

- Você é a Lua que ofusca as estrelas. E deve ser como a Lua, sempre à caça do sol, sem jamais poder encontra-lo.

- Por que diz isso. Pareço alguém em busca do impossível?

- Você é impossível... Todos a olham e a desejam, mas ninguém se atreve a se aproximar de você.

- Por que diz isso?

- Por que eu sei...

- Sabe?

- Li em seus olhos assim que me olhou com esses olhos tristes.

- E o que leu?

- Que você quer alguém...Alguém especial...

“Respirei fundo, estaria assim tão vulnerável, a ponto de um homem desconhecido poder me interpretar apenas com um simples olhar?”

- Acertei, não?

- Talvez..- respondi sentindo-me exposta.

- Venha cá. – disse ele – Sente-se aqui.

Vi uma cadeira próxima da sua e fui até lá. Sentei-me . Fiquei olhando para o rosto na penumbra, tentando enxergar seus detalhes. Mas a escuridão não o permitia.

Voltei-me em sua direção.

- Quem é você?

- Alguém especial

Dei uma risada.

- Está bem, vamos acreditar que seja...

- Já é um começo, de-me sua mão.

Estendi a mão em sua direção. Dedos firmes, acariciaram minha mão e subiram pelo meu pulso, me excitando com seu toque seguro, carinhoso.

- Você é muito sensível Ayeska....

- Como sabe meu nome?

- Eu perguntei...

- O que mais perguntou sobre mim?

- Pouca coisa, mas quero descobrir mais, se você deixar.

- O que por exemplo quer descobrir

- De que cor é a sua calcinha?

Achei a pergunta tão fora de propósito que ri.

- Por que riu?

- Achei a pergunta engraçada.

- E de que cor é?

- Por que não adivinha?

Senti no ar que aquele estranho que estava me excitando de forma sutil, iniciava um jogo. E eu queria ver até onde ele iria.

- Se o que li em seus olhos é correto, você deve estar usando preto.

Fiquei perplexa.

- Acertei, não é?

- Humm pode ser.

- Humm roupas intimas pretas contrastando com sua pele branquinha...seu perfume é convidativo, torna você disponível.

- Disponível?

- Sim oferecida, lascívia...

- Não está sendo precipitado em seu julgamento?

- Me responda você.

Segurando firmemente minha mão, puxou-me em sua direção. Tentei resisitir. Fiqueí em pé. Ele me puxou um pouco mais, até que eu ficasse junto a ele. Podia sentir sua respiração aquecer meu ventre.

Ele soltou minha mão e ficando de frente para mim, puxou-me fazendo com que minhas pernas ficassem entre as dele.

Suas mãos tocaram meu joelho, na parte externa das minhas pernas, e foi subindo, levando o vestido, lentamente, numa carícia que fez meu corpo arrepiar de tesão. Detendo-se nos meus quadris, seu rosto próximo ao meu ventre.

Suas mãos contornaram meus quadris e foram até minhas nádegas e seus dedos pressionaram minhas carnes rígidas.

Sentia o calor intenso da suas mãos, que levantaram meu vestido até o ventre. Estremeci, a boca seca e o tesão se avolumando. Meus seios intumescidos, os bicos tesos contra o tecido fino do vestido.

Ele colou seus lábios em meu umbigo, a língua estendeu-se, enfiando-se no orificio redondinho, provocando-me tesão no meu ventte.

- Pele macia...Gostosa...eu poderia lambe-la inteirinha..

Ele beijou meu ventre, depois sua boca desceu um pouco mais, por sobre minha calcinha, até embaixo. Senti meus joelhos amolecerem, sua respiração em minha xana me arrepiando.

- Sinto o perfume...voce está excitada....sua bucetinha está se molhando...Voce me quer!

- Você é convencido!

- Diga que me quer.

- Não!

Sua língua se aprofundou, roçando o tecido da calcinha e da minha vulva. Inconscientemente, abri mais as pernas. Ele me lambeu, misturando sua saliva com a minha umidade.

- E então?

- Não!

Mantendo meu vestido preso em uma das suas mãos, começou a puxar com a outra, minha calcinha para baixo.

Primeiro um lado e depois o outro, até que não agüentei a tortura da sedução, do tesão e cedi.

Ergui uma das pernas e ele retirou-a, ficando presa a outra perna.

Sua língua estendeu-se e tocou meu clitóris.

No ar o cheiro da minha xoxota excitada.

Sua respiração, o hálito quente, a língua morna, tudo me fazia estremecer.

Estremecendo, pousei as mãos em seus cabelos, agarrando-os com força.

- Diga que sim!

- Não...

Sua língua avançou mais, alcançando a entrada da minha vagina. Penetrou-a parcialmente.Girando lá dentro, buscando o ponto mais sensível das minhas dobras internas.

Suspirei, gemi baixinho, enquanto meus joelhos viravam geléia.

O apertei contra meu corpo com força. Senti sua língua penetrar mais fundo.

Gemi novamente.

- Sim?

- Oh sim, sim... sim.. eu o quero...não pare agora....mostre-me...

Sua língua ia e vinha, no compasso da respiração apressada.

Suas mãos voltaram e subiram pelas minhas coxas brancas, contornando meu corpo e indo massagear minhas nádegas. Senti meu cuzinho piscar e a xoxota molhar mais e mais sua língua.

Senti um dedo seu atrevido, massagear meu ânus, com uma pressão incômoda a principio e pertubadora em seguida.

Ele me lambia, alterando no interior e na entrada da minha vagina. Lambendo estrategicamente meu clitóris.

- Você é deliciosa....gostosa..quero te fuder Ayeska...vou fude-la...mas não agora...Agora quero apenas faze-la gozar...gozar bastante...aqui ...em minha boca...- sua voz rouca, excitada.

Os primeiros orgasmos me abalaram levemente.

Depois foram aumentando de intensidade, cada vez mais forte, mais prolongados.

Eu tremia, apertando-o contra mim.

Meu ventre parecia um vulcão.

- Mais...mais..

Gozei terrivelmente , dolorosamente, prolongadamente, extravasando um tesão acumulado.

Senti-me molhada ao extremo., devassada, usada, mas plenamente satisfeita.

Quando ele me soltou,eu recuei e deixei meu corpo cair na cadeira.

Seu rosto permanecia nas sombras.

- Quem é você?

- Sou alguém especial já disse.

- Não basta, quero saber mais.

- Saberá, quando chegar a hora.

- Como assim?

- Não aprecia um pouco de romance? Mistério? Magia?

- Vai me dar tudo isso

- Sim.

De repente ele caminhou na direção da porta e a única coisa que vi, foi um homem alto, forte, de calça preta, cabelos pretos se misturando entre as pessoas que sequer imaginariam o que havia acontecido naquela varanda.

Tudo que acontecera me pareceu fascinante, sedutor e fantástico.

Relaxei meu corpo na cadeira, puxei minha calcinha, vestindo-a, minha vagina extremamente molhada e gozada. Ainda sentia nela o calor daquela língua impetuosa e hábil.

HORSE_LOVER, obrigada pelo título e pela opinião ao ler. MORE THAN WORDS!

Escrito por Ayeska