quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Fodendo a ninfetinha Yumi após uma gostosa massagem

Meu nome é Joseph Pierre Nadaud, tenho 55 anos, francês e já estou no Brasil há 20 anos. Tenho uma clínica de massagens e sou Massoterapeuta desde os 25 anos, tenho uma cartela de clientes considerável e sou muito responsável com meu trabalho, nunca usei minha profissão para saciar meu prazer carnal, pois com minhas mãos já toquei muitas pessoas, homens e mulheres, porém esta história mudou quando conheci Yumi.
Sou um homem bem casado, fiel e nunca senti necessidade de outro corpo além de minha mulher, foi então que numa segunda-feira, dia tranqüilo, era umas 10:00hs, eu estava na minha sala, fazendo algumas anotações, quando minha secretária bate na porta e entra, dizendo que a Sra. Sato estava ali. Ela é uma grande cliente, freqüentadora assídua, pedi que a mandasse entrar na sala.
Sra. Sato então entrou sempre muito simpática, nos cumprimentamos, e logo ela disse:
- Hoje o senhor vai ganhar mais uma cliente doutor, minha filha, Yumi. E atrás ela veio entrando, um pouco tímida, tinha o olhar doce, seu rosto tinha um desenho lindo, um corpo delicioso, usava um vestido branco curtinho com folhas de outono desenhadas por ele todo, seu cabelo era comprido indo até a cintura e usava uma bota de couro com salto alto e fino, deixando-a muito sexy. Abanando a mão, ela disse:
- Oi Doutor.
Meu olhar se perdeu pelo seu corpo e quase não respondi o “oi”, enquanto eu conversava com Sra. Sato, notava que Yumi me olhava de cima a baixo. Seu olhar me deixava tenso e nervoso, sentei-me com sua mãe junto a minha mesa para acertarmos um pacote de sessões para sua filha e enquanto isto, Yumi foi andando até a janela do meu consultório e se inclinando para olhar lá fora. Tenho um quintal bonito e florido que realmente surpreende a muitos. Conforme o vestido subia, eu admirava as pernas de Yumi e tentava me controlar para sua mãe não percebesse.
Yumi sentou-se no sofá e olhava distraída todo o consultório.
Sra. Sato assinava um cheque, e meu olhar se encontrava perdido novamente no corpo daquela ninfeta de pernas grossas e bem desenhadas. Nossos olhares se encontraram, minha tensão foi a mil, ela sorriu levemente e vi suas mãos segurarem seu vestido puxando bem devagar, exibindo suas coxas. Neste momento Sra. Sato me entregou o cheque e ajeitou sua bolsa, eu disfarcei a excitação.
Sra. Sato se levantou, deu um beijo na filha e disse:
- Vou fazer umas compras e dentro de 1hora eu volto pra te pegar.
- Cuida bem dela viu doutor? Sorrindo.
- Pode deixar Sra. Sato. Levei-a até a saída da clínica, e voltei para minha sala, e lá estava Yumi, andando, olhando tudo em volta.
- Muito bem Yumi, vamos começar? Ela virou-se pra mim sorrindo e indicando que sim com a cabeça.
Puxei então a divisória da sala (uma cortina), peguei duas toalhas colocando sob a maca, e disse:
- Enquanto eu preparo o óleo, por favor, tire sua roupa, pendure ali, deite-se na maca colocando as toalhas na altura dos seus seios e da cintura pra baixo, ok?
- Tudo bem, doutor.
Saí, fechei a divisória e fui preparar o óleo para massagem. A luz do sol que entrava pela janela desenhava a sombra dela na cortina, havia também uma fresta em baixo onde pude admira - lá tirando suas botas.
Humm! Que pezinho lindo!
Em seguida a vi desamarrar o vestido na nuca o fazendo deslizar pelo seu corpo, ela se abaixou o pegou e foi caminhando até o cabide, foi aí que numa real coincidência eu havia trocado o lugar do cabide no dia anterior, e estava logo no lugar que a cortina não ia, e a vi nua, nossa que corpo, bundinha redonda, seu cabelo comprido realçava mais ainda sua beleza, ela então se virou de frente, e me viu ali paralisado preparando óleo na pia. Olhei-a todinha, tinha a xaninha lisinha, peitinhos médios, perfeitos. Ela sorriu pra mim, e em seguida retornou, deitando-se na cama e colocando as toalhas. Eu balançava a cabeça, batia nela, me negando a cair naquela tentação. Em tanto tempo de profissão nunca me aconteceu isto.
Já com o óleo preparado fui até Yumi, e lá estava ela deitada na maca. Estava com os olhos fechados, meu olhar foi do seu pezinho, subindo por tuas pernas, barriguinha até sua boca, e então ela já não estava mais de olhos fechados, nos encaramos, o seu olhar desceu pelo meu corpo parando no volume que minha calça exibia, novamente ela deu aquele leve sorriso e fechou os olhos.
Então preparei minhas mãos com o óleo e comecei a passar eu seu corpo, massageando sua barriguinha e subindo, ouvi um breve suspiro, minhas mãos agora tocavam na altura de seus seios as pontas dos meus dedos roçavam na base deles.
Coloquei mais óleo nas mãos e agora massageava sua nuca, ela respirou fundo e seu corpo levantou um pouco o que fez a toalha que tampava seus seios, cair, nossa que peitinhos!! Quando fiz que fosse pegar, ela segurou meu braço, me olhou nos olhos, dizendo:
- Não precisa doutor, confio no senhor. Falou isto com aquele mesmo sorriso nos lábios, estava me provocando e estava conseguindo. Continuei massageando sua nuca e depois fui descendo as mãos por seus ombros, e voltei a massagear seu corpo na altura dos seios, e já meio perdendo a razão, fui arriscando levar minhas mãos por cima deles, não vi nenhuma resistência e fui arriscando mais, até que peguei aqueles peitinhos em minhas mãos, uhmmm! Comecei a apertá-los massageando bem gostoso, ela permaneceu de olhos fechados, comecei a ouvir um gemido leve, quando apertei seus biquinhos ela se contorceu dobrando as pernas e virando o corpo, o que fez a toalha que estava sob sua xaninha também cair (nem ameacei em pegar), e nossa era ela linda!! Sua menina era pequena e lisinha.
Fui descendo minhas mãos por seu abdômen, cintura, apreciando de perto sua menina, vontade de chupá-la naquela hora mesmo não faltou, mas desci massageando agora suas coxas grossas as apertando, e descendo por toda extensão de sua perna, até seu pezinho, onde a fiz se contorcer novamente.
Então pedi para que virasse e ficasse deitada de barriga para baixo, ela foi virando e enquanto isso, molhei minha mão com mais óleo, comecei a passar em suas costas, apertando bem gostoso, fui descendo. Ela tem uma bundinha linda e logo que cheguei perto a vi abrir um pouco mais suas perninhas e empinar seu bumbum, não resisti e comecei a passar, massagear e apertar aquela bunda gostosa em minhas mãos, descia massageando suas coxas, depois voltando em sua bunda, apertava forte. O tesão já me contaminava por inteiro e quase inconsciente enfiei um tapa na sua bunda, ouvi um gemido, mas ela permanecia ali deitada com os olhos fechados, enfiei outro tapa e ela abriu um pouco a perninha, segui massageando e agora meus dedos roçavam levemente na sua xaninha.
Meus dedos foram invadindo aos poucos sua xaninha e como não fui impedido comecei a esfregar meus dedos no seu grelo, massageando bem gostoso, ela estava ensopadinha! Comecei então a socar dois dedos na menina e agora ela já se segurava na beirada da maca, gemendo, ela não quietava se contorcendo, então deitei sob a cintura dela, a segurando firme e fui socando os dedos aumentando o ritmo e com força, ela ficou maluca, gemia forte, alto, e eu ali socando intensamente os dedos e com o dedão ainda comecei bulinar seu cuzinho, e então a vi gozar em meus dedos soltando um esguicho fenomenal, soltei-a e a vi entrar em transe, se sentou na maca de frente pra mim tremendo as perninhas e gozando bem gostoso.
Cheguei nela puxando seu cabelo, beijei sua boca, ela correspondia muito bem, a safadinha estava querendo rola mesmo, pois rapidamente senti sua mão apertando meu pau por cima da calça enquanto a beijava. Abriu o meu zíper e puxou meu pau pra fora me masturbando, pedi pra ela sair da maca e se ajoelhar, ela então começou a fazer manha não queira chupar meu pau. Aí o sangue ferveu! Segurei em seu cabelo puxando com força, a fiz levantar, sair da maca e se ajoelhar no chão, fui levando meu pau na sua boca, ela ficava com a boca fechada. Enfiei um tapa no rosto dela mandando abrir a boca, e puxando seu cabelo. Ela abriu então fui colocando meu pau na sua boca e segurando sua cabeça fui estocando meu pau, metendo na sua boquinha forçando até o fundo, ela engasgava em alguns momentos, depois ali no chão mesmo a coloquei de 4 e sem pedir permissão fui estocando minha rola na sua xaninha, metendo forte, nossa apertadinha, uma delicia, e ela gemia muito gostoso, eu apertava seus peitinhos, os biquinhos deles, enquanto metia, puxava seu cabelo virando seu rosto e brincava com sua língua, e fui metendo até não agüentar, quando senti que ia gozar tirei meu pau pra fora, cheguei até o rostinho dela me masturbando e jorrei um forte jato de porra na sua carinha, ela fez cara de nojo, mas a obriguei a abrir a boca e chupar meu pau, e ela fez, chupava muito bem, e até se empolgou (aprendeu a gostar de chupar ou só tinha feito manha antes) e não parava de chupar deixando meu pau durinho novamente na sua boca e me fez gozar novamente, engolindo tudinho, me olhava com cara de satisfação.
Limpei-a todinha e ficamos namorando pelados em cima da maca, até ouvir a voz da sua mãe na recepção.
Foi demais!
Aquela japonesinha me tirou do sério, perdi minha razão e não vejo a hora do seu retorno.

Escrito por SenhorDosContos

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