segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Imprevistos, Loucuras no transito e muito SEXO


De volta à rotina... o mesmo sinaleiro no final da rua, 7hs45min mesmo horário de sempre, o trajeto que sempre percorro todos os dias até o trabalho parece um flashback, entediante, até o Pablo vendedor de Hot-dogs estava la na esquina c/ a 3 empolgado como sempre me cumprimentou quando eu passei, puxa vida, depois de um ótimo final de semana parecia que eu tinha retornado à minha penitencia diária ao qual tenho que pagar como um presidiário condenado ao “Tédio”, rotina fatídica, já estava até imaginando minha Chefe de Departamento gritando comigo como todas as vezes ela faz quando eu chego no escritório, e como sempre deixo ela conversando sozinha e vou até o refeitório tomar uma xícara de café quente. Quando cheguei no estacionamento deixei o carro na vaga do gerente que sempre chega atrasado, ele sempre briga comigo por causa disso, e por que eu faço isso? Hora... todas as vezes ele me obriga a deixar o que estou fazendo e ir correndo retirar o carro da vaga dele, dessa forma eu posso dar uma pausa e respirar um pouco, e é claro, posso ir até a esquina correndo e comer um pão de queijo na Lanchonete da dona Vera, e diga-se de passagem é uma delicia, rsrs, e o melhor é que ela sempre deixa eu comer um a mais.

Aconteceu tudo como sempre, cheguei brigando com Helen no escritório deixando ela conversando sozinha, fui até o refeitório pra tomar café e dei um abraço na dona Ruti que cuida do refeitório, uma pessoa formidável talvez a funcionária mais antiga da empresa, super carismática. Quando o gerente chegou por volta de 9hs30min já foi me chamando a atenção, e eu dando uma de João-sem-braço respondi com a maior cara-de-pau, “- desculpa chefe, esqueci de novo, já to indo tirar o carro”, rs rs, quando eu já ia saindo o Carlos nosso colega recepcionista foi dando o toque, “Hei, hei, você não vai acreditar, CARA você viu o AVIÃO executivo que passou por esta sala agora a pouco?, uma belezura de bunda rapaiz!! – eu disse que não tinha visto e falei pra ele que da próxima vez era pra ele pegar uma foto autografada (rsrs).

Depois que retirei meu carro da vaga do gerente, corri até a esquina em direção à Lanchonete da dona Vera, comprei um jornal na banca ali perto e comecei a ler a 1ª página enquanto me dirigia até a lanchonete, me distrai e quando estava perto da entrada acabei esbarrando de frente com uma mulher que estava saindo de la de dentro, muito linda por sinal, no esbarrão acabou derrubando café que ela estava segurando na sua blusa “Branca”, Putzzzzz, ela tinha se sujado toda!!! – Eu super sem graça pedi desculpas oferecendo ajuda, ela muito educada recusou dizendo que não precisava de ajuda agradecendo a preocupação, todos lá dentro da padaria ficaram me olhando, nunca havia ficado tão sem graça, pedi desculpas novamente e me enrolei todo tentando me justificar, até cometendo outra mancada, dizendo que “eu”nunca havia esbarrado em uma mulher tão linda como ela, “Soou como uma cantada sórdida”, pedi desculpas também por isso, ela nem deu bola e saiu em direção do outro lado da rua, (Eu queria enfiar minha cabeça num buraco), que mancada do caralho, e eu nem pra perguntar o nome daquela mulher Linda.

Entrei na lanchonete super sem graça, ainda fui motivo de piadinhas dos meus colegas ali do pedaço, comi alguns pães de queijo escutando a tiração de sarro da galera, depois voltei pra firma apressado, naquela altura todos já deveria estar se perguntando onde eu estaria (belo jeito de começar o dia). Quando chego no escritório estavam lá o gerente e a minha chefe discutindo um assunto em vós alta, quando se depararam comigo, a minha chefe indagou – “falando nele... olha quem chegou?” – engoli seco!! meu gerente brigou comigo é claro, pagou o maior sapo, e me disse ainda que a Supervisora de Logística da filial de Santa Catarina estava me esperando na outra sala, e que seria “eu” quem deveria acompanha la até o armazém p/ despachar a mercadoria de reposição do lote que havia faltado semana passada, e que ELA estava muito nervosa por ter que ficar esperando. Sem demoras passei a mão nas Notas fiscais e nos malotes em cima da mesa e fui até a sala do lado, quando abro a porta outra surpresa... aquela mulher Linda com sua blusa branca ainda manchada de café com uma cara de poucos amigos estava sentada na poltrona no centro da sala, meu gerente entrou junto comigo e me apresentou a ela... – “Esta é a senhorita Fernanda Balghartner, a nossa supervisora de logística”, - eu disse apenas um “Oi”, engolindo ainda mais seco e muito envergonhado, ela se levantou e respondeu com um sorrizinho sarcástico... – Nós já nos esbarramos antes não é mesmo? – eu me sentindo um lixo, respondi, “- Sim, nós já nos conhecemos, o prazer foi todo meu na ocasião, só tinha esquecido de perguntar o seu nome...” - naquela hora eu estava tremendo que nem vara-verde, pois bem, nem preciso dizer como eu estava me sentindo, quando saímos ela disse que podíamos ir no meu carro, já que o Armazém fica a 40min de onde estávamos. Quando saímos, lá na portaria o Carlos sussurrou lá de longe quando passei por ele... – Não perdeu tempo heim? Rsrs, eu tinha falado “desse” Avião!! – eu respondi disfarçadamente (Sussurrando) – Eu já tinha comprado as passagens do avião antecipadas, manézão... kkkkkk!!! (brincadeiras à parte) – la na frente ela me chamou e disse que estava com pressa, e que era para nos apressarmos, consenti afirmativamente e lhe acompanhei até meu carro, achei estranho mas ela não parava de me olhar, notei uma certa curiosidade em seus olhos, pensei comigo... “Será que eu consigo?”

No caminho ela me sabatinava com uma série de perguntas, quase todas voltadas às minhas atividades na empresa, e me perguntava se eu gostava do serviço, questionava sobre o ambiente de trabalho, sobre nossa relação com os diretores e coisas do tipo, até então muito sucinta e direta, quando o assunto foi ficando escasso houve silencio e passamos apenas a observar o trajeto e o transito, só que eu a cada parada com o sinal fechado eu dava uma espiadela naquelas pernas torneadas e volumosas disfarçadamente, fiquei imaginando ela “nua” deitada numa cama se insinuando pra mim, fantasiando, formulando cenas de sexo explicito e posições audaciosas, quando ela de repente me chama a atenção e indaga... – O sinal já abriu, vai ficar ai parado? – eu pensei comigo, “que merda! uma mancada atrás da outra” - pedi desculpas e retomei caminho, falei que estava ainda abalado por ter sido o responsável pelo desastre na lanchonete, pedindo novamente desculpas pelo ocorrido, ela disse com um tom de voz menos formal que não tinha o que me preocupar, já que aquilo tinha sido um acidente, me dizendo pra esquecer o episódio. Logo depois ela me pergunta com um tom mais descontraído, o que eu fazia nas horas vagas, tipo final de semana, se eu praticava algum esporte, já que eu não parecia do tipo funcionário sedentário, me fazendo um elogio sobre meu porte físico “sarado”, bem, eu respondi apenas que gosto de natação e caminhadas, onde passo meus finais de semana em uma fazenda no interior onde costumo fazer trilhas, andar à cavalo, acampar...coisas do tipo, ela se mostrou muito interessada, e me perguntou se eu levava minha namorada, ressaltando se eu tivesse uma é claro, - eu respondi que sim, que adorava levar minha namorada pra fazer trilhas juntos, e que as vezes dormíamos juntos, acampados à beira da fogueira, sozinhos à beira do riacho, ela suspirou dizendo que parecia ser romântico uma aventura assim, me perguntando se eu amava minha namorada – eu pensei um pouco antes de responder, já que tinha notado certo interesse em seus olhos, por um instante eu hesitei, mas respondi que sim, que era apaixonado por minha namorada, e que fazia tudo por ela, nesse momento eu notava como ela me olhava, e antes de terminar a frase, eu arrisquei tudo e levei minha mão direita sobre sua perna e correndo minha mão subindo por debaixo da sua saia por sobre sua linda coxa (Nossa!! Pensei comigo “Belas pernas”, eu já estava super excitado e meu cacete estava tão duro que doía), fui então terminando a frase... – Porem, nada me impede de cumprir minhas obrigações no serviço, não é mesmo? – ela respondeu olhando nos meus olhos... “– Obviamente! Não pense que você sairá impune a respeito do que acaba de fazer, agora cale-se e dirija o carro, enquanto eu penso numa punição à sua altura.” – nesta hora ela abaixa o recosto do banco do carro me olhando, depois começando a se tocar mordendo nos lábios se insinuando pra mim, depois levou a sua mão sobre minha virilha percorrendo o volume do meu pênis ereto agredido dentro da calça querendo ser libertado por aquelas mãos femininas delicadas e insinuantes.


Por um momento passou pela minha cabeça em leva la p/ algum motel ali perto, porem pensando melhor achei que não seria uma boa idéia, poderia quebrar o clima de fetiche e sedução, pensado ainda mais alto imaginei qual seria o desfecho desta fantasia cheia de loucuras que estava me acontecendo. Enquanto isso eu só observava ela abaixar o zíper da minha calça liberando meu membro ereto, me fazendo delirar ao sentir suas delicadas mãos envolverem meu membro sedento, foi quando ela indagou com uma voz carente... “– Nossa! gostei muito do que acabei de ver, superou minhas expectativas, fique quietinho, não vou te machucar.”

Puxa vida, eu nem estava acreditando que aquilo tudo estava acontecendo comigo, mas por via das duvidas deixei rolar eu estava curioso pra saber até onde aquela Linda Mulher estaria disposta a ir com aquela loucura. Quando o sinal fechou, ela se voltou pra mim e envolveu meu pênis com aqueles lábios maravilhosos fazendo com que ele ficasse quase todo dentro de sua boca, ela ficou surpresa ao perceber seu verdadeiro tamanho ao coloca lo na boca, logo depois ela começou a fazer movimentos de “vai e vem” deliciosos fazendo me contorcer todo no banco do carro, até uma senhora que entregava panfletos de propaganda se assustou ao ver aquela cena depois que me entregou um panfleto, e eu nem tinha percebido que o sinal tinha aberto, até escutar o carro que vinha logo atrás buzinar me chamando a atenção, acelerei e segui adiante, Fernanda se recompôs e se arrumou novamente, e a partir daí ficou calada, só me observando pelo resto do trajeto.

Quando chegamos, passamos pela portaria, estacionei o carro e seguimos até a entrada do Armazém, logo que adentramos, ela começou a fazer a vistoria e ordenou que todos os 10 funcionários que cuidavam dos estoques tirassem uma pausa de 1 hora (Ela sabe como dar ordens, e como todos ali já conhecem ela e seu jeito autoritário de reger as coisas nem perguntaram o motivo, já foram logo saindo todos dali), ela então se vira pra mim, me olhando nos olhos dizendo... “– Agora, ninguém vai me interromper no meu trabalho, venha e me mostre o lote de reposição”. Eu obediente levei ela até a sessão 6 e mostrei os lotes já embalados prontos pra serem embarcados, ela conferiu um a um, demarcando em cada nota fiscal e anotando referencias de cada mercadoria, de repente ela indaga que havia um problema, me chamando p/ ver de perto, ao questionar qual seria o problema ela lança suas mãos em meu peito me empurrando contra uma pilha de caixas dizendo.. “– O problema é que não consigo tirar você da minha cabeça...” ela ao se aproximar lançou sua mão direita no meu pênis abrindo minha calça, me tirando a camisa e liberando seus seios fartos do sutiã onde eu sem pensar duas vezes comecei a suga-los com muita sede, abracei ela por trás e levei minha mão até sua vagina que já estava toda melada, mordendo seu pescoço, ela estremeceu toda. Nosssa!, que bucetinha gostosa, até os grandes lábios de sua xoxota estavam dilatados implorando p/ serem chupados. Agarrei ela por trás, joguei ela por sobre uma das caixas, depois arranquei com os dentes sua calcinha preta cheia de rendas e abocanhei os lábios daquela bucetinha linda com muita sede, ela urrava de prazer gritando... – Acaba comigo vai... me faz sua Puta, quero sentir você todo dentro de mim... te quero, me morde todinha... Aiiiiiiiiiii, que delicia!! Mais forte....mais forte!! HUmmmmmmmm!. – Depois de agredir com minha língua aquela buceta deliciosa, coloquei ela com as pernas abertas fazendo ela apoiar as mãos por sobre as caixas, comecei a morder suas costas e lamber sua bundinha deliciosa levando ela à Loucura!!, logo depois puxei seus cabelos p/ trás até com certa agressividade coloquei o meu cacete na direção do seu cuzinho apertadinho provavelmente virgem sem nem mesmo aviso prévio, deixando ela sem saber o que iria acontecer, e numa única estocada deflorei aquele cuzinho maravilhoso fazendo ela URRAR de dor e prazer, depois da juntada que eu dei nela, eu voltei a morder suas costas e administrar bem devagar leves estocadas em seu cuzinho, fazendo ela se acostumar com o volume do meu pênis invadindo e alargando sua grutinha quente... ela não parava de rebolar no meu cacete, logo depois comecei a acelerar os movimentos e ela gemia de dor e prazer, ela ficava pedindo pra que eu penetrasse sua buceta e que já tinha gozado varias vezes, eu respondendo ao seu chamado posicionei meu pênis na altura de sua xoxota e da mesma forma com apenas uma estocada fiz ela urrar novamente sentindo meu membro invadindo profundamente sua bucetinha que muito implorava p/ ser penetrada.

Por um instante eu fiquei apreciando as contrações de sua vagina deliciosa e o calor de seu corpo, até começar a impor estocadas agressivas e pausadas fazendo ela ir ao DELIRIO, quando senti que o meu orgasmo se aproximava eu dava uma pausa, percorrendo com as mãos sua barriguinha e seus seios sentindo seu leite vaginal escorrer em minhas pernas, depois de ter novamente o controle e afastar o orgasmo voltei a impor fortes estocadas, até arrancar novamente urros daquela morena linda, sentindo ela gozando novamente, Nossa! Ela estava totalmente embriagada de prazer, fora de si, totalmente entregue à minha atuação, forte, movimentos pausados, suas cochas balançavam ao sabor de minhas estocadas, eu dominava seu corpo de forma a faze lo se contorcer nos meus braços. Eu já estava todo suado, percebendo que meu orgasmo chegava novamente eu acelerei ao máximo que pude, mais quatro ou cinco estocadas fortes até explodir num orgasmo avassalador, eu urrei sentindo meu esperma jorrando dentro daquela xoxota deliciosa, foi quando me debrucei sobre o corpo dela, desfalecido de prazer, aprumei seu corpo e abracei ela beijando seu pescoço, ela ainda estava numa espécie de transe, tomada pelo prazer ainda sentindo meu pênis pulsando dentro de sua vagina.

Quando ela despertou, ficamos nos beijando ali parados depois de um tempo ela alertou sobre o horário, e logo nos vestimos novamente e fomos até o banheiro e nos arrumamos. Depois de tudo novamente sob controle continuamos o serviço onde terminamos de despachar a mercadoria no caminhão e voltamos pra firma. Mas a partir deste ponto ela retomou o tom profissional, e me alertou p/ guardar segredo caso contraio ela me processaria por assedio sexual, eu nem mesmo fiz qualquer oposição e garanti p/ ela que tudo o que aconteceu ficaria sob total sigilo.

Depois de termos retornado ela fez boas referencias minhas ao meu diretor e à minha chefe, ela também me deu 1 dia de folga p/ descansar depois do dia cheio que tivemos. Eu agradeci a ela imensamente, e desejei a ela boa viagem de volta ao Sul, e que caso ela precisasse dos meus serviços novamente, que ela já saberia onde me encontrar.

Escrito por Horse_Lover

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