quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Luna Lee e os Marinheiros

Virada de ano de 2006 para 2007, nunca mais me esquecerei daqueles dias, eu servia a marinha com muito amor e fidelidade, sempre fui muito safado e sempre ganhei muitas mulheres só com meu uniforme, marinheiros parecem despertar certo fetiche nelas, as deixando loucas!
Estávamos a serviço em um Cruzeiro organizado por uma empresa particular, e fomos chamados para acompanhar a viagem e dar orientações, passaríamos uma semana na costa Brasileira saindo de Santos, no primeiro dia foi complicado, muitas orientações, muito trabalho, depois foi relaxando, havia muitas pessoas ali, famílias, amigos, enfim, a embarcação era grande e luxuosa, tinha tudo do bom e do melhor, da marinha eram somente eu e mais dois camaradas.
No segundo dia da viagem, estava fazendo a ronda nos corredores onde ficavam os quartos, era umas 09hs da manhã, alguns dormindo outros acordando, enfim, tudo seguia normalmente, foi quando passei em frente ao quarto 207 estava saindo um homem, aparentando uns 60 anos, não o conhecia, me desejou bom dia e quando ele ia fechando a porta se lembrou de pegar alguma coisa e entrou para o quarto, deixou a porta aberta, foi aí que passando por aquele quarto pude apreciar uma bela imagem, uma mulher deitada em sua cama completamente nua, e que corpo !! Fiquei até sem jeito, estava deitada de bumbum pra cima, e que bunda!!
Me deu vontade de mordê-la todinha, foi aí aqui que o homem surgiu novamente me encarando, claramente notou que eu estava a olhando, disfarcei sem graça, ele ainda foi simpático rindo, brincando que só não esquecia a cabeça pois estava grudada na cabeça.
Bom, segui com minha ronda e não tirava ela da cabeça, comentei com meus camaradas, que ficaram loucos, foi aí que surgiu a mulher mais bela que já pude ver, era ela, pois estava acompanhada daquele mesmo homem, e pelos carinhos, eram casados, era uma ninfeta para aquele velho lobo, mostrei aos amigos e todos babaram, escutamos o marido conversar com ela, descobrimos que seu nome era Luna Lee, um tanto quanto exótico e sensual, como a dona, ela estava de tênis branco e um vestido muito curtinho, azul claro e tinha um decote delicioso deixando seus seios fartos apetitivos, os dois apreciavam o mar e não demorou muito para ela perceber nossos olhares secando aquele corpo delicioso, e pra nossa surpresa notamos um leve sorriso em seus lábios , a cada beijo que ela dava no velhinho, que depois eu soube que era um puta milionário, ela nos olhava, em um momento que ela estava abraçada com ele, disse algo no ouvido dele, ele sorriu, foi aí que vimos ela virar-se de costas pra ele que a abraçou, e ficaram ali olhando a paisagem, porém disfarçadamente notamos a mão dela abrindo o zíper da calça dele, tirou o brinquedo pra fora e começou masturbá-lo, ela mordia os lábios, e volta e meia nos olhava, e nós ali, sem dizer uma só palavra, só olhando, então vimos ela fazer o velho gozar em sua bunda melando sua calcinha o vestido estava um pouco levantado, ainda colocou a mãozinha na boca degustando o sêmem de seu homem, e nos olhava, seu olhar nos matava, era sedutor, safado, tudo ao mesmo tempo. Não preciso nem dizer que tivemos que correr pro banheiro e bater uma, foi aí que tivemos a grande idéia, precisávamos foder aquela delícia.
Levantamos todas as informações sobre o casal, foi aí que descobri que ele era um empresário e escritor milionário, resolvemos atuar na noite da virada, sabíamos que antes da virada os grandes homens iriam jogar pôquer com a finalidade de ganhar dinheiro e começar o ano bem, rs ...

Chegado dia, já tínhamos tudo planejado, fiquei espiando o corredor do quarto deles por volta das 21hs, foi quando ouvi a voz do homem dizendo que estava saindo, que iria estar na sala de jogos e que ela o deveria encontrá-lo mais tarde lá, mandou-a ficar linda para aquela noite, ainda ouvi a voz dela dizendo que já estava se arrumando para ele, então o vi saindo do quarto.
Eu ia voltar pra dar um OK para meus amigos indicando que tudo daria certo, mas não resisti em passar em frente ao seu quarto e de repente dar a mesma sorte, e acreditem, não foi a mesma, mas a porta estava entre aberta, me garanti que o marido estava longe e resolvi espiar, e me deparei com a imagem mais sensual que já pude apreciar, ela tava deitada em sua cama com o pezinho esticado no ar, que pezinho!! Colocou sua meia, e foi descendo bem devagar por sua perna, meu olhar foi acompanhando cada detalhe, até ela chegar em sua coxa, era uma meia branca meio transparente, rendada, e então descendo meu olhar, vi seu sexo nu, nossa que tesão, meu pau já estava doendo de tão duro, ela então colocou os pezinhos no chão e sentou-se na cama, estava com os cabelos molhados, linda!! Logo me viu ali na porta espiando, sorriu jogando seu cabelo, abrindo suas pernas e alisava sua xaninha levemente com os dedinhos e depois os colocando na boca, ela vestia um sutiã branco, o desfez tirando ele e exibindo seus seios apetitosos, apertando eles em suas mãos, e os levando até sua boca, sua língua brincava com seus biquinhos, ela sorria, então se levantou e veio andando até mim, meu corpo ficou gelado, paralisado, vinha ela em passos leves e toda sensual, quando chegou na porta, abriu-a, ficou de frente pra mim, levou sua mão no meu rosto apertando ele, me deu um selinho em seguida um beijo de língua delicioso e com a outra mão apertou meu pau bem forte, senti ela abrindo meu zíper, uhmmm, seria a hora!! Segurou meu pau colocando-o pra fora iniciando uma leve masturbação, ela olhou em meus olhos sorrindo, sem nada a dizer sua mãos acariciava meus rosto e foi descendo até meu peito, e então me empurrou!! Cheguei a perder o equilíbrio e cair no corredor, com o pau duro pra fora, a olhava, ela então fechou a porta, me arrumei rapidamente e saí, este episódio nem contei a meus amigos.
Falei com Fred e o Bruno que estava tudo certo, o Fred e eu a agarraríamos e seria naquele momento, o Bruno disfarçaria analisando o movimento das pessoas, e depois iria pra lá, eu e o Fred fomos rapidamente para o corredor do quarto dela, ficamos espiando, então era umas 22:00hs ela saiu, estava linda em um longo vestido branco tomara-que-caia, que peitos!! Estavam saltando pra fora, usava um salto alto fino, ela passaria por nós, esperamos no canto, ela veio andando toda sexy, quando ela surgiu logo fomos pra cima dela que se assustou chegando a soltar um grito, o Fred tampou a boca dela a agarrando, agarrei-a pelas pernas e fomos a levando, carregando, ela se debatia toda, abrimos a porta que dava acesso à sala de máquinas do navio, só nós e o capitão tínhamos acesso ao local, e o capitão há esta hora estava ocupado demais, pra nossa sorte!!
Chegamos na sala, Fred a ergueu segurando os braços dela, peguei uma corda passei no cano que passava pelo teto e amarrei-a pelos punhos, bem firme, ela gritava, se esperneava pedindo pra gente soltá-la, ameaçava de contar ao capitão, e nós só ríamos da cara dela, então falei, “vamos deixá-la peladinha”, o Fred de agachou atrás dela, segurando suas pernas, mordia o bumbum dela por cima do vestindo, fui abaixando aquele vestido, que saiu facilmente, a deixando somente com um conjunto muito sexy de lingerie, um sutiã tomara-que-caia branco, uma calcinha de renda branquinha quase transparente e a cinta liga segurando a meia rendada branca , estava linda, enfiei a mão na sua xaninha por cima da calcinha esfregando meus dedos e a beijei, forçado, ela tentava sair do beijo com a outra mão segurei forte seu rosto, forçando, ela resistia, enfiei um tapa no rostinho dela, e a beijei, aí fui correspondido, ela continuava a nos xingar, Fred afastou a calcinha enfiando a língua no cuzinho dela, alternando com o dedo, e no meio dos xingamentos já ouvíamos suspiros, me abaixei, tirei seus saltos, ela já não se debatia mais, e fui tirando bem devagar sua meia, a cada parte que tirava eu dava um beijo em sua coxa, e descendo por toda extensão de sua perna, o Fred começou a fazer o mesmo, mas ainda atrás dela.
Depois de tirar suas meias, nos levantamos, tiramos nossas roupas, ela ficou nos olhando, nos xingando de tarados, mas não tirava os olhos do meu pau que estava duro, cheguei nela e puxei sua calcinha a rasgando, ela gritou, começou a espernear então o Fred colou atrás dela roçando seu pau naquela bunda gostosa, e eu na frente a agarrei pelo cabelo e beijei-a, meu pau roçando naquelas coxas e em seu sexo, o Fred mordia sua orelhinha, pescocinho, sentimos seu corpo se entregando aos poucos, depois me agachei, segurei suas pernas as colocando sob meus ombros e comecei a chupar aquela xaninha gostosa, meu amigo não se fez de rogado se abaixando também e metia a língua naquele cuzinho, foi neste momento que o Bruno chegou com duas garrafas de champanhe, meio bêbado e falando, começaram a festa sem mim!!! Rs... O bicho já foi ficando pelado, e veio derramando champanhe no corpo dela, que escorria e eu tomava ali mesmo, chupando sua xaninha, Bruno a beijou, ela já não resistia mais, depois jogou novamente champanhe nos peitos dela e os chupava, concordamos em desamarrá-la, me levantei e soltei a corda, e pra nossa surpresa ela nem ameaçou sair correndo, ela se abaixou na minha frente me olhando, com a mão no meu pau me masturbando, começou então me chupar, depois os outros vieram e ela foi alternando, chupando e masturbando dois e assim foi.
Depois me deitei no chão, puxei-a, fazendo-a sentar no meu pau. Huummm, que delicia aquela xaninha! Apertadinha, ela foi cavalgando. Eu agarrava aqueles peitos em minhas mãos, a puxava pra que eu pudesse chupá-los, logo depois o Fred abriu a bunda dela, cuspindo no seu cuzinho, enfiava uns tapas também naquela bunda, e ela rebolava, então o Fred foi socando a rola aquela bundinha, senti a mão dela que estava em meu peito me arranhar com suas unhas, o Bruno em pé segurando-a pelos cabelos a fez chupar seu pau, ela chupava com sede, ele ainda com a garrafa de champanhe na mão, despejava em cima do corpo dela, e segurou sua cabeça bombando o pau na boquinha dela, e assim fomos fodendo aquela delícia, e nos revezando mudando de posição, o Bruno foi o primeiro a cair deitado, de não agüentar mais, eu e o Fred ainda a fodíamos muito, agora eu estava com aquele cuzinho, delicioso, quando sentíamos que íamos a encher de porra, saímos dela, ela se ajoelhou, nos masturbando, até que gozamos na carinha dela, na boca, ela chupava nossas rolas sugando tudo.
Ela sorria, se levantou falando:
- Obrigada meninos foi demais! Preciso ir senão meu marido desconfia.
Eu me ajeitei junto com ela, o Fred e o Bruno ficaram ali deitados no chão, saímos juntos, sempre olhando pra ver se ninguém nos via, fomos para o quarto dela, chegando na frente nos beijamos, no corredor mesmo, sentia sua mão apertando meu pau e abrindo o zíper, tirou ele pra fora, olhou para os lados, se abaixou e me chupou.
Huummmm!!! Até me fazer gozar na sua boquinha, ela engoliu tudo, tinha um sorriso safado, se levantou, me deu um selinho, e entrou em seu quarto.
E foi assim que saciamos nosso prazer com aquele belíssimo corpo de Luna Lee .

Escrito por SenhorDosContos

A morena do apto 32, A safada gosta de garotinhos

Meu nome é Diego, tenho 18 anos, estou no 3° colegial, era final de ano, estávamos na escola nos preparando para a formatura, e minha classe estava recolhendo reforços através da venda de uma rifa, então numa tarde de quarta-feira, vou até o condomínio onde meu avô mora vou ao seu pato consigo uma ajuda dele, e resolvo passar pelos apartamentos oferecendo a rifa, então já tinha passado por alguns, vendidos alguns bilhetes, então fui tocar no apartamento 32, e pra minha surpresa atendeu uma moça muito linda !! nunca a tinha visto no prédio, era morena clara, cabelos lisos longos, tinha um sorriso lindo, e deveria ter seus 30 anos, ela me atendeu vestindo uma saia social preta, curta, tinhas pernas grossas, muito gostosa, vestia uma blusinha branca um pouco aberta inclusive que mostrava parte do seu seio em seu sutiã branco, tinha peitos grandes, quando ela atendeu falando “oi garotinho, em que posso te ajudar?”, quase que não saia, mas expliquei que estava vendendo uma rifa em pró da formatura do colegial, e ela me recebeu super bem, falando que já esteve fazendo isto, me chamou pra entrar, achei estranho mas aceitei de pronto, o apto era pequeno como todos ali, ela me pediu pra sentar no sofá, que ia trazer algo pra beber, e saiu em direção a cozinha, me sentei no sofá, e fiquei excitado ao ver sua calcinha jogada ali no sofá, preta, de rendinha, a peguei em minhas mãos, uhmm sentia ela um pouco úmida parecia que estava usando a pouco tempo, já fiquei imaginando coisas, até a cheirei, escutei os passos dela vindo, e rapidamente guardei sua calcinha dentro do meu short, enfiei dentro da cueca, eu usava aqueles short de jogar bola, regata e tênis, ele chegou com um copo de suco, me entregando, ela falava que estava muito calor eu concordava ela tomou seu suco em pé na minha frente, eu sentado no sofá admirando aquele corpinho todinho, ela tinha uma pernas muito grossas, ela tomou o suco quase numa golada só, que delicia, então ela sentou-seu ao meu lado, estava bem a vontade, sorrindo, cruzou as pernas, nossa meu pau já estava duro, e o pior que estava difícil disfarçar, usava a rifa pra tampar um pouco, foi então que ela falou “deixa eu ver esta rifa...” e foi pegando ela, e sua mão esbarrou no meu pau duro, nos olhamos no mesmo instante, adorei seu sorriso naquele instante, e então ela começou a foliar a rifa, dizia que não tinha muita sorte mas queria só me ajudar, eu agradecia, e não tirava os olhos daquelas pernas, e seus peitos também, várias vezes percebi que ela me pegava no flagra, tentava disfarçar, enquanto ela olhava a rifa vi ela tirando seus saltos jogando eles de lado, tinha pezinhos pequenos lindos, perfeitos, ela se jogou um pouco mais no sofá, praticamente deitando jogou as perninhas pra cima do sofá, foi ai que tive uma visão que me deixou maluco, era sua xaninha, linda, tipo moicano, deliciosa, a safada queria me provocar e eu estava adorando, ela então deixou o bilhete da rifa sob uma mesinha, e disse “ai já já eu escolho, é que eu estou tão cansadinha” e levantou o pezinho na minha cara, eu a olhando, depois abaixou deixando ele sob meu pau, e me olhando, deitada no sofá, ficou pressionando seu pezinho no meu pau e falou “ai menino que menino safadinho, ta de pipiu duro, será que fui eu que te deixei assim?”, e sorrindo, eu não acreditava, respondi que sim, quase gaguejando, e ela “uhmm que delícia....”, então se ajeitou no sofá e veio engatinhando até mim, encostou seu rosto no meu, ameaçando me beijar, então senti sua mão subir minha coxa entrando pela perna do meu short, até meu pau, e apertando ele por cima da cueca, e então me beijou, levei minha mão por dentro de sua blusinha, tocando seu seio, apertando, acariciando ele bem gostoso, por cima do sutiã, em seguida entrando com minha mão por dentro dele, e acariciando aquele seio, arrisquei apertar seu biquinho e na hora ela gemeu no meu ouvido gostoso, me chamando de safado, ela então puxou meu short, minha cueca, e tirou meu pau pra fora, e me beijou com sede, sua mão tocava uma ótima punheta, tirei sua blusinha, e seu sutiã, ela levou seus seios na minha boca, e passei chupá-los com sede, nunca tinha visto mais belos e gostosos, e ela batia uma pra mim, foi neste momento que reparei na sua mão um anel, a safada era casada, fiquei com receio, deu um segundo de medo, mas eu estava dominado por aquela putinha, ela então se inclinou, se abaixando e engoliu meu pau todinho, chupava ele, até minhas bolas, uhmmm, seu bumbum ficou arrebitado, levei minha mão naquela bunda, enfiei uns tapas nela, e ela falava “ai meu safadinho bate bate na sua putinha”, ai que eu enfia uns bons tapas, e bons apertões naquela bunda, a deixando vermelhinha, em seguida minha mão deslizava até seu xaninha que estava ensopadinha e fiquei a bulinando, esfregando meus dedos nela, ela passou a rebolar, soquei dois dedos naquela putinha tocando ela, metendo rápido, ela gemia, gemidos abafados com meu pau na sua boca.Depois ela, se levantou e segurando meu pau, veio, encaixando sua bucetinha nele, uhmm, entrando gostoso, estava quentinha, meu pau entrou todinho, em seguida ela começou a cavalgar, aumentando o ritmo cada vez mais, a safada não tinha vergonha na cara, gemia alto, fazia questão de mostrar que estava metendo, mesmo casada, e metemos, metemos, até que não agüentei, e gozei...e ela rebolava sob meu pau, falando “ai que gostoso....”, me chamando de safadinho, nos beijamos, e que beijo, ela tinha uma boca maravilhosa, e ela no meu ouvido falou “ai hoje não vou conseguir escolher nenhum bilhete da rifa, você volta amanhã? Se quiser trazer algum amiguinho pra te ajudar a vender, pode trazer”, e falava sorrindo, era uma putinha mesmo, até que ela disse “vai meu anjo, pois meu marido deve esta pra chegar”, rapidamente me ajeitei, a safada abriu a porta, olhou para o corredor, pediu pra mim sair, sai, e quando estava já fora do apto quase no meio co corredor, ela “ai gatinho espera”, correu, estava com seus seios a mostra, veio me deu um beijo até sufocante, sua mão entrou dentro do meu short alcançando meu pau e apertando ele, e eu correspondia, e em seguida me soltou me chamando de gostoso, e entrou no seu apartamento, nossa !! se eu contar pro meus amigos ninguém acredita, mas depois disto, várias vezes eu vou até seu apto meter, e já levei amigos, já temos muitas histórias, muita sacanagem já rolou com esta putinha. 
Se quiserem me achar, escrevam pro e-mail senhordoscontos@gmail.com ai conto como foi as outras vezes.


Escrito por SenhorDosContos

O mecânico fodendo a patricinha

Estes dias, meu pai estava pra me levar no shopping era um final de semana, e o motorista estava de folga, eu estava vestida num vestidinho bem curtinho de tecido leve azul claro, uma sandália de salto alto branquinha, cabelos presos tipo rabo de cavalo. Durante o caminho estava um certo trânsito, meu pai cortou caminho por um outro bairro, porém pra nosso azar, o carro quebra bem lá, uma rua de periferia, garotos jogando bola na rua, meu pai pede pra mim esperar, desce do carro, e sai andando, vejo ele sumir na esquina da rua e eu ali sozinha, já estava nervosa.Vejo depois de uns 20min, meu pai voltando com um negão, usando um macacão todo sujo, aquele homem me deixou excitada, adoro homens assim, eles se aproximaram, ele me olhou dentro do carro, com sua cara de mal, eles abriram o capô do carro, o negão mexeu, depois ele fechou o capô e veio abriu a porta entrando no carro, e falou “oi mocinha”, me olhou todinha, fiquei arrepiada, nem tive voz pra responder apenas sorri, ele pegou e ligou o carro, mas disse ao meu pai que não duraria muito, precisaria levar na sua mecânica, meu pai aceitou, entrou no carro na porta de trás, e o negão foi guiando o carro até sua mecânica, não parava de olhar minhas pernas, meu pai me apresentou a ele, e ela disse “sua filha é muito bonita patrão”, sorri, chegando na mecânica, descemos todos do carro, fiquei encostada no capô da frente, e eles conversando um pouco a minha frente, meu pai então veio até mim, pedindo se eu poderia esperar ele ali, pois como na mecânica não aceitava cartões precisaria passar no caixa eletrônico pra pegar dinheiro, eu aceitei disse que tudo bem, meu pai saiu, ficamos só eu e o negão naquela mecânica implantada na garagem da casa dele, ele ficava me olhando, todinha o tempo todo, dei uma de chatinha, falando “vai demorar moço”, e ele falava talvez mocinha, então, ele pegou deitou no chão, entrando um pouco pra baixo do carro, eu continuei no mesmo lugar, e notei de diversas vezes ele dava um jeitinho de olhar pra minhas pernas e deveria estar conseguindo olhar minha calcinha, branca, de rendinha, aquilo me excitava, eu adoro me exibir e provocar, então quando vi ele um pouco mais pra debaixo do carro, enfiei a mão debaixo do meu vestidinho, e comecei a abaixar minha calcinha, ficava de olho na sua, não muito longe escutava o barulho das crianças jogando bola, minha calcinha foi descendo e deixei a cair sob meus pezinhos, vi ele parar, deveria estar me olhando, vi ele se movimentar, se ajeitando pra me olhar, tirei minha calcinha dos pezinhos, a deixando no chão mesmo, vi sua mão indo pegar, que safado, fiquei rindo baixinho, ele deve ter cheirado, depois vi ele colocando no bolso, agora ele tinha a visão da minha bucetinha, raspadinha, eu abria um pouco mais as pernas, pra que ele pudesse ver melhor, olhei pra ele, e vi um volume enorme no seu macacão, nossa aquilo me deixava doidinha, então tirei meu pezinho da sandália e levei ele até seu pau, por cima do macacão, e comecei a pressionar, apertando ele com os dedos no meu pezinho, parecia ser bem grande, uhmm então senti a mão dele, vindo na batata da minha perna, e descendo, deixando-me um pouco suja, de óleo, mas eu adorava aquilo, e desceu até meu pezinho, acariciando ele, e pressionado ele com sua mão seu pau, então "moço, você poderia me ver um copo d'água, estou com sede", ele saindo de debaixo do carro, limpando o suor da testa, falando "claro mocinha, vem comigo", fomos entrando para dentro da casa, acho que ele morava ali, tudo muito simples, tudo tinha cheiro de graxa, aquilo me excitava mais ainda, chegamos na cozinha ele pegou o copo enchei e me entregou, comecei a beber olhando pra ele, deixei um pouco de água sair escorrendo da minha boca, descendo por entre meus seios, e ele acompanhada aquela água, bebi a água, me virei de costas indo em direção a pia, deixando o copo lá, foi ai que senti ele me agarrando por trás, enfiando a mão por dentro do meu decote agarrando meus seios, e falando no meu ouvido que ira me foder, fiquei molhadinha, rebolei no seu pau, empinando mais ainda, ele puxou as alcinhas do meu vestido, e ele caiu sob meus pés, fiquei peladinha, ele abriu o zíper da sua calça tirando seu pau pra fora, fiquei olhando de ladinho, e então ele chegou me encoxando, roçando meu pau na minha na minha bunda, suas mãos agarravam méis peitos apertando eles, deixando eles sujos de graxa, e óleo, ele beijava, mordia meu pescocinho, eu abria mais minhas pernas, me esfregando nele, então ele segurando seu pau ajeitou ele na portinha de minha bucetinha e socou de uma vez e forte, dei um grito, e ele bombava forte me segurando pelos peitos, e metia sem parar, puxava meu cabelo, virando meu rostinho, beijava minha boca, brincando com minha língua, depois de bombar muito ele tirou o pau dele de dentro de mim, puxou meu cabelo me mandando ajoelhar, obedeci, e ele enfiou seu pau na minha boca e eu engoli tudinho, era muito grosso, e ele segurando minha cabecinha começou a forçar seu pau na minha boca, metendo, eu ficando quase engasgada, então não demorou muito o negão gozou, enchendo minha boca de porra, engasguei, mas lambi tudinho, ele me xingava de putinha, praticinha safada, e eu adorava, sorria pra ele, mordendo os lábios e com o rostinho cheio de porra, foi então que eu ouvimos a voz do meu pai chamar na garagem, o negão guardou seu pau rapidamente, e foi pra garagem, fiquei ali, me limpei, e minutos depois saí, falei com papai que estava no banheiro, e o interessante que foi a desculpa que o negão usou também, até nisto agente combina, segundo ele o carro estava pronto, o filho da puta só queria dar um jeito de me foder mesmo, quando estávamos saindo eu vi uma bandeira de cartão, aceitamos Visa, eu fiquei só pensando, que safado armou tudo, mas eu adorei, e foi assim que aconteceu.
Se quiserem me escrever meu e-mail é biancaloirinhasafadinha@gmail.com

Escrito por Bianca

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Imprevistos, Loucuras no transito e muito SEXO


De volta à rotina... o mesmo sinaleiro no final da rua, 7hs45min mesmo horário de sempre, o trajeto que sempre percorro todos os dias até o trabalho parece um flashback, entediante, até o Pablo vendedor de Hot-dogs estava la na esquina c/ a 3 empolgado como sempre me cumprimentou quando eu passei, puxa vida, depois de um ótimo final de semana parecia que eu tinha retornado à minha penitencia diária ao qual tenho que pagar como um presidiário condenado ao “Tédio”, rotina fatídica, já estava até imaginando minha Chefe de Departamento gritando comigo como todas as vezes ela faz quando eu chego no escritório, e como sempre deixo ela conversando sozinha e vou até o refeitório tomar uma xícara de café quente. Quando cheguei no estacionamento deixei o carro na vaga do gerente que sempre chega atrasado, ele sempre briga comigo por causa disso, e por que eu faço isso? Hora... todas as vezes ele me obriga a deixar o que estou fazendo e ir correndo retirar o carro da vaga dele, dessa forma eu posso dar uma pausa e respirar um pouco, e é claro, posso ir até a esquina correndo e comer um pão de queijo na Lanchonete da dona Vera, e diga-se de passagem é uma delicia, rsrs, e o melhor é que ela sempre deixa eu comer um a mais.

Aconteceu tudo como sempre, cheguei brigando com Helen no escritório deixando ela conversando sozinha, fui até o refeitório pra tomar café e dei um abraço na dona Ruti que cuida do refeitório, uma pessoa formidável talvez a funcionária mais antiga da empresa, super carismática. Quando o gerente chegou por volta de 9hs30min já foi me chamando a atenção, e eu dando uma de João-sem-braço respondi com a maior cara-de-pau, “- desculpa chefe, esqueci de novo, já to indo tirar o carro”, rs rs, quando eu já ia saindo o Carlos nosso colega recepcionista foi dando o toque, “Hei, hei, você não vai acreditar, CARA você viu o AVIÃO executivo que passou por esta sala agora a pouco?, uma belezura de bunda rapaiz!! – eu disse que não tinha visto e falei pra ele que da próxima vez era pra ele pegar uma foto autografada (rsrs).

Depois que retirei meu carro da vaga do gerente, corri até a esquina em direção à Lanchonete da dona Vera, comprei um jornal na banca ali perto e comecei a ler a 1ª página enquanto me dirigia até a lanchonete, me distrai e quando estava perto da entrada acabei esbarrando de frente com uma mulher que estava saindo de la de dentro, muito linda por sinal, no esbarrão acabou derrubando café que ela estava segurando na sua blusa “Branca”, Putzzzzz, ela tinha se sujado toda!!! – Eu super sem graça pedi desculpas oferecendo ajuda, ela muito educada recusou dizendo que não precisava de ajuda agradecendo a preocupação, todos lá dentro da padaria ficaram me olhando, nunca havia ficado tão sem graça, pedi desculpas novamente e me enrolei todo tentando me justificar, até cometendo outra mancada, dizendo que “eu”nunca havia esbarrado em uma mulher tão linda como ela, “Soou como uma cantada sórdida”, pedi desculpas também por isso, ela nem deu bola e saiu em direção do outro lado da rua, (Eu queria enfiar minha cabeça num buraco), que mancada do caralho, e eu nem pra perguntar o nome daquela mulher Linda.

Entrei na lanchonete super sem graça, ainda fui motivo de piadinhas dos meus colegas ali do pedaço, comi alguns pães de queijo escutando a tiração de sarro da galera, depois voltei pra firma apressado, naquela altura todos já deveria estar se perguntando onde eu estaria (belo jeito de começar o dia). Quando chego no escritório estavam lá o gerente e a minha chefe discutindo um assunto em vós alta, quando se depararam comigo, a minha chefe indagou – “falando nele... olha quem chegou?” – engoli seco!! meu gerente brigou comigo é claro, pagou o maior sapo, e me disse ainda que a Supervisora de Logística da filial de Santa Catarina estava me esperando na outra sala, e que seria “eu” quem deveria acompanha la até o armazém p/ despachar a mercadoria de reposição do lote que havia faltado semana passada, e que ELA estava muito nervosa por ter que ficar esperando. Sem demoras passei a mão nas Notas fiscais e nos malotes em cima da mesa e fui até a sala do lado, quando abro a porta outra surpresa... aquela mulher Linda com sua blusa branca ainda manchada de café com uma cara de poucos amigos estava sentada na poltrona no centro da sala, meu gerente entrou junto comigo e me apresentou a ela... – “Esta é a senhorita Fernanda Balghartner, a nossa supervisora de logística”, - eu disse apenas um “Oi”, engolindo ainda mais seco e muito envergonhado, ela se levantou e respondeu com um sorrizinho sarcástico... – Nós já nos esbarramos antes não é mesmo? – eu me sentindo um lixo, respondi, “- Sim, nós já nos conhecemos, o prazer foi todo meu na ocasião, só tinha esquecido de perguntar o seu nome...” - naquela hora eu estava tremendo que nem vara-verde, pois bem, nem preciso dizer como eu estava me sentindo, quando saímos ela disse que podíamos ir no meu carro, já que o Armazém fica a 40min de onde estávamos. Quando saímos, lá na portaria o Carlos sussurrou lá de longe quando passei por ele... – Não perdeu tempo heim? Rsrs, eu tinha falado “desse” Avião!! – eu respondi disfarçadamente (Sussurrando) – Eu já tinha comprado as passagens do avião antecipadas, manézão... kkkkkk!!! (brincadeiras à parte) – la na frente ela me chamou e disse que estava com pressa, e que era para nos apressarmos, consenti afirmativamente e lhe acompanhei até meu carro, achei estranho mas ela não parava de me olhar, notei uma certa curiosidade em seus olhos, pensei comigo... “Será que eu consigo?”

No caminho ela me sabatinava com uma série de perguntas, quase todas voltadas às minhas atividades na empresa, e me perguntava se eu gostava do serviço, questionava sobre o ambiente de trabalho, sobre nossa relação com os diretores e coisas do tipo, até então muito sucinta e direta, quando o assunto foi ficando escasso houve silencio e passamos apenas a observar o trajeto e o transito, só que eu a cada parada com o sinal fechado eu dava uma espiadela naquelas pernas torneadas e volumosas disfarçadamente, fiquei imaginando ela “nua” deitada numa cama se insinuando pra mim, fantasiando, formulando cenas de sexo explicito e posições audaciosas, quando ela de repente me chama a atenção e indaga... – O sinal já abriu, vai ficar ai parado? – eu pensei comigo, “que merda! uma mancada atrás da outra” - pedi desculpas e retomei caminho, falei que estava ainda abalado por ter sido o responsável pelo desastre na lanchonete, pedindo novamente desculpas pelo ocorrido, ela disse com um tom de voz menos formal que não tinha o que me preocupar, já que aquilo tinha sido um acidente, me dizendo pra esquecer o episódio. Logo depois ela me pergunta com um tom mais descontraído, o que eu fazia nas horas vagas, tipo final de semana, se eu praticava algum esporte, já que eu não parecia do tipo funcionário sedentário, me fazendo um elogio sobre meu porte físico “sarado”, bem, eu respondi apenas que gosto de natação e caminhadas, onde passo meus finais de semana em uma fazenda no interior onde costumo fazer trilhas, andar à cavalo, acampar...coisas do tipo, ela se mostrou muito interessada, e me perguntou se eu levava minha namorada, ressaltando se eu tivesse uma é claro, - eu respondi que sim, que adorava levar minha namorada pra fazer trilhas juntos, e que as vezes dormíamos juntos, acampados à beira da fogueira, sozinhos à beira do riacho, ela suspirou dizendo que parecia ser romântico uma aventura assim, me perguntando se eu amava minha namorada – eu pensei um pouco antes de responder, já que tinha notado certo interesse em seus olhos, por um instante eu hesitei, mas respondi que sim, que era apaixonado por minha namorada, e que fazia tudo por ela, nesse momento eu notava como ela me olhava, e antes de terminar a frase, eu arrisquei tudo e levei minha mão direita sobre sua perna e correndo minha mão subindo por debaixo da sua saia por sobre sua linda coxa (Nossa!! Pensei comigo “Belas pernas”, eu já estava super excitado e meu cacete estava tão duro que doía), fui então terminando a frase... – Porem, nada me impede de cumprir minhas obrigações no serviço, não é mesmo? – ela respondeu olhando nos meus olhos... “– Obviamente! Não pense que você sairá impune a respeito do que acaba de fazer, agora cale-se e dirija o carro, enquanto eu penso numa punição à sua altura.” – nesta hora ela abaixa o recosto do banco do carro me olhando, depois começando a se tocar mordendo nos lábios se insinuando pra mim, depois levou a sua mão sobre minha virilha percorrendo o volume do meu pênis ereto agredido dentro da calça querendo ser libertado por aquelas mãos femininas delicadas e insinuantes.


Por um momento passou pela minha cabeça em leva la p/ algum motel ali perto, porem pensando melhor achei que não seria uma boa idéia, poderia quebrar o clima de fetiche e sedução, pensado ainda mais alto imaginei qual seria o desfecho desta fantasia cheia de loucuras que estava me acontecendo. Enquanto isso eu só observava ela abaixar o zíper da minha calça liberando meu membro ereto, me fazendo delirar ao sentir suas delicadas mãos envolverem meu membro sedento, foi quando ela indagou com uma voz carente... “– Nossa! gostei muito do que acabei de ver, superou minhas expectativas, fique quietinho, não vou te machucar.”

Puxa vida, eu nem estava acreditando que aquilo tudo estava acontecendo comigo, mas por via das duvidas deixei rolar eu estava curioso pra saber até onde aquela Linda Mulher estaria disposta a ir com aquela loucura. Quando o sinal fechou, ela se voltou pra mim e envolveu meu pênis com aqueles lábios maravilhosos fazendo com que ele ficasse quase todo dentro de sua boca, ela ficou surpresa ao perceber seu verdadeiro tamanho ao coloca lo na boca, logo depois ela começou a fazer movimentos de “vai e vem” deliciosos fazendo me contorcer todo no banco do carro, até uma senhora que entregava panfletos de propaganda se assustou ao ver aquela cena depois que me entregou um panfleto, e eu nem tinha percebido que o sinal tinha aberto, até escutar o carro que vinha logo atrás buzinar me chamando a atenção, acelerei e segui adiante, Fernanda se recompôs e se arrumou novamente, e a partir daí ficou calada, só me observando pelo resto do trajeto.

Quando chegamos, passamos pela portaria, estacionei o carro e seguimos até a entrada do Armazém, logo que adentramos, ela começou a fazer a vistoria e ordenou que todos os 10 funcionários que cuidavam dos estoques tirassem uma pausa de 1 hora (Ela sabe como dar ordens, e como todos ali já conhecem ela e seu jeito autoritário de reger as coisas nem perguntaram o motivo, já foram logo saindo todos dali), ela então se vira pra mim, me olhando nos olhos dizendo... “– Agora, ninguém vai me interromper no meu trabalho, venha e me mostre o lote de reposição”. Eu obediente levei ela até a sessão 6 e mostrei os lotes já embalados prontos pra serem embarcados, ela conferiu um a um, demarcando em cada nota fiscal e anotando referencias de cada mercadoria, de repente ela indaga que havia um problema, me chamando p/ ver de perto, ao questionar qual seria o problema ela lança suas mãos em meu peito me empurrando contra uma pilha de caixas dizendo.. “– O problema é que não consigo tirar você da minha cabeça...” ela ao se aproximar lançou sua mão direita no meu pênis abrindo minha calça, me tirando a camisa e liberando seus seios fartos do sutiã onde eu sem pensar duas vezes comecei a suga-los com muita sede, abracei ela por trás e levei minha mão até sua vagina que já estava toda melada, mordendo seu pescoço, ela estremeceu toda. Nosssa!, que bucetinha gostosa, até os grandes lábios de sua xoxota estavam dilatados implorando p/ serem chupados. Agarrei ela por trás, joguei ela por sobre uma das caixas, depois arranquei com os dentes sua calcinha preta cheia de rendas e abocanhei os lábios daquela bucetinha linda com muita sede, ela urrava de prazer gritando... – Acaba comigo vai... me faz sua Puta, quero sentir você todo dentro de mim... te quero, me morde todinha... Aiiiiiiiiiii, que delicia!! Mais forte....mais forte!! HUmmmmmmmm!. – Depois de agredir com minha língua aquela buceta deliciosa, coloquei ela com as pernas abertas fazendo ela apoiar as mãos por sobre as caixas, comecei a morder suas costas e lamber sua bundinha deliciosa levando ela à Loucura!!, logo depois puxei seus cabelos p/ trás até com certa agressividade coloquei o meu cacete na direção do seu cuzinho apertadinho provavelmente virgem sem nem mesmo aviso prévio, deixando ela sem saber o que iria acontecer, e numa única estocada deflorei aquele cuzinho maravilhoso fazendo ela URRAR de dor e prazer, depois da juntada que eu dei nela, eu voltei a morder suas costas e administrar bem devagar leves estocadas em seu cuzinho, fazendo ela se acostumar com o volume do meu pênis invadindo e alargando sua grutinha quente... ela não parava de rebolar no meu cacete, logo depois comecei a acelerar os movimentos e ela gemia de dor e prazer, ela ficava pedindo pra que eu penetrasse sua buceta e que já tinha gozado varias vezes, eu respondendo ao seu chamado posicionei meu pênis na altura de sua xoxota e da mesma forma com apenas uma estocada fiz ela urrar novamente sentindo meu membro invadindo profundamente sua bucetinha que muito implorava p/ ser penetrada.

Por um instante eu fiquei apreciando as contrações de sua vagina deliciosa e o calor de seu corpo, até começar a impor estocadas agressivas e pausadas fazendo ela ir ao DELIRIO, quando senti que o meu orgasmo se aproximava eu dava uma pausa, percorrendo com as mãos sua barriguinha e seus seios sentindo seu leite vaginal escorrer em minhas pernas, depois de ter novamente o controle e afastar o orgasmo voltei a impor fortes estocadas, até arrancar novamente urros daquela morena linda, sentindo ela gozando novamente, Nossa! Ela estava totalmente embriagada de prazer, fora de si, totalmente entregue à minha atuação, forte, movimentos pausados, suas cochas balançavam ao sabor de minhas estocadas, eu dominava seu corpo de forma a faze lo se contorcer nos meus braços. Eu já estava todo suado, percebendo que meu orgasmo chegava novamente eu acelerei ao máximo que pude, mais quatro ou cinco estocadas fortes até explodir num orgasmo avassalador, eu urrei sentindo meu esperma jorrando dentro daquela xoxota deliciosa, foi quando me debrucei sobre o corpo dela, desfalecido de prazer, aprumei seu corpo e abracei ela beijando seu pescoço, ela ainda estava numa espécie de transe, tomada pelo prazer ainda sentindo meu pênis pulsando dentro de sua vagina.

Quando ela despertou, ficamos nos beijando ali parados depois de um tempo ela alertou sobre o horário, e logo nos vestimos novamente e fomos até o banheiro e nos arrumamos. Depois de tudo novamente sob controle continuamos o serviço onde terminamos de despachar a mercadoria no caminhão e voltamos pra firma. Mas a partir deste ponto ela retomou o tom profissional, e me alertou p/ guardar segredo caso contraio ela me processaria por assedio sexual, eu nem mesmo fiz qualquer oposição e garanti p/ ela que tudo o que aconteceu ficaria sob total sigilo.

Depois de termos retornado ela fez boas referencias minhas ao meu diretor e à minha chefe, ela também me deu 1 dia de folga p/ descansar depois do dia cheio que tivemos. Eu agradeci a ela imensamente, e desejei a ela boa viagem de volta ao Sul, e que caso ela precisasse dos meus serviços novamente, que ela já saberia onde me encontrar.

Escrito por Horse_Lover

sábado, 22 de agosto de 2009

Tesão e Sexo começando por Telefone


Fazia 5 dias que eu e meu gatinho não nos viamos ,tomei um banho,fui para o quarto,liguei a televisão,nada de interessante passava na tv....lá fora uma chuva forte e no quarto só a claridade da televisão....uma saudade bateu forte,pois eu estava a 5 dias sem ve lo,adoro fazer sexo em dias de chuva ,embora gosto de sexo a qualquer hora,olho para o telefone e não aguento,ligo para meu gatinho.
Uma voz meio sonolenta atende......

M-Alô
P-Oi gatinho que saudade!
M-Oi princesa,essa semana foi muito corrida,trabalhei muito,mais estou morrendo de saudades também....
P-A gatinho estou louquinha para te ver
M-Hum e o vc gostaria de fazer quando me visse?
P-Eu iria fazer tantas coisas gostosas
M-Como vc está vestida princesa?
P-Hum, uma camisolinha preta bem curtinha e uma calcinha fio dental pretinha também
M-Nossa que delicia,meu pau já está ficando duro só de imaginar vc nesta camisolinha
P-Hum eu adoraria chupa lo bem gostoso e te fazer gozar na minha boquinha
M-Princesa isso é um convite,olha que eu vou hein
P-Sempre é um convite
M-Princesa me imagina ai do teu lado,te beijando,te acariciando toda como vc adora
P-Hum,já estou imaginando e estou ficando com um tesão enorme gatinho
P-O tesão estava intenso e minha voz saia como um sussurro
M-Agora estou beijando teu pescoço,acriciando teus seios lindos e que eu adoro
P-Fecho os olhos ,fico em silêncio,escutando o que ele me fala e imaginando cada cena......começo a me tocar,ele escuta meus gemidos,desço minhas mãos lentamente até minha bucetinha,acaricio meus pelinhos bem ralinhos,desço devagar,enfio dois dedos na minha bucetinha já molhadinha de tanto tesão e faço movimentos de vai e vem,subo até meu grelinho,brinco um pouco com ele ,a masturbação está deliciosa e ele está tarado com os meus gemidos e continua me falando o que fazer......A voz dele é uma delicia e continua no mesmo ritmo me levando a loucura ,explodo em um orgasmo maravilhoso......Mais eu quero mais ,também quero dar prazer a ele e começo com minha voz suave pedindo que ele imagine cada detalhe do que estou falando.

P-Feche os olhos e me imagine indo nua em tua direção....me aproximo pego em teus cabelos e dou lhe um beijo de lingua,nossas linguas brincam uma com a outra...olho para você ,desço bem devagar e começo a passar a lingua em teus mamilos,vou descendo ainda pela tua barriga ,chego até teus testiculos e começo a lambe lo,mordisca lo vc adora,enquanto acaricio teu testiculo minha lingua sobe pelo teu membro ereto e começo a suga lo ,faço movimentos de vai e vem,passo a lingua em volta da cabecinha ,engulo ele inteiro vc adora me ver fazendo isso .isso te deixa maluco.
A respiração dele está cada vez mais forte e continuo com suavidade na minha voz,continuo sugando teu pau ,te olho e peço teu leitinho todo em minha boquinha,vc não aguenta e atende meu pedido imediatamente,ele enche minha boquinha com teu leitinho eu engulo tudo e ainda passo a lingua para não deixar uma única gota,olho para ele e passo a lingua delicadamente sobre meus lábios....ele me olha com desejo puxa meus cabelos e me beija e logo voltamos a realidade...
M-Foi uma delicia Penelope,mais ainda é muito melhor estar com vc,
P-Então porque não vem?
Vou te fazer gozar mais gostoso ainda,tive um orgasmo delicioso mais ainda quero gozar sentindo teu pau bem gostoso dentro de mim
P-Ainda falta vc aqui comigo,te quero e quero agora...desligo o telefone sem uma única palavra além dessas ....
Vou tomar um banho,pois ainda estava subindo pelas paredes e um banho me ajudaria a relaxar.....Prendo meus cabelos,ligo o chuveiro e enquanto a água caia sobre meu corpo,nos meus pensamentos estava ele,tua voz,teu corpo,tudo nele me excitava....meia hora de baixo do banho e eu ainda estava com tesão ....terminei o banho,coloquei uma camisolinha vermelha e branca que mostrava a popinha da minha bundinha....adorava dormir sempre gostosinha,pois ele tinha a chave da minha casa e de vez em quando ele me fazia visitas inesperadas.

Deitei na cama,procurei algo para assistir,mais não conseguia me concentrar em nada,meus pensamentos estavam longe,estavam no que tinha acabado de acontecer pelo telefone....
Escutei abrir a porta da sala,me levantei fui até lá,era ele,me puxou pela cintura,me encostou na parede e me beijou,dava para sentir o volume do teu pau
estava bem duro e imaginei que não era só eu que estava pensando no que aconteceu....ele me beijava,me apertava,me acariciava,parecia ter mais de uma mão era incrivel.....
Ele me pegou no colo e me levou para a mesa da cozinha ,me deitou em cima dela,puxou minha calcinha de ladinho e acariciou meus pelinhos ,em seguida começou a lamber minha bucetinha me levando a loucura.....
Nossa,meu macho gostoso,assim me chupa gostoso vai,assimmmm,aiiiiiiii,que gostosoooooooooooo,vaiiiiiiiiiiiii teu tarado me chupa ,assimmmmm,vou gozar na tua boca teu safado ele me enfiou dois dedos e enquanto me chupava e me fodia comteus dedos eu gozei melei teus dedos e ele ainda lambeu toda minha bucetinha....Ele abriu bem minhas pernas e me penetrou de uma vez só,dei um grito,uma dor que logo deu lugar ao prazer....ele segurava forte em minha cintura enquanto me fodia com força e bem gostoso.....entre gemidos sinto ele explodir dentro de mim,sinto teus jatos quentinhos inundar minha bucetinha......ele deita tua cabeça em minha barriga,ficamos em silêncio,acaricio os teus cabelos,ele me olha de uma jeito como se dissesse sou louco por vc sem precisar dizer uma única palavra.....mais a noite não acaba ai....mais já é outra história.....

Escrito por PenélopeCharmosa

Série: O Diretor - O Diretor fodeu meu cuzinho

CONTINUAÇÃO DO : CASTIGO NA SALA DO DIRETOR


Dizem que toda mulher tem fixação no Pai,como todo homem na Mãe,isso é o que diz a psquiatria...

Sentada no colo do Sr. Zíder, podia sentir a pressão, bem maior agora, em minhas nádegas.

Ele arriou as alças do meu vestido, com um movimento só, libertou meus seios e começou a lamber os bicos vermelhinhos.

Numa pausa para tomar fôlego, ele me olhou com os olhos dilatados de desejo.

Deslizei para o chão, me ajoelhei diante dele e com movimentos resolutos, abri a parte fronteira da sua calça.

Tive um pouco de dificuldade para libertar o pau inquieto que ansiava por carinho.

Por alguns instantes contemplei o pau pujante, que palpitava entre os meus dedos.

Nunca vira um tão grosso como aquele. Nem o do Tio Rô.

Minhas mãos subiram para as primeiras carícias, a pele era cheia de veias saltadas, a ponta lustrosa, brilhava ,coberta por uma gosma.

Ele pousou as mãos em meus cabelos e fez pressão em minha cabeça.

- Por favor, Ayeska, seja boazinha comigo...

Atendendo à pressão dos dedos em minha cabeça , avancei o rosto, um beijo rápido, e comecei a roçar a língua na pele lustrosa.

A grossura me excitava e assustava ao mesmo tempo.

- Não querida, Só isso , não...

Foi preciso escancarar minha boca, senti dores na articulação dos meus maxilares, o Sr. Zíder, o diretor moveu os quadris para frente e só parou quando seu membro atingiu a minha garganta.

Tossi engasgada, mas ele não recuou.

-Lambe querida, bote essa língua rosada e gostosa para funcionar...

Aos poucos eu percebi que o Diretor e Pai do meu namorado perdia a camada de civilização. Me assustei com suas estocadas indo e vindo dentro da minha boca.

Mas fiz o que podia, girei a língua em volta daquele colosso de carne e mamei como se fosse uma mamadeira.

Esperei receosa que ele gozasse dentro da minha garganta, mas, ele não o fez.

Quando estava próximo ao clímax retirou seu pau da minha boca,.

-Venha cá , minha querida...

Me arrastou até o sofá mais próximo que tinha na sua sala, colocou-me de joelhos no chão e os cotovelos sobre a almofada. A posição era sugestiva e ao entender sua intenção, gelei por dentro. O seu pau era grosso demais e minha buceta apertada.

-Não, assim não...

Ele me segurou pelos quadris e não permitiu que me levantasse. Ajoelhou-se por trás de mim, fazendo-me sentir a cabeça do seu pau roçar em minhas coxas.

-Por favor...

-Vamos tentar, se doer muito , eu juro que paro...

Senti seus dedos deslizarem entre as minhas pernas, da minha xoxota melada de excitação, trouxeram uma boa quantidade de secreção e seus dedos espalharam no orifício apertado do meu cu.

- O senhor vai me machucar! Vai me arrebentar toda!

- Deixe de ser medrosa querida! E deixe pra lá esse negócio de senhor. Para que tanta formalidade depois do que está havendo entre nós?

Quando senti a chapeleta do seu membro se alojar nas curvas internas das minhas nádegas, tive um sobressalto e tentei me levantar.

- Calma...prometo que vai gostar e serei gentil...

Implacável ele começou a penetrar meu cuzinho, meu anelzinho se dilatou devagar, como um grosso elástico sendo arreganhado.

Comecei a gemer , enquanto sua glande se alojava dentro de mim, dilacerando minha carne. Costumava dar o cuzinho, mas nunca para um pau tão grosso como aquele.

O Sr, Zíder, deu um tapinha na minha bunda e começou seus movimentos de vai vém.

A minha sorte, foi que ele já estava duro e com vontade de gozar e sua resistência ao fim; fazendo-o gozar, inundando meu cuzinho com seus jatos quentes.

Devagar senti seu membro diminuir de espessura e só então ele saiu de dentro de mim.

Meu cuzinho piscava e o seu gozo escorria de dentro dele.

Me movi com dificuldade e fui apanhar meu vestido.

Ele me fitava embevecido.

- Sem suspensão querida. Apenas os minutos que passou aqui serão levados em conta.

- Ah Sr. Zíder, valeu...valeu mesmo...

- Só tem um porém, quero me encontrar mais vezes com você...Logo se acostumará e foderei seu cuzinho sem problemas....e sua bucetinha também.

Minha alegria em saber que não seria suspensa foi tão grande e afinal havia sentido prazer e até gozado em companhia do Diretor e pai do meu namorado.

Antes de sair de sua sala, passei os braços em torno do seu pescoço, enchendo-lhe a boca de beijos. Me esfreguei sensualmente em seu corpo, prometendo uma próxima vez.

Escrito por Ayesk@

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Série : O Diretor - Castigo na sala do DIRETOR

Quando eu estava cursando o colegial, namorei o filho do Diretor do Colégio.

Fazíamos muitas peraltices juntos, mas eu queria mesmo era fazer peraltice com o pai do meu namorado. Um homem de 48 anos, cabelos louros com fios grisalhos, olhos azuis, alto e magro. As vezes quando o via em sua casa ou no colégio, notava a protuberância na frente da sua calça social.

Ele era muito sério, mas sempre eu notava seus olhares maliciosos em minha direção.

Um dia após ter sido surpreeendida pela professora de Francês passando cola para uma colega, fui mandada para a diretoria. Era a última aula.

Trajava um vestido solto e lilás, sem soutien e calcinha.

Abri a porta da sala do diretor depois de duas batidinhas.

- Posso entrar ou vou atrapalhá-lo? A professora Sônia mandou me apresentar ao senhor.- e estendi o bilhete que a professora havia mandado entregar para o Sr. Zíder.

O Sr. Zíder interrompeu a leitura de um livro, tirou os óculos e me olhou.

- Você querida, nunca me atrapalha. Feche a porta e entre.

Com passos curtos e estudados, me aproximei da escrivaninha de mogno, dando tempo para o diretor do colégio e pai do meu namorado, lesse o bilhete que lhe estendi.

- Passando cola para colega de classe, Ayeska! – com um sorriso fez sinal para que me aproximasse mais.

Sorri e me encostei em sua escrivaninha, a poucos centímetros de distância.

Os olhos do Sr. Zíder não se afastaram dos meus seios, que diante do seu olhar; os biquinhos se dilataram formando um alto-relevo no tecido do vestido que eu usava.

- Ah Sr. Zíder, ela não é muito boa em Francês. Sabe sempre passei cola para ela, mas como eu falava em francês e ela escrevia em português e tirava zero, passei a escrever em um papel e passar para ela. –respondi fazendo biquinho.

-Ah Sim... Bom o pessoal está saindo do colégio e por alguns minutos ficaremos a sós até chegar os outros professores e alunos. – falou ao ouvir o sinal.

- Ayeska, a professora Sônia está pedindo para que eu a suspenda por dois dias. O que me diz em sua defesa além do que já me falou?

- Sr. Zíder não posso pegar dois dias de suspensão! Tenho prova nesses dois dias e estou fechando todas as matérias. Isso não seria nada bom para mim. Ter que vir nas férias fazer as provas. – respondi me aproximando e passando suavemente a mão no rosto do Sr. Zíder. – Posso ser indiscreta com o senhor? O senhor é um homem muito charmoso e poderia me deixar apenas de castigo aqui em sua companhia.

- E você é a garota mais tentadora que já conheci em todos esses anos como Diretor!

Devagar, alisei seu rosto barbeado e cheirando a uma deliciosa colônia pós-barba. As pontas dos meus dedos tocaram sua boca. Puxei suavemente seu queixo para baixo, e quando seus lábios se entreabriram, o beijei sem pressa.

Ele afagou meus ombros e foi logo enfiando a mão dentro do meu vestido e alisando a carne macia dos meus seios.

Quando recuei o rosto, percebi sua respiração ofegante e seus olhos dilatados de tesão.

- Pelo jeito, suas ações são as mais recomendáveis para eu não dar a suspensão pedida pela sua professora.

Sorrindo sentei sobre as pernas do diretor, tomando cuidado para que a pressão das minhas nádegas redondas ocorresse no lugar certo.

Já tinha experiência em tesar homens mais velhos. E os preferia; namorando os novos para não chamar atenção dos outros. E tendo meus rolos com homens mais velhos, por baixo dos panos.

O Diretor passou a mão ao redor da minha cintura. Nos beijamos e logo depois senti sua língua lamber minha orelha e pescoço.

Com a mão livre, enfiou por baixo do meu vestido e quando tocou minha xoxota lisinha e úmida, teve um sobressalto. Parando as mordidinhas no meu pescoço.

- Ayeska, você sempre anda tão à vontade? – perguntou-me fitando meus olhos com seus olhos azuis da cor do céu em um dia de verão.

Eu ri.

-Costumo dispensar o que é dispensável em determinadas ocasiões. Hoje está muito quente. E não é só lá fora não, Sr. Zíder, aqui na sua sala a temperatura também está elevada.

Rindo o diretor ficou empolgado sentindo minha lubrificação.

Larguei a cabeça para trás e gemi suavemente.

Sr. Zíder me ergueu e colocou-me sentada na beira da escrivaninha.

Percebendo sua intenção, me deitei de costas, pousando graciosamente os meus calcanhares na borda da escrivaninha, um bem afastado do outro.

Ele empurrou meu vestido para cima e fitou minha xoxota lisinha e rosadinha.

- Você é virgem? – perguntou com a voz rouca, cheia de excitação.

- Hum o que o senhor acha? Namoro seu filho...

Sem responder ele moveu sua cabeça em direção da minha xoxota. Gemi alto ao toque de sua língua arisca e experimentada.

Me contorci toda, mal conseguindo me aguentar, e meus movimentos quase espasmódicos, pareciam funcionar como incentivo para ele que trabalhava em minha boceta com sua língua áspera, me dando prazeres inesperados.

-Espere, por favor, espere! Assim eu vou gozar logo...

Ele diminuiu o ritmo de sua língua já ensopada das minhas secreções. Devagar beijou meus lábios vaginais rosados e melados.

Depois de me acariciar, senti suas mãos em minhas nádegas. Senti seu dedo no meu minúsculo orifício entranhado no meu bumbum. Ele tocou-o, me contraí toda, ele então tocou de novo com maior delicadeza.

- Ai como você faz gostoso Diretor...- falei com os olhos fechados , saboreando a carícia íntima daquele coroa experiente e pai do meu namorado.

Com extrema habilidade ele introduziu seu grosso polegar no meu cuzinho estreito.

Gemi alto e lancei os quadris para cima e para baixo. Meu segundo gemido, repleto de prazer.

-Você gosta, não é?

-Sim, dá uma sensação eletrizante...

Ele sorriu e moveu mais o dedo. Eu movia os quadris, sugando seu dedo para dentro de mim e então o dedo se enterrou até o final.

Com grande habilidade, ele girava o dedo no interior do meu cu, me tirando gemidos de prazer.

- Há uma maneira mais deliciosa de fazer isso, Ayeska...ele disse com o rosto próximo ao meu.

- O senhor é um danado!

- Você, chame-me de você.

– Nunca imaginei que teria a chance de me deliciar com você, aluna do colégio e namoradinha do meu filho.

- E eu jamais pensei que iria me deliciar tanto. Você é um expert.

Com o polegar ainda enterrado em meu cuzinho, ele aproximou o rosto entre minhas coxas e lambeu minha vulva e sugou os lábios úmidos da minha buceta.

Quando o senti lambendo meu clitóris, senti também o movimento de vai vém do seu polegar.

Recomecei a corcovear meus quadris.

- Espere, assim, eu não vou me aguentar por muito tempo...

Ele nem quis saber , retomou as carícias com o mesmo furor; o que me levou a um orgasmo. Meus quadris corcovearam como o dorso de uma égua selvagem, eu contraía meus músculos pélvicos de forma alucinante. Apertei as coxas na cabeça do Diretor , gemi, e lentamente fui me acalmando.

Após ter me refeito do orgasmo, deslizei da mesa e novamente no colo do Diretor o beijei na boca, apreciando a oportunidade de sentir meu gosto nos lábios dele.

Suguei seus lábios, passando a língua entre seus dentes .

Minhas mãos em volta do seu pescoço e minha boca devorando a dele.

De repente a sensação de estar beijando e tendo intimidades com um homem que poderia ser meu pai e pai do meu namorado, aumentaram mais o meu tesão.

- Quero fazer você feliz...Será um dia inesquecível esse castigo na sua sala, Diretor.

Escrito por Ayesk@

Como Aprendi a Sentir Prazer dando o CUZINHO

Minhas narrativas são todas reais e procuro passar ao leitor as mesmas sensações que tive em cada situação. E esta aventura aconteceu a alguns meses atras.
Conversamos primeiro no chat, passamos ao msn e ficamos nisso durante algum tempo. A medida que o tempo passava a curiosidade aumentava, eu queria saber quem realmente era aquele homem, se tudo que ele dizia era verdade,queria sentir seu toque, sua pele, sua boca, pois nossas conversas eram cada vez mais sensuais e me deixavam excitada, assim como a ele também.Ele também queria muito esse encontro e marcamos pra uma quarta-feira ao meio dia, ele viria me buscar no trabalho.
Conforme combinado ele chegou, desci e rapidamente entrei no carro evitando os olhares curiosos e fofoqueiros.Nos apresentamos e me encatei na hora por aquele sorriso que transmitia uma segurança incrível. Me sentia segura e tranquila na companhia daquele estranho. Fomos conversando sobre nossos casamentos e perguntei onde iriamos. Pra minha surpresa ele disse que iriamos a sua casa, que sua esposa estaria fora o dia todo e que não haveria problema algum. Com sua naturalidade e tranquilidade em falar não pude deixar de pensar que certamente essa não era a primeira vez que levava alguém pra sua casa. Sua voz é serena e me tranquiliza por completo, entramos, fechou a porta, naquele momento senti que acontessesse o que fosse eu não teria pra onde fugir.Ele sempre muito simpatico, muito educado, perguntou se eu queria beber algo, eu disse que não.
Sentamos no mesmo sofá, conversamos, ele queria saber mais da minha vida, comecei tentando resumir minha estória, mas não conseguia tirar os olhos daquela boca, (lábios não muito grossos, mas de uma sensualidade), a medida que ele falava eu ficava vidrada em seus lábios, imaginando como seria aquele beijo, como se movimentaria aquela língua, ele notando foi se aproximando mais e mais até que sua boca chegou bem perto da minha e ele disse -È ISSO QUE TU QUER - me deu um beijo quente, úmido, demorado, linguas que se encontravam demonstrando um desejo acumulado. Suas mãos ergueram meu blusão (era um dia de muito frio), depois tirou minha blusa, enquanto beijava minha boca, meu pescoço, baixou as alças de meu corpete branco e acariciou meus seios, (grandes) deu um suspiro e começou a lamber, sua lingua quente, áspera, me fazia estremecer, lambia, sugava, mordiscava e eu delirava, completamente entregue àquele homem. Minhas mãos percorriam seu corpo, e tirei seu blusão e sua camiseta, ele tinha ombros fortes, peito lisinho, barriga durinha, uma DE-LÌ-CI-A, abri sua calça equanto ele seguia sugando meus seios, acariciei seu membro ainda sob a cueca, estava muito duro e a imagem do que aconteceria depois me deixou ainda mais molhada. Ele levantou -se e baixei sua calça, sua cueca, seu pau duro saltou no meu rosto, não pude resistir, abri a boca e passei a ponta da minha língua na cabecinha, ele deu um gemido e comecei a passar a língua pelas bolas (lisinhas) alisava, lambia, chupava, comecei a subir pelo pau que latejava de tesão, minhas mãos seguravam aquelas bolas cheias de leite quente que tanto adoro, enquanto minha boca subia a descia por aquele pau duro, minha língua se movia ora rapida, ora lentamente envolvendo todo o membro, sugava e passava os dentes de leve na cabecinha, a ponta da minha língua naquele furinho na ponta do pau como que tentando penetrar por ali, nossa, eu sentia que estava cada vez mais molhada. Suguei muito, comprimia o pau na minha boca com vontade e delicadeza ao mesmo tempo. Podia ver em seu rosto o intenso prazer que sentia quando ele disse pra eu parar. Fez com que eu me levantasse, tirou minha calça, meu sapato, minha meia calça, e terminou de baixar meu corpete, fez com eu sentasse novamente e abriu minhas pernas, eu estava muito excitada e a proximidade de sua boca me fez soltar um gemido baixo. Senti sua língua na pontinha do meu grelinho, meu corpo se arrepiou por inteiro, um frio percorreu minha espinha e gemi tão intensamente quanto era meu gozo. Vendo o prazer em meu rosto ele sugou ainda mais, sua língua alisava meu grelinho e acariciava meu buraquinho, me invadia intensamente e eu gozava na mesma intensidade. Me contorcia no sofá, minha bucetinha escorria de tanto gozar, e ele me chupava cada vez mais. Derepente senti que sua boca havia se afastado, ele me olhava e pude sentir uma certa maldade em seu olhar. Me deu um beijo com força, pude sentir meu gosto quente em sua boca. Chegou perto de meu ouvido e falou baixinho -FICA DE QUATRO- , sendo esta a posição que mais gosto atendi prontamente. Fiquei de 4 no sofá e podia sentir minha buceta pingando, ele passou o pau duro na minha buceta, como num reflexo empinei a bunda esperando que ele fosse meter. Qual minha surpresa, segurou meus cabelos com força fazendo com que empinasse ainda mais a bunda acariciou minha bunda e começou a lamber meu cuzinho. Minha primeira reação foi me libertar, (não curtia sexo anal, não sentia prazer nisso, não podia imaginar o que ele queria ou o que ia fazer), mas ele disse com aquela voz serena de quem sabe que está no comando -CALMA , TU VAI GOSTAR, EU SEI QUE VAI- aquela voz me hipnotizou, me acalmei, relaxei, e fiquei ali ao seu inteiro dispor pra que ele fizesse comigo o que bem quisesse.Segurou meus cabelos com força novamente, lambeu mais avidamente meu cuzinho fazendo com que sua língua me penetrasse, senti um tesão que eu desconhecia comecei a gemer mas nao mais tentava me libertar, meus gemidos indicavam aceitação, submissão áquele prazer , áquele homem.Ele lambia meu cuzinho e dizia -QUE DELICIA, QUE APERTADINHO- essas palavras me deixavam ainda com mais tesão.Ele começou a enfiar a cabecinha do pau duro no meu cuzinho, senti uma pressão, uma dor, gemi mais alto, tentei novamente me libertar, ele puxou meus cabelos e enfiou mais, disse -EMPINA A BUNDA- a dor tinha dado lugar a um prazer intenso e ele enfiava cada vez mais aquele pau duro, meteu todo , eu podia sentir suas bolas na minha buceta, um extase tomou conta de meu corpo de tal maneira que eu nunca tinha sentido antes. Meus gemidos ficaram mais fortes, mais altos, na mesma medida que meu gozo se aproximava, ele metia mais rápido, mais forte a medida que percebia meu prazer dizia´-GOZA DELICIA, GOZA NESSE PAU QUE TA COMENDO TEUU CUZINHO, GOZA - gozei intensamente, meus gemidos se transformaram em gritos abafados pude sentir meu cuzinho piscando naquele pau duro. Ele disse -VEM CÀ QUERO GOZAR NA TUA BOCA- engoli gulosa aquele pau duro , latejando de tesão em poucos intantes que eu chupava senti aquele jato quente e minha boca cheia de porra deliciosa, engoli tudinho, suguei até a última gotinha e ele contiuava lá duro querendo mais. -VIRA- obedeci e me coloquei de 4 novamente ele meteu agora todo o pau no meu cuzinho em uma estocada só, senti um misto de dor e prazer, mas o prazer era muito mais intenso e gozei denovo, ele bombou até nao aguentar mais. Ele foi pro banho, me vesti e saimos dali com a certeza de que os riscos tinham sido compensados por um imenso prazer.
Assim eu aprendi como é gostoso dar o cuzinho, e sempre que possível encontro meu delicioso professor.

Escrito por PRI

domingo, 2 de agosto de 2009

Sodomizada pelo meu primo EDUARDO



Pessoal, antes de mais nada, estava com uma preguicinha quando escrevi esse conto, então me desculpem tá se não estiver muito bom!
Lendo um conto de incesto aqui no site, me lembrei do meu primo Eduardo.
Tinha 20 anos e ele 26 anos.
Costumava me fazer companhia quando nossas mães saíam juntas para reuniões com amigas. Eduardo fazia faculdade e tinha uma paciência de um santo comigo.
Eu vivia sacaneando ele com suas namoradinhas, mas tinha meus motivos: ele era lindo, 1,78 , atlético, moreno-claro, olhos verdes e cabelos pretos e lisos até os ombros.
Gostava de filmes de Vampiros como eu, e prendia seus cabelos com uma tirinha de couro.

Ahhhhhhhh como era tesudo !!!!
Vou contar quando ele comeu meu cuzinho pela primeira vez, mas antes contarei algumas das nossas brincadeiras.Eduardo e eu, há dois anos costumávamos nos esfregar às escondidas. Ele sempre dava um jeitinho de me pegar sozinha. Bolinava meus seios, esfregava seu corpo no meu.
Eu uma garota precoce na arte do sexo, gozava quando ele esfregava seu cacete duro entre minhas pernas, por sobre minha calcinha. Por minha vez, costumava lhe fazer um boquete e ele gozava abundantemente na minha boca, rosto e seios.
Eu sentia necessidade de tê-lo dentro do meu corpo. Seu pau era delicioso.
Nossas brincadeiras estavam por um fio. Eduardo passou a gozar ocasionalmente se esfregando em minha bunda, só que agora com a calcinha arriada. Algumas enroscadas nos meus buracos aconteciam. Uma noite, cheguei até ficar de cócoras sobre o pau dele e comecei a esfregar a entrada da minha xoxota sem o fundilho da calcinha.
- Você é linda....
- Não precisa me agradar, já estou me esfregando feito uma puta.- falei girando a cabeça em êxtase. Depois arrumei seu pau na entrada da minha vulva, pressionando.
A sua glande quase mergulhando dentro da minha xoxota.
- Você faz isso com seu namorado...
- Claro que não. – menti. – Sou puta só com você. Mas já bati muita punheta para ele.
- Pra mim nunca fez isso...
- Não, com você fiz boquete e bebi seu gozo...tá reclamando do quê?
- Sou uma puta sem vergonha com você.- ri com ironia e arrumei seu pau na entrada do meu cusinho, sentindo minhas nádegas tocarem no púbis do meu primo.
Comecei a acariciar meu clitóris, até explodir em gozo.
- Vou... gozarrrrrrrrrrrrrrrr- senti sua porra melar meu cusinho.
Até que uma noite aconteceu: fui sodomizada pelo meu primo Eduardo.
Nossas mães saíram e Du ficou me fazendo companhia.
Era uma sexta-feira, chuvosa e fria.
Estávamos deitados no sofá assistindo um filme de vampiros: nosso tema preferido.
Ele de lado e eu à sua frente, de bruços. Estávamos cobertos por um cobertor.
Logo senti a mão de Eduardo acariciando minha coxa, até chegar na minha xoxota. A outra mão apertava meus seios e os dedos beliscavam os mamilos.
Eu estava molhada, ardente e trêmula.
Sentia seu dedo passando suavemente por cima da minha calcinha, delineando minhas dobras e reentrâncias. Eu me movi, dobrando o joelho de uma das pernas, dando mais liberdade para ele continuar. Ficou me alisando por um bom tempo. Subindo e descendo no meu reguinho sobre a calcinha molhada sentindo minha xoxota também.
Empurrei minha bunda para trás, tocando minhas nádegas redondas no pau de Du que já se espremia entre o espaço de um botão para outro. Meu movimento inesperado, fez o dedo do Du tocar por dentro da calcinha no meu cu que se contraiu ao toque. Meu primo ficou acariciando meu ânus, até que mergulhou seu dedo para dentro. Meu coração sobressaltou-se, eufórico. Eduardo encostou a glande e me movi, ficando em uma posição lateral que facilitava para seu pau encostar na minha entradinha quente e pulsante. Eduardo não sabia que eu era precoce e que transava com Tio Paulo e Tio Rô.
E eu estava há 02 anos louca para dar para ele. Cansada das brincadeiras.
Sua respiração ficou ofegante.
- Ahhhhhhh prima que pele macia, quente...você é uma putinha deliciosa...
Fui pressionando a bunda contra seu púbis e sua glande robusta foi se enfiando, se enfiando, abrindo minhas preguinhas lubrificadas pela minha excitação.
- Vou enfiar tudo....
- Ahmmmmm a cabeça está toda dentro.... Ahmmm-gemi.
- Ahmmmmmmmais um pouco. Como é gostoso... Ahmmm estou adorando sentir seu pau dentro do meu cusinho, Du.
Sua potente pica me penetrava o cu sem dó, eu totalmente fora de mim, sentia seu pau mergulhar dentro do meu reto. Du apertava meus seios, beliscava os mamilos enquanto entrava e saia de dentro do meu cu.
- Ai, Du...tá me matando...Ahmmmmm – eu movia meus quadris sentindo seu pau sumir dentro do meu cu apertado. Seu saco batendo na minha xota. Sentia centímetro por centímetro. Eu girava os quadris e contraía meu ânus em volta daquele pau duro e grosso. Eduardo gemia em êxtase. E dava estocadas fortes e firmes, fazendo-me sentir dor e prazer. O prazer ultrapassando a dor.
- Está gostoso...perguntei ofegante.
- Ai prima. Como... como você é tesuda...Você fode como uma puta...
- Ai, você também me deixa louca. Não goze ainda Du, está tão ..gostosooooooooo...
Eu parei os movimentos, ficando agora ajoelhada, com as pernas dele entre as minhas, meus mamilos tocando o peito dele. Com a mão comecei a me masturbar, enquanto Eduardo fazia os movimentos, entrando e saindo.
- Ai prima, você me mata de prazer!- meus quadris remexiam e seu pau afundava. Explodi em gozo, deixando meu corpo pender para trás.
-Ai, Du...Meu Deus..estou gozandooooooooo
Du me segurou pelos quadris e meu corpo pousou , retesado, lânguido.
Eduardo entre minhas pernas, ajoelhado e com o pau ainda dentro do meu cu, movia-se sem parar até que senti sua porra jorrando dentro do meu reto.
- Devo estar maluca, primo. Você me deixa louca há dois anos. Fico excitada só com seu olhar. E acabo sempre fazendo alguma besteira...
- E eu adoro quando você faz besteira!
Nos olhamos e rimos cúmplices.

Escrito por Ayesk@