quarta-feira, 15 de julho de 2009

Uma Paixão Ardente







Considero-me o homem mais sortudo do mundo depois de vivenciar o fato que venho a lhes contar. Tenho 27 anos, formado em Direito e trabalho no departamento jurídico de uma empresa de artigos esportivos.

Todos os dias eu saio religiosamente as 8hs da manhã de meu apartamento, onde moro sozinho, só para poder apreciar a beleza de uma encantadora mulher que sempre está no ponto de ônibus na avenida aqui próximo de onde resido.

Ruiva, cabelo curto, pele branca, um belo corpo e uma boca tentadora. Por diversas vezes nossos olhares já se encontraram enquanto eu passava com meu carro por ela, mas nunca tive a atitude de parar e conversar com ela.

Mas até que, eu estava em dia mal, havia perdido minha carteira e estava muito nervoso por quer te tirar novamente todos os documentos. O dia foi tão ruim que nem minha musa inspiradora eu não tinha a visto no ponto. Eras umas 11hs fui até um local de prestação serviço público dar entrada para 2º via dos meus documentos.

Fiquei aguardando por certo tempo até que minha senha apareceu no Visor, indicando o posto de atendimento. Quando me sentei à cadeira junto ao posto, a atendente disse:

- Boa tarde, senhor.

Quando olhei a pessoa a minha frente, não acreditava, fiquei paralisado passei até vergonha, pois eu não conseguia falar e fazer nada, só a olhava. Ela sorriu e disse:

- Em que posso ajudá-lo?

Consegui prosseguir retirando uns papeis da pasta a entregando e explicando toda situação, ela me orientava de forma super educada, e apesar de já uma mulher tinha uma voz jovem de menina, doce, meiga, encantadora! Eu estava apaixonado! Durante o atendimento eu puxava conversa e ela correspondeu de forma muito positiva, cheguei a pedir o seu telefone, mais aí até talvez por insegurança ela disse que não poderia passar. Fiquei sem graça, saí do atendimento sentindo que algo mais deveria ocorrer, que não acabaria ali.

Mas para minha angústia, possivelmente ela mudou de horário e assim eu não a via mais no ponto de ônibus às 8hs. Até que em um dia chuvoso, sai de casa as 6hs pensando no trânsito que deveria estar.

No momento que parei o carro no farol antes de entrar na avenida principal, andando sob a faixa de pedestre quem vejo? Ela! E estava linda! Usava calça jeans, botas de couro preto de salto e cano longo, pra completar corpete e jaqueta de couro preta.

Buzinei e acenei para ela, ela olhou inicialmente desconfiada e em seguida sorriu, a chamei oferecendo uma carona, a vi pensar por uns segundos e sem seguida aceitou vindo até o carro segurando seu guarda-chuva rosa.

Abri a porta do carro e ela entrou, foi impossível não contemplar a beleza dos seus belos seios ao entrar no carro, naquele corpete eles ficavam irresistíveis. Inclusive dei uma bela mancada, pois ela flagrou meu olhar. Fiquei corado na hora, mas ela apenas sorriu dizendo um oi e beijou meu rosto cumprimentando-me e agradecendo a carona.

Fomos conversando, descobri que era um pouco mais velha do que eu apesar de aparentar o contrário, descobri que estava solteira, morava sozinha com a mãe por quem tinha muito carinho. E o jeito dela foi me conquistando e eu me encontrava mais apaixonado. Ao parar o carro em frente ao seu trabalho a convidei para almoçar juntos, comida Italiana, ela aceitou animada e pediu para pegá-la às 13hs, trocamos telefone e depois ela se foi.

Eu estava nervoso, mal conseguia trabalhar pensando nela, até que uma mensagem chegou a meu celular, era dela, me subiu um frio na barriga e a mensagem apenas dizia “Não sei por que, mas estou ansiosa para o horário do almoço chegar ... RS”

Aquilo me causou uma ótima sensação, me deixou mais seguro, pois tudo indicava que estava sendo prazeroso para ela também.

Conforme combinado eu estava com o carro parado em frente ao seu trabalho, ainda chovia muito e por volta das 13:20hs a vi atravessando a rua. Abaixei o vidro, trocamos sorrisos e ela então entrou no carro.

A levei em um velho conhecido restaurante italiano. Freqüento o lugar desde minha infância, o dono é amigo do meu pai. Chegando ao local fomos recebidos inclusive por ele. Abraçamos-nos e o chamei de canto solicitando o reservado para nós e ainda pedindo-o para não sermos incomodados após o almoço, ele olhava para mim sorrindo de forma safada, me conhecia muito bem.

Fomos levados até o reservado. Era uma pequena sala com uma mesa redonda no centro, duas cadeiras, uma luz aconchegante, uma música típica italiana soava bem baixinho. Ela estava admirada, Luigi (o dono) chegou atrás dela perguntando:

- Quer que eu pindure a jaqueta?
- Ah sim, por favor.

Luigi que era um homem alto ajudou-a tirar a jaqueta, mas de olho nos seios dela, e ele dava umas olhadas para mim sorrindo e olhava os peitos dela. Depois detrás dela segurando a jaqueta fez um sinal com os dedos na boca indicando “deliciosa” RS, depois saiu nos deixando à vontade.

Puxei a cadeira para ela se sentar, ela dizia ter adorado o lugar e principalmente a simpatia de Luigi (mal sabia o safado que era RS). Sentei-me bem próximo dela, olhamos o cardápio e neste momento entrou um garçom. Pedimos Cannelloni, e solicitei um vinho especial da casa.

E continuamos a conversar, sorriamos bastante, o vinho foi trago e servido a nós, depois veio à comida. Depois de comermos, chamei o garçom para somente retirar os pratos. Assim que ele saiu, servi um pouco de vinho para nós que ela tanto dizia ter adorado.

Já estamos bem íntimos, ela segurava minhas mãos durante a conversa, me abraçava, já começava até desconfiar do efeito do vinho sob ela. Em um dado momento perguntei que perfume ela usava. Ela lançou-me um olhar sensual perguntando se eu havia gostado, e se inclinou oferecendo seu pescoço.

Neste momento eu estava com a cadeira junto a dela, nossas pernas estavam entrelaçadas. Cheguei meu rosto no pescoço dela, sentindo seu cheiro, não resistindo encostei meu rosto no dela, minha barba rala roçava em seu pescoço. Levei uma mão em sua barriguinha a acariciando sutilmente e em seu ouvidinho eu disse que adorava seu cheiro. Ouvi um breve sussurro, nossos olhos se encontraram e nossas bocas quase se tocavam. Ela solto um leve sorriso como me autorizando a possuí-la e então nos beijamos de forma ardente.

Comecei a abrir o zíper do seu corpete de couro. Tirei-o. E parei alguns segundos para admirar e tocar levemente com meus dedos aqueles lindos seios! Sorrindo para mim, ela me disse:

- Eu sei que você os deseja desde que entrei hoje em seu carro.

Puxei seu cabelo a trazendo pra mim, beijei-a intensamente e disse:

- Eu te desejo muito antes disto. Você não tem idéia.

Sorrimos, e voltamos a nos beijar, minhas mãos massageavam seus seios, seus biquinhos, depois passei a chupá-los, que delicia era aquilo!

Levantei-me puxando ela, coloquei-a sentada na mesa, comecei a tirar suas botas, meias. Depois levando seus pezinhos até minha boca os chupava. Que lindos pés ela tinha.

Ficando entre suas pernas a beijava, desfazendo o cinto, o botão e o zíper de sua calça. Com uma vozinha gostosa me perguntou se não havia risco de alguém aparecer, e eu disse a ela que não seriamos incomodados mais, ela sorriu apoiando os braços na mesa e me chamou de danadinho.

Fui tirando sua calça juntamente com sua calcinha a deixando nua sob a mesa. A certa distância a contemplava era muito linda, não dava para acreditar que eu estava ali. Sorrindo, ela ordenou:

- Quero que tire também toda sua roupa.

Seu pedido soava como uma bela canção em meus ouvidos e imediatamente estava completamente nu. Agachei-me entre suas pernas e passei a chupar sua bucetinha, lisinha, molhada de tesão! Ela soltava breves gemidos, e tentava os controlar, mas em muitos momentos era inevitável.

Passando o braço na mesa, ela acabou derrubando o vinho no chão, mas não demos a mínima atenção para o ocorrido. Eu continuava a chupá-la intensamente, alternava socando meus dedos em sua bucetinha, a fazendo se contorcer na mesa.

De pé entre suas pernas nos beijávamos e segurando meu pau eu o esfregava na entrada da sua xaninha, o que era notável que a deixava muito excitada, roçava-o em seu grelinho.

Depois não resisti mais e penetrei-a, comecei a estocar forte, a mesa rangia no chão e eu a ajudava controlar seus gemidos a beijando e metendo; aumentava o ritmo a cada estocada. Suas unhas cravaram em minhas costas me rasgando o que me fazia socar mais forte ainda, até que a vi gozando e a segurando firme e socando mais rápido gozei logo em seguida.

Ficamos ali abraçados, nus, encaixados um no outro, ofegantes. Em seu ouvido chamei-a para irmos para meu apartamento. Ela apenas indicou com a cabeça que sim. Rapidamente nos trocamos, paguei a conta, antes de sair Luigi me chamou de canto e brincou dizendo:

- Mas tinha que novamente derrubar mais uma garrafa de vinho da casa no chão?

- Mas este valeu à pena Luigi – eu disse.

Sorrimos, ele bateu na minha cabeça e depois saí do restaurante com minha Deusa. Fomos para o meu apartamento e transamos resto do dia e parte da noite. Nenhum de nós voltou ao trabalho naquele dia. Ela dormiu comigo, e dorme até hoje RS. Já noivamos e pensamos agora em nos casar.

Espero que tenham gostado do relato que foi escrito com muita inspiração e carinho. Quando se encontra alguém especial é incrível como nos sentimos bem.


Escrito por Dom Gaspar

Um comentário:

Ayeska disse...

Me sinto honrada em fazer parte do seu conto!
Vc é Tudo de Bom na minha vida!
Adoro vc demais!!
Bjss