sexta-feira, 24 de julho de 2009

O escalafobético

Tânia conheci a partir de um nick que inventei no chat. Todos os homens entram lá com nick quantitativos, cheios de centímetros ou se auto adjetivando narcisamente. Então, improvisei um nick incomum: ESCALAFOBÉTICO. Era a senha para atrair mulheres qualificadas intelectualmente. Prefiro estas. Se vierem envolvida num corpo maduro e com lembranças da flor dos anos anteriores, ótimo. Senão, desde que não tenha uma topografia com relevos exageradamente acentuados, aprecio também. Diz-se que as mulheres – que politicamente, denominamos ou se auto denominam, “fora do peso” – são mais calientes, intensas, entregam-se ao sexo com volúpia, voracidade. Já partilhei fluidos com mulheres que classificaria de gordas, mas não disse isso a elas de forma alguma, e foi muito bom.
Mas vamos ao resultado do ESCALAFOBÉTICO (quem não conhecer o termo terá de procurar no dicionário). Acabei conversando com muitas mulheres mas o fato de ser casado (nunca omito isso nos chats), restringem as investidas. Ao final firmei conversa com uma “amiga” também casada. Médica de profissão. Uma boa prosa. Achei estranho uma mulher deste nível cultural e profissional estar navegando em chats. Ela esclareceu que estava no plantão. A conversa flui legal sobre varias áreas, até que aportamos, no que pretendia cada um naquele mar virtual. Findando a prosa, trocamos msn. Vi que ela tinha um com um nick diferenciado. Logo conclui que o usava para pretensões não profissionais. Conversamos ainda por mais umas duas semanas. Até que resumi:
- Aonde queremos chegar já sabemos. Ficaremos só no virtual ou experimentaremos uma água mineral, sem gás. – Ataquei.
Ela riu-se.
- Água mineral? É a primeira vez que alguém me propõe isso. Só água? – Devolveu.
- Gosto de inovar. Respondi.
- Vi isso quando se apresentou com a aquele nick estrombótico nos chat.
- Escalafobético. – Corrigi.
- É. Confirmou ela, rindo (riso virtual tipo. Rsrsrsrsrs)
- Bem, vamos aos fatos. Quando, onde?. Insisti.
- Estas com sede mesmo. Rebateu, maliciosamente.
- Ficar a beira da praia e não entrar no mar, não é meu estilo. Ou entramos no mar ou damos por encerrado o que desejávamos e ficamos nesta “amizade virtual”. Queres? Se quiseres apenas isso, respeito. Mas eu quero mais. – discursei.
- Ok. – concordou. – Consigo uma folga para quinta-feira de tarde. Podes?
- Se não pudesse, daria um jeito. – argumentei. Posso.
Amarramos o restante da prosa, com o local e a hora. Encontraría-mo-nos em Porto Alegre, no Bourbon da Ipiranga. Era a oportunidade para o que vínhamos acalentando. E assim foi.
Às 14h30min, pontualmente, estava eu, sentado na cafeteria do shoping.
Tânia era uma mulher de dimensões físicas quase esguias, embora tivesse 50 anos. Admirei-me observando ela vir na minha direção. Aproximou-se:
- Oi. Caio?
- Completamente ele. – arrematei, beijando-lhe a face.
A partir daí flui uma conversa de afinidades. Normal para se estabelecer melhores laços de confiança. Depois de meia hora, ponderei:
- Vamos?
- Aonde? – brincou ela.
- Há um lugar sem platéia. – justifiquei sorrindo.
Fomos no meu carro. Já previamente quando vinha para o encontro observei onde haviam motéis. Detectei um há uns mil metros do shopping.
Chegamos no motel. Subindo a Cristiano Fischer. No apartamento, na entrada, acarinhei os cabelos dela, um cafuné. Eram sedosos, perfumados. Me aproximei sentido o cheiro da nuca. Ela encolheu-se um pouco que parecendo assustada. Avancei. Ela virou-se para mim e logo fui beijando-a. Fui com profundidade. Ela entregou-se, me abraçou, e colocou seu corpo no meu. Suas mãos passaram a espalhar-se pelo meu corpo e senti que ela pressionava o quadril de encontro ao meu buscando sentir a pressão do meu pau que, aquela altura, já estava teso, duro, dolorido, sob a calça.
Num gesto rápido iniciou a me despir. Ajudei-a. Livre da camisa, ela espalmou as mãos no meu peito e juntou o rosto perto de mim como que querendo ouvir meu coração (que estava por certo, sobressaltado). Coisas da profissão, pensei. Em seguida ela acelerou a que eu me desvencilhasse das calças, afrouxando a cinta. Em um pronto estava nu diante dela. Ela deu um passo para trás, sentou-se à beira da cama e me puxou para perto. Segurou-me pela cintura e ficou contemplando por breves instantes meu pau pulsante e frente ao seu rosto. Em seguida, tocou-o com as mãos e encaixou o saco nelas. Trazendo para junto da sua boca como quem fosse comer um cacho de uva. Assim, serviu-se introduzindo meu pau todo na sua boca de uma só vez. Em seguida senti os seus lábios e a língua se fecharem ao redor do meu pau, como quem fosse sugá-lo por completo. E assim o fez. Senti a cabeça do pau na garganta dela e ela foi retirando a boca com vagar. Ficou assim, sugando, lambendo por um bom tempo e eu me deliciando com aquilo. Ela massageando as minhas bolas, passando a mão na minha bunda, puxando-me de encontro a boca dela (isso me sugeriu uma cacofonia apropriada: “boca dela”).
Em seguida fui ajudando ela a tirar a blusa, os brincos (brincos na cama ou se perdem ou machucam). Logo ela estava apenas de calcinha. Uma calcinha vermelha, pequena, com pintas pretas e um adereço na altura da anca. Deliciosa calcinha, mal preenchendo o matéria que abrigava. Agarrei-a por trás, queria sentir a pressão daquela bunda volumosa no meu pau. Nos esfregamos assim, enquanto eu mordiscava o pescoço, a nuca, os ombros. A temperatura estava elevadíssima.
Emburrei-a para frente.
- Fique apoiada na cama com as mãos. Quero tu toda exposta. – Pedi.
Ela atendeu. Observei aquela visão panorâmica. Aquela bunda redonda, o cuzinho róseo, a buceta fechada, ainda. Abri um pouco as pernas dela e a bunda, ajoelhei-me por trás e me dediquei a lamber aquela xana, estreita. Corri a língua até o cuzinho. E fiquei um pouco com a língua a boca na xana o nariz naquele cú. Estava limpinho, preparado, por certo, pensei. Ela soltou um longo gemido e contorceu-se toda, como que estremecendo. Umedeci bem o cuzinho dela, massagei com a língua e depois de úmido com os dedos. Enfiei um dedo, dois. Mexi eles. A outra mão massageando a buceta já úmida, molhada.

- Vou botar primeiro neste cuzinho. Posso? Quer? - Pedi educadamente.
- Bota. Com vagar. Não estou muito acostumada, mas quero. Vem, ronrroou.
Difícil resistir. Vesti o “menino”. Ela ainda naquela posição submissa. Pressionei a cabeça do pau na porta do cuzinho dela. Ela foi um pouco para frente.
- Calma. Disse-lhe.
E fui pressionando. Com uma mão abri mais a bundinha. De repente ela se arqueou um pouco e veio com as duas mãos abrir a bunda. Enfiei com vagar, lentamente, o pau foi deslizando para dentro daquele cuzinho. A técnica é enfiar tudo, primeiro até o fim. Enfiar e deixar um pouco até o cuzinho acostumar, flexionar um pouco. Fiz isso. Ela sentiu tudo e foi gemendo baixinho, agora com as mãos de novo apoiadas na cama. Comecei um movimento lento de vai e vem.
- Deliciiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiaaaaaaaaaaaaaaaaa! Murmurei. Adoro isso. Bunda linda. Tu é uma cavalona deliciosa.
- Quero tudo, rebateu ela.
Acelerei o ritmo, ela gemeu mais alto. Sentindo que naquele ritmo e naquele cuzinho apertando, pressionando meu pau eu não iria longe sem gozar. Reduzi. Acarinhava ela, pelas costas, acarinhava aquela bunda majestosa.
- Vou tirar. Avisei.
- Ahhhh. Protestou ela.
Tirei o pau daquele cú. E disse para ela:
- Fica de pé ali.
Fui até o banheiro. Tirei a camisinha e voltei. Ela estava de pé contra a parede.
- Isso. Aprovei. E logo fui beijando ela e emburrando ela contra a parede. Levantei uma das pernas dela e me ajoelhei em frente, colocando ela sobre meu ombro. A buceta ficou exposta a delicia da minha língua. Iniciei a chupa-la com vontade. Minha língua jardineira cuidando daquela orquídea. Ela contorceu-se.
- Ahhhhhhh. Delicia. Que coisa gostosa. Lambe, me chupa, seu puto. Chupa esta buceta... Depois eu quero teu pau nela. Ahhh. Não agüento. – gemia e reclamava.
De repente, senti que ela balançou, as pernas ficaram bambas. Ela segurou com as duas mãos a minha cabeça de encontro a buceta dela e soltou um gritinho.
- Aiiii. Cachorro. E gozou, quase me sufocando de encontro a sua buceta.
Afastei daquelas entrepernas e ajudei a deitar na cama. Ela estava com a respiração arfante. Ainda se contorcendo.
- Coisa boaaaaaaaaaaaaa. Afirmou gemente. Vem, vem quero mais. De novo. – Ordenou.
Atendi ela prontamente. Virei de bruços, levantei, arqueando a cintura dela. Ela fiou, de quatro, vesti de novo o “visitante” e introduzi de uma só vez naquela buceta toda molhada de gozo dela e da minha saliva.
- Ai, malvado. Cuidado, não acaba com ela assim de vez. – recriminou devido a força com que enfiei tudo de uma vez. Reduzi o ritmo e passei a martelar aquela buceta com cadência. Ora alternava estocada forte, ora suaves. Depois de uns bons minutos assim, puxando ela com força pela cintura e às vezes, pelos ombros, pedi para ela se virar. De costas ela ficou novamente exposta. Observei seus olhos brilhantes, a respiração densa. Os seios tugidos (eram seios médios, ainda firmes). Deliciei-me naqueles seios, sugando-os e lambendo-os, brincando com os mamilos (isso é extremamente sensível).
Abri bem as pernas dela e me posicionei ao meio. Ajeitei o pau e fui entrando enquanto segurava as pernas dela abertas para o alto e, eu ajoelhado, enfiando. Mantive o ritmo compassado, depois acelerando e socando com força empurrando ela para cima. Fazia com força, socava forte, ela gemia, pedia:
- Com força! Isso, cachorro! Me fode mais. Fode!
Ela sabia como entusiasmar um macho. Cai por cima dela. Ela enlaçou-me pela cintura com a pernas, num chave, buscando manter-me fundo nela. Não agüentei mais. Passei a socar com violência, sentido subir a sensação do gozo.
- Olha para mim, cachorro. Olha nos meus olhos, quero ver você gozar. - Determinou a médica-puta.
Não agüentei e gozei com força, com estocada fundas. Enchi a camisinha. Senti as sensações elétricas do gozo percorrendo a minha espinha e descarregando na junção da nervura do meu pau. É uma sensação que não se quer mais acabar, que pare. Mas o gozo masculino é rápido. Dura uns 30 segundos, pouco mais. Daí vem aquela lassidão gostosa, a sensação de sem-forças. Ela queria mais ainda, não pude parar. Queria que ela gozasse e fiquei bombando com força, o pau já amolecendo. Ela veio, contorceu-se arqueou as ancas, eu agarrei ela firme como se quissesse também gozar, de novo, até que arrefeceu as musculatura que pressiono o meu pau tentando mantê-lo no interior da sua buceta.
- Acabou comigo. – murmurei.
- Estamos acabados. Completou brincando.

Foi a melhor consulta médica que já realizei. De tão bom ficamos nos encontrando ainda por quase dois anos. Depois as dificuldades de agenda, tempo, distanciou. Fazem já três anos desta foda inicial, muitas outras, uma vez, duas vezes por meses aconteceram, de diversas formas, algumas meio loucas. Boas lembranças, prazerosas.
E começou com um nick escalafobético, terminou gostosamente mais fodético.

Escrito por ParisEros

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