domingo, 19 de julho de 2009

Instinto – Jogo do Silêncio

Essa história aconteceu naquele dia, era uma quarta feira, 8 de julho passado, eu havia saído do trabalho as 18:15 como de costume, fui até o estacionamento pegar o meu carro quando entrei no carro e dei partida me ocorreu uma sensação estranha de que algo estava faltando, ou algo que eu tinha deixado de fazer ou mesmo esquecido, ao passar a mão pelo bolso da calça percebi que tinha esquecido o celular no escritório, Minha cabeça estava explodindo cheia de preocupações eu estava tenso com mil e uma coisas passando pela minha cabeça, o dia tinha sido muito difícil e quando voltei ao escritório o celular não estava em cima da mesa, procurei até acha lo dentro da gaveta desligado... não me recordava de ter deixado ele desligado, porem ao liga lo novamente tinha 3 chamadas não atendidas todas de um mesmo número desconhecido. A principio não dei muita atenção, peguei o carro em direção ao centro e decidi passar na chopperia com intenção de aproveitar um pouco o happy hour com os amigos, que à esta altura já estavam todos bem animados.

Por volta de 8:20 da noite eu estava doido para ir embora pra casa, a conversa estava boa... a musica estava boa, o ambiente estava muito bom só quem não estava bem era EU, minha cabeça estava doendo e o barulho e toda aquela movimentação estavam me deixando maluco, me retirei um pouco e fui até o banheiro masculino tirar água do joelho, saindo fui até o balcão e pedi um drink bem leve batido com suco de abacaxi bem “doce” e bem gelado, depois de tomar um belo gole me dirigi até um canto mais reservado pra relaxar um pouco e curtir melhor a noite... “telefone toca”, olho no visor do aparelho quando vejo aquele numero desconhecido novamente. Quando atendo a ligação uma voz feminina me chama pelo nome e quando perguntei quem era, ela responde - “..Talita, não lembra mais de mim não?” – foi ai que eu me lembrei dos recados que recebi dela uma semana atrás. Pedi desculpas por não ter retornado as ligações não atendidas, expliquei que meu celular estava desligado e que minha rotina estava muito estressante e que minha vida estava uma bagunça, a partir daí conversamos brevemente e de repente ela me corta no meio da conversa e diz – “..ta fazendo o que agora? Eu to aqui no centro pode vir me pegar?” – a principio fiquei espantado, não pensava que ela estivesse em BH, já que a 4 meses atrás ela tinha se mudado pra Niterói – RJ., bem não me restava alternativas a não ser ir busca la, e pra falar a verdade até que eu estava sentindo um pouquinho de saudades dela e de nossas aventuras, para aqueles que leram meus contos anteriores já devem conhece la bem, voltei minha atenção à ela respondendo sua pergunta – “Sim, é claro...onde você esta? Me passa o endereço que eu passo ai e te pego de carro” – ela me passou o endereço e logo peguei o carro e fui ao seu encontro.

No caminho os meus pensamentos estavam todos voltados na lembrança de nossas transas, aventuras sexuais deliciosas, ela tem um apetite de mulher loba, insaciável do tipo que quando esta no cio, fica difícil de encarar, ela é uma mulher volúvel com seios fartos e uma bunda de dar inveja à qualquer mulher que se diz gostosa. Eu estava carente, já fazia 2 semanas que eu não via a minha verdadeira paixão, minha fêmea estava longe mas mesmo longe meus “desejos” maiores pertencem à ela, porem Talita poderia dar um jeito na minha falta de carinho.

Quando cheguei no endereço fui até o saguão do hotel onde ela estava me esperando, nos cumprimentamos e demos um forte abraço, seu corpo junto ao meu, minhas mãos correndo pela sua cintura chegando em sua bunda e alguns amassos foram inevitáveis. Ela então olhou nos meus olhos e falou “– tenho um joguinho pra nós dois, vamos subir até meu apartamento onde tenho tudo pronto, só tem uma regra que NÃO pode ser quebrada, é PROIBIDO dizer qualquer palavra, deixe nossos corpos falarem por si mesmos e nossos olhares mostrarem o caminho.” – balancei a cabeça afirmativamente, então seguimos pro elevador. Quando as portas do elevador se fecharam o JOGO começou.

Seu olhar devorou meu corpo e com o dedo na boca pediu silêncio. (Elevador subia)

Sua mão no meu peito me empurrando contra a parede, ela segura meus braços e me beijou na boca.

Ela se vira de costas se esfregando e rebolando com sua bunda contra o meu pênis.

Ela se esfregava, minhas mãos em sua cintura, minhas mãos dentro de sua blusa, mordi sua orelha.

O cheiro de seus cabelos me atraia, mordi seu pescoço lhe fazendo estremecer. (Elevador subia)

Minha mão correu sua barriguinha esbelta até chegar em sua vagina, sedenta...molhada, lasciva.

Nos abraçamos forte e nossos corpos se entrelaçaram, o desejo ardendo, meu pênis de tão duro doía.

Ela desabotoa meu cinto e minha calça, adrenalina aumentava a medida que o elevador subia.

Apreensão, desejo, sedução. A porta do elevador se abre, envolvidos, alheios ao restante do mundo.

Um som de espanto ecoa do lado de fora, a pessoa que esperava desiste de entrar. (Elevador se fecha)

Continuamos a subir...

Ela arrancava com a boca os botões de minha camisa, ela me olhava nos olhos... sedenta.

Inconseqüentes.

Elevador então para, saímos e ela me arrasta pela gravata, indicou a porta e seguimos até lá. (Agarrados)

Ela se insinuava, minha respiração se alterava, ela estava despertando em mim meu lado mais voraz.

Peguei ela pela cintura e pressionei ela bruscamente contra a parede perto da porta, e mordi seu pescoço.

Ela soltou um gemido abafado, com as chaves na mão procurava o buraco da fechadura da porta.

Peguei ela pelas coxas suspendendo ela, em resposta ela me abraçou a cintura com suas pernas.

Seu top entreaberto mordi e arrebentei o fecho de seu sutiã, chupando seus seios. Ela gemia muito.

A porta se abre.

Desequilibrados acabamos caindo dentro do quarto, meu corpo por cima dela, luzes apagadas.

Mesmo caídos continuamos... ela com o pé empurra a porta bem forte que se fecha.

Enroscados um ao outro, uma luz distante deixava o ambiente na penumbra.

Nossas roupas eram arrancadas de nossos corpos, eu chupava sua língua e massageava seus seios.

Despidos rolávamos no carpete da sala...ela se vira por cima de mim me mordendo meu peito.

Me viro por cima dela novamente chupando seus seios...barulhos de coisas caindo.

Estávamos ensandecidos!!

Ela com a mão direita arranhava minhas costas com suas unhas...

Com a mão esquerda agarrou fortemente meu pênis rijo e guiou até os lábios de sua vagina.

Quando senti o calor dos lábios de sua vagina toda melada estoquei com toda a força penetrando-a.

Junto com a penetração dei uma juntada nela mordendo seu pescoço, ela URROU como uma loba.

Seu corpo dava espasmos, sentia sua vagina contraindo gozando seguidamente.

Ainda por cima dela, dobrei meus joelhos beijando sua boca.

Abraçando ela ainda penetrado em sua vagina, me levantei com ela ficando sentado com os joelhos dobrados com ela sentada em meu colo, seu leite vaginal escorria pela minha virilha.

Com um pouco de esforço, ainda com ela sentada em meu colo, me levantei com ela abraçados.

Ela urrava de prazer e de desejo, arranhando minhas costas com suas unhas felinas...afiadas.

No escuro esbarrei no sofá, posicionei ela com as pernas abertas bunda empinada, ela curvada com as mãos no braço do sofá. Me debrucei sobre seu corpo como uma garanhão cobrindo sua égua e com uma estocada forte penetrei sua vagina novamente lhe fazendo gritar de prazer.

Segurei seus cabelos forçando sua cabeça para trás. Eu mordia suas costas, mordia com vontade.

Com movimentos fortes, sua bunda e coxas balançavam ao sabor de minhas estocadas.

Parei por um instante segurando o orgasmo pra não gozar, nossos corpos suados se contorciam.

Peguei ela novamente pela cintura totalmente entregue e submissa debruçando ela no carpete.

Ela de bruços deitada coloquei uma almofada por baixo de seu umbigo, lhe fazendo ficar com a bunda empinada, apoiei minhas mãos em suas costas, me ajoelhei entre suas pernas e penetrei sua vagina novamente, flexionando e encaixando com estocadas pausadas o meu pênis em sua vagina que engolia com muito apetite o meu membro. Eu ainda tinha muita energia pra gastar, comparando com minhas transas habituais estava fácil de administrar o corpo desta morena.

Trocamos novamente de posição, eu mordia e sugava seus seios, mordendo e lambendo sua barriguinha suada até abocanhar os lábios de sua vagina sedenta, ela gemia de prazer se contorcendo nos meus braços, seu corpo tremia ao sabor de minhas chupadas, minha língua explorava cada dobrinha de sua grutinha profunda, até aquela altura ela já tinha gozado nem sei quantas vezes, ela estava totalmente embriagada de prazer...fora de si, seu corpo respondia como se adivinhasse qual seria meu próximo passo, então com as minhas mãos apertando seus seios fartos, ela ainda deitada no carpete, coloquei suas pernas dobradas por sobre meus braços, coloquei a almofada por baixo de suas costas na altura do quadril, flexionando e dobrando seu corpo penetrei sua vagina mais uma vez, uma posição atlética onde ela sente o peso do meu corpo e a pressão de cada estocada firme que eu dava, ela gemia e gritava de prazer gozando de maneira forte,.

Eu estava perto de gozar também, porém... ainda tinha muita energia pra gastar.

Virei ela mais uma vez, “agora de LADO”, perna direita esticada, almofada debaixo da cintura, meu braço esquerdo embaixo da dobra do joelho esquerdo, encaixei meu quadril sobre sua vagina exposta e com muita força comecei nova penetração, só que agora eu acelerei de maneira forte, meu suor molhava seu corpo, senti o orgasmo se aproximando.

Eu já dava sinais de cansaço, mas o corpo daquela mulher me deixava louco de desejo, fantasiando como se fosse minha “Amada” que estivesse ali, acelerei ao máximo meus movimentos agressivos devorando aquela morena linda, até explodir num orgasmo avassalador, dei uma juntada nela com todas as minhas forças... meu esperma jorrava dentro daquela buceta quente totalmente castigada pelo meu membro faminto.

Deitei meu corpo sobre ela soltando nossos músculos exaustos, comecei a beijar sua boca fiquei ainda penetrado em sua vagina até ela acordar... ela demorou a despertar daquele transe de embriagues total.

Quando ela abriu os olhos me observando ela rompeu o silencio dizendo....

-- Estou acabada, nem sei que animal selvagem me devorou esta noite!, isso foi uma loucura, NÃO estou lhe reconhecendo... é você mesmo?

Minha resposta foi um beijo em sua boca, não queria entrar em detalhes afinal de contas, eu transei com ela pensando justamente em outra pessoa... alguém que realmente me leva ao LIMITE, “Te vejo em breve meu Amor”, sei que você está la...me esperando.

Escrito por Horse_Lover

Um comentário:

hannuar disse...

olá... há algum tempo venho acompanhando o seu trabalho, e qual não foi hoje minha surpresa, achar seu blog. Sabendo que agora posso desfrutar de todo seu trabalho o qual eu admiro muito..... deixo aqui meus parabens por toda sua excitante obra, esperando que cada dia que passe fique melhor. um abraço bem carinhoso... Manoel Pedro