sexta-feira, 24 de julho de 2009

A gorda vulcânica

Quando encontrei com Nara, no estacionamento do Bourbon, em Canoas, sabia já que fisicamente ela não era uma Afrodite, ou melhor, não se diferenciava muito, se considerarmos as pinturas renascentistas quando o ideal de beleza feminina retratada pelos artistas eram mulheres que hoje definiríamos como “gordinhas”. Enfim, Nara excedia a definição moderna de beleza renascentista. Ela era gorda. Mas o que me levou a levar até o fim o encontro com uma mulher de características físicas não de acordo com os padrões da sociedade de consumo moderna? Bem estas são ponderações e reflexões que a este relato-conto certamente não interessa aos leitores. O que interessa é saber como eu comi, como foi a foda, a transa, com uma mulher gorda. A propósito, não sou um homem com sobrepeso. Para os meus 1m77 de altura, estou com três quilos excedentes e uma saliência abdominal quase insignificante. Feito esta introdução vamos aos fatos restantes.
Eram por volta de 14 horas. Dali rumamos para o Motel Califórnia. Ela sabia o caminho, ou seja, não era assim uma mulher que percorria raramente estes caminhos. Ou seja, o apetite ou a fantasia de comer uma gorda não era apenas minha. Entramos. Diga-se que fazia uma tarde relativamente fria. Este fato aconteceu na semana passada. No quarto, liguei de pronto o ar condicionado. Ato contínuo ela me agarrou e se esfregando em mim, murmurou:
- Vamos incendiar logo este ambiente.
Ela tinha uma boca carnuda, instigante. Beijos e arretos, ela empurrou-me para a cama. Cai sentado. Ela ajoelhou-se em frente e foi desafivelando a cinta da minha calça e em seguida abrindo minha braguilha puxou para fora meu pau que já saltava da cueca.
- Maravilha! – Exclamou a se deparar com a “ferramenta” rija, vermelha, com a cabeçorra brilhante e com uma leve secreção já resultante da excitação, saindo pelo orifício que libera a porra.
De imediato, levou o meu pau a boca. Engoliu primeiro a cabeça lamento o fluído da excitação. Puxei as calças mais para baixo e liberei mais o pau para ela e o saco também. Ela começou agora a lamber, desde as bolas até a cabeça. Eu espantando com a voracidade daquela mulher. Diziam que as gordas eram mais vorazes que as mulheres ditas “normais” ou não-gordas. Estava comprovando que era fato. Entre lamber o meu pau das bolas a cabeça (sugando o saco que mantenho sempre depilado) ela engolia todo o “mastro” em movimentos repentinos. “Isso vai me fazer gozar logo”, pensei. Mas deixei ela se deliciar. Ficamos naquilo uns cinco minutos. Eu acarinhando os cabelos dela, ela me chupando com voracidade (e enquanto fazia isso olhava maliciosamente para mim observando minha reação). Era uma devassa mesmo!!!!
- Agora eu quero sentir este pau gostoso dentro de mim. – Ordenou ela, levantando-se e começando a tirar a roupa.
Observei então os excessos adiposos dela. Mas isso não reduziu o tesão que já estava. Os peitos eram firmes e grandes. O abdômen era bastante acentuado. As coxas grandes. Observei que ela mantinha depilada por completo a região pubiana.
Nua que ficou ai eu ordenei:
- Fica aqui, de pé, coloca as mãos na cama. – ela obedeceu. Queria começar a ação introduzindo-me por trás.
A bunda era ampla, branca. Consegui ver a buceta rósea. Apalpei. Senti a umidade, como se já tivesse toda gozada. Totalmente lubrificada. Coloquei a camisinha e direcionei o pau para a entrada daquela gruta quente e úmida. Apontado o aríete para entrada do prazer dela, segurei-a pela ancas com firmeza e enfiei tudo de uma vez com força. Normalmente não faço isso mas percebi que ela queria algo forte de inicio.
- Uiiiiiiiiiiii. – gemeu.
Iniciei os movimentos ritmados e fortes. Ela se distendeu toda. Foram poucos minutos desta “batida” naquela bunda e naquela xana. De repente, ela estremeceu e desandou sobre a cama. Não consegui segura-la. Ela estremeceu as pernas, bambeou e caiu de bruços em cima da cama.
- Aiiiiiiiiiiiiiiiiii. Ohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!
Espantei-me um pouco. Fiquei preocupado. Achei que teria ocorrido algo mais grave com ela.
- Você esta bem? – Perguntei preocupado.
Ela com o rosto na cama, sobre o travesseiro, me olhou de lado e sorriu:
- Desculpe. Não agüentei. Gozei tudo. Fraquejei. Delicia. – murmurou como que agradecida.
Aquela foi uma tarde realmente intensa com a primeira mulher gorda que comi. Depois de um descanso dela retomamos. Ela gozava multiplamente. Nunca tinha visto igual. Eu me segurei o que pude, até quando ela me ofereceu o cuzinho para comer. Daí, entre naquele túnel que estava todo molhado do gozo dela que corria da buceta. Entrou fácil, fundo, e soquei com vontade até não agüentar mais e gozar enchendo a camisinha dentro do cú dela. Ela, no inicio gemeu sentido a dor mas depois relaxou e instigava ainda mais fazendo movimentos com a bunda, de encontro ao meu pau.
- Toma, cadela gostosa. Puta! Te encho o cú de porra, vagabunda!!!! Gritei meio enlouquecido.
- Isso cachorro! Xinga esta vagabunda! - retribuiu a minha amiga.
Deliciosa tarde de um mês de julho frio em que ajudei a queimar muitas calorias de uma gorda vulcânica.

Escrito por ParisEros

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