terça-feira, 28 de julho de 2009

Uma Grávida no Cio

Olá a todos, estes dias li um relato aqui com o título de Sogro Tarado e gostei muito, o sogro do conto parece muito com o meu, safado e gostoso RS. Por isto resolvi também relatar como cedi às taras do meu querido sogrinho.

Estou há cinco anos casada e sempre meu sogro se mostrou um senhor bem safadinho. Suas brincadeiras sempre abraçando e dando sempre um jeito de roçar seu pinto na gente, sempre me foi um tanto quanto constrangedoras. Bastava seu filho estar fora do alcance que ele começava a me bombardear com seus olhares e elogios mal intencionados.

Fato é que eu engravidei, soube quando estava no segundo mês, todos ficaram muito felizes, porém um problema começou a ocorrer. No terceiro mês meu marido passou a me evitar na cama, o pior que sempre fui uma mulher, como posso dizer, uma puta na cama, safada, adoro sexo, RS ... pronto falei! RS

Eu o procurava, mas ele dizia que era melhor não por causa do bebê, poxa vida em pleno século 21 ele ainda acreditava em certos tabus! Expliquei a ele tudo, minha gravidez não era de risco, tentei tranqüilizar, mas não adiantou ele ficava até nervoso comigo quando tocava no assunto.

Eu já estava desesperada, subindo pelas paredes já apelava para os meus bons e velhos dedinhos. O mais engraçado é que, se eu estivesse feia, mas não, quando passo pela rua ainda escuto várias chamadinhas “o gostosa”, “que delicia”, coisas que hoje ajudam a manter meu ego. RS

Estava no quarto mês, e combinamos de descer para praia num final de semana, temos um apartamento lá. Foi meu marido, eu, meu sogro e sogra.

Era Sábado pela manhã quando saímos, lembro do olhar do meu sogro quando me viu; safado como sempre. Eu vestia uma blusinha branca decotada, sem sutiã, mas não era transparente, estava até comportada com exceção dos meus peitos que quase pulavam pra fora, RS, e exibia toda minha barriga que ainda não estava tão grande, mas já ganhara certo formato.

Entrei no carro, eu fui atrás e adivinha quem veio logo ao meu lado? Meu sogro! E me comendo com os olhos. A viagem começou, até certa parte conversávamos e riamos bastante, mas depois o assunto foi acabando e o silêncio se estabeleceu. Em alguns minutos já se foi possível ouvir minha sogra, que estava no banco a minha frente, roncando.

Após algumas horas meu marido parou em uma destas lojas de conveniência, desceu perguntou se eu queria sair eu disse que não. Eu estava sonolenta, de olhos fechados quase que caindo num sono completo e minha sogra continuava dormindo. Foi quando me assustei com uma mão acariciando minha barriga, abro os olhos era meu sogro!

Com aquele seu sorriso safado admirava-me acariciando minha barriga, o que eu iria fazer? Não dava pra não deixá-lo, era seu neto ali, porém suas caricias começaram a me arrepiar e eu comecei a desejá-las e querer mais do que aquilo, mas eu só o olhava. Foi então que ele me perguntou baixinho:
- Meu filho não anda te procurando não é?

Estranhei a pergunta, e ele prosseguiu.

- Ele me falou, conversamos. Falei a ele que tudo isto é lenda, mas o cabeça dura não entende. Ele não tem nem idéia de como é gostoso. Inclusive nesta época, vocês parecem ficar mais. – fez uma pausa – gostosas.

Sorri ao ouvi-lo dizendo isto, e logo senti sua mão escorregando por entre minhas coxas. Logo meu sogro estava esfregando seus dedos na minha xaninha por cima da calcinha, eu o olhava corada, olhava pra fora pra espiar onde estaria meu marido e minha sogra continuava dormindo.

Lancei um novo sorriso a ele como se autorizasse aquilo, ele então me surpreendeu ao chegar seu rosto no meu e me beijar. Nossa! Que delícia de beijo, que língua safada, ao mesmo tempo ele enfiou a mão dentro da minha calcinha e massageava meu grelinho e bolinava minha xaninha socando seu dedo nela.

Meu sogro abriu o zíper de sua calça e tirou sua rola pra fora, e que pau gostoso! O segurei em minha mãozinha e fui o punhetando enquanto ele tocava intensamente minha xaninha. Com a outra mão meu sogro levantou minha blusinha deixando meus peitos de fora e logo ele se inclinou passando a mamá-los, que loucura! Eu olhava pra fora, não via meu marido e também não havia ninguém próximo.

Eu me segurava pra não gemer alto e acordar a querida sogra RS que estava me fazendo um favor e me emprestando seu macho. Meu sogro intensificou os toques na xaninha e acreditem o filho da mãe me fez gozar!!!!! Ele me olhava satisfeito.

Ofegante, comecei a ajeitar-me, arrumei minha blusinha e a calcinha, que estava ensopadinha. Ainda ficamos trocando beijos e eu brincava com seu pau até avistarmos meu marido vindo.

Continuamos a viagem e em umas duas horas chegamos ao apartamento. Fazia um dia lindo de muito sol. Logo fomos à praia, coloquei um minúsculo biquíni e me sentia safada, uma putinha me exibindo pro sogrinho que sorria e sorria, aquele velho tarado RS.

Depois da praia fomos para o prédio do apartamento e ficamos na piscina, o bom é que era fora que época, tinha quase ninguém na praia e na piscina só estava agente mesmo. Depois de um tempo de piscina combinamos de subir um a um para tomar banho, eu fui a primeira a subir.

Quando estava no apartamento não parava se pensar no sogro e no que havia acontecido no carro. E quando eu estava no quarto, nua, pegando a toalha na mochila sinto uma rola rígida encostar-se na minha bunda, ergui assustada, mas quando olhei, era meu sogro! Já agarrando meus peitos e apertando-os em suas mãos e me beijou.

Ele então disse:

- Vem vamos tomar um banho juntos.

Nem me preocupei em como fez para estar ali sozinho e nu! Ou se de repente poderia aparecer meu marido ou minha sogra. Entramos no banheiro, ligamos o chuveiro e meu sogro me seu um divino banho de língua, nossa, me chupou todinha! Quase gozei com sua língua safada na minha xaninha.

Depois me pegando por trás, ajeitou sua rola na minha xaninha e penetrou, que delícia! E metia gostoso, e como era bom sentir aquele seu pau dentro da minha xaninha, causava uma sensação nova, bem diferente e extremamente prazerosa.
Meu sogro me fez gozar novamente, agora com seu pau na minha xaninha, e quando gozei ouvi suas palavras:

- Uhmm é disto que estou falando, olha que delicia!
Minha xaninha mordiscava seu pau querendo engoli-lo e em segundo fiz o velho gozar me enchendo com sua porra. Ele ainda foi extremamente carinho ao realmente me dar um banho, passando o sabonete em todo meu corpinho, jogando água e por fim me secando.

Trocamos ainda alguns bons beijos e depois ele disse que era melhor eu descer para o saguão. Ele ficou lá terminou seu banho e depois me encontrou lá no saguão, os outros foram subindo um a um como combinado. Meu marido nem desconfiou do ocorrido, e claro que ocorreram outras vezes, hoje já tenho minha filhinha linda, mas adivinhem, RS ... Quando dá meu sogro continua me comendo bem gostoso, ah posso desfazer dele, logo ele que me ajudou tanto em época tão difícil RS. Espero que tenham gostado do relato.

Escrito por Dom Gaspar

Escritor.DomGaspar@Gmail.com

sexta-feira, 24 de julho de 2009

A gorda vulcânica

Quando encontrei com Nara, no estacionamento do Bourbon, em Canoas, sabia já que fisicamente ela não era uma Afrodite, ou melhor, não se diferenciava muito, se considerarmos as pinturas renascentistas quando o ideal de beleza feminina retratada pelos artistas eram mulheres que hoje definiríamos como “gordinhas”. Enfim, Nara excedia a definição moderna de beleza renascentista. Ela era gorda. Mas o que me levou a levar até o fim o encontro com uma mulher de características físicas não de acordo com os padrões da sociedade de consumo moderna? Bem estas são ponderações e reflexões que a este relato-conto certamente não interessa aos leitores. O que interessa é saber como eu comi, como foi a foda, a transa, com uma mulher gorda. A propósito, não sou um homem com sobrepeso. Para os meus 1m77 de altura, estou com três quilos excedentes e uma saliência abdominal quase insignificante. Feito esta introdução vamos aos fatos restantes.
Eram por volta de 14 horas. Dali rumamos para o Motel Califórnia. Ela sabia o caminho, ou seja, não era assim uma mulher que percorria raramente estes caminhos. Ou seja, o apetite ou a fantasia de comer uma gorda não era apenas minha. Entramos. Diga-se que fazia uma tarde relativamente fria. Este fato aconteceu na semana passada. No quarto, liguei de pronto o ar condicionado. Ato contínuo ela me agarrou e se esfregando em mim, murmurou:
- Vamos incendiar logo este ambiente.
Ela tinha uma boca carnuda, instigante. Beijos e arretos, ela empurrou-me para a cama. Cai sentado. Ela ajoelhou-se em frente e foi desafivelando a cinta da minha calça e em seguida abrindo minha braguilha puxou para fora meu pau que já saltava da cueca.
- Maravilha! – Exclamou a se deparar com a “ferramenta” rija, vermelha, com a cabeçorra brilhante e com uma leve secreção já resultante da excitação, saindo pelo orifício que libera a porra.
De imediato, levou o meu pau a boca. Engoliu primeiro a cabeça lamento o fluído da excitação. Puxei as calças mais para baixo e liberei mais o pau para ela e o saco também. Ela começou agora a lamber, desde as bolas até a cabeça. Eu espantando com a voracidade daquela mulher. Diziam que as gordas eram mais vorazes que as mulheres ditas “normais” ou não-gordas. Estava comprovando que era fato. Entre lamber o meu pau das bolas a cabeça (sugando o saco que mantenho sempre depilado) ela engolia todo o “mastro” em movimentos repentinos. “Isso vai me fazer gozar logo”, pensei. Mas deixei ela se deliciar. Ficamos naquilo uns cinco minutos. Eu acarinhando os cabelos dela, ela me chupando com voracidade (e enquanto fazia isso olhava maliciosamente para mim observando minha reação). Era uma devassa mesmo!!!!
- Agora eu quero sentir este pau gostoso dentro de mim. – Ordenou ela, levantando-se e começando a tirar a roupa.
Observei então os excessos adiposos dela. Mas isso não reduziu o tesão que já estava. Os peitos eram firmes e grandes. O abdômen era bastante acentuado. As coxas grandes. Observei que ela mantinha depilada por completo a região pubiana.
Nua que ficou ai eu ordenei:
- Fica aqui, de pé, coloca as mãos na cama. – ela obedeceu. Queria começar a ação introduzindo-me por trás.
A bunda era ampla, branca. Consegui ver a buceta rósea. Apalpei. Senti a umidade, como se já tivesse toda gozada. Totalmente lubrificada. Coloquei a camisinha e direcionei o pau para a entrada daquela gruta quente e úmida. Apontado o aríete para entrada do prazer dela, segurei-a pela ancas com firmeza e enfiei tudo de uma vez com força. Normalmente não faço isso mas percebi que ela queria algo forte de inicio.
- Uiiiiiiiiiiii. – gemeu.
Iniciei os movimentos ritmados e fortes. Ela se distendeu toda. Foram poucos minutos desta “batida” naquela bunda e naquela xana. De repente, ela estremeceu e desandou sobre a cama. Não consegui segura-la. Ela estremeceu as pernas, bambeou e caiu de bruços em cima da cama.
- Aiiiiiiiiiiiiiiiiii. Ohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!
Espantei-me um pouco. Fiquei preocupado. Achei que teria ocorrido algo mais grave com ela.
- Você esta bem? – Perguntei preocupado.
Ela com o rosto na cama, sobre o travesseiro, me olhou de lado e sorriu:
- Desculpe. Não agüentei. Gozei tudo. Fraquejei. Delicia. – murmurou como que agradecida.
Aquela foi uma tarde realmente intensa com a primeira mulher gorda que comi. Depois de um descanso dela retomamos. Ela gozava multiplamente. Nunca tinha visto igual. Eu me segurei o que pude, até quando ela me ofereceu o cuzinho para comer. Daí, entre naquele túnel que estava todo molhado do gozo dela que corria da buceta. Entrou fácil, fundo, e soquei com vontade até não agüentar mais e gozar enchendo a camisinha dentro do cú dela. Ela, no inicio gemeu sentido a dor mas depois relaxou e instigava ainda mais fazendo movimentos com a bunda, de encontro ao meu pau.
- Toma, cadela gostosa. Puta! Te encho o cú de porra, vagabunda!!!! Gritei meio enlouquecido.
- Isso cachorro! Xinga esta vagabunda! - retribuiu a minha amiga.
Deliciosa tarde de um mês de julho frio em que ajudei a queimar muitas calorias de uma gorda vulcânica.

Escrito por ParisEros

O escalafobético

Tânia conheci a partir de um nick que inventei no chat. Todos os homens entram lá com nick quantitativos, cheios de centímetros ou se auto adjetivando narcisamente. Então, improvisei um nick incomum: ESCALAFOBÉTICO. Era a senha para atrair mulheres qualificadas intelectualmente. Prefiro estas. Se vierem envolvida num corpo maduro e com lembranças da flor dos anos anteriores, ótimo. Senão, desde que não tenha uma topografia com relevos exageradamente acentuados, aprecio também. Diz-se que as mulheres – que politicamente, denominamos ou se auto denominam, “fora do peso” – são mais calientes, intensas, entregam-se ao sexo com volúpia, voracidade. Já partilhei fluidos com mulheres que classificaria de gordas, mas não disse isso a elas de forma alguma, e foi muito bom.
Mas vamos ao resultado do ESCALAFOBÉTICO (quem não conhecer o termo terá de procurar no dicionário). Acabei conversando com muitas mulheres mas o fato de ser casado (nunca omito isso nos chats), restringem as investidas. Ao final firmei conversa com uma “amiga” também casada. Médica de profissão. Uma boa prosa. Achei estranho uma mulher deste nível cultural e profissional estar navegando em chats. Ela esclareceu que estava no plantão. A conversa flui legal sobre varias áreas, até que aportamos, no que pretendia cada um naquele mar virtual. Findando a prosa, trocamos msn. Vi que ela tinha um com um nick diferenciado. Logo conclui que o usava para pretensões não profissionais. Conversamos ainda por mais umas duas semanas. Até que resumi:
- Aonde queremos chegar já sabemos. Ficaremos só no virtual ou experimentaremos uma água mineral, sem gás. – Ataquei.
Ela riu-se.
- Água mineral? É a primeira vez que alguém me propõe isso. Só água? – Devolveu.
- Gosto de inovar. Respondi.
- Vi isso quando se apresentou com a aquele nick estrombótico nos chat.
- Escalafobético. – Corrigi.
- É. Confirmou ela, rindo (riso virtual tipo. Rsrsrsrsrs)
- Bem, vamos aos fatos. Quando, onde?. Insisti.
- Estas com sede mesmo. Rebateu, maliciosamente.
- Ficar a beira da praia e não entrar no mar, não é meu estilo. Ou entramos no mar ou damos por encerrado o que desejávamos e ficamos nesta “amizade virtual”. Queres? Se quiseres apenas isso, respeito. Mas eu quero mais. – discursei.
- Ok. – concordou. – Consigo uma folga para quinta-feira de tarde. Podes?
- Se não pudesse, daria um jeito. – argumentei. Posso.
Amarramos o restante da prosa, com o local e a hora. Encontraría-mo-nos em Porto Alegre, no Bourbon da Ipiranga. Era a oportunidade para o que vínhamos acalentando. E assim foi.
Às 14h30min, pontualmente, estava eu, sentado na cafeteria do shoping.
Tânia era uma mulher de dimensões físicas quase esguias, embora tivesse 50 anos. Admirei-me observando ela vir na minha direção. Aproximou-se:
- Oi. Caio?
- Completamente ele. – arrematei, beijando-lhe a face.
A partir daí flui uma conversa de afinidades. Normal para se estabelecer melhores laços de confiança. Depois de meia hora, ponderei:
- Vamos?
- Aonde? – brincou ela.
- Há um lugar sem platéia. – justifiquei sorrindo.
Fomos no meu carro. Já previamente quando vinha para o encontro observei onde haviam motéis. Detectei um há uns mil metros do shopping.
Chegamos no motel. Subindo a Cristiano Fischer. No apartamento, na entrada, acarinhei os cabelos dela, um cafuné. Eram sedosos, perfumados. Me aproximei sentido o cheiro da nuca. Ela encolheu-se um pouco que parecendo assustada. Avancei. Ela virou-se para mim e logo fui beijando-a. Fui com profundidade. Ela entregou-se, me abraçou, e colocou seu corpo no meu. Suas mãos passaram a espalhar-se pelo meu corpo e senti que ela pressionava o quadril de encontro ao meu buscando sentir a pressão do meu pau que, aquela altura, já estava teso, duro, dolorido, sob a calça.
Num gesto rápido iniciou a me despir. Ajudei-a. Livre da camisa, ela espalmou as mãos no meu peito e juntou o rosto perto de mim como que querendo ouvir meu coração (que estava por certo, sobressaltado). Coisas da profissão, pensei. Em seguida ela acelerou a que eu me desvencilhasse das calças, afrouxando a cinta. Em um pronto estava nu diante dela. Ela deu um passo para trás, sentou-se à beira da cama e me puxou para perto. Segurou-me pela cintura e ficou contemplando por breves instantes meu pau pulsante e frente ao seu rosto. Em seguida, tocou-o com as mãos e encaixou o saco nelas. Trazendo para junto da sua boca como quem fosse comer um cacho de uva. Assim, serviu-se introduzindo meu pau todo na sua boca de uma só vez. Em seguida senti os seus lábios e a língua se fecharem ao redor do meu pau, como quem fosse sugá-lo por completo. E assim o fez. Senti a cabeça do pau na garganta dela e ela foi retirando a boca com vagar. Ficou assim, sugando, lambendo por um bom tempo e eu me deliciando com aquilo. Ela massageando as minhas bolas, passando a mão na minha bunda, puxando-me de encontro a boca dela (isso me sugeriu uma cacofonia apropriada: “boca dela”).
Em seguida fui ajudando ela a tirar a blusa, os brincos (brincos na cama ou se perdem ou machucam). Logo ela estava apenas de calcinha. Uma calcinha vermelha, pequena, com pintas pretas e um adereço na altura da anca. Deliciosa calcinha, mal preenchendo o matéria que abrigava. Agarrei-a por trás, queria sentir a pressão daquela bunda volumosa no meu pau. Nos esfregamos assim, enquanto eu mordiscava o pescoço, a nuca, os ombros. A temperatura estava elevadíssima.
Emburrei-a para frente.
- Fique apoiada na cama com as mãos. Quero tu toda exposta. – Pedi.
Ela atendeu. Observei aquela visão panorâmica. Aquela bunda redonda, o cuzinho róseo, a buceta fechada, ainda. Abri um pouco as pernas dela e a bunda, ajoelhei-me por trás e me dediquei a lamber aquela xana, estreita. Corri a língua até o cuzinho. E fiquei um pouco com a língua a boca na xana o nariz naquele cú. Estava limpinho, preparado, por certo, pensei. Ela soltou um longo gemido e contorceu-se toda, como que estremecendo. Umedeci bem o cuzinho dela, massagei com a língua e depois de úmido com os dedos. Enfiei um dedo, dois. Mexi eles. A outra mão massageando a buceta já úmida, molhada.

- Vou botar primeiro neste cuzinho. Posso? Quer? - Pedi educadamente.
- Bota. Com vagar. Não estou muito acostumada, mas quero. Vem, ronrroou.
Difícil resistir. Vesti o “menino”. Ela ainda naquela posição submissa. Pressionei a cabeça do pau na porta do cuzinho dela. Ela foi um pouco para frente.
- Calma. Disse-lhe.
E fui pressionando. Com uma mão abri mais a bundinha. De repente ela se arqueou um pouco e veio com as duas mãos abrir a bunda. Enfiei com vagar, lentamente, o pau foi deslizando para dentro daquele cuzinho. A técnica é enfiar tudo, primeiro até o fim. Enfiar e deixar um pouco até o cuzinho acostumar, flexionar um pouco. Fiz isso. Ela sentiu tudo e foi gemendo baixinho, agora com as mãos de novo apoiadas na cama. Comecei um movimento lento de vai e vem.
- Deliciiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiaaaaaaaaaaaaaaaaa! Murmurei. Adoro isso. Bunda linda. Tu é uma cavalona deliciosa.
- Quero tudo, rebateu ela.
Acelerei o ritmo, ela gemeu mais alto. Sentindo que naquele ritmo e naquele cuzinho apertando, pressionando meu pau eu não iria longe sem gozar. Reduzi. Acarinhava ela, pelas costas, acarinhava aquela bunda majestosa.
- Vou tirar. Avisei.
- Ahhhh. Protestou ela.
Tirei o pau daquele cú. E disse para ela:
- Fica de pé ali.
Fui até o banheiro. Tirei a camisinha e voltei. Ela estava de pé contra a parede.
- Isso. Aprovei. E logo fui beijando ela e emburrando ela contra a parede. Levantei uma das pernas dela e me ajoelhei em frente, colocando ela sobre meu ombro. A buceta ficou exposta a delicia da minha língua. Iniciei a chupa-la com vontade. Minha língua jardineira cuidando daquela orquídea. Ela contorceu-se.
- Ahhhhhhh. Delicia. Que coisa gostosa. Lambe, me chupa, seu puto. Chupa esta buceta... Depois eu quero teu pau nela. Ahhh. Não agüento. – gemia e reclamava.
De repente, senti que ela balançou, as pernas ficaram bambas. Ela segurou com as duas mãos a minha cabeça de encontro a buceta dela e soltou um gritinho.
- Aiiii. Cachorro. E gozou, quase me sufocando de encontro a sua buceta.
Afastei daquelas entrepernas e ajudei a deitar na cama. Ela estava com a respiração arfante. Ainda se contorcendo.
- Coisa boaaaaaaaaaaaaa. Afirmou gemente. Vem, vem quero mais. De novo. – Ordenou.
Atendi ela prontamente. Virei de bruços, levantei, arqueando a cintura dela. Ela fiou, de quatro, vesti de novo o “visitante” e introduzi de uma só vez naquela buceta toda molhada de gozo dela e da minha saliva.
- Ai, malvado. Cuidado, não acaba com ela assim de vez. – recriminou devido a força com que enfiei tudo de uma vez. Reduzi o ritmo e passei a martelar aquela buceta com cadência. Ora alternava estocada forte, ora suaves. Depois de uns bons minutos assim, puxando ela com força pela cintura e às vezes, pelos ombros, pedi para ela se virar. De costas ela ficou novamente exposta. Observei seus olhos brilhantes, a respiração densa. Os seios tugidos (eram seios médios, ainda firmes). Deliciei-me naqueles seios, sugando-os e lambendo-os, brincando com os mamilos (isso é extremamente sensível).
Abri bem as pernas dela e me posicionei ao meio. Ajeitei o pau e fui entrando enquanto segurava as pernas dela abertas para o alto e, eu ajoelhado, enfiando. Mantive o ritmo compassado, depois acelerando e socando com força empurrando ela para cima. Fazia com força, socava forte, ela gemia, pedia:
- Com força! Isso, cachorro! Me fode mais. Fode!
Ela sabia como entusiasmar um macho. Cai por cima dela. Ela enlaçou-me pela cintura com a pernas, num chave, buscando manter-me fundo nela. Não agüentei mais. Passei a socar com violência, sentido subir a sensação do gozo.
- Olha para mim, cachorro. Olha nos meus olhos, quero ver você gozar. - Determinou a médica-puta.
Não agüentei e gozei com força, com estocada fundas. Enchi a camisinha. Senti as sensações elétricas do gozo percorrendo a minha espinha e descarregando na junção da nervura do meu pau. É uma sensação que não se quer mais acabar, que pare. Mas o gozo masculino é rápido. Dura uns 30 segundos, pouco mais. Daí vem aquela lassidão gostosa, a sensação de sem-forças. Ela queria mais ainda, não pude parar. Queria que ela gozasse e fiquei bombando com força, o pau já amolecendo. Ela veio, contorceu-se arqueou as ancas, eu agarrei ela firme como se quissesse também gozar, de novo, até que arrefeceu as musculatura que pressiono o meu pau tentando mantê-lo no interior da sua buceta.
- Acabou comigo. – murmurei.
- Estamos acabados. Completou brincando.

Foi a melhor consulta médica que já realizei. De tão bom ficamos nos encontrando ainda por quase dois anos. Depois as dificuldades de agenda, tempo, distanciou. Fazem já três anos desta foda inicial, muitas outras, uma vez, duas vezes por meses aconteceram, de diversas formas, algumas meio loucas. Boas lembranças, prazerosas.
E começou com um nick escalafobético, terminou gostosamente mais fodético.

Escrito por ParisEros

domingo, 19 de julho de 2009

Instinto – Jogo do Silêncio

Essa história aconteceu naquele dia, era uma quarta feira, 8 de julho passado, eu havia saído do trabalho as 18:15 como de costume, fui até o estacionamento pegar o meu carro quando entrei no carro e dei partida me ocorreu uma sensação estranha de que algo estava faltando, ou algo que eu tinha deixado de fazer ou mesmo esquecido, ao passar a mão pelo bolso da calça percebi que tinha esquecido o celular no escritório, Minha cabeça estava explodindo cheia de preocupações eu estava tenso com mil e uma coisas passando pela minha cabeça, o dia tinha sido muito difícil e quando voltei ao escritório o celular não estava em cima da mesa, procurei até acha lo dentro da gaveta desligado... não me recordava de ter deixado ele desligado, porem ao liga lo novamente tinha 3 chamadas não atendidas todas de um mesmo número desconhecido. A principio não dei muita atenção, peguei o carro em direção ao centro e decidi passar na chopperia com intenção de aproveitar um pouco o happy hour com os amigos, que à esta altura já estavam todos bem animados.

Por volta de 8:20 da noite eu estava doido para ir embora pra casa, a conversa estava boa... a musica estava boa, o ambiente estava muito bom só quem não estava bem era EU, minha cabeça estava doendo e o barulho e toda aquela movimentação estavam me deixando maluco, me retirei um pouco e fui até o banheiro masculino tirar água do joelho, saindo fui até o balcão e pedi um drink bem leve batido com suco de abacaxi bem “doce” e bem gelado, depois de tomar um belo gole me dirigi até um canto mais reservado pra relaxar um pouco e curtir melhor a noite... “telefone toca”, olho no visor do aparelho quando vejo aquele numero desconhecido novamente. Quando atendo a ligação uma voz feminina me chama pelo nome e quando perguntei quem era, ela responde - “..Talita, não lembra mais de mim não?” – foi ai que eu me lembrei dos recados que recebi dela uma semana atrás. Pedi desculpas por não ter retornado as ligações não atendidas, expliquei que meu celular estava desligado e que minha rotina estava muito estressante e que minha vida estava uma bagunça, a partir daí conversamos brevemente e de repente ela me corta no meio da conversa e diz – “..ta fazendo o que agora? Eu to aqui no centro pode vir me pegar?” – a principio fiquei espantado, não pensava que ela estivesse em BH, já que a 4 meses atrás ela tinha se mudado pra Niterói – RJ., bem não me restava alternativas a não ser ir busca la, e pra falar a verdade até que eu estava sentindo um pouquinho de saudades dela e de nossas aventuras, para aqueles que leram meus contos anteriores já devem conhece la bem, voltei minha atenção à ela respondendo sua pergunta – “Sim, é claro...onde você esta? Me passa o endereço que eu passo ai e te pego de carro” – ela me passou o endereço e logo peguei o carro e fui ao seu encontro.

No caminho os meus pensamentos estavam todos voltados na lembrança de nossas transas, aventuras sexuais deliciosas, ela tem um apetite de mulher loba, insaciável do tipo que quando esta no cio, fica difícil de encarar, ela é uma mulher volúvel com seios fartos e uma bunda de dar inveja à qualquer mulher que se diz gostosa. Eu estava carente, já fazia 2 semanas que eu não via a minha verdadeira paixão, minha fêmea estava longe mas mesmo longe meus “desejos” maiores pertencem à ela, porem Talita poderia dar um jeito na minha falta de carinho.

Quando cheguei no endereço fui até o saguão do hotel onde ela estava me esperando, nos cumprimentamos e demos um forte abraço, seu corpo junto ao meu, minhas mãos correndo pela sua cintura chegando em sua bunda e alguns amassos foram inevitáveis. Ela então olhou nos meus olhos e falou “– tenho um joguinho pra nós dois, vamos subir até meu apartamento onde tenho tudo pronto, só tem uma regra que NÃO pode ser quebrada, é PROIBIDO dizer qualquer palavra, deixe nossos corpos falarem por si mesmos e nossos olhares mostrarem o caminho.” – balancei a cabeça afirmativamente, então seguimos pro elevador. Quando as portas do elevador se fecharam o JOGO começou.

Seu olhar devorou meu corpo e com o dedo na boca pediu silêncio. (Elevador subia)

Sua mão no meu peito me empurrando contra a parede, ela segura meus braços e me beijou na boca.

Ela se vira de costas se esfregando e rebolando com sua bunda contra o meu pênis.

Ela se esfregava, minhas mãos em sua cintura, minhas mãos dentro de sua blusa, mordi sua orelha.

O cheiro de seus cabelos me atraia, mordi seu pescoço lhe fazendo estremecer. (Elevador subia)

Minha mão correu sua barriguinha esbelta até chegar em sua vagina, sedenta...molhada, lasciva.

Nos abraçamos forte e nossos corpos se entrelaçaram, o desejo ardendo, meu pênis de tão duro doía.

Ela desabotoa meu cinto e minha calça, adrenalina aumentava a medida que o elevador subia.

Apreensão, desejo, sedução. A porta do elevador se abre, envolvidos, alheios ao restante do mundo.

Um som de espanto ecoa do lado de fora, a pessoa que esperava desiste de entrar. (Elevador se fecha)

Continuamos a subir...

Ela arrancava com a boca os botões de minha camisa, ela me olhava nos olhos... sedenta.

Inconseqüentes.

Elevador então para, saímos e ela me arrasta pela gravata, indicou a porta e seguimos até lá. (Agarrados)

Ela se insinuava, minha respiração se alterava, ela estava despertando em mim meu lado mais voraz.

Peguei ela pela cintura e pressionei ela bruscamente contra a parede perto da porta, e mordi seu pescoço.

Ela soltou um gemido abafado, com as chaves na mão procurava o buraco da fechadura da porta.

Peguei ela pelas coxas suspendendo ela, em resposta ela me abraçou a cintura com suas pernas.

Seu top entreaberto mordi e arrebentei o fecho de seu sutiã, chupando seus seios. Ela gemia muito.

A porta se abre.

Desequilibrados acabamos caindo dentro do quarto, meu corpo por cima dela, luzes apagadas.

Mesmo caídos continuamos... ela com o pé empurra a porta bem forte que se fecha.

Enroscados um ao outro, uma luz distante deixava o ambiente na penumbra.

Nossas roupas eram arrancadas de nossos corpos, eu chupava sua língua e massageava seus seios.

Despidos rolávamos no carpete da sala...ela se vira por cima de mim me mordendo meu peito.

Me viro por cima dela novamente chupando seus seios...barulhos de coisas caindo.

Estávamos ensandecidos!!

Ela com a mão direita arranhava minhas costas com suas unhas...

Com a mão esquerda agarrou fortemente meu pênis rijo e guiou até os lábios de sua vagina.

Quando senti o calor dos lábios de sua vagina toda melada estoquei com toda a força penetrando-a.

Junto com a penetração dei uma juntada nela mordendo seu pescoço, ela URROU como uma loba.

Seu corpo dava espasmos, sentia sua vagina contraindo gozando seguidamente.

Ainda por cima dela, dobrei meus joelhos beijando sua boca.

Abraçando ela ainda penetrado em sua vagina, me levantei com ela ficando sentado com os joelhos dobrados com ela sentada em meu colo, seu leite vaginal escorria pela minha virilha.

Com um pouco de esforço, ainda com ela sentada em meu colo, me levantei com ela abraçados.

Ela urrava de prazer e de desejo, arranhando minhas costas com suas unhas felinas...afiadas.

No escuro esbarrei no sofá, posicionei ela com as pernas abertas bunda empinada, ela curvada com as mãos no braço do sofá. Me debrucei sobre seu corpo como uma garanhão cobrindo sua égua e com uma estocada forte penetrei sua vagina novamente lhe fazendo gritar de prazer.

Segurei seus cabelos forçando sua cabeça para trás. Eu mordia suas costas, mordia com vontade.

Com movimentos fortes, sua bunda e coxas balançavam ao sabor de minhas estocadas.

Parei por um instante segurando o orgasmo pra não gozar, nossos corpos suados se contorciam.

Peguei ela novamente pela cintura totalmente entregue e submissa debruçando ela no carpete.

Ela de bruços deitada coloquei uma almofada por baixo de seu umbigo, lhe fazendo ficar com a bunda empinada, apoiei minhas mãos em suas costas, me ajoelhei entre suas pernas e penetrei sua vagina novamente, flexionando e encaixando com estocadas pausadas o meu pênis em sua vagina que engolia com muito apetite o meu membro. Eu ainda tinha muita energia pra gastar, comparando com minhas transas habituais estava fácil de administrar o corpo desta morena.

Trocamos novamente de posição, eu mordia e sugava seus seios, mordendo e lambendo sua barriguinha suada até abocanhar os lábios de sua vagina sedenta, ela gemia de prazer se contorcendo nos meus braços, seu corpo tremia ao sabor de minhas chupadas, minha língua explorava cada dobrinha de sua grutinha profunda, até aquela altura ela já tinha gozado nem sei quantas vezes, ela estava totalmente embriagada de prazer...fora de si, seu corpo respondia como se adivinhasse qual seria meu próximo passo, então com as minhas mãos apertando seus seios fartos, ela ainda deitada no carpete, coloquei suas pernas dobradas por sobre meus braços, coloquei a almofada por baixo de suas costas na altura do quadril, flexionando e dobrando seu corpo penetrei sua vagina mais uma vez, uma posição atlética onde ela sente o peso do meu corpo e a pressão de cada estocada firme que eu dava, ela gemia e gritava de prazer gozando de maneira forte,.

Eu estava perto de gozar também, porém... ainda tinha muita energia pra gastar.

Virei ela mais uma vez, “agora de LADO”, perna direita esticada, almofada debaixo da cintura, meu braço esquerdo embaixo da dobra do joelho esquerdo, encaixei meu quadril sobre sua vagina exposta e com muita força comecei nova penetração, só que agora eu acelerei de maneira forte, meu suor molhava seu corpo, senti o orgasmo se aproximando.

Eu já dava sinais de cansaço, mas o corpo daquela mulher me deixava louco de desejo, fantasiando como se fosse minha “Amada” que estivesse ali, acelerei ao máximo meus movimentos agressivos devorando aquela morena linda, até explodir num orgasmo avassalador, dei uma juntada nela com todas as minhas forças... meu esperma jorrava dentro daquela buceta quente totalmente castigada pelo meu membro faminto.

Deitei meu corpo sobre ela soltando nossos músculos exaustos, comecei a beijar sua boca fiquei ainda penetrado em sua vagina até ela acordar... ela demorou a despertar daquele transe de embriagues total.

Quando ela abriu os olhos me observando ela rompeu o silencio dizendo....

-- Estou acabada, nem sei que animal selvagem me devorou esta noite!, isso foi uma loucura, NÃO estou lhe reconhecendo... é você mesmo?

Minha resposta foi um beijo em sua boca, não queria entrar em detalhes afinal de contas, eu transei com ela pensando justamente em outra pessoa... alguém que realmente me leva ao LIMITE, “Te vejo em breve meu Amor”, sei que você está la...me esperando.

Escrito por Horse_Lover

sexta-feira, 17 de julho de 2009

A noiva que eu sempre quis


 Este é o meu primeiro conto depois de anos lendo estes maravilhosos contos desta casa. Faz 2 anos e meio que eu conheci uma morena linda e deliciosa, minha noiva, que antes de estarmos juntos já praticava o encontro com outra mulher. Somos de Belo Horizonte, MG. e eu tenho 41 anos e ela 25. Eu sou moreno, 1,80m, 90kg, cab cast. e sou militar, tenho um bom dote que assusta no início mas diverte muito, assim que as coisas esquentam. Ela morena, 1,65m, 50kg, cab cast. e é universitária, tem um deliciosos corpo e tem uma colega mulatinha que ela adora comer e se deixar comer por ela. A sua amiga é mulata, 1,62m, 55kg, cab cast. e é lesb. assumida... ou era... rz rz rz. 
Tudo começou quando começamos a nos conhecer, pela net, e fantasiávamos muito coisas loucas entre nós. Ela contava seus encontros com sua amiga e dizia como elas se entregavam a horas e horas de prazer louco. Sempre quiz participar e nunca a repreenderia neste aspecto. assim sendo, quando confirmamos nossa relação, resolvemos convidar a sua amiguinha para nos visitar sem que ela soubesse de nossas reais intenções. Era uma tarde de sexta feira, após a faculdade, quando elas chegaram em casa. Eu estava escondido num cômodo no fundo da casa, aguardando as coisas engrenarem. Podia ouvir as duas conversando amenidades e rindo bastante, até que o papo começou a ficar mais baixo, chegando aos sussurros. Neste momento eu saí do meu esconderijo e me aproximei da janela para escutar o papo das duas... e olha que as coisas já estavam começando a esquentar... e bastante. Elas começavam a se pegar em tom de brincadeira, tomando cuidado para que as outras pessoas da casa não percebessem. - Venha aqui sua safadinha que eu quero te mostrar uma coisinha bem gostosa... quente e úmida. - Sua delícia... quero ver tudinho que vc tem para me mostrar... e te garanto que vc vai se surpreender hoje... e muito... - Assim vc me deixa curiosa demais... e vc sabe como eu fico quando eu estou curiosa... e posso te rasgar todinha e te morder onde vc mais gosta minha gostosinha. - Vamos para o quarto estudar então... mas antes eu tenho de ir ao banheiro... quer vir comigo??? - Claro que sim... vou com vc onde vc quizer... Nesta hora elas saíram em direção ao banheiro onde eu já tinha colocado uma escada, para espiar as duas se divertindo bem juntinhas. fui para o outro ladio da casa e subi em silêncio para ver pela janela o que estava por vir. Neste momento nem minha noiva sabia onde eu estaria. As duas entraram já se agarrando no banheiro, e entre beijos e passadas de mão, as duas foram tirando as camisetas e abrindo a bermudinha que minha noiva vestia (diga-se de passagem estava deliciosa) e sua amiga colocou a mão da minha noiva entre as pernas... - Sua louca vc estava sem calcinha todo este tempo e nem me disse nada???? Sua putinha safada!!! Agora eu vou te foder aqui mesmo, só para começar a fazer vc ficar mole minha vadia. - Mete a mão então e sinta como eu tô molhada de curiosidade e de tezão minha fêmeazinha tarada. - Nossa como vc está molhada sua puta... deve estar pensando em putaria desde hoje cedo... lá na faculdade... Se eu soubesse como vc está tarada teria colocado um brinquedinho no seu rabo e te obrigado a andar com ele ligado o dia todo dentro de vc. - Aiiii minha vadia... assim vc me faz gozar até escorrer pelas pernas a baixo de tanto desejo... - Chupe minha xota e morda meu grelo... ou vc vai apanhar na cara... Quero que vc me faça gozar agora. Aqui em pé. Meta a boca e me faça gozar até matar sua sede.... Assistindo aquilo eu pirei e já estava animado a presentear a amiga da minha noivinha putinha. Nunca tinha visto ela tão louca... mas imaginava como ela deveria ser depois das loucuras vividas por nós, em onibus, na minha sala no quartel, encostado num muro numa rua escura. Ela chupava a minha noiva, como se fosse um bicho que estava louco de desejo... e minha noiva corcoveava de prazer, esfregando seu pé na xotinha da sua amante... que rebolava e mexia como uma louca... parece que queria todo o pé dentro do seu corpo....

Em um momento minha noiva pegou uma escova a pilha... ligou e enfiou no próprio rabo... e pegou a minha escova que tabem é a pilha e entregou a sua vadia para que ela colocasse no cuzinho. Foi uma das cenas mais lindas que eu já presenciei.... Uma tarada esfregando a cara na buceta de outra que espremia as pernas e forçava a boca da sua amiga quase enfiando a cabeça dela dentro da própria bucetina. -Venha e sente na mina cara, mas não pare de chupar minha xota sua puta. - Sua vadia vc tá me tarando demais... Goze na minha cara e rebole com seu grelo em minha boca... vou arrancá-lo com os dentes mas vc vai molhar o chão todo de tanto gozar. -Vou enfiar até o fim esta escova até sair na sua boca... Rabuda vadia que adora sentar num caralho até se encharcar de porra. - Caralho não!!! Meu negócio é bucetas de todos os tipos... Minha xotinha e meu cuzinho só mulher põe a mão... -Põe a mão, a língua, a boca e tudo que tiver pela frente... Nesta hora eu fiquei louco por saber que em breve eu comeria um cuzinho virgem... ou até algo mais... Eu nesta hora fiquei pasmo de ver as duas se contorcendo como duas cobras, e derramarem o gozo mútuo, uma na boca da outra, e esfregarem as xotas uma no corpo todo da outra... Se abraçaram e se beijaram por uns 5 minutos sem parar de brincar uma com a outra, depois de chuparem as escovas, uma chupando a escova que estava no rabo da outra. Desci e fui para onde, o resto da festa prosseguiria. Meu caralho estufava minha bermuda quase rasgando na costura... quando desci da escada percebi um vulto se afastando de onde eu estava; e ao passar pela área de serviço, ví a empregada, uma mulata bem gostosa, ajeitando seu shortinho enfiado no rabinho e fechando a frente daquele minúsculo pedacinho de pano... Cheguei pé ante pé e assustei a gostosa, falando no seu ouvidinho... Tá com calor delícia??? Ela deu um pulo e disse que não que só estava ajeitando a roupa. Mas dava para ver uma calcinha verde clarinha de malha bem cavadinha... Como as usadas pelas putas de rua... Prensei ela de costa na máquina de lavar roupa, e falando ainda no seu ouvido pus a mão dentro do seu short e dedilhei seus pelinhos que estavam encharcados, fazendo-a ganir como uma cadelinha no cio... 
- Para seu safado... Não basta espiar a festinha pela janela do banheiro, agora já tá querendo experimentar o meu chocolate quente??? - Claro que sim, sua gostosa... vc tava taradinha por causa da festinha também, não é mesmo???? (Joguei verde, para colher maduro) - Eu escutei os gemidos lá dentro e estava vindo aqui pra fora para fazer o mesmo que vc, mas vc chegou antes. Então fiquei vendo vc de pau duro em cima da escada... - Tenho de ir ali, mas antes baixe o shortinho e rebole pra mim sua cadelinha. - Que mostrar o que seu safado, eu sou diarista, não faço estas coisas não...rz rz rz (me engana que eu gosto). - Mas sentir meus dedinhos dentro deste vulcão vc gosta né??? - Gostar eu gosto mas tem de ser serviço completo seu tarado... - E vai ser, barba, cabelo, bigode e depilação... Eu disse isto e dedilhei seu cuzinho tirando dela um gemido e uma reboladinha de tarar até defunto. Passei a mão no meu cacete molhei ao mão no pré gozo e passei na boca da vadia que lambeu e sorriu, estufando a xotinha e rebolando na minha mão. Saí dali depois de beijar aquela boca molhada, e apertar aqueles peitos suados com cheiro de empregadinha, que será o prato principal meu e da minha noiva logo logo. Segui correndo para o quarto de cima da casa e escondi debaixo da cama de solteiro que fica no quarto onde as minhas delícias iam estudar. Cheguei 30 segundos antes das duas, e me enfiei debaixo da cama, onde já estava uma bolsa cheia de apetrechos para fazer uma mulher ficar louca e pedir para morrer de tanto gozar. Logo as duas entraram e inundaram o quarto com o cheiro de fêmeas no cio e cheias de tara... Riam a toa e se empurravam até chegar na cama e caírem abraçadas, eu podia ver as pernas das duas emaranhadas uma na outra... Minha noiva falou com ela que a surpresa ia ser agora... que ela devia obedecer tudo que ela mandasse , e que ela adorari a tudinho. - Tudo bem, se é para gozar com vc eu aceito tudinho que vc quizer fazer comigo. - Vc vai adorar e vai gozar como nunca gozou na sua vida. - Então comece logo e me mate de tanto fuder. - Primeiro vou te vendar e vc vai ficar quietinha, me deixando fazer vc se sentir no paraíso. Depois será a sua vez, de fazer o que quizer. Depois de tirara toda roupa de amiguinha, ela foi vendada e amarrada na cama por minha noiva, sempre acariciada, mordida e beliscada tirando gemidos baixinhos como se fosse uma cadelinha ganindo e tremendo de tezão. Neste momento saí debaixo da cama e me coloquei como observador privilegiado minido de uma filmadora registrando tudo que minha taradinha estava fazendo. - Agora aguente minha vadia que eu vou te comer como vc nunca foi comida e vc não poderá gritar... só gemer... Arreganhes as pernas puta e aguente tudo que que vc vai receber agora.... - Vai logo sua safadinha... não me faça ficar mais louca do que eu já estou. alivie todo o tezão que está pondo fogo na minha buceta e no meu rabo sua piranha safada. - Vou te chupar como eu nunca te chupei sua vagabunda, e quero vc rebolando na minha boca como a vadia tarada que só eu sei que vc é. Foi nesta hora que minha noiva começou a chupá-la com uma fúria que eu nunca tinha visto. Metendo dois dedos na xota e um no rabo, fazendo ela curvar o corpo e se debater como se tivesse tomado um choque. - Vc gosta não é sua galinha? Gosta de ser comida por mim, não é? Gosta de sentir-se toda comida como uma rameira. - Adoro... mas não pare e me estupre até me virar do avesso. Nesta hora minha noiva se afasta e eu assumo seu lugar, chupando e enfiando meus dedos na vadia até ela tremer todinha. - Vc está gostando sua puta??? Gosta quando eu te como todinha minha escrava??? Minha noiva perguntava, e ela acreditando que era ela que detonava aquele corpinho de anjo. - Vc está me matando de prazer sua vadia.... vc está me arrebentando, e eu estou adorando tudo... mas vou me vingar em vc daqui a pouquinho, vc está animal hoje... - Vou te comer até vc desmaiar e muito mais bucetuda. Vou enfiar um vibro em vc, e quero ver vc pedindo um macho em cima deste corpinho delicioso. - To ficando louca sua puta, faça tudo comigo seja meu macho tarado e me estupre toda. Pegamos um vibro e enfiamos nela até o talo e eu meti a língua no seu cuzinho enrrugado. - Para sua louca... tá me matando... eu vou gritar, não aguento mais sua safada... eu vou gozar... vou mijar... vou tudo... - Aguente sua piranhazinha, que a sua surpresa chega agora com seu gozo... e com todo seu prezer. Foi nessa hora que minha noiva senta na cara dela e eu me levantei e enfiei de uma vez só meu caralho naquela buceta mulata, enquanto invertia o consolo para seu cuzinho tarado. Ela entrou em convulção de gozo e se debate como um animal ferido, chupando e mordendo a bucetinha da minha noiva, enquanto sua buceta mastigava meu caralho dentro dela, até eu enchê-la de porra quente, sentindo todo seu gozo molhando meus pelos e toda a cama. Eu puxei a cabeça da minha noiva beijei profundamente e depois empurrei ate que ela chupasse o grelo da vadia juntamente com meu caralho, enquanto ela enchia a boca da sua amigunha com seu gozo... Ela foi parando de tremer e soltou o corpo num último espasmo de gozo... pondo o vibro para fora do cuzinho, que deixou escorrer todo o mel que vazou do rabo e da xotinha.
Passaram-se uns 5 minutos e ela voltou a sí, pois quase foi afogada pelo gozo da minha putinha... e ela acordou comigo esfregando meu cacete todo melado na sua cara, e com minha noiva lambendo tudinho que saía da xota recem comida de uma louca amiga... Mas ela não acordou calma não... ela chorava dizendo que nunca imaginou ser comida daquela forma, quase a força. 
- Isso foi um estupro seus tarados vadios. Voces quase me viraram do avesso... mas eu nunca tinha imaginado poder gozar tanto e tão gostoso... Vou ficar viciada e vou querer ser escrava de voces dois, seus safados. Minha xota vai querer um gozo deste por semana pelo menos, e vou dizer uma coisa... se vc minha tezuda tivesse este caralho entre as pernas eu me casaria com vc agora mesmo.... como voce não tem eu me caso com os dois e vou ser a escrava de toda hora de voces meus amores. Quando voce ver o filme que nós fizemos voce vai querer repetir tudinho, como nós. Mas na próxima teremos outra companhia, uma diarista cheia de apetite.

Escrito por VampiroPoeta

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Fantasia de Ana




Selene,

Vou falar das minhas fantasias, fazendo um continho no qual me imagino te conhecendo pessoalmente. Você ainda não me disse de onde você é, dessa forma vou imaginar você vindo ao Rio de Janeiro e me conhecendo aqui, vou fantasiar, pois economizar sonhos eu acho bobagem. Eu não tenho muita facilidade, pois descobri meu outro lado depois de casada, e nem meu marido e muito menos minha família, não desconfiam de nada, ainda tenho vergonha e inclusive onde trabalho, ninguém nem desconfia dessa minha opção sexual.

Bem vamos descontrair, eu marquei com a minha nova amiga Selene de conhecê-la no Rio, ela chegou no final da tarde de uma sexta feira, eu fui esperar por ela no aeroporto, eu só a conhecia por uma foto que não focalizava seu rosto completo, e conhecia o bico dos seus seios, também por fotografia. Ela também tinha uma foto minha e a partir daí faríamos a identificação. Ela chegou linda, não tive duvidas que era ela, uma gata de óculos escuros, claramente eram o mesmo da foto, por trás do óculos uma mulher linda, além do que eu poderia imaginar, percebi que ela não usava sutiã e fiquei tentando espiar por entre sua blusa aqueles buquinhos de seios que eu tinha visto por foto, estava louca para pegar neles. Ficamos nos fitando por alguns minutos e após confirmarmos sermos quem pensávamos trocamos um longo abraço, evitei beijar-lhe a boca, embora tivesse tido muita vontade, para não provocar constrangimento para ela, e, também porque eu preferi ser discreta em público. Pegamos um taxi e fomos direto para o hotel em que Selene fizera reserva.


Chegando lá ela retirou sua blusa ficado somente de calça e, nessa hora notei, ela usava sim o sutiã, eu pendurei sua blusa num cabide e ela virando-se pra mim, me pediu: Aninha. Desabotoa meu sutiã pra mim! Fiquei atônita, eu iria retirar uma peça íntima do corpo daquela gata que eu tanto desejava e ainda teria contato com sua pele macia. Minha mãos tremiam que demorei a conseguir desabotoar seu sutiã, nesse tempo fiquei roçando minas mãos em suas costas, tive impressão que a respiração dela tornou-se mais ofegante, quando a Selene se virou de frente tive que engolir em seco, seus seios eram mais lindos do que eu imaginava, ela calmante desceu o fecho de sua calça e retirou-a. Aquela linda ninfeta tão desejada estava apenas de calcinha na minha frente, e sua calcinha era tão pequenina que pouco escondia daquele corpo lindo e maravilhoso.

Selene então me perguntou: - Devo tirar também a calcinha e tomar banho agora???

Isso me deixara nas nuvens, quase me fizera gozar só de imaginar me esfregando naquela delícia. Cheguei perto dela e passei a mão na sua calcinha e vi que estava bem úmida, disse a ela que era melhor tirar sim e tomar um delicioso banho. A danadinha fez algo que me deixou completamente louca, pegou minha mão e passou pela frente da sua calcinha, dizendo: - Olha só como tá molhadinha!! Minha mão deslizou por cima de sua xana, estava realmente molhada, eu disse a ela: - É melhor tirar. Dizendo isso me abaixei e comecei eu mesma a retirar as última peça, afinal de contas eu tinha tirado seu sutiã, que mal faria completar o serviço?? Que coisa linda aquela gata, que corpinho maravilhoso, que bundinha linda, redondinha, assim como todo seu corpinho,

Depois disso comecei a retirar minha roupa, tirei primeiro minha blusa, aproveitei e pedi a ela que tirasse meu sutiã, ela fez da mesma forma que eu tinha feito nela, depois que tirei minha calça, ela própria se abaixou e retirou a minha calcinha, eu pingava de tanto tesão, acho que ela percebeu isso.

Aí começou a maior rasgação de seda, uma elogiando a outra. Eu tomei coragem e disse pra ela, você está tão linda que se eu estou cheia de vontade de te comer agora mesmo, não consigo resistir. Foi aí que ela me deixou completamente maluca, pois disse que se também ela também estava doidinha por mim. Então olhei bem fixamente os olhos dela, bem pertinho de seu lindo rostinho, e disse-lhe: - Selene, olhe pra mim .


Depois disso aproximei meu rosto do dela, nossos lábios se roçavam meu corpo tremia, acho que o dela também, ela estava imóvel, seus lábios começaram a se abrir, que boquinha linda, que suavidade, eu era o tesão em pessoa, minha língua começou a sair da minha boca e encostar em seus lábios, ela correspondeu e sua língua procurou a minha, a partir desse momento nós nos perdemos uma nos lábios da outra, foi um beijo de língua de mais de quinze minutos, em que nos abraçávamos e acariciávamos o corpo uma da outra, uma tocando os seios e a xana uma da outra, pude perceber que não só minha buceta estava pingando de tesão, a dela também estava.

Deitei-a no chão e encaixei minhas pernas nas dela e então nossas xanas molhadas começaram a se esfregar uma na outra, que sensação deliciosa, Selene é muito bonita, meu tesão aumentava e eu me esfregava mais e mais na xoxotinha dela, ele gemia de prazer e dizia que jamais sentira tanto prazer, ela curvou seu corpo e me puxou para perto dela, procurava meus lábios, queria ser beijada enquanto nossas bucetas fudiam uma a outra, nossas bocas se tocaram, nossas línguas roçavam uma na outra enquanto nossos sexos também se esfregavam gostosamente, ficamos assim por vários minutos até que começamos a gozar loucamente quase que simultaneamente, foi um orgasmo pra lá de delicioso, nossos gritos eram abafados pelas bocas uma da outra.

Notei que Selene estava extasiada, tinha adorado e não queria deixar de modo algum quebrar aquele encanto, ela ainda se recuperava do orgasmo e eu me posicionei por sobre sua xaninha sedente e comecei o primeiro banho de língua que ela receberia de mim,, em pouquíssimo tempo ela estava acesa de novo, gemia como uma louca, eu já tinha muita experiência em lamber xoxotas e caprichava o máximo naquela gata, eu lambia toda a extensão de sua racha, de cima em baixo e vice versa, por vezes rebolava minha língua e seu grelinho, e ela se acabava de rebolar na minha língua, berrando sem parar:

Huuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm

Aíiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Me chupa gostoso Aninha vaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii


Chhhuuuuuuuuuuuppppppaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Que delíiiiiiiiiiiiiiiiicccccccccccciiiiiiiiiaaaaaaaaaaaaaaaa

Aíiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Huuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm

Depois de alguns minutos de gritaria ela teve um novo orgasmo, tão intenso quanto o primeiro, sendo que era a primeira vez que gozava na minha língua. Ela ainda estava quase sem respiração e me dizia que nunca imanara na vida que poderia ser tão gostoso ser chupada por mim, suas expectativas tinham, sido superadas.

Aproveitando-se disso, eu nem pesei duas vezes, me posicionei por cima dela encaixando minha xana em sua carinha linda e disse-lhe: - É toda sua minha gata gostosa, dá um trato gostoso na bucetinha da tua Aninha, dáaaaaaaaaaa.

Ela abriu sua boquinha e sua língua encontrou de cara o meu grelo, soltei um grito:

Aíiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Gostoooooooooooossssssssssssssssaaaaaaaaaaaaaaaa

Me chupa gata gostosa, chupa tua Aninha vaaaaaaiiiiiii

Chhhuuuuuuuuuuuppppppaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Que gooooossssssssttttttoooooooosssssssoooooooooo

Aíiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Huuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm

Ela me fazia delirar de tanto prazer, tanto que em pouco tempo me acabei de tanto gozar naquela boquinha.

Depois disse a ela, agora vou te mostrar uns brinquedinhos que trouxe comigo, tenho certeza que você vai adorar.

Eu peguei um consolo grande daqueles de enfiar uma cabeça em cada xana, também um pênis falso para amarar na cintura e imitar o macho da situação e por último um vibrador em forma de pênis. Falei que ela relaxasse pois iria sentir muito prazer, deixei ela escolher o briquedinho que gostaria de experimentar primeiro, ela me disse que mantivesse a mesma ordem que os tirara da bolsa. Dessa forma pedi que ela ficasse de quatro no tapete da suite, enfiei em sua xana a cabeça daquele consolão duplo e comecei a fazer vai e vem deixando ela louca de tesão, em seguida me posicionei também de quatro, em posição oposta a ela, encaixei a outra cabeçona na minha xana e começamos um movimento de vai e vem uma na direção da outra, notei que ela adorava, pois berrava de prazer.


Aíiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Gostoooooooooooossssssssssssssssaaaaaaaaaaaaaaaa

Me fode Aninha vaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Fooooooooooooddddddddddddddeeeeeeeeeeeeeeeeeeee

Tá gooooossssssssttttttoooooooosssssssooooooooooooo

Aíiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Huuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm

Ficamos assim por vários minutos, mas como já tínhamos nos acabado de tanto gozar, conseguimos segurar nossos orgasmos e apenas fizemos aumentar nosso prazer.

Interrompi nossa brincadeirinha e disse a ela que estava na hora de experimentar o segundo brinquedinho, então coloquei em mim o pênis falso, pedi que ela ficasse debruçada numa mesa que tinha na suíte, abri bem sua perninhas, antes de enfiar aquele cacete naquela gata dei várias lambidas em sua xana e seu cuzinho, ela rebolava e gemia gostoso, então eu encostei a cabeçona daquela pica eu sua xana e comecei a roçar com movimentos pra cima e pra baixo, ela delirava de tesão e pedia para eu meter logo na sua bucetinha. Ela gritava:

- Me foooooooooddddddddeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee

- Aniiiiiiiiiiinnnnnhhhhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

- Vaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiii fooooooddddddddeeeeeeeeeeeee

Eu então enfiei de uma só vez naquela xana molhada aquele cacetão enorme, ela berrou alto e enquanto eu fazia movimentos de vai e vem contra seu corpo, ela se arreganhava toda e também movimentava seu corpo de encontro ao "meu" pênis, ela delirava.

Huuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm

Aíiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Me fode gostoso Aninha vaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii


Foooooooooooooooddddddddddeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee

Que delíiiiiiiiiiiiiiiiicccccccccccciiiiiiiiiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Aíiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Huuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm

Dessa vez ela não resistiu e gozou feito uma cadelinha no cio, ficando molinha sobre a mesa.

Ainda faltava ar o terceiro brinquedinho que eu tinha pego, aproveitei que ela estava distraída e totalmente relaxada e enfiei aquele vibrador em forma de pênis em sua xana. Ela estava muito molhada e a penetração foi bem fácil. Ela pensava se tratar do mesmo consolo que eu tinha amarrado em mim e penetrado nela, mas quando liguei o virador eu acordei de novo aquela delicia de mulher. A medida que o pênis vibrava em sua buceta ela se contorcia toda e voltou a berrar.

Aíiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Que louuuuuuuuucccccuuuuuuuuuuurrrrrrrrraaaaaaaaaaaaaaa

Que gostoooooooooooosssssssssssssooooooooooooooooooo

Huuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm

Huuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm

Aíiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Aí Aninha assim você vai me deixar maluca aíiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

De repente eu retirei da sua xana e enfiei o vibrador ainda ligado em seu cuzinho, antes disso eu tinha enfiando um dedo enquanto a deliciava com o vibrado na xoxota, mesmo assim ela tinha um cuzinho muito apertado e a penetração foi lenta, só que ela continuava rebolando e se abria e relaxava ao máximo facilitando a penetração em seu rabo, quando esse já estava todo em seu cuzinho ela não resistiu a outro orgasmo.


Aíiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Eu vooouuuuuu goooooozzzzzzzzzaaaaaaaaaarrrrrrrrrrrrrrrrrr

Pellllllllllllllloooooooooo ccccccccccccccccuuuuuuuuuuuuuuu

Aíiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Huuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm

Aíiiiiiii Aniiiiiinnnnnhhhaaaaaa eu tôooooooooooooooooo

Goooooozzzzzzzzzaaaaaaaaaaannnnnnnnnndddddddooo

Aíiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Huuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmmmmm

Huuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmmmmm

Ela se contorceu tanto enquanto gozava, que eu apenas tocando em me grelinho gozei intensamente junto com ela, depois ficamos as duas descansando abraçadinhas na cama da suíte.

Escrito por AninhaGataLinda

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Uma Paixão Ardente







Considero-me o homem mais sortudo do mundo depois de vivenciar o fato que venho a lhes contar. Tenho 27 anos, formado em Direito e trabalho no departamento jurídico de uma empresa de artigos esportivos.

Todos os dias eu saio religiosamente as 8hs da manhã de meu apartamento, onde moro sozinho, só para poder apreciar a beleza de uma encantadora mulher que sempre está no ponto de ônibus na avenida aqui próximo de onde resido.

Ruiva, cabelo curto, pele branca, um belo corpo e uma boca tentadora. Por diversas vezes nossos olhares já se encontraram enquanto eu passava com meu carro por ela, mas nunca tive a atitude de parar e conversar com ela.

Mas até que, eu estava em dia mal, havia perdido minha carteira e estava muito nervoso por quer te tirar novamente todos os documentos. O dia foi tão ruim que nem minha musa inspiradora eu não tinha a visto no ponto. Eras umas 11hs fui até um local de prestação serviço público dar entrada para 2º via dos meus documentos.

Fiquei aguardando por certo tempo até que minha senha apareceu no Visor, indicando o posto de atendimento. Quando me sentei à cadeira junto ao posto, a atendente disse:

- Boa tarde, senhor.

Quando olhei a pessoa a minha frente, não acreditava, fiquei paralisado passei até vergonha, pois eu não conseguia falar e fazer nada, só a olhava. Ela sorriu e disse:

- Em que posso ajudá-lo?

Consegui prosseguir retirando uns papeis da pasta a entregando e explicando toda situação, ela me orientava de forma super educada, e apesar de já uma mulher tinha uma voz jovem de menina, doce, meiga, encantadora! Eu estava apaixonado! Durante o atendimento eu puxava conversa e ela correspondeu de forma muito positiva, cheguei a pedir o seu telefone, mais aí até talvez por insegurança ela disse que não poderia passar. Fiquei sem graça, saí do atendimento sentindo que algo mais deveria ocorrer, que não acabaria ali.

Mas para minha angústia, possivelmente ela mudou de horário e assim eu não a via mais no ponto de ônibus às 8hs. Até que em um dia chuvoso, sai de casa as 6hs pensando no trânsito que deveria estar.

No momento que parei o carro no farol antes de entrar na avenida principal, andando sob a faixa de pedestre quem vejo? Ela! E estava linda! Usava calça jeans, botas de couro preto de salto e cano longo, pra completar corpete e jaqueta de couro preta.

Buzinei e acenei para ela, ela olhou inicialmente desconfiada e em seguida sorriu, a chamei oferecendo uma carona, a vi pensar por uns segundos e sem seguida aceitou vindo até o carro segurando seu guarda-chuva rosa.

Abri a porta do carro e ela entrou, foi impossível não contemplar a beleza dos seus belos seios ao entrar no carro, naquele corpete eles ficavam irresistíveis. Inclusive dei uma bela mancada, pois ela flagrou meu olhar. Fiquei corado na hora, mas ela apenas sorriu dizendo um oi e beijou meu rosto cumprimentando-me e agradecendo a carona.

Fomos conversando, descobri que era um pouco mais velha do que eu apesar de aparentar o contrário, descobri que estava solteira, morava sozinha com a mãe por quem tinha muito carinho. E o jeito dela foi me conquistando e eu me encontrava mais apaixonado. Ao parar o carro em frente ao seu trabalho a convidei para almoçar juntos, comida Italiana, ela aceitou animada e pediu para pegá-la às 13hs, trocamos telefone e depois ela se foi.

Eu estava nervoso, mal conseguia trabalhar pensando nela, até que uma mensagem chegou a meu celular, era dela, me subiu um frio na barriga e a mensagem apenas dizia “Não sei por que, mas estou ansiosa para o horário do almoço chegar ... RS”

Aquilo me causou uma ótima sensação, me deixou mais seguro, pois tudo indicava que estava sendo prazeroso para ela também.

Conforme combinado eu estava com o carro parado em frente ao seu trabalho, ainda chovia muito e por volta das 13:20hs a vi atravessando a rua. Abaixei o vidro, trocamos sorrisos e ela então entrou no carro.

A levei em um velho conhecido restaurante italiano. Freqüento o lugar desde minha infância, o dono é amigo do meu pai. Chegando ao local fomos recebidos inclusive por ele. Abraçamos-nos e o chamei de canto solicitando o reservado para nós e ainda pedindo-o para não sermos incomodados após o almoço, ele olhava para mim sorrindo de forma safada, me conhecia muito bem.

Fomos levados até o reservado. Era uma pequena sala com uma mesa redonda no centro, duas cadeiras, uma luz aconchegante, uma música típica italiana soava bem baixinho. Ela estava admirada, Luigi (o dono) chegou atrás dela perguntando:

- Quer que eu pindure a jaqueta?
- Ah sim, por favor.

Luigi que era um homem alto ajudou-a tirar a jaqueta, mas de olho nos seios dela, e ele dava umas olhadas para mim sorrindo e olhava os peitos dela. Depois detrás dela segurando a jaqueta fez um sinal com os dedos na boca indicando “deliciosa” RS, depois saiu nos deixando à vontade.

Puxei a cadeira para ela se sentar, ela dizia ter adorado o lugar e principalmente a simpatia de Luigi (mal sabia o safado que era RS). Sentei-me bem próximo dela, olhamos o cardápio e neste momento entrou um garçom. Pedimos Cannelloni, e solicitei um vinho especial da casa.

E continuamos a conversar, sorriamos bastante, o vinho foi trago e servido a nós, depois veio à comida. Depois de comermos, chamei o garçom para somente retirar os pratos. Assim que ele saiu, servi um pouco de vinho para nós que ela tanto dizia ter adorado.

Já estamos bem íntimos, ela segurava minhas mãos durante a conversa, me abraçava, já começava até desconfiar do efeito do vinho sob ela. Em um dado momento perguntei que perfume ela usava. Ela lançou-me um olhar sensual perguntando se eu havia gostado, e se inclinou oferecendo seu pescoço.

Neste momento eu estava com a cadeira junto a dela, nossas pernas estavam entrelaçadas. Cheguei meu rosto no pescoço dela, sentindo seu cheiro, não resistindo encostei meu rosto no dela, minha barba rala roçava em seu pescoço. Levei uma mão em sua barriguinha a acariciando sutilmente e em seu ouvidinho eu disse que adorava seu cheiro. Ouvi um breve sussurro, nossos olhos se encontraram e nossas bocas quase se tocavam. Ela solto um leve sorriso como me autorizando a possuí-la e então nos beijamos de forma ardente.

Comecei a abrir o zíper do seu corpete de couro. Tirei-o. E parei alguns segundos para admirar e tocar levemente com meus dedos aqueles lindos seios! Sorrindo para mim, ela me disse:

- Eu sei que você os deseja desde que entrei hoje em seu carro.

Puxei seu cabelo a trazendo pra mim, beijei-a intensamente e disse:

- Eu te desejo muito antes disto. Você não tem idéia.

Sorrimos, e voltamos a nos beijar, minhas mãos massageavam seus seios, seus biquinhos, depois passei a chupá-los, que delicia era aquilo!

Levantei-me puxando ela, coloquei-a sentada na mesa, comecei a tirar suas botas, meias. Depois levando seus pezinhos até minha boca os chupava. Que lindos pés ela tinha.

Ficando entre suas pernas a beijava, desfazendo o cinto, o botão e o zíper de sua calça. Com uma vozinha gostosa me perguntou se não havia risco de alguém aparecer, e eu disse a ela que não seriamos incomodados mais, ela sorriu apoiando os braços na mesa e me chamou de danadinho.

Fui tirando sua calça juntamente com sua calcinha a deixando nua sob a mesa. A certa distância a contemplava era muito linda, não dava para acreditar que eu estava ali. Sorrindo, ela ordenou:

- Quero que tire também toda sua roupa.

Seu pedido soava como uma bela canção em meus ouvidos e imediatamente estava completamente nu. Agachei-me entre suas pernas e passei a chupar sua bucetinha, lisinha, molhada de tesão! Ela soltava breves gemidos, e tentava os controlar, mas em muitos momentos era inevitável.

Passando o braço na mesa, ela acabou derrubando o vinho no chão, mas não demos a mínima atenção para o ocorrido. Eu continuava a chupá-la intensamente, alternava socando meus dedos em sua bucetinha, a fazendo se contorcer na mesa.

De pé entre suas pernas nos beijávamos e segurando meu pau eu o esfregava na entrada da sua xaninha, o que era notável que a deixava muito excitada, roçava-o em seu grelinho.

Depois não resisti mais e penetrei-a, comecei a estocar forte, a mesa rangia no chão e eu a ajudava controlar seus gemidos a beijando e metendo; aumentava o ritmo a cada estocada. Suas unhas cravaram em minhas costas me rasgando o que me fazia socar mais forte ainda, até que a vi gozando e a segurando firme e socando mais rápido gozei logo em seguida.

Ficamos ali abraçados, nus, encaixados um no outro, ofegantes. Em seu ouvido chamei-a para irmos para meu apartamento. Ela apenas indicou com a cabeça que sim. Rapidamente nos trocamos, paguei a conta, antes de sair Luigi me chamou de canto e brincou dizendo:

- Mas tinha que novamente derrubar mais uma garrafa de vinho da casa no chão?

- Mas este valeu à pena Luigi – eu disse.

Sorrimos, ele bateu na minha cabeça e depois saí do restaurante com minha Deusa. Fomos para o meu apartamento e transamos resto do dia e parte da noite. Nenhum de nós voltou ao trabalho naquele dia. Ela dormiu comigo, e dorme até hoje RS. Já noivamos e pensamos agora em nos casar.

Espero que tenham gostado do relato que foi escrito com muita inspiração e carinho. Quando se encontra alguém especial é incrível como nos sentimos bem.


Escrito por Dom Gaspar

terça-feira, 14 de julho de 2009

Briga e foda entre São Paulina e Palmeirense






Não sou muito bom para escrever como a maioria do pessoal .
Mas sou fã da Ayeska e escrevi esse conto com carinho para ela que é uma São-Paulina roxinha...rsrsr
E assim começa meu conto.:Ela uma são-paulina roxa eu um palmeirense. Estávamos na sala na casa de amigos assistindo mais uma disputa entre o meu Verdão e os Bambis...rsrs .De repente comecei a provoca-la, pois queria chamar sua atenção de qualquer jeito. E como estava maravilhosa... Vestia um shortinho jeans preto desfiadinho nas coxas grossas e branquinhas. Antes que me esqueça, ela é branquinha, olhos castanhos, boca carnuda (aliás a boca dela está no perfil dela...rsrs) e seios redondinhos não grandes, mas deliciosos. Com uma camiseta do São- Paulo, amarrada na cintura. Os pezinhos num chinelinho todo delicado e tanto os dedos dos pés e mãos num tom claro de esmalte. Ahhhh deliciosa, pronta para ser saboreada e comida! A bundinha redonda e que tara tenho por aquela bundinha. Começamos com os insultos, nossos colegas disfarçadamente foram para o quintal pegar mais carne e bebidas, Era hora do intervalo e infelizmente meu Palmeiras apanhava de 1 x 0. Eu a xingando de Bambi, pó-de-arroz e ela me xingando de Porco. De repente a puxei e dei-lhe um beijo calando sua boca carnuda e rosada. Fiquei brincando com a linguinha rosada e quente. Abaixei a mão e enfiei entre suas pernas, apertando com força sua xoxota. Senti que havia ganhado terreno, ela suspirava e não parava de me beijar. Senti sua mão pequenina massageando e esfregando meu pau duríssimo sobre o short. Deitei-a no tapete e com movimentos rápidos desci minha bermuda e a cueca boxers que usava.Mordiscava sua orelha, seu pescoço. Hummmm que pele macia e cheirosa. Ficamos semi-despidos, desci seu shortinho e a tanguinha preta até seus joelhos, deitei sobre seu corpo branco e macio, ela abriu as pernas e meu pau duro e grosso começou a esfregar sua buceta já melada. Nossa, como ela era tesuda, gostosa. Levantei sua camiseta e soutien e lambi seus seios, mordi os biquinhos, suguei-os enquanto continua sarrando na sua xoxota, até que o meu pau encontrou a entrada e foi penetrando naquela xana molhada de tesão. Comecei um movimento de vai vem e pedi-lhe que rebolasse. Ela rebolava, enquanto seus gemidos ecoavam na sala. Dedilhei seu grelo, deixando-a mais louca. E como rebolava! Causaria inveja a qualquer mulata! A calei com um beijo, mordiscando sua boca e sugando a linguinha rosada e deliciosa.. Suas mãos pequenas apertaram minha bunda me fazendo penetrar naquela buceta apertada, macia e molhada.Seus pezinhos me abraçaram forçando-me mais fundo dentro dela.Antes de encher aquela buceta de porra , levantei seus quadris e meti no cusinho rosado e apertadinho já molhadinho com seu caldo. Seu bumbum contraia em volta do meu caralho mastigando ele. Estocava fundo no seu reto O tesão era tanto e há muito tempo reprimido que gozei naquele cusinho apertado.Deitei ao seu lado e ela começou a lamber o resto da minha porra e passou a sugar o meu pau deixando-o duro novamente. Ainda bem que estava com energia para mais uma, as vezes me esbaldo tanto numa noitada que depois nem consigo muitas vezes..rsrs. Mas com aquela boquinha boqueteira, fiquei duro. A empurrei de barriga para baixo no tapete e comecei a lamber suas costas até as nádegas.A puxei pelos quadris deixando-a de 4. Ela ficou maluquinha, comecei a esfregar o dedo na sua xoxota que molhou meu dedo. Passei o dedo no seu reguinho com carinho e aos poucos fui enfiando o dedo dentro do seu cusinho. Cusinho com creme de porra. Ela apertava meu dedo ,enquanto eu já imaginando as delícias que provaria quando metesse naquele cusinho de novo. Infelizmente seu celular começou a tocar, e fiquei na vontade. Ela me empurrou, olhou-me com os olhos arregalados, vestiu-se as pressas e me xingando de Palmeirense Porco foi embora. Pelo menos consegui algo que o meu amigo não conseguiu até agora. kkkkkkk......
Sejam amigáveis com seus comentários. Não sou nem escritor e nem contista.


Escrito por EduardoP

Estranho dentro da noite



Estava muito calor...Após uma ducha fria deitei-me nua na cama, meu corpo exalava um cheiro de baunilha e chocolate, meus seios com os biquinhos rosados e duros...Adormeço com a brisa entrando pela janela aberta...um calor de verão e um cheiro de maresia perto do local em que eu estava naquelas férias....Dormindo, sinto algo entre minhas coxas me fazendo sonhar, meu sexo depilado e sensível emudecendo de tesão...Sonho ou realidade? Com os olhos enevoados vejo uma cabeça entre as minhas pernas, a seguro sentindo a maciez dos seus cabelos em minhas pequenas mãos, uma língua voraz lambendo, mordiscando , abrindo as dobras da minha vagina orvalhada...minha respiração fica ofegante...coração acelerado e minhas mãos apertam o lençol entre os dedos...de repente sinto um dedo dentro da minha feminilidade e começa a socar com carinho, comprimo meu bumbum e ventre tentando segurar aquele dedo grosso e molhado com o meu suco...sinto lábios quentes subindo pelo meu corpo, lambendo, brincando com os bicos duros dos meus seios redondos...descendo de novo pelo meu corpo branco, meu mel escorrendo com abundância entre as minhas coxas, sinto o suor escorrendo e logo em seguida uma língua brincando com meu clitóris, lambendo minhas dobras, a língua penetrando minha xoxota dando soquinhos, sinto um orgasmo louco, desvairado...mas não tenho tempo de me recuperar...meu amante desconhecido, com a pele macia e suada penetra meu sexo com seu membro teso, preenchendo-me totalmente... e começa mais uma viagem para um gozo selvagem, um vai-vém sem fim...estocadas firmes ....gemidos ....com as pernas ao redor do seu corpo, trago aquele corpo firme sentindo o seu membro me preenchendo, começo a comprimir meu sexo segurando-o com força dentro de mim ....seus gemidos, sussurros , palavras cheias de tesão em meu ouvido e de repente sinto aquele gozo forte me preenchendo inúmeras vezes...desfaleço de satisfação ...de repente acordo....molhada, suada, coração disparado...sozinha naquela cama enorme e apenas o cheiro de sexo no ar e a brisa no quarto......Apareça estranho que povoa meus sonhos...

Escrito por Ayesk@

domingo, 12 de julho de 2009

A culpa é minha, mas como posso com isso?

 




Este conto não foi vivido por mim, mas por companheiros, sim companheiros que o casal trabalhava juntos e isto ocorreu há 2 anos só agora resolvi contar como sendo ele a contar.


Eu estava com minha auto-estima muito baixa e minha esposa exatamente ao contrário, mas a coisa ia acontecendo e eu nunca imaginei minha esposa com outro, mas um dia quando ela teve que sair mais cedo dizendo que iria num médico logo após o almoço eu notei que ela se vestiu muito bem, coisa que ela não fazia para ir ao médico, então assim que ela saiu eu também sai e fui atrás dela sem que ela me notasse e veio a surpresa ela parou o carro na porta do mercado e um homem entrou no carro eu não sabia o que fazer, mas continuei seguir-los e ela foi direto para nossa casa, ai pensei que poderia ser alguém para consertar algo em casa e parei o carro no quarteirão de trás e entrei pelos fundos de casa e entrei pela cozinha e me escondi no lavabo por um tempo e como estava tudo calmo fui atrás para ver o que acontecia quando chego na sala de TV escuto uns ais, uis, e espiei na tela passava um filme pornô e minha esposa estava nua com o homem lambendo ela de quatro, logo ele deitou ela no tapete e colocou seu penis na boca dela e chupando sua boceta e ela engolia toda aquela verga sem engasgar, não sei como ela conseguia pois ele tinha um penis bem maior que o meu, isto não durou muito, logo ele colocou ela ajoelhada no sofá e a penetrou profundamente de um só golpe e começou a bombear até ela gozar berrando,(coisa que poucas vezes eu consegui fazer com ela),e ele mandou ela ficar do mesmo jeito e pegou no bolso de sua calça que estava jogada no chão um tubinho e melecou o dedo passando no cuzinho de minha esposa que tentou falar que não gostava, mas ele deu um tapa na bunda dela e falou para ela calar a boca porque puta não tem o que querer e que ele ia comer seu cu com muito gosto de qualquer jeito e foi encostando aquela tora no cuzinho dela e empurrando com força e quando a cabeça passou ela deu um berro, mas não saiu do lugar, vi até ela limpando suas lágrimas que rolavam no seu rosto e ele bombeava no cu dela com força e não demorou muito ela já começou a colaborar com ele rebolando na rola do cara e colocou a sua mão por baixo e começou a se masturbar e jogar a bunda contra o pau dele até ele gozar no cu dela, quando o pau dele saiu já mole ela caiu de bruços no tapete e ainda agradeceu o cara por ter feito ela gozar tanto ai o cara falou bem assim: pena que o corno não esta aqui para aprender como tratar uma puta como você e agora tenho que ir embora e se você precisar pode me ligar ou pede pro corno me ligar pra eu te foder bem gostoso ta putona, se vestiu e foi então apareci e falei para ela que vi tudo, ela só olhou-me bem nos olhos e falou que o único culpado disto era eu e ainda disse que não foi a primeira vez e não seria a ultima e eu que fizesse o que bem estendesse e até agora não tomei nenhuma atitude por me julgar realmente culpado.

Escrito por Beto123

sábado, 11 de julho de 2009

Rapidinha no estacionamento

 
 
Bom eu o Carlos desde aquele final de semana estamos nos vendo todos os dias, algumas poucas vezes não deu pra transar mas nem que seja uns beijinhos nós damos.
Segunda feira foi um destes dias , passei na sua casa de manhã ,mas estava atrasada e não podia faltar então só demos uns beijos e fui embora , na terça almoçamos juntos e acabamos transando no estacionamento do edifício onde ele trabalha ele tinha uma reunião , o combinado era irmos pro escritório ( tenho o maior fetiche em escritório) mas o transito estava horrível e quando chegamos só faltava 20 minutos para a reunião .
Quando ele parou o carro foi logo tirando o cinto de segurança e disse que teríamos que subir rápido , peguei na sua coxa antes dele sair do carro e falei que não ia subir.Ele se acomodou no banco , olhou pra mim e perguntou porque já fechando novamente a porta do carro, me ajoelhei no banco fui beijar sua boca ele esquivou um pouco então mordi seu queixo, ele segurou firme meus dois braços pra que eu olhasse pra ele e disse em tom bravo que eu ia subir sim, comecei a rir beijei sua orelha , fui passando a língua nela e com uma mão massageava seu pau por sobre a calça e falei baixinho em seu ouvido que seu eu subisse ele ia perder a reunião e que se já tivesse alguém lá em cima ele ia ter que por pra fora porque eu ia arrancar minha roupa e agarrar ele de qualquer forma.
Ele começou a rir e falou que não duvidava, me espremi entre o seu corpo e o volante , comecei a rebolar no seu colo e beijar seu pescoço , ele falou que eu era louca e que ele adorava isso ,enfiou a mão por baixo do banco destravou e empurrou o banco e deitou, beijava com fúria e apertava minha bunda , deu um tapa na minha bunda e falou que a próxima vez que eu fosse na casa dele e não desse pra ele que ia me buscar no serviço e se eu não fosse com ele me comia la mesmo. Retirou minha blusa e mamava nos meus peitinhos , mordia o biquinho com força e depois engolia ele todo de novo , passava a língua em volta do biquinho e mordia novamente. Ele estava sem o paletó , tirei sua gravata, ia desabotoando rápido sua camisa , ele foi ajudar a tirar mais rápido acabou arrancando uns dois botões..rsrs..me empurrou pro outro banco e foi tirando a calça enquanto eu tirava a minha , fui retirar a calcinha ele não deixou abaixou meu banco me colocou de quatro deu um tapa na minha bunda me empurrou pela bunda se posicionou atrás de mim e foi subindo beijando minhas costas , foi no meu ouvido e falou pra eu ficar quietinha que não ia fazer nada, desceu beijando minhas costas , desamarrou os lacinhos da minha calcinha com os dentes , apertou as bandas da minha bunda uma com cada mão me empurrou mais um pouco , desequilibrei e cai deitada no banco ele abriu minha bunda e já foi com a língua tentado enfiar no meu cuzinho , senti ate uma descarga elétrica pela espinha , um calafrio dei uma encolhida nas costas e ele mergulhou na minha bunda , beijava , chupava, tentava enfiar a língua me apoiei de novo , ele puxava minha bunda , apertava , começou a descer com a língua ate minha bucetinha que ate pingava de tesao, lambia ,mordia meu grelinho e subia beijando tudo eu gemia como uma louca , pedia pra ele meter logo, rebolava na cara dele ele levantava só roçava o pau na minha buceta e voltava a me chupar eu já estava louca então ele começou a sugar forte meu grelinho e eu gozei na sua boca meu corpo ainda tremia todo e ele veio e enfiou a vara toda em mim de uma vez , dei um grito , doeu mas eu gozei de novo naquela hora, ele tampou minha boca com uma mão , deu um senhor tapa na minha bunda com a outra me puxou pra perto dele e falou : -Cala a boca sua putinha ! Não esquece onde estamos e foi bombando forte , gemendo no meu ouvido, ele intercalava bombadas fortes e as vezes diminuia o ritmo e rebolava dando estocadas mais lentas ,mas fortes. Minhas pernas já estavam moles , estávamos todos suados, já tinha gozado umas duas vezes , ele acelerou as estocadas , beliscava os biquinhos dos meus peitos e beijava minha boca eu gozei ele passou a mão em minha buceta e nas minhas coxas que estavam escorrendo sem tirar o pau de mim , falou que eu era uma putinha safada , começou a apertar meu grelo entre os dedos e dando estocadas fortes , falou goza mais uma vez putinha e goza rápido porque eu vou gozar e na sua boca, ele deixava o pau sair de dentro de mim e enterrava tudo de uma vez , apertando meu grelo com força , eu mandava ele meter mais ,ele me xingava de tudo quanto é nome , quando gozei minhas pernas ate bambearam mas ele me virou no banco rapidamente eu arredei mais pra baixo ele ficou todo curvado em cima de mim e já enfiou o cacete na minha boca ate onde coube, senti rasgando minha garganta ele se apoiou nos braços e socava na minha boca , fui com as mãos ele mandou eu tirar e falou so com a boca minha putinha e torceu meu cabelo na Mao e empurrava minha cabeça forte, ele não gemia urrava como um louco, eu sugava , lambia como dava , ate ele retesar todo o corpo, falar bebe minha putinha e empurrar mais minha cabeça senti ele gozando la no fundo da minha garganta , era muita porra engasguei na segunda bombada que ele deu gozando , ele tirou o pau pra fora e gozou na minha cara e nos meus cabelos , bateu com o pau na minha cara uma vez de cada lado, eu abocanhei ele de novo e suguei forte mas devagar... ele se deixou cair no outro banco , olhou pra mim e falou : _Puta que pariu ! Como vamos sair daqui assim! – começamos a rir ele limpou meu rosto com a barra da sua camisa, me beijou eu fui pegando minha blusa vestindo correndo e falei pra ele agilizar por causa da reunião, fomos nos ajeitando rapidamente então ele pos minha calcinha no bolso do paletó e falou que aquela era dele, vestiu as calças de fora do carro , me deu um beijinho e pediu pra eu trancar o carro e esperar por ele la em cima e foi correndo vestindo o paletó e ajeitando a gravata. ( todo descabeladoooo...rsrs), terminei de me arrumar , tranquei o carro dele entreguei as chaves na portaria e peguei minha moto e fui pra casa ... ele não gostou de eu não ter esperado...rrssrs ... depois conto o que aconteceu na quarta aqui em casa....rsrsrs... Beijinhos para todos


Escrito por Alicinhabh