quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Ecos da Floresta

Era final de tarde, e chovia. Fazia um verão tropical, de forma que as gotas tocavam sua pele acariciando-a, como bálsamo dos céus.

Estava de viagem, daquelas que fazem por entre as florestas denças, desafiando o perigo que ela nos impinge, como a buscar uma reconpensa no final daquele caminho... Como se aquele caminho possuísse algum final...

Encontrei um lugar próximo a uma cachoeira para me abrigar durante aquela noite, e após todo o local ser armado, decidi banhar-me naquele lago convidativo, ao som das gotas tocando sua superfície.

Desnudei-me, e comecei a nadar por aquela água fria, imerso em pensamentos que iam e vinham de forma fugaz, deixando poucos vestígios de seu conteúdo. Talvez por sua insignificância, ou talvez...

Mãos tocaram minhas costas acariciando-me; Suaves. Virei-me, e um belo rosto me foi apresentado. Seus cabelos, na altura dos ombros, sintilavam uma cor avermelhada, sua tez branca e seu lábio bem feito, davam um toque sensual para aquela princesa que veio sabe-se la de onde, e agora apresentava-se, como a princesa dos cantos da floresta.

Igualmente nua, começou a acariciar-me, ato que logo foi retribuído com um ósculo ardente de paixão...

Que os anjos sejam cúmplices desse momento em que duas almas, sedentas uma da outra, unem-se, formando um só ser.

Minhas mãos percorriam seu belo corpo, explorando todas as curvas retilínias daquela magnífica mulher. Beijava-lhe a fronte, e descia beijando-lhe os seios desenhados com esmero. Sugava-os, mordiscava as suas pontas, alternando de um para outro.

Sem que me apercebesse, já estava tocando naquela vulva, que logo seria degustada por mim, como pertencendo a uma jóia rara nunca antes vista por alguém... Nunca antes existido...

Passei a mão pela sua bunda, dando um leve aperto que rancou-lhe um gemido acalientando mais o momento.

O momento desejado se inicia. Minha língua explorava das mais diversas formas seu monte de vênus. Beijava seu clitóres, ao mesmo tempo que utilizava minha língua para sentir de todas as formas aquilo que seria a parte mais desejada daquela dama, senão fosse seu coração existir... Sua voz doce me dizendo palavras sensuais, sussurrando palavras de puro erotismo, até as mais apaixonadas... Sentia-me como se nossos corações, junto com nossos corpos, se unissem.

O tremor denuncia seu orgasmo. Cuido para degustar seu elixir do sexo, tão apreciado por mim

Começo a beijar-lhe, enquanto penetro meu pênis em sua vagina. Tão esperado, tão desejado momento...

Movimentos ritmados, juntamente com minhas mãos que lhe apertava suavemente os seios, rancava-lhe gemidos indescritíveis de puro torpor sexual.

Sentindo seu segundo orgasmo, não tardo para também me desvanecer dentro daquela princesa dos cantos, princesa dos desejos...

Ela se coloca de pé dentro do lago, beija-me no rosto como um adeus, e mergulha na água, nadando para a direção da cachoeira, sumindo para sempre...

Grandes buscas foram feitas por mim, sem êxito. Após aquele aprazível momento, jamais fora encontrado alguém de feições semelhantes. Jamais...

Desde então, desde que dois apaixonados enamoraram-se naquele lago dos desejos, uma voz doce ecoa pela floresta, tocando o coração de todos aqueles que um dia amou, ou que um dia amará uma bela dama, perscrutando seus meandros mais profundos. Sua mais sensual vulva, sua mais delicada tez...


-Dedicado para todas aquelas que um dia não tendo êxito na busca de um grande amor, não perderam a capacidade de sonhar...

Em especial para uma delas, que saberá quem é...

Beijo em vossos corações...

Para todos os usuários do site, aqui fica meus votos de sucesso para o ano de 2010.

Abraços,

Apollo.


Escrito por Apollo

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Sonho Molhado com o Último Romantico


Naquela noite ao me deitar após ler :

“Soneto” – John Keats

“Quando fico a pensar poder deixar de ser

antes que a minha pena haja tudo traçado,

antes que em algum livro ainda possa colher

dos grãos que semeei o fruto sazonado;”

Vestida com um camisão de linho branco , fechado na frente por pequenas madrepérolas, com as mangas bufantes até os cotovelos, mangas quais amarradas displicentemente com fitinhas, sem nada por baixo dele.

Meus cabelos lisos e repicados, ruivos e soltos na altura dos ombros após 100 escovadelas e assim me deitei sentindo a brisa suave e vendo a chuva fininha que caia naquela noite de Dezembro.

De repente me vi deitada em uma relva repleta de pétalas de rosas vermelhas e cor de rosas, num vestido colorido e sensual.

Sinto uma sombra cair em minha direção.

Olho na sua direção e vejo a sombra de um homem, estatura entre média ou alta, trajando uma camisa branca aberta, calça jeans preta e bota.

Sem nada a dizer, somente com gestos, estendeu sua mão na qual aceitei e me levantei como hipntotizada.

Ele aproximou-se, à vontade olhando-me nos olhos. Me beijou suave e provocantemente.

Por alguns instantes hesitei, mas logo cedi ao apelo daqueles lábios que sugavam os meus apaixonadamente.

Suas mãos foram tateando por sob a saia do meu vestido, avançando até tocar minha calcinha.

Não demorou para sentir o tecido molhado. Enfiou os dedos pelo elástico, tocando meu ventre, indo em busca da minha vagina.

Resvalou a ponta do seu dedo no meu clitóris, fazendo-me ofegar e abrir um pouco minha pernas, facilitando-lhe o acesso.

Ele ficou bolinando meu grelinho, enquanto eu gemia,estremecendo.

Depois avançou seus dedos, alisando toda a minha vulva molhada, sentindo o calor da minha bucetinha excitada.

Afastou um pouco mais as minhas pernas e buscou a abertura da minha vagina estreita.

Fiquei febril e ansiosa, meus lábios procuraram os dele e os beijei com fervor,enroscando minha lingua na dele, sugando sua saliva e mordiscando-lhe os lábios.

- Se soubesse o tesão que estou sentindo... - sussurrei em seu ouvido, levando-o em direção da cama de pétalas de rosas, onde nos deitamos trêmulos de tesão.

- Então, esqueça tudo que já experimentou...- respondeu afagando meus cabelos e beijando-me com sauvidade para logo em seguida com sofreguidão.

Havia lascívia e volúpia naquele beijo incendiário, que me entonteceu ainda mais, de tão forte e gostoso.

Minhas mãos desceram pelo corpo dele, e por cima da sua calça jeans apertei e esfreguei seu pau com movimentos que o deixou ofegante.

Ele deslizou suas mãos pelas minhas costas até as nádegas, repuxando a saia do meu vestido para tocar e apertar.

Abriu o zíper da calça e retirou seu pênis, puxou-me ainda mais contra si, encaixando seu membro viril entre minhas coxas, esfregando minha vagina por debaixo da minha calcinha molhada.

Adorei aquela sensação, arrepiando-me todinha, beijei-o ardentemente, sugando sua lingua, devorando a sua boca, avancei sobre ele, arranhando-lhe o peito com minhas unhas não muito compridas, mas no comprimento ideal para tanto e beijei-lhe os mamilos.

Desci em direção do seu ventre, enquanto ele com suas mãos hábeis tirava meu vestido.

Meus seios brancos surgiram, os biquinhos duros e vermelhinhos.

Ele os beliscou, esfregando-os com as palmas de suas mãos, apertando-os.

Ajoelhada entre as pernas dele, esfreguei meu rosto no seu pau, beijei-o e o apertei suavemente.

Ofegante , segurei seu pênis com as minhas mãos.

Lambi, beijei e depois o suguei, sentindo-o entrar e sair de dentro da minha boca.

Enquanto eu o chupava deliciada, ele alisava meus seios.

Segurando-me pelos ombros, me trouxe para junto de si.

Beijou-me e enfiou a mão por minha calcinha, tocando meu clitóris numa carícia provocante.

Enfiou seu dedo médio no interior da minha vagina, ao tocar-me, minha umidade molhou seu dedo.

Abraçou-me com ternura, despiu o que faltava para deixar-me completamente nua em seus braços e fez-me deitar na cama de pétalas.

Ele se despiu lentamente diante de mim, depois deitando-se sobre mim, entrou pelo meio das minhas coxas.

Afastou meus joelhos e senti seu pênis na entrada da minha vagina.

- Deixe-me senti-la todinha agora... - e foi empurrando lentamente seu quadril, enquanto beijava meu rosto, pescoço, ombro.

- Assim...bem... devagar...quero senti-lo entrando...assim...assimm..vemmm... - murmurei e gemi com a respiração entrecortada.

Ele atendeu-me, sua glande alargando minha vagininha, deslizando firmemente pelas minhas dobras lubrificadas, comprimindo-se para abrir passagem e depois avançando lentamente.

- Ohhhh...querido...fique assimmmm... - pedi quando ele entrou todo dentro de mim.

Ele ficou imóvel sobre mim, beijando-me e enfiando sua lingua na minha boca, dando um gozo adicional àquela penetração viril e carinhosa.

-Ohhh...devagarinho...dentro de voce...minha linda dama... - movendo lentamente os quadris, indo e vindo, enquanto eu ordenhava seu pênis com contrações ritmadas da minha vagina.

- Goze meu cavalheiro romantico...goze.. - incentivei , lambendo seu rosto como uma gata dengosa, beijando-lhe os cantos da boca, enfiando minha lingua em sua boca.

Continuou movendo seus quadris, enquanto eu contraía minha vagina.

Senti seu pênis, inchar mais, friccionando as paredes apertadas e ardentes da minha xoxota.

- Ohhhhhhhhhh linda damaaaaaaaaaaaaaaa....

-Sim,meu...nobre...Cavalheiro...venhaaa...goze...em...mim...agoraaa...gozee...- implorei jogando meus quadris contra o corpo dele.

Ele enrijeceu seu corpo, percorrido por espasmos.

Sua respiração interrompeu-se, depois ele gemeu convulsamente, e seu esperma jorrou dentro de mim, em jatos ritmados.

Eu aumentei a intensidade dos meus movimentos de quadris, fazendo seu pau roçar meu clitóris com firmeza.

Fui acelerando, enquanto ele gemia e se contorcia sobre mim.

Ainda gemendo de prazer ele golpeava meu corpo com estocadas viris e profundas, beijando-me e me acariciando.

Comecei a gozar, gemendo e suspirando, agarrando-se a ele com frenesi, beijando-o, arranhando-o, mordendo-o.

Fiz com que ele girasse o corpo e sentei-me em seu pau, rebolando meus quadris e retirando daquele pênis ainda duro todo o prazer.

Continuei movendo meu corpo, subindo e descendo.

Ele estremecia e apertava meus seios.

Olhando-me nos olhos, fui aumentando novamente os movimentos.

Seu pênis mantinha-se em pé, deslizando com facilidade na minha vagina lubrificada e cheia de esperma.

- Linda dama...estou me derretendo...

- Nobre cavalheiro...me faz delirar...- respondi debruçando-me sobre ele para enfiar minha lingua profundamente dentro da boca dele, num beijo lúbrico e possessivo.

De repente ao longe ouço uma batida.

E assustada acordo, suada, meu corpo emaranhado no lençol, minha xoxota pulsando loucamente e lubrificada ao extremo.

Olho ao redor e me encontro sozinha na cama e o barulho que havia me acordado daquele lindo sonho; era a janela que batia com a força do vento e da tempestade.


- Término do "Soneto" - John Keats

"quando vejo na noite os astros a brilhar

- vasto e obscuro Universo, impenetrável mundo! -

quando penso que nunca hei de poder traçar

sua imagem com arte e em sentido profundo;

quando sinto a fugaz beleza de alguma hora

que não verei jamais - como doce miragem –

turva-se a minha mente, e a alma em silêncio chora

um impulsivo amor. E a sós, me sinto à margem

do imenso mundo, e anseio imergir a alma em nada

até que a glória e o amor me dêem a hora sonhada!"


Dedico esse conto a todos aqueles (as) que além de sangue quente nas veias tenham em seus espíritos e almas uma pitada de romantismo.

Desejo a todos os amigos(as) autores e leitores um Natal repleto de ALEGRIA, PAZ, SAÚDE. Brindem com a vida, e a alegria de poderem viver essa data tão especial.

Bjs doces!


Escrito por Ayeska@

domingo, 20 de dezembro de 2009

Tesão sob o Luar e as Estrelas

Eu me encontrava deitada sobre uma manta patchwork , com uma regata rosa até as coxas e uma calcinha pretinha de renda, olhava as estrelas , a lua, ouvindo o som das cigarras e bem longe vaga-lumes brilhavam naquela noite fresca própria daquela região.

Deitada e ansiosa eu o esperava enquanto ele terminava de banhar-se no pequeno riacho.

Ele gosta da natureza e havia me prometido uma noite sob a Lua e as estrelas.

Escutei passos apressados e logo senti pingos em algumas partes do meu corpo, parecia um menino levado, sacudindo os cabelos e pequenas partículas de água caiam sob a minha pele.

Me arrepiei e o olhei admirando seu corpo nu , alto, forte sem ser atlético e com aquele sorriso de menino.

- A água estava uma delícia lindinha, demorei muito? – perguntou-me enquanto pegava a toalha de dentro da sacola. Enxugou-se e deitou-se ao meu lado.

Um pequeno lampião aceso, uma cesta de frutas faziam parte daquele cenário.

- Não amor meu, você não demorou...rsrs

Nossos olhos se encontraram e seu sorriso desapareceu, e sua boca desceu em minha direção, beijando-me o rosto, o pescoço, mordiscando minha orelha.

Enlacei seu pescoço e o trouxe mais perto de mim.

Sua boca desceu sob a minha e um beijo longo, demorado quase tirou-me o fôlego.

Suas mãos passearam pelo meu corpo e senti minha vagina umedecer-se de tesão, desejo.

Não era movida apenas pelo desejo, havia: Amor, Carinho, Ternura.

Minha rachinha em brasa e molhada, delineava-se na peça íntima.

Cheio de tesão, ele se inclinou. Seus dedos enroscaram-se no elástico da calcinha , puxando-a lentamente.

Facilitei-lhe o trabalho com movimentos sensuais do meu corpo.

Após tirar a calcinha foi a vez de tirar minha regata e fiquei nua , os seios duros e os biquinhos eretos.

- Fique em pé querido...- pedi

Ele ergueu-se ficando em pé, nu e lindo.

Me pus de joelhos e com as mãos suavemente segurei seu membro ereto.

- Hummm ...tão grosso....tão duro.... – minhas mãos subiram pela sua coxa e aproximei minha boca do seu pênis.

Enfiei a língua , alisando, chupando, enquanto minhas mãos apertavam suas nádegas.

Lentamente ele me fez deitar, sem que momento algum , eu soltasse seu pênis, mamando-o com sofreguidão.

Girando o corpo, ele teve as minhas coxas ao seu alcance e minha xoxota sob seu nariz.

Ele lambeu minha bucetinha molhada e suspirei.

Afundou sua língua nas minhas carnes quentes.

- Ohhh...amor meu....- suspirei estremecendo em convulsão.

- Lindinha...voce é tão gostosa...minha feminha de cabelos vermelhinhos...

Meus seios esfregavam-se em suas coxas,enquanto minha boca faminta engolia seu pênis, brincando com ele.

Afastei as pernas dele para instalar-me ali de 4 , inclinei-me sobre seu pênis e minha língua girou lentamente em volta dele.

Minhas mãos subiram pelo seu ventre indo acariciar seu peito, roçar seus mamilos.

- Feche os olhos e sinta todo meu tesão e amor. – pedi com a voz rouca.

Continuei movimentando a língua, acariciando-lhe , degustando, saboreando seu pênis.

Lambia-o sem pressa.

Meus lábios fecharam-se num biquinho tocando a ponta do seu membro.

Avançei com a cabeça fazendo pressão sobre a glande, deixando-a abrir caminho por entre meus lábios, roçar meus dentes e penetrar na minha boca.

Minha língua não parava de girar, esfregar, alisar e provocar sua glande.

Minha boca úmida e morna engolia seu pênis.

Meus lábios apertavam a pele intumescida.

Comecei a mover a cabeça, quase deixando seu pênis escapar dos meus lábios, antes de chupa-lo para dentro de novo.

- Quero te lamber também lindinha, sentir seu gosto...

Eu me virei, o meu ventre apoiado no peito dele, meus joelhos firmando-se na manta, e ofereci minha xoxota melada.

Estendi novamente a língua e colhi o néctar, lambendo-o e sugando-o avidamente.

- Ahhh amor meu....que tesão...que gostoso... - ofeguei arqueando meu corpo, empurrando minha xoxota contra o rosto dele, ao mesmo tempo que sugava seu pênis.

A lingua dele avançou para dentro da minha bucetinha.

Eu gemi e me contorci, suspirando com seu pênis na minha boca.

Ele alisava minhas coxas, indo até as nádegas, deixando os pelinhos arrepiadinhos

Ofeguei e rebolei.

Ele lubrificou o dedo com saliva, depois buscou o botãozinho pregueado do meu cuzinho, pressionando, girando,entrando lentamente.

Eu arrebitei mais as minhas nádegas, gemendo e chupando seu pênis.

Ele enfiou a mão entre nossos corpos, buscando meus seios, apertando-os .

- Ahhh...está me...fazendo...derreter... - confessei ,meu rosto afogueado, enquanto sentia os biquinhos dos meu seios tão sensíveis que poderia até gozar.

Soltei-lhe o pênis, estava tão excitada que me entreguei às sensações que me tomavam o corpo de forma inesperada.

Fiquei gozando com as carícias que ele me brindava.

Meu ventre agitou-se inúmeras vezes e espasmos prolongados abalaram meu corpo.

Meus olhos fechados, enquanto eu gozava, mas o prazer longe de acabar , mais aumentava.

Eu queria mais.

- Ohhh amor...meu...que...gostosooooooo...maissss....não pare...

Todo meu ventre estava em ebulição. Minha xoxota ardia, pedindo algo que me preenchesse totalmente, que distendesse minhas dobras,que fosse até o fundo e me desse aquela sensação de plenitude que apenas ele e seu pênis poderiam me dar.

- Quero..voce..quero..senti-lo...dentro...dentro de mim...ohhhh....quero voce...quero..senti-lo...entrando... - pedi escorregando sobre ele, eu sentei no seu peito e fui descendo, passando pelo seu ventre, pressionando seu pênis.

O senti colado à minha vulva molhada, que ergueu-se um pouco e o encaixei na entrada da minha vagininha.

- Gosto..de senti-lo... entrando...assimmmmm.... - murmurei soltando lentamente meu corpo.

A glande comprimiu-se à entrada do buraquinho estreito.

Com um prazer quase insuportável, senti sua glande distendendo minhas dobras a sua passagem, enquanto comprimia-se toda.

- Ohhhhhh amor meu....ohhhhhhh meuuuuuuuuuuuuu....aaaaaaaa... - suspirei e gemi, quando a cabeça do seu pênis entrou dentro de mim.

- Ohhhhh... que ...delicia....ele...está..entrandoooo...todinho...dentro..de...mim...

Deixei meu corpo pesar sobre ele e seu pênis rijo foi se enterrando, gradativamente, enchando-me por dentro, me dando um prazer sem fim.

Ele entrou até o fim e contraí meu musculos vaginais, apertando ainda mais seu pênis, levando-o ao delirio.

- Minha...mexe..mexe lindinha... - com um estocada firme eu gemi de prazer.

- Estou...derretendo...por...dentro - rouca, o abracei e beijei-o com sofreguidão, enfiando minha lingua entre os lábios dele, da mesma forma que ele estocava seu pênis em minha vagina, me fazendo gozar como nunca.

- Ahhhhhhhhhhhhlindinhaaaaaaaa...eu vou..explodir...- rouquejou ele enquanto estocava com firmeza dentro de mim.

- Ahhhhhhhhhhh simmmmmmm gozeeeeeeeeeee....

Sus estocadas entre uma firme e duas devagar, me deixavam alucinada.

Minha boca separou-se da sua por alguns instantes e o mordi no ombro.

Nossos corpos suados, enlaçados antingiram o clímax ao mesmo tempo.

Num gemido prolongado, gozamos.

Ele estremecendo, olhando-me enquanto eu movia meus quadris em seu pênis lambuzado.

- Ahhhhhhhhhhque tesãooooooooooooooo...que deliciaaaaaaaaaaaaaaaa.... - tombei sobre ele, abraçando-o, apertando-o com força, como se nunca mais quisesse soltar-me dele.

O beijei e suguei seus lábios com uma sede de longa data.

Ele correspondeu, abraçando-me e apertando meu corpo contra o seu, enquanto eu sentia seu pênis ainda duro, como se aproveitasse cada segundo no interior do meu corpo que o acolhia.

Fui me aquietando sobre ele, suspirei, contraindo meus musculos e apertando ainda o seu pênis dentro de mim.

Extasiada, arrebatada, deitei minha cabeça em seu peito, enquanto suas mãos alisavam meus cabelos úmidos de suor.

Abraçada a ele, ouvindo sua respiração que se acalmava e seu coração bater, sorri ao ver uma estrela cadente passar pelo céu num manto escuro salpicado de estrelas e a Lua em todo seu esplendor.


Escrito por Ayeska@

Dando na Rua

Meu corpo queima , leio contos ...me masturbo ... penso em você , rolo na cama o sono não vem , mais um banho frio a noite está quente , meu corpo mais quente ainda passo meu hidratante coloco apenas uma calcinha preta de amarrar , imagino você a tirando , tento não pensar , acendo a luz tento ler para relaxar meus olhos leem , mas minha cabeça ....minha cabeça está longe fazendo meu corpo ferver ainda mais imaginando seu corpo , seu toque , seu cheiro ... cansei , fico irritada , já que não vou dormir , vou pelo menos dar uma volta, coloco uma saia branca , uma blusa preta tomara que caia , um saltinho e resolvo caminhar até o mirante . Durante o trajeto chego a me arrepender de não ter pego o carro , as ruas estão desertas , cerca de duas da manhã , enfim chego sã e salva , um certo alívio o mesmo pipoqueiro de sempre com seu carro no cantinho do outro lado para não importunar os muitos casais que param seus carros ali a luz do luar , apenas uns dois carros parados me sentei na bancada e fiquei observando a cidade , isso sempre me trouxe paz a cidade toda ali embaixo , imaginar o que cada pessoa poderia estar fazendo alegrias , tristezas , o ventinho fresco no rosto a paisagem , mas confesso meus pensamentos iam e vinham no que as pessoas estavam fazendo naqueles carros e nada de meu corpo parar de queimar .
Pouco tempo depois percebo um dos carros arrancando , olho para trás e vejo ao longe um homem conversar com o pipoqueiro que já fechava o carro para ir já que não tinha movimento, o pipoqueiro seu "João " conhecido de todos que gostam daquele lugar contorna o carro perto de mim , como sempre dá uma secada em minhas pernas um aceno de mãos e segue seu caminho, continuo olhando o horizonte e sinto um perfume familiar , fecho os olhos uns instantes viajando naquele cheiro até que sinto alguém encostar atrás de mim e colocar um coco em minhas mãos sobre meu colo.
-Continua vindo aqui quando esta triste?
- Que susto! - peguei o coco de sua mão ele se senta ao meu lado e toma um pouco do dele.
- Susto? Você não deve ter medo de nada , sozinha uma hora destas ,pelo jeito a pé .... você não tem medo de nada.
- Não estou triste , a noite é que está muito quente, só isso ! Gosto daqui , sinto paz. Olha como a vista é linda.
- Realmente ... disse dando uma olhada para trás com desdem ...- Mas prefiro a que estou tendo agora - me olhou de cima embaixo e sorriu - Espera um momento. Apenas confirmei com a cabeça , continuei tomando meu coco ele foi até seu carro e o trouxe para perto de onde estávamos , desceu subiu na parte da frente do carro.
- Vem gatinha! - disse em pé sobre o carro
-Você é doido , vai arranhar seu carro - me levantei e fui até ele que me deu a mão e me ajudou a subir , ele sentou encostado no vidro e me puxou para deitar em seu braço , tentava ajeitar a saia que subia muito e ele riu ..
- Já vi estas pernas , para de bobagem ...depois é sempre bom vê-las de novo.
- Seiiiii, não sabia que estava na cidade. disse encostando em seu peito aproveitando para sentir seu cheiro que tanto me faz falta - ele acariciava meus cabelos...
-Cheguei a pouco , só tomei um banho , estava tarde para te ligar resolvi vir aqui até amanhecer ,ia para a porta do trabalho te esperar , só fico hoje tenho que viajar ..- eu percorria os dedos lentamente sobre seu pau que estava duro e nas suas coxas.
- Veio só me ver? disse me levantando do seu peito , ele sorriu e me beijou , um beijo maravilhoso , nossas línguas duelavam com uma mão ele segurava meus cabelos próximo a nuca e os apertava a outra apertava meus peitos e abaixava minha blusa ,minha mão estava uma sobre seu pau ainda dentro da calça e a outra arranhando suas costas ...
- Senti tanta saudadeee... sussurrei entre beijos e subi para o seu colo de frente para ele sem parar de nos beijar , tirei sua camisa apertava seus peitos descia arranhando até a barriga fui com as unhas até suas costas rebolando suavemente sobre seu pau , ele fechou os olhos por uns instantes com o pescoço arqueado para trás , beijei seu pescoço ele tocou meus seios foi com a mão até meus quadris e os forçava me fazendo roçar mais forte em seu caralho que quase furava a calça , olhei safadinha para seu pau e percorri os olhos até seu peito , como ele era lindo , adorava seu abdômen, seus braços tudo nele me inebriava nos olhamos nos olhos ele me puxou pelos cabelos e me beijou ...
- Também não estava aguentando de saudade minha manhosinha, enfiou a língua em minha orelha , uma mordidinha desceu beijando pelo pelo pescoço e começou a beijar meus seios , chupava forte eu gemia como uma putinha nem me importava em estarmos no meio da rua e rebolava em seu pau , as vezes parava olhava e só passava a língua em volta do biquinho e na pontinha para depois engolir ele de novo..
- Aaaaaaa.... que deliciaaaa ....aaaa ....assim eu vou gozarrrrr puxava seu cabelo com uma mão e arranhava sua costas com a outra , gemia , beijava sua orelha nos beijavamos e ele voltava para meus peitos e pescoço..
- Goza minha putinha ... quero você bem meladinha - ele ergueu o resto da minha saia com as duas mãos - Nossa eu adoro suas calcinhas ! desamarrou os dois lados ele passou o dedo em minha bucetinha carequinha que já estava toda molhadinha - Eu preciso sentir você! apenas ergui o corpo e ele abriu rapidamente a calça a empurrando para baixo seu pau pulou para fora lindo , fui me abaixar para chupar ele me segurou pelos cabelos e me beijou nos engolíamos meu corpo todo arrepiado beijava sua boca , pescoço mordia sua orelha enquanto ele se ajeitava no capô do carro , foi com a mão e guiou seu pau o encaixando na portinha da minha buceta , segurei o corpo e movia os quadris de forma circular só com a cabecinha encaixada abraçada a seu corpo apertando suas costas , gemia muito , minha respiração já estava toda descompassada ele apertava meus quadris e me puxava para baixo e beijava meu pescoço..
- Senta gata ... senta ! Eu quero sua buceta..aaaaaa
-Aaaaaaa... soltei meu corpo sentindo cada centimetro do seu pau me preenchendo - Também quero seu pau..aaaaaaaaaa....que deliciaaaaaaaaaa - a medida que seu pau entrava sugava ele com minha bucetinha e mascava meu corpo já tremia sentia seu pau pulsar dentro de mim suas mãos apertavam firme minha bunda ..
- Uuuuuuuuu... que bucetinha gostosa ...aaaaa - fiquei com ele atolado em mim sentindo as pulsações de nossos corpos , meu corpo todo tremia eu gozava minha cabeça rodava fechei os olhos deixando meu pescoço cair para trás circulando os quadris lentamente ... - GOSTOSA! estalou um tapa forte na minha bunda acordei do meu tranze e ele me puxou pelo cabelo me beijando com volúpia , comecei a subir e descer do seu pau cada vez mais rápido , gemidos , beijos mordidas nossas mãos e boca não paravam , já pulava em seu colo gozei gritando como uma louca mas ele puxava meus quadris com as mãos não deixando que meu ritmo diminuísse , as vezes tínhamos que arredar um pouco para cima pois escorregava e eu voltava a pular já suavámos ele urrava como um animal , apertava meus peitos , beijava, chupava , mordia me deixando cheio de marcas ..
- Aaaaa... que saudade deste cacete ...aaaaa como ele é gostoso! Aaa...morde seu cachorro mordeee...aaaaa
- Safada gostosa! ... aiii assimmmm.... gostosa... eu vou gozar sua putinha goza mais no meu pau goza .... aaaaaaaa ele me puxava para si , peguei seu rosto e o puxei o beijando , toda vez que ele ia golpear os quadris começavamos a escorregar e precisavamos ajeitar para trás , minhas pernas estavam dobradas segurei em seu pescoço e coloquei meus pés próximo ao vidro onde ele estava encostado arqueei meu corpo para trás apoiando em meus braços sobre o capô e comecei a empurrar meu corpo pro sobre o dele ..
- Putinha safadaaa...aaaaaaa... gostosa ele que puxava meus quadris com as mãos , tirou e apoiou as mãos ao lado do seu quadril firmando e golpeando violentamente seu corpo sobre o meu ..
- Aaaaaaaaaa...gostosoooooooooooo ... ta me rasgando...aaaaa eu vou gozaaaaaa
- Vou te rasgar toda puta gostosa , goza , goza no meu pau comigo aaaaaa disse rangendo entre os dentres
- Goza ! Goza! Goza comigo..aaaaaaa...enche sua putinha de porra aaaaaa
- Safadaaaaaaaaa...aaaaaaaa.... tomaaaaaaaa... tomaaaaaaaa gozei gritando como uma louca , seu rosto estava vermelho , enquanto eu gozava aos gritos senti os jatos de porra me invadindo aumentando ainda mais meu frisson
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaa... mordi meus lábios meus braços tremiam , ele urrava como um lobo e me dava estocadas firmes e precisas , meus braços bambearam , ele colocou o quadril no carro e me puxou pelas costas antes que eu caísse deitando a cabeça entre meus peitos agarrado a mim , foi subindo me levantando e me abraçando com as duas mãos entre meus cabelos me puxou e nos beijamos deitei a cabeça sobre seu ombro e o abracei forte .
- Vem eu quero te chupar ... to com saudade desta bucetinha.. - disse me colocando ao seu lado e escorregando até a frente do carro ..
- Você quer e me matar! me ajeitava no capô limpando o súor do rosto ele pegou meu pé e me puxou ..
- Quero sim gatinha , vem fica quietinha ... assimmmm colocou minhas pernas dobradas sobre o capô , e olhou minha bucetinha uns instantes , meu grelinho rosado inchadinho de tesão , desceu e sugou o grelinho forte me fazendo gemer e arrepiar inteira , estava escorregando ele firmava minha bunda com as mãos e se abaixou eu deitada contorcia de tesão ele esfregava a cara em minha buceta , enfiava sua língua em mim , esfregava a língua em meu grelinho , depois a passava de um lado para o outro e sugava eu escorria em todos os sentidos uma das suas mãos foi mais para o centro da minha bunda que já escorria meus líquidos ele começou a passar um dedo em volta do meu buraquinho quando comecei a gozar pela segunda vez com sua chupada ele enfiou o dedo de uma vez fazendo meu corpo erguer e cair novamente ..
- Aaaaaaaaaaaaaaaa... cachorrooo!!! ele começou a chupar com mais intensidade ainda , esfregando sua cara entre minhas pernas ,me mordendo enquanto seu dedo entrava e saia de dentro de mim , em instantes eu gozava novamente gritando e me contorcendo ele chupou tudo e levantou vendo meu corpo trepidar só seu dedo não parava agora em um ritmo mais lento , desci do capo ficando a sua frente seu rosto estava todo molhado lambi seu queixo e nos beijamos o empurrei para o capo do carro e me ajoelhei na sua frente , seu pau já´estava em riste ele bateu com ele na minha cara de um lado e do outro sorri para ele o lambi da base até a cabecinha lhe arrancando um suspiro , enfiei minha língua no buraquinho onde já fluia sua essência esfreguei meu rosto nele de olhos fechados enquanto ele juntava meus cabelos em uma mão , lambi toda a cabecinha e a suguei ,chupando movimentando minha cabeça e a chicoteando com a lingua..
- Aaaaaaaaaaa.... gostosaaaaaa.... isso gatinha chupaaa.........aaaaa........assimmmmm.. comecei a engolir seu pau sugando forte deixando ele entrar e sair da minha boca olhava para ele quando saia lambia e voltava a engolir - Se me olhar assim eu vou encher esta boquinha de leitinho ..sorri para ele falei enquanto descia ate suas bolas
- Dá leitinho pra sua gatinha , dá - lambi entre as duas bolas e engoli uma de cada vez
- Aiiii que delicia ... gostosa... chupa vaiii....aaaaaa...isso suga a cabecinha ..aaaaaaaa... engole ele sua safada , engole vou foder esta boquinha ..aaaaaaaaaaa....abocanhei o que deu , ele segurou minha cabeça com as duas mãos e movia os quadris fodendo minha boca , gemia , xingava meus gemidos eram abafados por seu pau , meu grelinho já doía de tesão de novo apoiei em sua coxa com uma mão e com a outra friccionava meu grelinho gemendo ainda mais com ele bombando cada vez mais forte ..
- Puta gostosaaaaa..aaaaaaaa... vai gozar comigo fodendo sua boca é safadaaa , ele segurava meu rosto com as duas mãos inclinando mais meu rosto para olhar para ele e com um dedo limpou um pouco das lágrimas que escorriam dos meus olhos ..- Aaaaaa...caralho que boca gostosa... vou rasgar sua garganta e te encher de leite ...aaaaaaa..- eu engasgava as vezes ele diminuia e voltava a bombar forte , as vezes nem ligava eu gemia cada vez mais ,mas eram abafados pelo seu pau as vezes tirava da boca para respirar ele batia ele na minha cara e já enfiava com tudo em minha boca e bombava cada vez mais forte..
- Sua cachorraaaa...aaaaaaaaaaaa...você me deixa louco ... toma! ...aaaaa toma! ele metia cada vez mais rápido ,meus dedos não paravam gozei dando uma tremida no corpo e um gemido mais alto e passei a apoiar com as duas mãos em suas pernas - Gozou ???.... é muito safada mesmo ..aaaaaaaaaaaa - ele estava descontrolado com uma mão segurava meu rosto a outra agarrada a meus cabelos puxando forte , golpeava minha boca me deixando sem ar , seus gemidos , urros , seu cheiro me deixavam mais louca e eu debatia minha lingua de um lado para o outro enquanto ele estocava sem parar... - Vou gozar na sua cara ! Quero ver você toda gozadinha aqui no meio da rua minha putinha .. disse sem diminuir o ritmo , apenas levantei o olhar para ele , seu rosto estava transformado pelo prazer e fiquei olhando enquanto bombava senti seu pau se agigantando ainda mais as veias ainda mais pulsantes e ele arrancou o pau da minha boca o punhetava com a mão que estava em meu rosto a que estava em meu cabelo a puxava firme para trás e ja senti dois jatos caindo sobre meu rosto fui com a língua para fora mas ele empurrou minha cabeça com as duas mãos e cravou todo ele em minha garganta ,senti rasgando um pouco de ânsia e já veio mais um jato direto em minha garganta ele afrouxou as mãos , bombeando agora mais lentamente o quadril suguei forte e massageando suas bolas deixando seu pau entrar e sair da minha boca engolindo e sugando tudo que saia agora .
- Aaaaa.... nossaaa! - deixou seu corpo cair sentando sobre o capo do carro ainda sem soltar meus cabelos , mas agora de leve - Você fica muito linda assim ... comecei a rir estava com a cara toda gozada ele me puxou e me abraçou me limpou com a blusa dele que estava sobre o carro enquanto eu abaixava a saia e levantava a blusa , ele vestiu a calça e me puxou me abraçando ..
- Você é muito maluquinha mesmo ...
- Só eu é? Engraçadinhoooo!!! belisquei sua cintura começamos a rir ,nos olhamos demos um beijo delicioso intenso cheio de carinho e cumplicidade e ouvimos um carro subir a rua começamos a rir eu calcei um tamanquinho que achei perto de onde estavamos e comecei a procurar pelo outro , ele ficou ajeitando o cabelo e rindo ,achei jogada do lado do motorista ele veio por trás me abraçou , me virei para ele nos beijamos ele abriu a porta eu entrei pelo lado dele mesmo e fui para o outro banco e ele entrou logo atrás ...
- Pra onde vamos agora gatinha , você não vai trabalhar hoje já vou avisando ..
- Nem se você me mandasse ir , não vai ficar só hoje? Não desgrudo de você..
- Estou com fome !
- Você vive com fome , vamos ver o sol nascer aqui depois a gente vai , ai você escolhe..
- Ta bom ! - ele deitou o meu banco e foi se enfiando em baixo de mim para ele sentar nele me colocando em seu colo- Então vem cá minha gatinha manhosa ! - ele se ajeitou no banco eu fiquei em seu colo deitada em seu peito com as pernas jogadas no banco do motorista ele mexia em meu cabelo enquanto eu me aconchegava em seu colo sentindo seu cheiro e seu coração , o dia já começava a clarear ficamos ali até o sol nascer e depois ... bemmm depois já é uma nova história!

Escrito por AlicinhaBH
Postado por Ayesk@

Trepada no Trem


Viagens realmente são uma surpresa. Estou falando isso porque o conto que narrarei hoje aconteceu quando fiz uma.
Nessa última semana fiquei sem aula na faculdade, pra relaxar a cabeça decidi viajar pra um lugar diferente. Como gosto muito do frio decidi ir pra um lugar alto (não vou dizer o nome de onde eu fui porque esse conto envolve outra pessoa). Arrumei minha mala e fui. Eu queria que essa viagem fosse diferente das outras. Larguei o carro de lado e decidi ir de trem. Para a cidade onde fui eles gostam de usam trem como um objeto histórico para fazer uma excursão pela redondeza.
Decidido o lugar e o jeito de ir eu fui me preparar. Arrumei minha mala bem simples, não queria saber de balada. Vesti uma roupa simples também, calça jeans, tênis e camisa de malha.
Chegando à estaca comprei meu bilhete, esperei a hora do embarque e fui. Comprei para a classe B, queria viajar e não gastar muito. A única diferença entre classe A e classe B era que na classe A você poderia escolher uma cabine só pra você. Minha cabine era a número 9, eu nem me importei em dividir afinal o movimento estava muito pequeno. A mulher que me vendeu o bilhete disse que a chance de eu ir sozinho era grande, mas ela se enganou. Chegando à porta da minha cabine vi que tinha alguém lá. Olhei e vi uma mulher. Cabelo castanho claro pele bem clara, usava uma camisa de botão branca aberta até na linha dos seios fazendo um decote, uma saia jeans bem solta que realçava suas pernas grossas e uma bota decano bem curto que deixa a amostra suas panturílha bem definida.
Na hora em que entrei ela estava lendo um livro sentada bem perto da janela. A cabine não era muito grande, devia caber umas seis pessoas, três em cada banco que ficava nas paredes. Quando abri a porta ela ouviu o barulho, levantou a cabeça e disse um suave “oi”.
-Oi, boa tarde. Cabine número nove também?
-Boa tarde, nove também.
Durante um tempo ela continuou lendo, motivo pelo qual não puxei assunto com ela. Eu estava distraído olhando para a janela quando ouvi:
-Está indo a passeio ou mora lá?
-A passeio. Ouço falar bem de lá, quero conhecer. E você?
-A passeio também. Já conheço lá, acho um lugar muito bonito. Terminei com meu namorado e quero esvaziar minha cabeça.
Ainda não tinha notado, mas depois que ela olhou pra mim eu vi. Ela tinha olhos castanho claro muito bonitos e uma boca bem fina, mas muito bem cuidada.
-Que pena. Mas relaxa, esse passeio vai ser bom. Como é seu nome?
-Eduarda, mas todos me chamam de Duda. E o seu?
-Diego. E aqui, já que você conhece lá poderia ser minha guia hein?! Rsrs
-Claro! Eu estou sozinha também.
A viagem foi passando até que chegamos.
A tarde foi muito boa. Conversamos muito, nos distraímos e nos divertimos. Quando dei conta já era 18h, o trem voltaria às 20h.
-Ei, quer beber alguma coisa? –perguntei-
-Vamos sim. O que quer?
-Você escolhe.
-Vem cá então.
Pegando-me pelo braço ela me levou a um pub que parecia ser muito bom. Olhamos o cardápio decidimos tomar uma cuba-libre, já que estava esfriando. A primeira desceu bem, a segunda também. Na terceira vi que ela começou a ficar bem feliz, mas fomos bebendo. Ela me contou que terminou com o namorado porque ela é doida por sexo e o namorado não dava conta do recado. Cada vez que bebíamos falávamos mais bobagens e quando o álcool realmente fez efeito nós nos perdemos em um grande beijo! Depois daquele beijo o frio sumiu. Rsrs
Já eram 19h30min. Fomos para o trem. Chegando lá mal tinha fechado a porta da cabine e já estávamos em mais amassos. Mãos pelo corpo todo. Eu arranquei cada botão de sua camisa com a boca. Tirei seu sutiã e mamei seus pequenos peitos. Cabia um seio inteiro dentro da minha boca. Enquanto eu chupava aquelas tetinhas tirei minha roupa. Deixei minha rola dura pra fora! Depois de mamar bastante e ficar enfiando os dedos na sua buceta coloquei ela sentada no banco e me abaixei na frente dela, ficando de cara com aquela bucetinha deliciosa. Uma buceta bem carnuda e bem molhada. Cada vez que passava a língua ali ela gemia. Depois de um tempo desse jeito era a vez dela. Ela chegou ao meu ouvido e disse que me faria gozar só com a boca e a língua. Começou um boquete delicioso. Chupava igual uma louca. Eu sentado no sofá e vendo aquela vagabunda me chupar foi o suficiente, enchi a garganta dela de porra! Ela engoliu tudo. Mas não parou por ai, ela queria mais! Assim que meu pau ficou duro de novo ela sentou no meu colo e começou a cavalgar. Que delícia! A vadia pula igual uma cachorra no cio. Ela subia e depois descia até minhas bolas encostarem-se à bunda dela. Dava para sentir o vagão do trem balançando. Eu peguei ela com força coloquei de 4 e soquei tudo dentro dela. Uma metida melhor que a outra. Ela contraia os músculos da buceta fazendo um aperto gostoso. Foi nosso ápice, gozamos juntos ali.
Depois disso ficamos juntos até o trem chegar a estação. Trocamos números de telefone. Parece que não acabaria por ali...

Escrito por Diegojfp
Postado por Ayesk@

domingo, 13 de dezembro de 2009

Nota MIL para o Filho da Minha Vizinha


Quem leu o “ O Filho adolescente da minha vizinha” , sabe que tive uma tarde prazerosa em companhia do Ricardo, meu vizinho adolescente de 17 anos.

Agora com 18 anos, continuava lindo, com seus cabelos pretos e olhos castanhos.

Seu corpo forte a atlético por jogar basquete, me deixava derretida toda vez que eu o via e me lembrava daquela tarde.

Qual não foi a minha surpresa ao encontra-lo um dia na seção que eu trabalhava.

Ele havia completado 18 anos e era um dos estagiários da seção.

O mais interessante de tudo que tinha contato direto comigo.

E sempre fazia pequenas coisas para mim, como pagar uma conta, buscar um lanche, ou algo de que eu precisasse.

E naquele dia eu teria um trabalho em casa, montar minha árvore de Natal.

Esquecendo que meço 1,65 , comprei uma árvore alta; estava sem escadas em casa e precisaria de uma ajudazinha...rsrs

Liguei para Lívia minha vizinha e mãe de Ricardo e perguntei se ele poderia me ajudar a montar minha Árvore de Natal.

Sua mãe concordou já que passariam a noite fora e garanti que Ricardo poderia dormir no quarto de hóspedes.

Estava frio e quando a campainha tocou fui atender com um roupão de veludo vinho.

- Oi Ayeska... – com dois beijinhos no meu rosto ele entrou e ficou olhando a árvore que teríamos que montar.

Trajava um abrigo preto e tênis.

- Oi Ri...viu que alta? rsrs ...Não consigo alcançar.

Em duas horas entre risos , brincadeiras, insinuações, montamos a árvore de Natal que ficou linda com seus enfeites na sala de visitas.

- Ayeska...

- Sim...

- Preciso lhe dizer uma coisa.

- Diga Ri...

- Todas as vezes que olho para você no trabalho, sentindo seu perfume, seu calor, me recordo daquela tarde aqui em sua casa. – revelou ele com a voz rouca.

- E você me deseja nessas horas?

- E como!

- Hummm .... aproveite então Ric...estou muito receptiva e carente hoje. Não quer se aproveitar de mim, dessa vez?

Ele se aproximou e puxou para os lados a abertura do meu roupão, desnudando meus seios brancos, os bicos já eretos.

Sua mão apertou meus seios, enquanto nossas bocas se abriam e nossas línguas se encontravam, num beijo prolongado e excitante.

Suas mãos tocaram minha pele com posse.

Não havia apenas desejo e sexo por parte dele.

Ele chegava a ser terno e isso de certa forma me preocupou.

Mas o tesão e a carência eram grande e me derreti em seus braços.

Não sabia como lidar com o carinho, com a ternura demonstrada por ele, mas ao mesmo tempo me agradava.

Seus lábios desceram até o meu pescoço e voltaram para os meus lábios.

- Hummm o que vai fazer comigo...Ricardo...- perguntei lânguida e entregue àquela sedução.

- Quero ama-la Ayeska...quero te foder com carinho, penetrar em cada orificio

do seu corpo... – murmurou ele no meu ouvido, me arrepiando todinha.

Empurrou meu roupão para baixo , me deixando nua.

Ele beijou e mordiscou meus lábios, lambendo-os com sua língua.

- Ohhh Ri..nunca ...imaginei...

- Não, não fale! – pediu-me pondo um dedo sobre meus lábios. – Apenas sinta!

Aquele rapaz de apenas de 18 anos, ajoelhou-se ao lado do meu corpo.

- Vou ama-la...como você nunca foi amada antes... – garantiu ele, enquanto suas mãos lentamente roçavam meu corpo, dos meus seios ao ventre, dali até as coxas.

Lambeu rapidamente minha xana.

Depois me beijou e senti o gosto da minha própria buceta em meus lábios.

Ele me soltou e voltou a lamber minha xana,depois começou a beijar a partir da minha virilha, subindo até os meus seios.

Lambia, beijava, mordiscava, enquanto eu suspirava de tesão.

Ele parou alguns segundos e rapidamente se livrou do abrigo e do tênis.

Senti seu cacete roçar minhas coxas e estremeci com o calor e a rigidez dele.

- Ric...quero brincar com ele...

Ele pegou-me no colo, perguntou onde era o meu quarto e me carregou ate lá.

Deitou-me com delicadeza na cama, seu pênis ereto.

Sentei-me na cama e o chamei.

- Venha...quero brincar com ele...

Ele deitou-se de costas, com o cacete levantado, firme como um mastro.

Segurei-o e apertei-o, esfreguei meus dedos na glande intumescida, provocando tremores em seu corpo.

Um calor enorme invadiu meu corpo, entrando pela bucetinha e subindo pelo meu ventre, deixando-me sem fôlego.

Minha boca secou com tanto tesão.

Estava molhada e excitada, o bastante para receber logo aquele cacete em minha buceta.

Mas, quanto mais pudesse demorar,mais prazer eu teria, por isso brinquei a vontade com o cacete do Ricardo.

Provoquei-o ao extremo.

Masturbei-o lentamente, deixando minha mão pequena e delicada, escorregar gostosamente pelo cacete dele.

Ele gemia e estremecia.

- Ayeska...assimmm....voce me mata.... venha....venha ...quero chupa-la....

Eu girei meu corpo rapidamente num sessenta e nove (69) e esfreguei minha xana nos lábios dele.

Senti sua língua avançar para dentro dela.

Suas mãos fortes alisaram minha bunda. Um dedo maroto foi brincar com as preguinhas do meu cuzinho.

Eu gemi de prazer e rebolei minhas nádegas.

A língua dele entrava e saía. O dedo se afundara no meu cuzinho.

Eu chupei seu cacete com voracidade, lambendo, sugando, deixando-o avançar apertadamente entre meus lábios úmidos e famintos.

Os biquinhos vermelhinhos dos meus seios estavam tão duros que ameaçavam arrebentar-se.

Percebi que Ricardo estava para gozar.

- Não goze ainda...ainda não querido...

- Pode apostar nisso...Ayeska...delicia....voce é uma delicia....

Continuei brincando com seu pênis, lambendo-o, beijando-o , esfregando-o no meu rosto. Lambi seus testículos, chupei suas bolas,enfiando-as em minha boca.

Ricardo se torcia todo.

Em seguida enrolei a língua em seu cacete e fui subindo, lambendo a glande , depois fechando os meus lábios sobre a ponta e o fiz penetrar, esfregando-se no céu de minha boca.

Ele gemeu, e prendeu meu clitóris entre seus lábios e ficou alisando-o, numa fricção que me levou ao gozo. Gozei , arqueando meu corpo e gemendo com o cacete dele dentro da minha boca,

Eu rebolava e ele acompanhava meus movimentos com a boca e com a lingua, lambendo, entrando e saindo.

- Ayeska....

- Ohhhhh Ri...estou gozando....ohhhhh – gemi enquanto girava a língua no seu cacete.

Ricardo coordenou seus movimentos de sua língua com os do dedo.

Fodeu meu cuzinho e minha buceta ao mesmo tempo, indo e vindo, alucinando-me, apertando meus seios com a mão livre.

Eu apertei as coxas contra a cabeça dele , tremendo e gozando, gemendo e gozando, suspirando e gozando sem parar.

- Você é cheia de tesão....quero faze-la se arrebentar de tanto gozar...Ayeska ....quero você para mim.... – murmurou ele girando-me na cama e ajoelhando-se entre minhas coxas brancas de pelinhos loirinhos.

Ele pôs uma camisinha em seu cacete, depois ergueu minhas pernas, pondo-as em seus ombros. Depois inclinou-se. Minha xoxota se escancarou à investida daquele cacete duro.

- Vou fazê-la gozar de verdade...se viciar no meu pau.... – disse ele , o pau roçando a minha vulva.

- Pôe...devagar..Quero senti-lo entrando, Ricardo...até...o ... fim..

Ele me atendeu. Sua glande alargou a entrada da minha vagina,

Eu a senti se contrair, depois afundar-se gostosamente, avançando sem pressa, pouco a pouco, devagarinho, enterrando-se na minha vagina.

Perdi o fôlego, enquanto meu mel escorria.

- Não se mova! Fique assim! – pedi, contraindo meus músculos vaginais, apertando seu cacete como se quisesse espreme-lo dentro de mim e tirar-lhe seu precioso sumo.

Ele ficou sobre mim, naquela posição, totalmente enterrado em minha bucetinha, sem se mover.

Eu fiquei contraindo os músculos, fazendo-o suar e seu tesão aumentar.

- Você é demaisssssssssss....Ayeskaaaaaaaaaaaaaa...

- Pode gozar assim?

- Claro! Sua bucetinha ta fazendo todo o trabalho.

- Então...gostosinho...goze!

Eu perdi novamente o fôlego e a noção de tudo, quando ele começou a mover seu cacete dentro de mim, indo e vindo, beijando-me e fodendo-me sem dó.

Meu ventre pegou fogo.

Fechei os olhos.

- Ahhhhhhhh...bucetinha....gostosaaaaaaaaaaaaaaaaaa – ele gemeu, enquanto me golpeava, me fudia.

Eu sentia seu cacete tocar lá no fundo, depois se retrair, até quase escapar da minah vagina e depois retornar.

Ao fazer isso, eu sentia roçar-me por dentro e por fora, forçando a pele contra meu clitóris, fazendo-me subir pelas paredes.

Meu vizinho de apenas 18 anos e tão experiente na arte de fuder.

De repente, ele gemeu alto e se imobilizou.

Eu senti as contrações do seu cacete e do seu corpo, enquanto ele ejaculava, inundando a camisinha de porra.

Ele tombou finalmente para o lado.

Eu estendi minhas pernas trêmulas e preguiçosas sobre o corpo dele e fechei meus olhos.

- Ayeska...

- Huhmmm...

- Que nota voce me daria? – indagou ele com a voz preguiçosa e saciada.

Eu pensei por uns instantes.

- Mil! – respondi rindo.


Escrito por Ayeska@